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Assuntos internacionais

Filipinos fazem símbolo humano da paz e não violência com mais de 12 mil jovens

A Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência chegou a um ponto culminante na manhã do último dia 7 de outubro. Os membros da Equipe Base foram convidados a presenciar, de um lugar alto, o maior símbolo humano da paz já formado, realizado com perfeição por milhares de alunos das escolas da cidade do Lucena, no sul das Filipinas.

COMEÇOU: Nova Zelândia, Israel, Itália, Quênia, Brasil e dezenas de países unidos pela não violência

As notícias não param de chegar. Desde o primeiro dia de outubro, véspera da partida da equipe base da Marcha Mundial Pela Paz e a Não Violência de Wellington (Nova Zelândia), milhares de pessoas em todo o mundo estão envolvidas em cerimônias oficiais e atividades públicas em comemoração ao início da viagem-paz de 90 dias pelas diversas realidades do mundo.

Equipe internacional leva manifesto dos prêmios nobel da paz na travessia pelos 5 continentes

A Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência acaba de aceitar a incumbência de ser a embaixadora da “Carta por um Mundo sem Violência” elaborada por 19 membros dos Prêmios Nobel da Paz. O povo Moriori, habitantes originários das Ilhas Chatham e pioneiros na construção da paz, é o primeiro, entre os membros da Marcha Mundial, a aderir a esta Carta.

Começa a travessia da Marcha Mundial na Nova Zelândia

Uma multidão de pacifistas provenientes dos cinco continentes se reuniu hoje, 2 de outubro, em Wellington, aos pés da estátua de Mahatma Gandhi, o pai da Não Violência, doada pelo Conselho Indiano de Relações Culturais. A multidão compareceu, apesar do vento e do frio, para dar seu apoio à Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência.

Maoris recebem equipe internacional da Marcha pela Paz e a Não Violência na Nova Zelândia

Membros da Marcha Mundial pela Paz e Não-Violência completaram a preparação do primeiro evento ao lado de 250 neozelandeses, entre os quais se encontravam membros importantes da comunidade Maori. Um excelente começo para a Equipe de Base! Mais de 250 pessoas estiveram presentes para prestigiar a Equipe Internacional da Marcha pela Paz bem no coração de Auckland.

Confira agenda das principais atividades da Marcha Mundial no Brasil simultâneas com a partida da equipe internacional

Começa em Wellington, na Nova Zelândia, a travessia da equipe base internacional pelos seis continentes no próximo dia 2 de outubro, dia do nascimento de Mahatma Gandhi. Brasil organiza dezenas de eventos simultâneos entre 1º e 4 de outubro nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná e outros.

Brasil não aceita ultimato de golpistas

Lula diz em entrevista coletiva internacional que Micheletti deve deixar o poder para que assuma o presidente eleito. Em Honduras, medidas tresloucadas do governo golpista contra presença de embaixadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) surpreendem comunidade internacional. Confira também entrevista a Maria Pia, presidente da Amarc na América Latina.

Carta dirigida aos Chefes de Estado do Conselho de Segurança ONU apela à urgência de realizar ações concretas rumo à abolição das armas nucleares

Com a proximidade da sessão especial do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de 24 de setembro, a rede Abolition 2000 apela aos líderes mundiais para que “concentrem as suas atenções na urgência em dar passos concretos no sentido de caminhar em direção a um mundo livre de armas nucleares, com base no plano elaborado pelo secretário geral Ban Ki Moon”.

A guerra em Darfur, terminou?

As forças de pacificação de Darfur conseguiram os objetivos de sua missão, segundo Rodolpho Addada, do Congo, em sua despedida como líder da UNAMID, que é missão conjunta das Nações Unidas e da União Africana. Segundo Abada, que reconhece a falta de segurança na região, agora são os bandidos comuns os que trazem insegurança aos habitantes por roubos e outros delitos do tipo.

Libertado terrorista de Lockerbie por razões humanitárias

O secretário da Justiça da Escócia, Kenny MacAskill, libertou o terrorista Abdel Basset al-Megrahi por razões humanitárias. Ele foi o único condenado pela explosão do vôo 103 da Pan Am em 1988, sobre a cidade de Lockerbie. MacAskill tomou uma decisão de não-reciprocidade: embora al-Megrahi não tenha demonstrado compaixão, a decisão mostrou compaixão por ele.

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