Região
Vice-presidente do Chile recebe carta dos prêmios nobel da paz
Os participantes da Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência e Silo assumiram a missão de divulgar amplamente o documento durante a Cúpula dos Prêmio Nobel da Paz de Berlim. Os organizadores chilenos dessa iniciativa foram agora então recebidos no Palácio “La Moneda” para exibir e colocar ali o texto em um dos páteos da casa presidencial.
Papa Bento 16 abençoa marchantes de caminhada internacional pela paz e não violência
“Muito obrigado. Que Deus abençoe a todos”. Estas foram as palavras de Bento 16, assim que recebeu o presente que lhe foi entregue pela delegação da Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência, que saiu de Wellington na Nova Zelândia, em 2 de outubro, com numerosas paradas na Ásia, no Oriente Médio e Europa, e chegaram à Cidade do Vaticano para serem recebidos pelo Papa.
Parlamentares celebram o Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento
Estabelecido pelas Nações Unidas em 2001 e celebrado no Brasil desde o ano 2005, o Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento é comemorado todo dia 10 de novembro. Seis comissões permanentes do Senado celebraram a data nesta quinta-feira (12) com o objetivo de fortalecer a consciência pública do papel da ciência na promoção de sociedades pacíficas.
Primeiro ano de vida de Pressenza Internacional
Há exatamente 1 ano surgia o projeto de transformar Pressenza em uma agência internacional de notícias de Paz e Não Violência. A ocasião e o lugar não podiam ser mais inspiradores. Estávamos no Simpósio “Ética no Conhecimento”, promovido pelo Centro Mundial de Estudos Humanistas, no Parque de Estudos e Reflexão Punta de Vacas, entre a cordiheira Argentina e Chilena.
Milhares de crianças trouxeram as cores da paz para praça pública em Milão
Em uma manhã ensolarada de Milão, mais de 3 mil crianças e estudantes da cidade de Lombardy deram as boas vindas a Marcha Mundial pela Paz e Não Violência com um desfile comemorativo, carregando milhares de balões azuis. Ivan Ramiro Córdoba, uma celebridade do futebol e apoiador da Marcha, e Alessandro Cattelan da Radio 105 os esperavam no palco da Piazza Duomo.
Manifestantes formam símbolo gigante da paz em Trieste
Depois de passar a Oceania, Ásia, Oriente Médio, Norte da Europa e os Balcãs, a Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência chegou na Itália em 10 de novembro. Trieste, a primeira parada italiana, recepcionou a Marcha com comemorações oficiais da prefeitura e do governo da Província, com uma coreografia gigantesca do símbolo da paz na praça dell´Unitá.
O significado da Paz e da Não Violência no momento atual. A Marcha Mundial
Leia na íntegra o discurso de Silo* na Décima Cúpula dos Prêmios Nobel da Paz em 11 de novembro de 2009 em Berlim, Alemanha. Após as boas-vindas dadas por Mairead Corrigan Maguire, pacifista irlandesa e nobel da paz, Silo falou na qualidade de fundador do Humanismo Universalista e inspirador da Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência.
A cúpula dos prêmios nobel da paz e Silo: «Por um mundo não violento»
Após as cerimônias da queda do muro, na Cúpula dos Nobel da Paz, o convidado de honra Silo, fundador do Humanismo Universalista, 40 anos depois de seu primeiro discurso público, está convencido da possibilidade de construir a Nação Humana Universal fundada sobre uma cultura de não violência ativa, uma nova sensibilidade traduzida em ações sociais exemplares.
Prêmios Nobel da Paz defendem a eliminação dos muros atuais
Por ocasião do vigésimo aniversário da queda do muro de Berlim, foi celebrada na capital alemã a 10ª Cúpula Mundial dos Prêmios Nobel da Paz. Com o tema “Derrubando novos muros, por um mundo sem violência”, os oradores da sessão de abertura aludiram a tudo o que resta para promover a eliminação dos “muros” que ainda existem hoje.
Países produtores de armas prometem avançar com tratado de controle do comércio bélico
Depois de um longo e demorado processo de debate na ONU, grande parte dos governos mundiais – 153 países no total – assumiu o compromisso de avançar com um calendário para estabelecer um tratado sobre comércio de armas. Os dirigentes prometem “elevados critérios comuns” para controlar as transferências internacionais de armas convencionais.






