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Política

Medo e Revolução

Como fazemos para nos libertar do medo? Medo à solidão, doença, morte, medo de doer, de não ser. O medo gera dependência e desde muito cedo essa palavra nos acompanha. Na família dependemos do pai e mãe, que dependiam do seu emprego, e seu chefe do alguém que dependia do prefeito, que dependia do governo, que dependia de uma entidade financeira que dependia de algo sem nome.

ONU pede que Israel ‘Impeça ataques de colonos israelenses contra aldeias palestinas’

O escritório de direitos humanos das Nações Unidas pede que Israel impeça ataques de colonos israelenses contra civis palestinos no território da Cisjordânia ocupada, citando o aumento da violência nas últimas semanas, resultando em danos físicos, danos à propriedade, seis ataques em seis semanas — incêndio em uma Mesquita, oliveiras derrubadas.

Documento do Partido Humanista Internacional face á situaçáo mundial

Quando os humanistas observam e participam nos processos sociais, políticos e económicos em todo o mundo, não podem deixar de refletir sobre a vigência que tem neste momento histórico o Documento do Movimento Humanista, escrito por Silo em 1993.

O «Documento Humanista» faz parte da «Sexta carta aos meus amigos», incluída nas suas Obras Completas, Volume I.

Como planejar uma revolução pacífica: Primavera Árabe, 15-M e Occupy Wall Street

Alguma coisa nova e importante borbulha na Liberty Square (que já começa a se
espalhar pelos Estados Unidos). No ano passado, os protestos realizados em Wisconsin
foram surpreendentes e significativos, mas o movimento OWS (Ocupem Wall Street)
pode ser decisivo para os manifestantes nos Estados Unidos. Na verdade, este pode ser
o início de um tipo de jogo completamente novo.

Kirchner conquista vitória arrasadora nas presidenciais argentinas

A presidente argentina, Cristina Kirchner, conquistou uma vitória esmagadora com 53,04% dos votos, contra 16,98% do socialista Hermes Binner, nos primeiros cômputos oficiais das eleições presidenciais, com 15,5% das urnas apuradas.
Quase quatro horas depois do fechamento dos centros de votação, a presidente se declarou vitoriosa em um discurso diante de centenas de partidários

Itália: marcha dos indignados deixa 70 feridos e 12 detidos

Ao menos setenta pessoas ficaram feridas, três gravemente, e 12 foram detidas, quando a polícia de choque reprimiu os protestos deste sábado em Roma por ocasião da jornada dos “indignados”, informou a agência italiana Ansa. 25 pessoas foram socorridas em hospitais de campanha montados pelos serviços de emergência em torno da basílica de São João de Latrão.

A ilusão do dinheiro: A ADM final (como Saddam e Kadafi aprenderam a duras penas)

A crise do sistema econômico já havia sido anunciada por aqueles que observaram a forma complexa e esotérica com a qual o monetarismo moderno gera escassez, sacando da cartola o dinheiro para empréstimo, porém sem restituí-lo com os juros devidos. E concentrando-o então na especulação. Não se toleram desafios a um sistema bizarro e gerador de pobreza como esse.

O novo o momento e a guerra dos mercados

Há indicadores suficientes para interpretar que entramos em um novo momento na esfera internacional. A “Primavera Árabe” que começou na Tunísia e Egito acabou se estendendo para países de vários continentes: desde os indignados da Espanha e Grécia ao Chile, onde os estudantes estão lutando por educação gratuita e de qualidade por meio de massivas demonstrações não violentas.

Manifestação popular desafia o oligopólio da mídia no Chile

Há cerca de um ano, ao receber o grupo de trinta e três mineiros que ficaram aprisionados em consequência do desabamento de uma mina no deserto do Atacama, o presidente Sebastián Piñera disse: “Nasce um novo Chile!” .

O país mudou desde então, mas não como esperavam os atuais ocupantes do Palácio La Moneda de Santiago de Chile.

Costa do Marfim: Promoção de Militares afronta vítimas de abuso. Presidente não cumpre promessa imparcialidade

Por diversas vezes, o governo de Ouattara prometeu romper com o passado e agir
ao rigor da lei. Apesar disso, em vez de criar um exército que respeite a lei, Ouattara
promoveu aqueles que líderes que se encontravam no comando, quando as atrocidades
foram cometidas. Em vez de investiga-los, eles foram promovidos.

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