Direitos Humanos
Instituto lança pesquisa que avalia a implementação do Estatuto do Desarmamento no Brasil
Falhas na implementação e medidas que ainda não saíram do papel foram identificadas na pesquisa do Instituto Sou da Paz e ameaçam a eficácia da lei brasileira que já ajudou a salvar milhares de vidas. Entre os problemas destacam-se a falta de diálogo entre exército e polícia federal e a falta de controle das empresas de segurança privada.
“A maior ameaça para a vida humana são as armas nucleares”
O linguista e professor universitário Noam Chomsky explica como os Estados Unidos têm contribuído para enfraquecer os esforços de não-proliferação de armas nucleares desde 2005, quando o ex-presidente Bush não rompeu com o tratado da ONU. A cada cinco anos, o governo Bush se negou a assinar o Tratados de Não-Proliferação Nuclear, que será revisto novamente em maio de 2010.
Cerca de 13 mil vidas foram poupadas devido ao controle de armas de fogo
Programas e iniciativas para controle e redução de armas de fogo no Brasil entre 2001 e 2007 foram responsáveis pela diminuição de 13 mil mortes por homicídios no país, segundo dados de uma recente pesquisa do Ipea em parceria com a PUC-SP. Os resultados positivos foram intensificados após a entrada em vigor do Estatuto do Desarmamento em dezembro de 2003.






