Tomás Hirsch

Tomás lives in Santiago de Chile. He has been a member of the Humanist Party since its inception in 1985 and resigned in 2020. He was the spokesperson for New Humanism in Latin America and was twice a presidential candidate for the Chilean left-wing parties. He is currently one of the most progressive Chilean deputies.

Os humanistas e o momento atual

Olá amigos, É difícil fazer uma síntese do que estamos vivendo, mas na tentativa de transmitir o nosso olhar, vou contar para vocês um pouco. Penso que estamos a assistir a algo que o Humanismo tem vindo a anunciar há…

A integração Latinoamericana por Tomás Hirsch no III Simpósio Internacional do Centro Mundial de Estudos Humanistas

Muito bom dia a todos. Bem-vindos a este segundo Painel do III Simpósio Internacional do Centro Mundial de Estudos Humanistas ao que temos chamado “Políticas Governamentais: Um novo humanismo para a Nova civilização”. É habitual neste tipo de encontros conversar…

Necessidade de organização para continuar difundindo a paz e a não violência

A Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência que termina hoje começou neste lugar há pouco mais de um ano, no dia 15 de novembro de 2008. Aqui começou e aqui termina. Durante esse ano, foram realizadas milhares de atividades em diversos pontos do planeta. Essa Marcha foi um sinal pela Paz e pela Não Violência em um mundo violento que vive tempos de tormenta.

Os bons às vezes ganham

Mais de sessenta por cento dos bolivianos decidiram que Evo Morales deve continuar conduzindo o processo de transformação social, política e cultural da Bolívia. Este retumbante apoio ao governo de Evo ocorre apesar da grande maioria dos meios de comunicação escritos e televisivos constantemente divulgarem uma má imagem e fazerem campanha contra ele.

Seu sonho é nosso Sonho

Em homenagem ao discurso de Martin Luther King “I have a dream”, Tomás Hisch falou no Memorial à Lincoln, em Washington D.C. O porta-voz latino-americano da Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência fez refência ao sonho de um mundo sem armas nucleares e sem guerras. Declarou ainda sua decepção pela decisão tomada pelo presidente Obama de enviar ao Afeganistão mais tropas.