poesía

Nominal

POEMA Por Valéria Soares   És taciturna. Gostas de frio, neblina, chuva fria, de vento. És olhar impedido por montanhas, manto de nuvens, música tranquila, poucos amigos… poucas palavras. És azul límpido de céu de outono e de montes. És…

E o amor?

POEMA Por C. Alfredo Soares   E o amor? O seu e aquele que emana de você para o outro, como ele anda? Não vale amor platônico não correspondido. Falemos dos encontros. Estamos vivendo dias difíceis e inseguros. Nessa hora…

Lume

POEMA Por Valéria Soares   Àqueles, que cegos, não veem obstáculos; Surdos, não ouvem os desaforos; Loucos, constroem, realizam, transformam e vivem uma nova história. Salve, Filhos d’Africa!   Lume Requebra, preta Rainha és Arrebenta as correntes Clama em reggae,…

O Vulcão

POEMA Por C. Alfredo Soares   Dentro do silêncio o estrondo Parece o coração no peito da gente A língua vermelha pronta para o bote Tudo lindo e instável Do olho da terra os gases emergem A saliva ácida pronta pra…

Olhos nos olhos

POEMA Por Valéria Soares   Seus olhos são naves partidas De um distante planeta levando sonhos levando desejos levando saudades levando confissões mudas…   Seus olhos são naves partidas De um ínfimo desconhecido planeta Levando lágrimas Levando confidências Levando tristezas…

Um pouco de poesia: Brasil

POEMA Por Guido Mendes   Labaredas nascem da árvore seca Fumaça que enche os pulmões Cinzas caídas na terra Brasas em mim Sou uma nação de madeira vermelha E que não suporta se ver …índios sem terra e sem oca…

Jataí – Meu doce amor

POEMA Por C. Alfredo Soares   Cachos que se encaixam Se entrelaçam na cabeça Perfeitos na capa preta e amarela Num frenético ir e vir   Me encaixo nesse seu mistério Nesse seu voo de alma leve Que inunda o…

Prata da Casa

POEMA   Por Valéria Soares   A preta que quebra Requebra Faz Refaz Rebeca Refavela Outros sons Canta Encanta Inspira Ensina Preta que chega Brilha Ofusca Reparte Sonhos Arregala olhares Preta faceira Com sangue de Sampa Com ginga do Rio…

Mulheres

Nunca fui mulherzinha. Sou experiente, não levo desaforos pra casa. Se gritam comigo, falo mais alto. Se quero alguma coisa, vou atrás. Em criança, chamavam-me de moleca, mulher-macho. Mais que nada! Gosto de homens. Principalmente dos fortes, que sabem segurar…

Ímpeto

POEMA     Por Luiza Machado       Como um balde de água fria Água fresca O novo de cada dia Mais precisamente cada sexta Logo eu, quem diria? Dessa mania novelesca Ao meu modo, fria e calculista Me…

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