Non Violence Project no Brasil

09.05.2014 - Kim Schiavo

Non Violence Project no Brasil
(Crédito da Imagem: http://www.sibite.com.br/)

A fundação Non Violence Project nasce na Suíça em 1993, sem fins lucrativos, com o objetivo de inspirar, motivar e engajar jovens no trabalho de entender como resolver conflitos sem recorrer à violência. O artista Carl Frederik Reuterswärd cedeu um dos seus trabalhos, o Non-Violence, a escultura de uma arma atada na ponta, para o projeto em nascimento, dando o nome à fundação.

Projetos são levados a todos os países do mundo através de parcerias, por doações, iniciativas privadas e pelo governo. Já pôde se estabelecer nos Estados Unidos, Brasil, Alemanha e Africa do Sul, através de escritórios próprios, com diretores e embaixadores.

No Brasil, desde 1996, o NVP está em diversas cidades e suas redondezas, notavelmente São Paulo, Santa Catarina, Ceará, Santos e Rio de Janeiro. Trouxe uma exposição para a Sala São Paulo, que contou com réplicas da Non Violence feitas por artistas como Antonio Peticov, Gregory Funk, Ivald Granato, Luciana Azevedo Derrick Green.

O Favela Project já esteve no Complexo do Alemão para promover parte da campanha do Futebol Pela Paz, que contou com um projeto de educação e esporte na comunidade.

Os projetos são realizados com apoio colaborativo e parcerias de instituições publicas e privadas, além de iniciativas privadas também. Um dos meios realizados de financiamento colaborativo já utilizados é o Crowdfunding.

O Sibite (http://www.sibite.com.br/campaigns/non-violence/) engajou-se na campanha por meio de Crossfunding, um dos meios de financiamento colaborativo de Crowdfunding. “A gente faz esse negócio chamado Crossfunding […] porque ele é cruzado entre dois âmbitos da sociedade para fazer um projeto legal.”, explica o Diretor de Marketing e Gerente de Projetos, Felipe Gini. “Nossa idéia é que as idéias gerem impacto social, antropológico, e não só no sentido sócio-cultural”.

“Uma das premissas básicas do Sibite é democratizar a cultura (a cultura antropológica)”, aproveita para explicar da importância do Crowdfunding em iniciativas culturais. “A gente quer que os cidadãos possam dizer e sinalar quais são as coisas que eles querem, através de doação, através de economia colaborativa, ou através até do capital social. […] Isso inverte de certa forma o que era a lógica do Marketing, você passa a não criar desejo, mas suprir necessidades”.

Em nota, Gini explica sobre o que se refere ao crowdfunding para financiamento de campanhas políticas, nesse caso sem o crossfunding de dinheiro de empresas: “Nós estamos tentando replicar um modelo do Obama aqui no Brasil, a gente tá querendo tirar as empresas da jogada política, e para isso a gente vai tentar fazer uma captação através de pessoas físicas para políticos se elegerem. […] No caso dos outros projetos, a gente aceita sim patrocínio de pessoas físicas e pessoas jurídicas, a gente ‘cruza’ “.

Para mais informações, visite os sites da página do facebook do Non Violence no Brasil (https://www.facebook.com/NVPBrasil), e do Sibite (https://www.facebook.com/sibitebrasil).

Categorias: Ámérica do Sul, Direitos Humanos, Internacional, Não violência, Nota de imprensa
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