Eleições da APEOSP

22.05.2017 - Redação São Paulo

Eleições da APEOSP

Na próxima quinta feira, no dia 25 /05, ocorrerá as eleições  para os conselheiros da APEOSP. Um dos maiores sindicatos da América Latina, a organização de trabalhadores é uma força motriz na luta pelos direitos de toda a categoria. Sua luta se faz dentro e fora de sala de aula. A educação tem sido alvo de ataques do governo golpista de Michel Temer. Só a luta dos trabalhadores pode dar um basta nessa série de políticas que favorecem apenas os mesmos grupos dominantes.

A professora Roberta Santos de Andrade é educadora do Ciclo I e é candidata a conselheira regional. Acredita em uma mobilização docente pela base. A Pressenza buscou saber sobre sua candidatura e o que busca defender.

Pressenza – Como funcionam as eleições?

Roberta –   Qualquer professor pode se candidatar em uma chapa com a qual tenha afinidade política. No dia dá eleição há diversas urnas itinerantes que passam nas diversas escolas acompanhadas por 1 representante de cada Chapa.

PT e PC do B formam o grupo da atual gestão, a chapa 1. A oposição é formada politicamente pelos partidos PSOL, PSTU. Com a união de dois grupos de oposição o bloco de oposição e a oposição alternativa. Houve a união para vencer a chapa 1, que é a da atual gestão.

Quando elas acontecerão?

R. – Dia 25 de Maio de 2017, em uma quinta feira.

Como os professores podem votar?

R. – Professores associados a APEOSP podem votam na escola. Os professores não associados devem procurar a filiação ao sindicato para estarem aptos a votar.

O que é o  Movimento dos Educadores pela Base (MEOB)?

R. –  No dia a dia, o grupo cresce. Tem como princípio a luta na base – o Conselho da escola, a Associação de Pais e Mestres e o Grêmio estudantil. Um dos princípios é de que todos os professores devem estar em sala de aula. No chão de giz, a luta deve ser organizada na escola a partir destas estâncias. é importante também ocupar o espaço do sindicato. A princípio o MEOB fazia parte da oposição alternativa. Porém, por divergências, o movimento optou por uma militância independente.

Como está sendo sua candidatura?

R. – A minha luta é na escola. Seria pra conselheiro regional, que é um compromisso para com a luta pela Educação Básica Pública. Porém eu me candidatei junto com outros colegas . [O conselheiro regional] Tem direito a voto na administração da subsede. milito desde 2008, na APEOSP 2012. Sou professora de Ciclo I.

Por que  decidiu se candidatar?

R. – Por conta do movimento

O que gostaria de falar?

R. – ” Já dizia Paulo Freire: “Ser Educador e não lutar é uma contradição pedagógica! Não existe Educação neutra!”. Atualmente Terezinha Rios afirma que a educação possui as dimensões da técnica, estética, política e ética.’

O MEOB não tem um partido político. Pessoas de todos os partidos podem fazer parte.

Legenda – Professora Roberta junto aos seus alunos.

Categorias: Ámérica do Sul, Entrevista, Política
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