EXPOSIÇÕES

 

 

Devido ao sucesso junto ao público, e para atender a todos que gostariam de ter ido e não puderam, a direção do Museu Casa do Pontal decidiu manter aberta a exposição “Até logo, até já”, com cerca de duas mil obras de seu abrangente e raro acervo de arte popular brasileira, até o dia 29 de novembro de 2020. Esta data de término é definitiva, para se atender ao cronograma de mudança de todo o acervo, com mais de nove mil obras,para a nova sede, na Barra da Tijuca, onde estarão a salvo de inundações.

Excepcionalmente, devido às eleições 2020, o Museu não abrirá no domingo, dia 15 de novembro.

O Museu Casa do Pontal, referência em arte popular brasileira tem mais de nove mil obras de 300 artistas brasileiros, e é o maior e mais significativo acervo deste segmento no pais.

A exposição “Até logo, até já” reúne trabalhos de grandes artistas como Mestre Vitalino (1909 – 1963), Zé Caboclo (1921 – 1973), Manuel Galdino (1929 – 1996), Luiz Antonio (1935), de Pernambuco; Antonio de Oliveira (1912 – 1996), Dadinho (1931 – 2006), Maria Assunção (1940 – 2002), Noemisa Batista (1947), João Alves (1964), de Minas; Nino (1920-2002), Celestino (1952), de Juazeiro do Norte, Cariri, no Ceará; e Adalton Fernandes Lopes (1938 – 2005), Niterói.

Zé Caboclo, “Bom Dia”

O percurso da exposição está dividido em oito temas: Profissões, Mestre Vitalino, Vida Rural, Ciclo da Vida, Circo, Arte Incomum, Religião e Ex-voto, e Escolas de Samba.

As obras ocupam os dois andares da casa, e são acompanhadas por textos explicativos em português, inglês e francês, ampliações fotográficas com imagens dos artistas e de festas populares. Produzidas desde meados de 1940 até hoje, as obras são representativas do universo cultural brasileiro, com suas variadas culturas rurais e urbanas.


Exposição “Até logo, até já”
Museu Casa do Pontal, Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro.
Terça a domingo, de 9h30 às 17h
Entrada gratuita com contribuição sugerida (cada visitante contribui com o que pode)
Estrada do Pontal, 3.295, Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2490.2429

Antonio de Oliveira, Bonde puxado por cavalos.