Instituto Sou da Paz participa de fórum de prevenção à violência em Honduras

25.11.2010 - Rio de Janeiro - Pressenza IPA

O objetivo do encontro era pensar possibilidades de parcerias público – privadas entre os governos locais e empresas para a prevenção da violência no país.

O problema da violência atinge de forma dramática a América Latina. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes na região é 25,1, quando o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é abaixo de 10 por 100 mil. Honduras é o terceiro país mais violento da região. “A ideia do encontro era, primeiro, traçar um panorama do problema no país, pensando na violência como um obstáculo real para o desenvolvimento social e econômico”, explica Melina.

“Depois, lançar um olhar sobre as experiências de prevenção à violência que já estão sendo desenvolvidas em Honduras, principalmente aquelas capitaneadas pelos governos municipais”, conta. “Por fim, a proposta do encontro era pensar junto com os gestores públicos locais possibilidades de parcerias com a iniciativa privada, para a superação do problema da violência”.

O Instituto Sou da Paz e o Banco Mundial estão desenvolvendo um material que será uma ferramenta muito útil para que gestores públicos e privados consigam firmar parcerias e criar juntos estratégias de prevenção da violência. Este material reúne os principais desafios e possibilidades para a ação conjunta e traz experiências que já foram colocadas em prática com sucesso em diversos países da América Latina.

O material será lançado no Brasil apenas ano que vem, mas uma prévia foi utilizada no Fórum para orientar os gestores públicos e de organizações não governamentais de Honduras sobre como firmar parcerias com empresas em nível local. “Realizamos uma oficina com esses gestores, usando o material, e além de pensar em estratégias e planos de ação, tivemos a oportunidade de promover uma ampla troca de experiências, não apenas daquelas que já estavam acontecendo em Honduras, como dos desafios e iniciativas que estão presentes em outros países, com dilemas e problemas similares”, conta Melina Risso. Participaram da oficina representantes de seis municípios e membros de organizações do terceiro setor.

Categorias: Ámérica do Sul, Direitos Humanos, Internacional

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