Hoje e sempre, a única solução é a não-violência

21.08.2017 - Redação São Paulo

Hoje e sempre, a única solução é a não-violência

Traduzido do original “Hoy y siempre, la única solución es la no-violencia” por Sasha Volkoff

” O terrorismo golpeia a pacífica Barcelona e nos recorda o caos generalizado que está sendo produzido no mundo por conta da ganância e a loucura fanática”

Barcelona, 18 de agosto de 2017. Ontem ocorreu em Barcelona a loucura indiscriminada de um atentado terrorista. Os assassinatos de pessoas me parecem deploráveis e me entristecem muito. Poderia dizer “de pessoas inocentes” mas não gosto de discriminar neste tema. Qualquer assassinato, seja pelos motivos que forem, para mim são horríveis. E tão pouco gosto das relações posteriores do poder, condenando com firmeza este tipo de atentado para logo seguir suas políticas discriminatórias e seus negócios perversos. Não gosto da atitude dos grandes meios de comunicação que enchem suas capas com palavras de grande impacto quanto calam a cerca da violência que é realizada cada dia a mais contra as populações de todo o mundo.

Estes ataques são os últimos de uma cadeia de atentados recentes em toda a Europa, embora o mais justo é recordar que existem muito mais ataque no mundo não-ocidental, só que estes ataques não tem a mesma atenção dada pelas mídias.

leia também – Segurança Pública, Não-violência e Desarmamento

Barcelona é uma cidade pacífica, bela e cheia de luz e cor, repleta de visitantes em todo o ano. Que seja dito que nenhuma cidade merece ser atacada nem ter a sua população amedrontada, mas justo Barcelona, uma cidade que aspira em se transformas em uma cidade que integras as pessoas e que é justa, aberta ao mundo e com solidariedade para com as minorias. Já sabemos que o caos se vai propagando de pouco a pouco, partindo dos lugares centrais onde são feitos os grandes negócios e se fabricam milhões de armas que logo irão para todo o mundo. Mas quanto a barbárie golpeia a própria cidade dói mais do que nunca. Ver os lugares frequentados sacudidos pelo terror nos produz um choque do qual se custa recuperar.

Somos  frágeis fisicamente, como situações como essa demonstram, mas também somos muito fortes internamente. Essa fortaleza é a que nos deve ajudar a nos sobressair e redobrar nossos esforços em busca de uma nação Humana Universal, um mundo no qual não haja enfrentamentos nem competição apenas cooperação e um intercâmbio enriquecedor. Esta força vem de outro lugar, nos conecta com outros espaços e com outros tempos.

Condenamos a violência em todas as suas formas, desde a mais brutal que viu ontem em Barcelona até a mais sutil e elegante que se exerce mediante os despachos dos grandes bancos e multinacionais, essa que toma decisões que empobrecem milhões de pessoas para logo ir jogal golf, essa que fabrica armas e as vende ao maior posto para logo condenar o seu uso. Queremos superar esta violência absurda que nos leva a lutar uns contra os outros, enquanto uma pequena minoria se enriquece as nossas custas.

Queremos superar o ódio, a ignorância o egoísmo bestial. Queremos direitos iguais e oportunidades para qualquer pessoa, seja de onde seja e vá para onde vá. Queremos um mundo onde o ser humano seja o valor central, o objeto de liberdade de nossas ações.

Categorias: Europe, Nonviolence
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