Africa

16.11.2012

Grupo de meninas inventa gerador movido à urina na Nigéria

Grupo de meninas inventa gerador movido à urina na Nigéria

Quatro jovens nigerianas apresentaram, numa feira de tecnologia, um gerador capaz de produzir seis horas de electricidade por cada litro de urina. A electrólise da uréia é uma tecnologia já conhecida, mas pode abrir caminho a uma nova fonte de energia renovável. Poderá a factura da electricidade ser paga no… »

04.11.2012

Comércio de carbono e REDD+ em Moçambique: camponeses “cultivam” carbono ao serviço de poluidores

Comércio de carbono e REDD+ em Moçambique: camponeses “cultivam” carbono ao serviço de poluidores

Maputo, ( artigo de Boaventura Monjane publicado pela Via Campesina Africa News) – A produção alimentar e a soberania dos povos africanos correm o risco de estar seriamente comprometidas devido à implementação de projectos de plantio e conservação de árvores para a captura de carbono e à chamada Redução de Emissões… »

16.10.2012

“Africanistão” : intervenção militar no Mali pode ocorrer em breve

“Africanistão” : intervenção militar no Mali pode ocorrer em breve

O Mali, país africano no Deserto do Sahara, vive a expectativa de intervenção de uma Força de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) para combater os rebeldes que dominam boa parte de seu território. O ministro da Defesa da França, que apoia a operação, declarou hoje (16) que a… »

29.06.2012

Ruanda encerra oficialmente os tribunais de genocídio

Ruanda encerrou oficialmente na última segunda-feira os tribunais comunitários ‘gacaca’, os controversos tribunais que abrandaram tensões mas foram criticados por possíveis erros de justiça. “Este evento não é apenas para marcar o encerramento dos tribunais, mas também para reconhecer o valor duradouro do processo”, disse o presidente Paul Kagame. »

10.06.2012

Tunísia: “o diálogo começou”

Um ano após a Primavera Árabe, a Radio Nederland analisa o estado da justiça em quatro dos países chaves. Depois do Marrocos, Egito e Bahrein, concluímos a série com a Tunísia, onde o movimento começou. Entrevista com Habib Nassar, director do programa para o Oriente Médio e Norte da África no Centro Internacional para Justiça Transicional. »

10.06.2012

Mbeki critica papel de NATO na Líbia e na destituição de Laurent Gbagbo

"A realidade é que os órgãos competentes da ONU (Conselho de Segurança e Gabinete do Secretário-Geral) traíram as suas obrigações em termos de Direito Internacional". Sobre a Líbia, Mbeki indicou que a recusa inicial da União Africanan (UA) e do Governo sul-africano de reconhecer o Conselho Nacional de Transição (CNT) não se deveu à corrupção com "petrodólares". »

10.06.2012

Uganda: Ato de Anistia sem anistia

Depois de doze anos expirouo Ato de Anistia de Uganda, que garantia o perdão para os rebeldes. O governo afirma que a medida tem como objetivo acertar o ‘alto escalão’ dos militantes do Exército de Resistência do Senhor (LRA). O Ato de Anistia, que passou a vigorar em 2000 como medida que encorajou os rebeldes a sair das matas, caducou em 23 de maio. »

03.06.2012

Tunísia: “o diálogo começou”

Um ano após a Primavera Árabe, a Radio Nederland analisa o estado da justiça em quatro dos países chaves. Depois do Marrocos, Egito e Bahrein, concluímos a série com a Tunísia, onde o movimento começou. Entrevista com Habib Nassar, director do programa para o Oriente Médio e Norte da África no Centro Internacional para Justiça Transicional. »

17.04.2012

Exigem o restabelecimento da legalidade constitucional na Guinea Bissau

A Direcção Nacional da Liga Guineense dos Direitos Humanos registou com muita apreensão a consumação de mais um golpe de estado reivindicado por um suposto Comando Militar e assumido pelo Estado Maior General das Forças Armada e a consequente detenção dos titulares dos órgãos da soberania, nomeadamente Presidente da Republica Interino e Primeiro-ministro suspenso... »

17.04.2012

Condena as violações dos direitos humanos na Guinea Bissau

No quadro da sua missão de promoção e defesa intransigente dos direitos humanos, a Direcçao Nacional da Liga Guineense dos Direitos Humanos criou um gabinete de crise com o objectivo de monitorizar as violações dos direitos em curso no país decorrente da alteração da ordem constitucional, protagonizada pelo Estado-Maior General das Forças Armadas. »

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