Africa

Somália e o estranho otimismo das Nações Unidas

A Organização das Nações Unidas declarou o fim da condição de fome severa na Somália, mas advertiu que a crise no Chifre da África ainda não terminou e exige esforços contínuos para a restauração da segurança alimentar e para que as pessoas voltem à sua vida normal.
Segundo a FAO, o número de pessoas que ainda precisa de assistência emergencial chega hoje a 9,5 milhões.

Somália entre a vida e a morte

Somália enfrenta uma das piores crises humanitárias, alertava a ONU 18 meses atrás. Hoje, a ONU convoca a comunidade mundial para salvar cerca de 390000 crianças desnutridas das regiões assoladas pela fome. No entanto aqueles países ricos, industrializados e exportadores de petróleo, que reúnem condições de auxílio, estão de olho nos negócios “promissores” que a Líbia oferece.

Costa do Marfim: Promoção de Militares afronta vítimas de abuso. Presidente não cumpre promessa imparcialidade

Por diversas vezes, o governo de Ouattara prometeu romper com o passado e agir
ao rigor da lei. Apesar disso, em vez de criar um exército que respeite a lei, Ouattara
promoveu aqueles que líderes que se encontravam no comando, quando as atrocidades
foram cometidas. Em vez de investiga-los, eles foram promovidos.

População do Sudão do Sul: Rural, pobre

A população do Sudão do Sul, estimada em 9 milhões de habitantes, é
consideravelmente jovem, da área rural, pobre e inculta; apenas 4% de suas terras
aráveis são cultivados; metade da população não tem acesso à água potável e somente
um entre cinco já utilizaram uma unidade médica na vida.

A maior crise mundial de alimentos e falta ajuda

A África oriental vive hoje a “crise alimentar mais grave do mundo”, que afeta cerca de 10 milhões de pessoas em Djibuti, Etiópia, Quênia, Somália e Uganda. O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) alerta que a Somália é o país mais atingido da região, com relatos de casos de mortes em algumas áreas.

OTAN bombardeia porto de Trípoli e residência de Gadafi

A OTAN intensificou os bombardeios contra o porto e um complexo residencial do líder Muamar Al-Gadafi nesta capital, segundo informou a televisão estatal libia.
Fontes oficiais assinalaram que aviões da OTAN realizaram várias incursões militares nas primeiras horas do domingo contra Trípoli, onde na quinta-feira passada foram afundados cinco barcos, em outro bombardeio.

Tempos de êxodo

Estamos assistindo a uma das mais intensas crises migratórias dos últimos tempos. Para atender aos refugiados do Norte da África, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados vai gastar 67 milhões de dólares.

Depois de chegar a Duekê, Costa do Marfim, o diretor da Ação contra a Fome, François Daniel, declarou que poucas vezes havia visto uma situação como aquela.

Rebeldes líbios reivindicam tomada de estratégica Ajdabiya

Os rebeldes líbios voltaram a controlar hoje a estratégica cidade de Ajdabiya, ajudados por sete noites consecutivas de bombardeios ocidentais e depois de dias de intensos combates contra as forças leais a Muamar al-Kadafi. Porta-vozes dos insurgentes citados pelo canal do Catar Al Jazeera asseguraram que a região oriente da Líbia está “totalmente sob nosso comando”.

Líbia: ataques da coalizão deixaram 114 mortos em quatro dias

Pelo menos 114 pessoas morreram e 445 ficaram feridas de domingo a quarta-feira nos bombardeios da coalizão internacional sobre a Líbia, anunciou nesta sexta-feira à noite uma autoridade do Ministério da Saúde líbio, sem especificar quantas delas eram civis. “De 20 a 23 de março, 114 pessoas morreram e 445 ficaram feridas nos bombardeios” da coalizão, declarou Khaled Omar.

Três humanistas mortos na Costa do Marfim

De acordo com as informações recebidas por Peter Noordendorp e Benoit Mangin, a situação na Costa do Marfim se tornou decididamente violenta. Foram mortos pelo menos três Humanistas, que seriam ativistas da não-violência ativa formados em contato com Francois Giorgi.
Na Europa, serão realizadas cerimônias de pedidos por eles e por seus companheiros na luta não-violenta.

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