poesía

O estrangeiro

POEMA Por Cleissianne Leite   Tem algo de particular que chamamos de lar, esse local é algo pessoal e exclusivo que identifica a familiaridade do ambiente seguro e que não precisa estar necessariamente em um espaço físico. Na infância morava…

Cleisianne, o acolhimento e a paz

POEMA Por Cleisianne Leite com introdução de Guilherme Maia   Conhecer algo novo Novo Horizonte a arrebentar O firmamento e com isso Germinar uma ternura Nunca vista antes… Sorrir, conhecer, apreciar: Eis o que me trouxe de volta, O que…

Morte na cerca de Melilla

Hoje meu coração treme de tristeza com as imagens de cadáveres empilhados ao lado da cerca de Melilla. Nunca pensei que um continente como a África, com suas riquezas, sua fauna e sua diversidade cultural, pagaria o preço da fome…

Certeza

POEMA Por Valéria Soares   – Não sei o que dizer. – Não é necessário dizer nada. – Como não? – Tudo já foi dito há muito tempo. – Mas depois de tanta coisa… – Tanta coisa? – Sim. Foram…

Escala

POEMA Por Valéria Soares   – Meu Deus! – Não acredito! – É você mesma? – Sou eu. Em carne e osso. – rsrs – Quanto tempo… – Muito. – Posso te dar um abraço? – Claro! – Nossa! fiquei…

Ser encantado

POEMA Por C. Alfredo Soares   Encantado Compreendo-te Encantado Fico a observar Sua alegria e bondade Seu carinho e seu sorriso Sabedoria empírica Sem palavras que possam resvalar Encantado Encanta até emocionar Como um erê num outro lugar Diferente e…

Notícia

POEMA Por Valéria Soares   Todo mundo é bandido Toda bala perdida, encontrada No corpo que jaz Antes de morto cair. Todo mundo é bandido Toda tiro justificado Sentença do desprezo Sentença da fome Sentença do preconceito Sentença da violência…

Caixinha de música

POEMA Por Valéria Soares   – O que você faz aí? – Não está vendo? – Estou, mas por que aí? – Você não sabe? – Não! – O meu criador disse: “Vá e enfeite o mundo!” – Então você…

UBUNTU

POEMA Por C. Alfredo Soares   Sinto a rumba Run pi lê O candomblé O sei lá o quê Sinto e danço Tranço os pés Retorço o corpo Vibro como uma cascavel Viro os olhos Bebo do meu sangue Gargalho…

Ao mar

POEMA   Eis aqui a pegada da alma a cicatriz da vida o imenso vazio a profundidade de um poço junto ao oásis onde as palmeiras coletam sua água, os lagartos correm pela terra húmida e os dromedários se refrescam…

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