37 anos após o golpe cívico-militar, humanistas mobilizam-se pela plena vigência dos Direitos Humanos

25.03.2013 - Redacción Argentina

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37 anos após o golpe cívico-militar, humanistas mobilizam-se pela plena vigência dos Direitos Humanos
(Crédito da Imagem: Arquivo Pressenza)

O Partido Humanista participa neste 24 de março das marchas que são realizadas em diferente pontos do país ao se cumprirem 37 anos do golpe cívico-militar acompanhando, como o fazem todos os anos, às Mães, Avós e Filhos de pessoas detidas e desaparecidas durante a ditadura militar. “Somos e seremos parte ativa do repudio à ditadura que em 1976 se apropriou do governo para impor uma economia neoliberal e, para isso, não vacilou em cometer genocídio”. Na capital, os humanistas se concentram às 13 h em seu local de Rivadavia 1261 e às 14 h em Avenida de Maio e 9 de Julio.

Esther Sosa, secretária Geral do PH expressou: “Faz 37 anos que o Partido Humanista repudia o golpe de Estado cívico-militar e econômico que teve lugar em 24 de março de 1976, como também toda forma de violência explícita ou disfarçada que tem precedido e sucedido esse período histórico que começou com essa meta, e que teve concomitâncias em toda a América Latina. Ter memória do ocorrido, seguir julgando os genocidas e seus cúmplices faz parte de uma construção sólida como povo livre.”

A porta-voz humanista agregou que “é importante não falsear a memória dos crimes efetuados pelos repressores que afetaram milhares de habitantes, que tiveram como consequência 30.000 detentos-desaparecidos e a quase devastação de nosso país.”

“Mas é imprescindível também que todos os habitantes de nosso território assumam a responsabilidade de exercer conscientemente os direitos conquistados, exigir os direitos  ainda são negados, e reconhecer os que ainda não são considerados como tais, como é a democratização da justiça e a eleição de juízes e comissários, reavivando a luta para construir uma sociedade justa, solidária e não violenta.”

Finalizazou, concluindo que “para esta marcha se deve ir com uma cálida alegria interna, alegria porque o futuro que queremos o construímos diariamente com atos simples mas comprometidos como é a participação nesta marcha. Aliás, estamos muito contentes porque os julgamentos continuam e toda a sociedade já incorporou o repudio à violência exercida durante o último golpe militar.”

Categorias: Ámérica do Sul, Direitos Humanos, Internacional, Política
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