Asia

Caça aos imigrantes ilegais

O Japão em crise mostra seus extremos: por um lado se torna cada vez mais rigoroso com os trabalhadores estrangeiros; por outro, mantem sua organização e eficiência. Na cobertura especial das cerimônias e eventos das bombas de Hiroshima e Nagasaki, que começam hoje, dia 5 de agosto, relato a experiência nos dias prévios para dar um contexto do pais no momento atual.

A chama da Marcha Mundial foi acesa no Parque da Paz em Hiroshima

O evento aconteceu diante da chama que vem queimando desde 1945, em memória dos que faleceram, e que não será apagada até que todas as armas nuclearem sejam eliminadas. No evento, representantes da Marcha Mundial comprometidos em carregar a chama de Hiroshima através de cada país que a Marcha Mundial percorrer, demandando a abolição de armas nucleares.

Segunda queda do Império do Sol Nascente

A crise econômica mundial que começou em Wall Street no ano passado, explodiu no arquipélago japonês com mais potência que em qualquer outro país. Explosão igual a essa, o Japão sentiu pela ultima vez com o lançamento das duas bombas nucleares de 1945 sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki. Agora as primeiras vitimas da crise são os imigrantes.

A necessidade de um pacifismo radical

Antes de viajar para as cerimônias de Hiroshima e Nagasaki, refleti qual seria a prioridade dos pacifistas na atualidade. Para buscar a resposta, me perguntei qual poderia ser a violência mais brutal contra os seres humanos? De imediato veio a imagem da detonação de uma bomba nuclear sobre a população de alguma cidade do mundo.

Lula defende o desarmamento nuclear em visita ao Cazaquistão

O presidente brasileiro, em sua visita oficial dia 17 de junho ao Cazaquistão, defendeu as iniciativas internacionais de desarmamento, inclusive nuclear. Em encontro com o presidente Nursultán Nazarbáyev, eles reafirmaram a importância de iniciativas internacionais nos campos do desarmamento, não proliferação e de resolução pacífica de controvérsias. Concordaram que os avanços em direção à não proliferação de armas de destruição em massa devem ser acompanhados de passos consistentes em direção ao desarmamento, sobretudo de armas nucleares.

Centenas de milhares de pessoas fogem de conflito no Paquistão

A Organização das Nações Unidas calcula que pelo menos 360 mil pessoas tenham fugido dos intensos enfrentamentos no noroeste do Paquistão, o que provocou a maior crise de deslocamento da história do país. O Alto Comissariado da ONU para Refugiados prevê que logo haverá um milhão de pessoas deslocadas em nível nacional no Paquistão.

“Alcaldes por la Paz” se suman a la Marcha Mundial por la Paz y la No Violencia

La organización reúne a 2777 alcaldes y lleva adelante una campaña para alcanzar un mundo libre de armas nucleares en el año 2020

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