CULTURA

Por CWeA Comunicação

 

Visitas musicadas às exposições, rodas de músicas para bebês, brincadeiras e jogos acrobáticos simples para crianças e seus pais, entre outras atividades, além das obras e jogos interativos nas exposições que celebram a nova sede na Barra da Tijuca.

 

Museu do Pontal, Rio de Janeiro

Avenida Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra da Tijuca

[ao lado do condomínio Alphaville Residências]

Quinta a domingo, das 10h às 18h

Entrada gratuita [ou contribuição voluntária]: bilheteria do Museu ou via Sympla –https://site.bileto.sympla.com.br/museudopontal/

Exposições: capacidade para 150 pessoas por hora

Oficinas: capacidade variada. Inscrições na bilheteria do Museu
Protocolo anti-Covid

 

O Museu do Pontal, referência internacional em arte popular brasileira, agora sediado na Barra da Tijuca próximo ao Bosque da Barra, oferece várias atividades gratuitas para crianças de todas as idades, neste fim de semana dos dias 15 e 16 de janeiro de 2022. E as seis exposições inaugurais “Novos ares: Pontal reinventado”, uma de longa duração e cinco temporárias, trazem obras e jogos interativos. As inscrições para as atividades são gratuitas, feitas na recepção, e vale o critério de ordem de chegada, quando houver limite de vagas.

Em dois horários, um pela manhã e outro à tarde, haverá a Visita Musicada pela Arte e Cultura Popular Brasileira, com os arte-educadores Beatriz Bessa e Pedro Cavalcante, e o Baú de Brinquedos Populares, coordenado pela equipe do Museu, com ioiôs, bilboquês, petecas, piões, fantoches, elásticos e cordas para pular, giz para riscar amarelinha e bambolês. A atividade foi inspirada nas esculturas presentes nas exposições, especialmente na Brincares – brincadeiras e brincantes.

As exposições também oferecem obras e jogos interativos para todas as idades, como o jogo digital interativo de danças brasileiras, em que o participante aprende passos de frevo, jongo, carimbó, chula ou funk. Ao final, o novo bailarino é avaliado e sua nota é enviada por e-mail, junto com uma foto da brincadeira.

A cafeteria Divino Café – além do atendimento nas oito mesas da área externa, todas protegidas por ombrelones – terá um cardápio especial para quem preferir fazer um piquenique na ampla Praça-Jardim do Museu. “Vamos emprestar cestas, toalhas e almofadas para quem quiser comer ao ar livre”, conta Vinicius Atillio, um dos sócios do empreendimento, junto com Rafael Atillio. O cardápio desenvolvido pelo chef Diogo Gioia terá três opções de café da manhã e diversos itens salgados e doces para consumo individual.

O Museu do Pontal abriga também a loja de arte popular brasileira GIM Galeria Imaginária, com obras e peças de design artesanal de artistas populares contemporâneos.

O Museu do Pontal segue o protocolo anti-Covid, e o uso de máscara é obrigatório durante todo o período de permanência no Museu. O acesso aos espaços expositivos é limitado a 150 pessoas por hora, e para maior segurança recomenda-se o agendamento prévio pelo link https://site.bileto.sympla.com.br/museudopontal/, onde se pode garantir o ingresso, gratuito ou com contribuição voluntária.

PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA CULTURAL – 15 e 16 DE JANEIRO DE 2022

Com coordenação da arte-educadora Cecília Einsfeld, a programação dos dois primeiros fins de semana de janeiro, em torno de uma hora de duração por cada atividade, é a seguinte:

  • SÁBADO, DIA 15 DE JANEIRO

11h e 17h – Visita Musicada pela Arte e Cultura Popular Brasileira, com os arte-educadores Beatriz Bessa e Pedro Cavalcante, com duração aproximada de 1h.

Classificação: livre

As visitas musicadas foram criadas para atender a uma demanda do público que quer conhecer mais profundamente a arte popular do Brasil. Os roteiros são adaptados às diferentes faixas etárias, e alguns temas podem ser priorizados durante a visita, de acordo com a solicitação do público. São visitas lúdicas, que mexem com a memória afetiva dos visitantes, em que são utilizados diferentes instrumentos musicais que tocam ritmos tipicamente brasileiros como samba, forró, coco, jongo, maracatu, ciranda e capoeira, entre outros, sempre de acordo com o tema abordado no acervo. Durante a visita, os participantes são estimulados a refletirem sobre a diversidade cultural brasileira, as relações entre o mundo do campo e o das grandes cidades, os processos migratórios, as diferentes profissões, as práticas sociais, as relações familiares, as festividades, a espiritualidade e, ainda, sobre questões próprias ao universo das artes plásticas, os processos criativos dos artistas e os materiais que utilizam para fazer suas esculturas.

12h e 15h30 – Baú de Brinquedos

Classificação: livre

Os arte-educadores do Museu do Pontal estimulam a criançada a conhecerem o Baú de Brinquedos Populares. Nesta iniciativa inédita, o público infantil brinca com ioiôs, bilboquês, petecas, piões, fantoches, elásticos e cordas para pular, giz para riscar amarelinha e bambolês. As esculturas vistas nas exposições, especialmente na Brincares – brincadeiras e brincantes, enfocam várias dessas brincadeiras, e esta atividade promove um contato lúdico ao ar livre, na grande Praça-Jardim, na parte frontal do Museu. Em caso de chuva, a atividade acontece na Sala Multiuso.

16h – Roda de música, histórias e brincadeiras, com Luzia de Mendonça

Classificação: bebês e crianças até 3 anos

15 vagas

A artista, educadora e contadora de histórias Luzia de Mendonça faz esta roda de música, histórias e brincadeiras para a primeira infância, um encontro cheio de encantamento e interação, para que os participantes se nutram de afeto, arte e cultura através do brincar.

 

  • DOMINGO, DIA 16 DE JANEIRO

11h e 17h – Visita Musicada pela Arte e Cultura Popular Brasileira, com os arte-educadores Beatriz Bessa e Pedro Cavalcante, com duração aproximada de 1h.

Classificação: livre

As visitas musicadas foram criadas para atender a uma demanda do público que quer conhecer mais profundamente a arte popular do Brasil. Os roteiros são adaptados às diferentes faixas etárias, e alguns temas podem ser priorizados durante a visita, de acordo com a solicitação do público. São visitas lúdicas, que mexem com a memória afetiva dos visitantes, em que são utilizados diferentes instrumentos musicais que tocam ritmos tipicamente brasileiros como samba, forró, coco, jongo, maracatu, ciranda e capoeira, entre outros, sempre de acordo com o tema abordado no acervo. Durante a visita, os participantes são estimulados a refletirem sobre a diversidade cultural brasileira, as relações entre o mundo do campo e o das grandes cidades, os processos migratórios, as diferentes profissões, as práticas sociais, as relações familiares, as festividades, a espiritualidade e, ainda, sobre questões próprias ao universo das artes plásticas, os processos criativos dos artistas e os materiais que utilizam para fazer suas esculturas.

12h e 15h30 – Baú de Brinquedos

Classificação: livre

Os arte-educadores do Museu do Pontal estimulam a criançada a conhecerem o Baú de Brinquedos Populares. Nesta iniciativa inédita, o público infantil brinca com ioiôs, bilboquês, petecas, piões, fantoches, elásticos e cordas para pular, giz para riscar amarelinha e bambolês. As esculturas vistas nas exposições, especialmente na Brincares – brincadeiras e brincantes, enfocam várias dessas brincadeiras, e esta atividade promove um contato lúdico ao ar livre, na grande Praça-Jardim, na parte frontal do Museu. Em caso de chuva, a atividade acontece na Sala Multiuso.

16h – Circo Brincado, com Ricardo Gadelha
Classificação: livre

45 vagas (pais e filhos)

Ricardo Gadelha propõe uma série de brincadeiras de quintal e jogos acrobáticos simples, um jeito divertido de descobrir e ampliar as possibilidades criativas do corpo.

Ricardo Gadelha é um artista multilinguagem: ator, palhaço, brincante, educador, artesão, diretor e realizador. Como ator, seu trabalho mescla o teatro popular, a comédia física e o audiovisual, desde 1998. Em paralelo, Ricardo desenvolve pesquisa em arte-educação desde 2003, e ministra em diversos centros de ensino e aprendizagem cursos de artes, teatro e circo, como as oficinas Pra Fazer Papel de Palhaço (palhaçaria) e Pra Subir Na Vida (perna de pau). Além de seu curso de formação continuada para professores Pedagogia do Riso – palhaçaria para educadores. Pesquisador da cultura popular brasileira, Ricardo integrou o grupo OPA (maracatu); o grupo Jenipapo (cacuriá e danças de roda) e dirigiu o Auto do Boi Muleque Garboso. Foi orientador artístico no projeto Ademar Guerra da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (2011). Manteve por 10 anos a Oficina de Teatro Popular, em escolas do Rio e Niterói (2006-2016). Foi professor de Teatro no CEAT – Centro educacional Anísio Teixeira, Rio de Janeiro. Atuou como professor de Circo e de Teatro de Animação do período integral do CEAT. Dirigiu o espetáculo da Orquestra Voadora “O Magnífico Voo do Homem Pássaro” e atuou no espetáculo “Conselho de Classe’ (de Jô Bilac). Criou o projeto independente “Gadelha na Estrada” com o qual circulou com seus espetáculos e oficinas (2015-2016). Criou a Residência Artística Gadelha & Cia Sapato Velho (2015-16). Atuou no Blue Man Group de Nova York e Boston (2013). Atualmente se dedica à formação de professores e investiga novas formas dramatúrgicas montando o solo autobiográfico Pai eternidade.

 

SOBRE O NOVO MUSEU DO PONTAL

Instalado em um terreno de 14 mil metros quadrados, próximo ao Bosque da Barra e ao lado do condomínio Alphaville Residências, o Museu do Pontal possui dez mil metros quadrados de área verde, onde estão plantadas dezenas de milhares de mudas de 73 espécies nativas brasileiras. Esta inauguração é resultado de uma grande colaboração coletiva que envolveu mais de mil pessoas e empresas como BNDES, Instituto Cultural Vale, Itaú Cultural, entre outras, a partir da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal. E ainda, especialmente, o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus) e a Prefeitura do Rio de Janeiro.


Referência internacional em arte popular brasileira, com mais de nove mil obras de 300 artistas – o maior acervo do gênero –, e de relevância reconhecida pela Unesco, o Museu do Pontal apresenta em sua nova sede o conjunto de seis exposições “Novos ares: Pontal reinventado”, que mostram a riqueza e a diversidade do Brasil, marcando este importante momento na história do Museu. A curadoria é de Angela Mascelani, diretora e curadora do Museu do Pontal, e de Lucas Van de Beuque, diretor executivo, com a colaboração da designer Roberta Barros e do arquiteto Raphael Secchin no desenho expositivo, pesquisa Moana Van de Beuque e coordenação de conteúdo de Fabiana Comparato.

 

SEIS EXPOSIÇÕES INAUGURAIS – “NOVOS ARES: PONTAL REINVENTADO

“Novos ares: Pontal reinventado” é o nome do conjunto das exposições inaugurais que marcam este importante momento na história do Museu. São seis exposições: uma de longa duração e cinco temporárias, que reúnem 700 conjuntos de obras, com um total de cerca de duas mil peças. O Museu do Pontal conta com café, loja de arte brasileira e produtos do museu e extensa programação para crianças todos os fins de semana.

Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque afirmam: “Estamos fazendo mais do que uma exposição. Estamos criando as bases de um novo pensamento institucional. Este pensamento tem a ver com uma outra forma de entender o Museu do Pontal e seu papel na sociedade. A exposição está ligada à concepção geral do projeto deste Museu em si. E abrange desde as discussões sobre a arquitetura e os jardins até a maneira como as histórias estão sendo contadas, os fluxos do educativo e a programação estabelecida”.

 

GILBERTO GIL, DONA ISABEL, AILTON KRENAK EJOSÉ SARAMAGO

Em meio às exposições, o público verá a riqueza da arte popular através de vídeos e textos poéticos, e em depoimentos de personalidades como Gilberto Gil, Dona Isabel, Ailton Krenak e José Saramago. O percurso expositivo de mil metros quadra dos tem cores e aberturas em suas paredes, que permitem vislumbrar uma perspectiva do amplo espaço, de modo a revestir de magia e encantamento o mergulho do público no universo da arte popular.

“Novos ares: Pontal reinventado” abrange obras do acervo do Museu e de importantes coleções convidadas. A exposição de longa duração faz uma homenagem à proposta original de apresentação das obras do Museu do Pontal criada por seu idealizador e fundador, Jacques Van de Beuque (1922-2000), que estabeleceu uma maneira própria e inovadora para apresentar o Brasil profundo revelado por seus artistas populares. Esta concepção foi revisitada à luz de 2021, com uma nova compreensão dos ciclos criados por ele, que apontavam as transformações do Brasil com a migração da área rural para a cidade.

 

A ARTE POPULAR E SEUS CRIADORES

Em torno da exposição central estão cinco outras exposições nucleares, temporárias, focadas na diversidade da produção artística do país, com esculturas que dialogam com temas fortes da cultura brasileira, a partir dos olhares originais de seus autores.

  1. Brincares – Brincadeiras e brincantes

Obras interativas e cinéticas como “Circo”, de Adalton Fernandes Lopes (Niterói, 1938 – 2005), e os brinquedos de madeira de Antonio de Oliveira (Minas Gerais, 1912-1996). Destaque também para o jogo digital interativo de danças brasileiras, em que o participante aprende passos de frevo, jongo, carimbó, chula ou funk. Ao final, o novo bailarino é avaliado e sua nota é enviada por e-mail, junto com uma foto da brincadeira.

  • Terra/Terra – O Jequitinhonha e suas tradições

Neste espaço que aposta num aprofundamento na dimensão matérica das obras, o destaque são os artistas, em especial Noemisa Batista (1947), Dona Isabel Mendes da Cunha (1924-2014) e Ulisses Pereira Chaves (1929-2006). Em outro nível de leitura, provocamos o público a pensar sobre o significado do termo tradição, em tempos de tantas e aceleradas mudanças.

  1. Entre beiras e margens – Fogo, água, ar

Artistas do Alto do Moura, Pernambuco, como Mestre Vitalino (1909-1963), mostram em suas antológicas esculturas em barro a importância do fogo na feitura da cerâmica. Barcos trazem a energia primordial das águas do mar e do Rio São Francisco, com as carrancas de Mestre Guarany (1884-1985). Outros seres mitológicos, como as sereias e os barcos de presente a Oxum, estão nas obras de Zezinho de Arapiraca, Selvino (1941) e Tamba (1934-1987), da Bahia. Nhô Caboclo (1940), de São Paulo, e Laurentino (1937), do Paraná, com suas obras eólicas, que aludem à energia dos ventos.

  1. Poética da criação

Artistas cujas obras escapam às primeiras apreensões, fugindo aos temas consagrados historicamente na arte popular, reúnem-se nessa exposição. São seres fabulosos, personagens fantásticas, criações ímpares. Neste espaço, há um diálogo maior entre as obras reunidas por Jacques Van de Beuque no Museu do Pontal e outras coleções convidadas, criadas tanto por indivíduos apaixonados por arte popular, como Irapoan Cavalcanti, Jorge Mendes e Jairo Campos, entre outros, como por acervos vindos de importantes instituições brasileiras, como SESC-SP e Itaú Cultural. Aqui, os destaques são Manoel Galdino (1929-1996), do Alto do Moura, Pernambuco, GTO (1913-1990), de Minas, e Nino (1920-2002), de Juazeiro do Norte, Ceará, além de artistas inovadores da Ilha do Ferro, Alagoas.

  • Devoções

Em uma leitura livre e abrangente, essa exposição apresenta a diversidade de expressões da , e os artistas vinculados às devoções populares, incluindo sua dimensão festiva. Os destaques, além dos ex-votos, são os artistas Otávio, e seus orixás, Mestre Didi (1917), da Bahia, e sua estética afro-brasileira, e Zé do Carmo (1934), de Pernambuco, com seus anjos negros. Uma sala especial reúne presépios – a um depoimento sensível de Caetano Veloso, sobre suas memórias de Natal. No trajeto, um encontro com as grandes engenhocas cinéticas de Adalton Lopes (1938-2005), de Niterói: a “Vida de Cristo” e o “Carnaval no Sambódromo”.

 

Serviço: Museu do Pontal

Avenida Celia Ribeiro da Silva Mendes, 3.300, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, CEP: 22790-711

[ao lado do condomínio Alphaville Residências]

Quinta a domingo, das 10h às 18h (o acesso às exposições se encerra às 17h30, meia hora antes do horário de fechamento do Museu)

Entrada gratuita [ou contribuição voluntária], pode ser retirado no local ou via Sympla: https://site.bileto.sympla.com.br/museudopontal/

Protocolo anti-Covid

O Museu do Pontal segue o protocolo anti-Covid, e o uso de máscara é obrigatório durante todo o período de permanência no Museu. O acesso aos espaços expositivos é limitado a 150 pessoas por hora, e para maior segurança recomenda-se o agendamento prévio pelo link https://site.bileto.sympla.com.br/museudopontal/, onde se pode garantir o ingresso, gratuito ou com contribuição voluntária. O espaço expositivo do Museu é bastante arejado, com diversas portas abertas para jardins externos e internos garantindo a circulação de ar nas salas. O Museu do Pontal usa tapetes sanitizantes, disposição de totens de álcool gel e higienização constante dos equipamentos interativos, e faz medição de temperatura dos colaboradores e do público na entrada.

Canais digitais:

Site: http://www.museudopontal.org.br/

Instagram: @museudopontal

Youtube: www.youtube.com/museudopontaloficial

Facebook: @museudopontaloficial