Partido Humanista Internacional

“Não” aos testes nucleares e aos exercícios militares na península coreana, “sim” à paz e ao desarmamento

Em 2 de Setembro tiveram fim os exercícios militares comuns entre os exércitos da Coréia do Sul e dos Estados Unidos denominados ”Ulchi-Freedom Guardian”; mais de 50 mil soldados sul-coreanos e 25 mil soldados americanos estiveram envolvidos na “revisão de…

O humanismo repudia a intervenção estrangeira na Ucrânia e propicia uma reflexão sobre o fundo da questão

O Partido Humanista Internacional (PHI) repudia a ingerência de países alheios atuando, de forma encoberta ou manifesta, em territórios considerados estratégicos para planos militares, ou por seus recursos naturais, ou por quaisquer outros motivos. Nesta ocasião, rechaça o intervencionismo na…

Invasão do Mali: o Colonialismo do século 21

O Partido Humanista Internacional (PHI) recusa e condena a intervenção militar francesa na República de Mali, com a pretendida desculpa de deter o avanço de grupos acusados de terroristas. Os governos dos Estados Unidos de Norte América (EE.UU) e França…

Falecimento de Nicolás Servín

O Partido Humanista Internacional comunica com pesar a morte de nosso amigo Nicolás Amilcar Servín Segovia, membro da Equipe Coordenadora Internacional do PHI. Nicolás Servín foi membro fundador do Partido Humanista do Paraguai em épocas perigosas durante a ditadura de…

Humanistas pela Paz na Síria

Os humanistas do mundo chamam a considerar a situação atual de Síria desde a aspiração não-violenta do povo sírio e seu direito a resolver sua política interna sem intervenção de países estrangeiros. A Internacional Humanista pronuncia-se pela Paz em Síria…

Documento do Partido Humanista Internacional face á situaçáo mundial

Quando os humanistas observam e participam nos processos sociais, políticos e económicos em todo o mundo, não podem deixar de refletir sobre a vigência que tem neste momento histórico o Documento do Movimento Humanista, escrito por Silo em 1993.

O «Documento Humanista» faz parte da «Sexta carta aos meus amigos», incluída nas suas Obras Completas, Volume I.