Greve Geral na Argentina

04.07.2018 - Redação São Paulo

Greve Geral na Argentina

Indignados pelo acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), os sindicatos argentinos articularam na segunda feira 25/06 uma greve geral na Argentina.

A paralisação foi convocada pela confederação geral do trabalho (CGT). A mesma entidade estimou a participação de um milhão de trabalhadoras(es) no ato que durou 24 horas. A greve paralisou aeroportos, escolas e demais serviços pelo país sul-americano.

As políticas de cunho neoliberal de Macri não tem surtido efeitos econômicos. Macri e Temer tem muito em comum. Uma junção de políticas neoliberais e fracasso econômico. No caso brasileiro, 13% da população economicamente ativa está desempregada. Este cenário piora com os mais jovens. Um em cada 3 jovens, em média, está desempregado.

Macri pediu novos empréstimo ao FMI, em troca o fundo requereu uma série de políticas de austeridade que incluem a paralisação de obras públicas e a diminuição do Estado Argentino. O que inclui o corte no salário de funcionários públicos e uma diminuição dos investimentos sociais (como saúde e educação).

A paralisação dos trabalhadores e trabalhadoras da Argentina são importantes por fazer frente ao poder dos grandes bancos. Das grandes mídias, dos grandes donos do poder. As trabalhadoras(es) demonstram no dia 25 sua força frente às medidas de Macri.

As três greves gerais realizadas na Argentina demonstram o poder do povo. Os brasileiros poderiam se mobilizar na construção de greves gerais, mediante uma ação não violenta, para barrar as ações de Michel Temer. Todo o poder emana do povo, é o que está escrito no texto constitucional. Sendo assim, o povo poderia tomar consciência de sua força e lutar pelos seus direitos.

Categorias: Ámérica do Sul
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