América do Sul inicia o processo de vacinação contra a Covid-19

31.12.2020 - Santiago de Chile - Redacción Chile

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América do Sul inicia o processo de vacinação contra a Covid-19
(Crédito da Imagem: Juan Carlos Marín)

Antes do final do ano, 11.700 novas doses de vacina Covid-19 da Pfizer-BioNTtech estarão disponíveis e já estão em vôo para o Chile, o que permitirá estender o processo de vacinação a várias regiões do país, completando assim as primeiras 20.000 doses aplicadas neste 2020.

A partir de janeiro – como relatado pelas autoridades chilenas – estes embarques continuarão a ser recebidos regularmente e em breve o mesmo acontecerá com a fórmula chinesa do Sinovac.

O Centro Nacional de Abastecimento (Cenabast) iniciou formalmente o processo esta semana para trazer a vacina da empresa farmacêutica chinesa Sinovac ao Chile, após solicitar ao Instituto de Saúde Pública (ISP) a permissão para sua importação e uso emergencial, que deve ser analisada pelo órgão regulador.

Enquanto isso, a Argentina concedeu a autorização de emergência para a vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford na quarta-feira, horas após ter obtido sua aprovação no Reino Unido, informou a National Drug Administration.

O produto, para o qual a Argentina tem um acordo de fabricação, foi registrado no registro de vacinas de interesse sanitário em emergências por um período de um ano, disse a agência em sua resolução.

A aprovação é dada no meio do processo de vacinação que começou na terça-feira com a vacina russa Sputnik V, da qual a Argentina recebeu um primeiro lote de 300.000 doses na última quinta-feira. No total, o governo de Alberto Fernandez planeja adquirir cerca de 51 milhões de doses de diferentes vacinas e já participou de testes voluntários da vacina da Fase 3 da Pfizer/BioNTech, assim como do grupo chinês Sinopharm.

No Brasil, o Instituto Butantan e o governo do estado de São Paulo informaram na quarta-feira que a CoronaVac, vacina desenvolvida em parceria com a empresa chinesa Sinovac Life Sciences, atingiu “uma taxa de eficácia acima do mínimo” recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, portanto, deveria ter seu registro autorizado para imunizar a população.

O instituto, que vem desenvolvendo a vacina há pouco mais de seis meses, “enviou o banco de dados dos ensaios clínicos da fase 3 ao Sinovac na quarta-feira”, disse o Secretário de Saúde de São Paulo Jean Gorinchteyn em uma coletiva de imprensa. Entretanto, os dados exatos dos resultados não serão publicados até que a empresa farmacêutica chinesa consolide os resultados globais dos testes em todos os países onde a vacina foi testada.

No Brasil, os ensaios clínicos foram realizados em 16 centros de pesquisa em diferentes cidades e envolveram cerca de 13.000 voluntários. “Estamos muito entusiasmados. Este é um dia histórico para a ciência brasileira e uma esperança para os brasileiros”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, em uma coletiva de imprensa.

Como uma das regiões mais afetadas pelo coronavírus, com um terço dos mortos e apenas 8% da população mundial, estima-se que a América Latina precisa de cerca de 700 milhões de doses de vacinas anti-covírus.

 

Categorias: Ámérica do Sul, Saúde
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