Continua na Venezuela coleta de assinaturas contra bloqueio dos EUA

13.09.2019 - Caracas, Venezuela - Prensa Latina

Continua na Venezuela coleta de assinaturas contra bloqueio dos EUA
(Crédito da Imagem: Prensa Latina)

A jornada de coleta de assinaturas em rejeição ao bloqueio imposto pelo Governo dos Estados Unidos contra Venezuela continua hoje em todo o país, rumo aos 13 milhões.

Como parte da campanha mundial No more Trump (Não Mais Trump), os venezuelanos estampam suas assinaturas para repudiar as medidas coercitivas de Washington, as quais geram perdas milionárias, bem como a dificuldade de adquirir insumos médicos e alimentos.

O presidente Nicolás Maduro informou nesta quinta-feira que se atingiu o número de 12 milhões de assinaturas coletadas da nação sul-americana.

‘ Os venezuelanos dizem não mais ao bloqueio, não mais sanções, não mais agressão do império’, expressou o presidente no Palácio de Miraflores (sede do Executivo) como chave de ouro de uma Grande Marcha pelo onze aniversário da Juventude do Partido Socialista Unido da Venezuela.

Anunciou também que designou à vice-presidenta executiva, Delcy Rodríguez, e ao chanceler Jorge Arreaza para levar os milhões de assinaturas ‘ com a verdade da República bolivariana’ ante a Organização de Nações Unidas, dirigidas a seu secretário-geral, António Guterres, a que instam a pronunciar contra as sanções do Governo estadunidense.

No início de agosto, a administração de Donald Trump através de um decreto executivo, aprovou novas restrições contra a nação sul-americana, nas que se ordena congelar todos os bens e ativos venezuelanos no exterior, bem como a proibição de realizar transações comerciais e financeiras.

Washington ataca continuamente ao setor petroleiro, impõe castigos econômicos às autoridades do país e pressiona a outras nações latino-americanas para que apoiem sua postura.

Em resposta a esta agressão, desde o dia 10 de agosto desenvolve-se a jornada mundial de coleta de assinaturas, a qual se estenderá até o domingo, com o apoio de movimentos sociais e políticos de vários países.

Como mostra a rejeição ao decreto executivo assinado pelo presidente estadunidense, os venezuelanos realizaram, além disso uma caminhada e pedalada, onde garantiram’ não permitir que a ofensiva imperial corte o processo de liberdades conseguido até agora’.

A admirável bandeira, uma peça gigantesca de 50 metros de comprimento, visitou as 22 paróquias (demarcações) de Caracas, também em protesto pacífico pelo bloqueio imposto pelo governo Trump contra a Venezuela.

Categorias: Ámérica do Sul, Política
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