{"id":94853,"date":"2014-03-18T22:04:30","date_gmt":"2014-03-18T22:04:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/?p=94853"},"modified":"2014-03-18T22:04:30","modified_gmt":"2014-03-18T22:04:30","slug":"asia-investe-cada-vez-mais-em-armamentos-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2014\/03\/asia-investe-cada-vez-mais-em-armamentos-diz-estudo\/","title":{"rendered":"\u00c1sia investe cada vez mais em armamentos, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p>\u00cdndia aumentou em 111% importa\u00e7\u00f5es de armas, e seus vizinhos Paquist\u00e3o e China acompanharam. Europeus exploram novos mercados, mesmo se politicamente problem\u00e1ticos. Relat\u00f3rio, por\u00e9m, evita falar em corrida armamentista.<\/p>\n<p>Os maiores importadores de armamentos do mundo s\u00e3o China, \u00cdndia e Paquist\u00e3o, segundo o mais recente relat\u00f3rio do Instituto Internacional de Pesquisa sobre a Paz de Estocolmo (Sipri), divulgado nesta segunda-feira (17\/03).<br \/>\nO estudo constatou que nos \u00faltimos cinco anos a \u00cdndia aumentou em 111% suas importa\u00e7\u00f5es de armas, em compara\u00e7\u00e3o com o quinqu\u00eanio anterior. E quando o pa\u00eds eleva seu or\u00e7amento militar, Paquist\u00e3o e China acompanham, comenta Pieter Wezeman, um dos principais autores do estudo sobre o relat\u00f3rio global de armas pesadas \u2013 como navios, submarinos, avi\u00f5es, tanques de combate e sistemas de m\u00edsseis.<br \/>\nA Assembleia Popular Nacional em Pequim aprovou neste ano um acr\u00e9scimo de mais de 12% em seus gastos com armas, provenientes sobretudo da R\u00fassia. Paralelamente, aumentam vertiginosamente as exporta\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria b\u00e9lica chinesa, que est\u00e1 em expans\u00e3o.<br \/>\nMesmo assim Wezeman prefere n\u00e3o falar de uma corrida armamentista. &#8220;O processo de armamento n\u00e3o est\u00e1 fora de controle, embora certamente acarrete riscos&#8221;, contemporiza.<br \/>\nExpans\u00e3o e menos controle<br \/>\nPaquist\u00e3o, Bangladesh e Mianmar est\u00e3o entre as na\u00e7\u00f5es que d\u00e3o prefer\u00eancia aos sistemas b\u00e9licos da China, atualmente bastantes competitivos em termos internacionais. &#8220;Antes, as armas chinesas eram mais para baratas, geralmente de qualidade n\u00e3o t\u00e3o boa e pouco desenvolvidas tecnicamente&#8221;, explica Wezeman.<\/p>\n<p>Esse quadro, por\u00e9m, mudou. &#8220;A China modernizou a pr\u00f3pria ind\u00fastria armamentista, e a maioria dos especialistas concorda que suas armas s\u00e3o, hoje, consideravelmente melhores do que antes&#8221;, afirma. O pesquisador do Sipri detecta no ramo uma tend\u00eancia semelhante ao dos aparelhos el\u00e9tricos, no qual os fabricantes chineses ou sul-coreanos s\u00e3o agora bem-sucedidos em escala mundial.<br \/>\nPara Jan Grebe, colaborador cient\u00edfico do Instituto Internacional para Pesquisa da Paz e de Conflitos (Bicc), sediado em Bonn, a expans\u00e3o da ind\u00fastria b\u00e9lica chinesa \u00e9 um fato preocupante. &#8220;A China n\u00e3o tem um sistema de controle t\u00e3o desenvolvido como, por exemplo, a Uni\u00e3o Europeia ou os Estados Unidos e o Canad\u00e1&#8221;, argumenta.<br \/>\nEle classifica as crescentes exporta\u00e7\u00f5es de armas por Pequim como &#8220;um instrumento pol\u00edtico do governo&#8221;, citando como exemplo as vendas para Mianmar. &#8220;A China vai certamente tamb\u00e9m fornecer para na\u00e7\u00f5es que n\u00e3o podem comprar de outros Estados&#8221;, avalia Grebe.<\/p>\n<p><strong>Potencial de conflito mar\u00edtimo<\/strong><\/p>\n<p>O Bicc analisa regularmente relat\u00f3rios de institutos de pesquisa como o Sipri, publicando todos os anos um \u00edndice de militariza\u00e7\u00e3o global. &#8220;Todo o continente asi\u00e1tico \u00e9 h\u00e1 anos o maior mercado para compras de bens armamentistas&#8221;, diz Jan Grebe, apontando tamb\u00e9m as medidas de moderniza\u00e7\u00e3o em pa\u00edses como Vietnam, Cingapura, Indon\u00e9sia e Coreia do Sul.<br \/>\nSobretudo no \u00e2mbito mar\u00edtimo, h\u00e1 conflitos territoriais, pois l\u00e1 as fronteiras s\u00e3o menos definidas, prossegue o colaborador do BICC, criticando a falta de &#8220;institui\u00e7\u00f5es apropriadas para a solu\u00e7\u00e3o de conflitos na regi\u00e3o&#8221;.<br \/>\n&#8220;Isso naturalmente incentiva tais iniciativas armamentistas e inevitavelmente eleva o potencial de escalada no caso, digamos, de um choque de navios no Mar do Sul ou do Leste da China.&#8221;<br \/>\nInteresses de Moscou<br \/>\nO relat\u00f3rio atual do Sipri sobre o com\u00e9rcio armamentista internacional tamb\u00e9m revela que a R\u00fassia pretende projetar sua ind\u00fastria b\u00e9lica. Mesmo ap\u00f3s o fim da Guerra Fria, ela permaneceu como segundo maior exportador de armas do mundo, atr\u00e1s apenas dos EUA.<br \/>\n&#8220;Nos \u00faltimos anos, o governo em Moscou tem repetidamente anunciado investimentos bilion\u00e1rios na ind\u00fastria de armas, a fim de moderniz\u00e1-la e de desenvolver novas tecnologias e sistemas armamentistas&#8221;, observa Grebe. Ao mesmo tempo, lembra, o pa\u00eds segue investindo nas exporta\u00e7\u00f5es de armas.<br \/>\nEntretanto, para Moscou n\u00e3o s\u00e3o apenas os aspectos econ\u00f4micos que contam, mas tamb\u00e9m os estrat\u00e9gicos e pol\u00edticos, ressalva Pieter Wezeman. &#8220;Pa\u00edses como Belarus ou Cazaquist\u00e3o continuam obtendo armas russas a pre\u00e7os camaradas ou at\u00e9 mesmo de presente&#8221;, diz.<br \/>\nEle cita a S\u00edria como um exemplo da dimens\u00e3o pol\u00edtica das vendas de armas russas: &#8220;A R\u00fassia decidiu seguir apoiando Bashar al-Assad com o abastecimento de armas, embora do ponto de vista econ\u00f4mico isso n\u00e3o fa\u00e7a muito sentido.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Europeus: novos mercados<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio do Sipri, a ind\u00fastria b\u00e9lica francesa exportou 30% menos armas no \u00faltimo quinqu\u00eanio do que no anterior, sendo ultrapassada pela China. Na Alemanha, as exporta\u00e7\u00f5es de armamentos pesados ca\u00edram 24%, no mesmo per\u00edodo.<br \/>\nIsso se deve ao fato de os pa\u00edses da Uni\u00e3o da Europeia e seus parceiros na Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte (Otan) estarem investindo menos em mercadorias b\u00e9licas. Assim, para compensar as perdas internas, os produtores europeus precisam de novos mercados fora do continente.<br \/>\nOs Estados do Oriente M\u00e9dio seriam clientes ideais, pois possuem os meios financeiros e o desejo de comprar. Como mostra o relat\u00f3rio do Sipri, quase um quinto do total das exporta\u00e7\u00f5es no setor vai para essa regi\u00e3o. No entanto, tais transa\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o simples para os conglomerados europeus de equipamento militar, pois h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es para as vendas fora da UE e da Otan, que dependem do aval dos governos nacionais.<br \/>\nDurante anos, a pol\u00edtica de exporta\u00e7\u00e3o de Berlim para equipamentos armamentistas foi muito restritiva, recorda Jan Grebe. Mas isso parece estar mudando: &#8220;Os neg\u00f3cios mais recentes indicam que o governo alem\u00e3o est\u00e1 disposto a tamb\u00e9m fornecer armas para pa\u00edses problem\u00e1ticos.&#8221;<br \/>\nO colaborador cient\u00edfico do Bicc cita como exemplos Ar\u00e1bia Saudita, Catar, Indon\u00e9sia e Cingapura. &#8220;Isso mostra que, at\u00e9 certo ponto, vai-se cedendo \u00e0 press\u00e3o da ind\u00fastria para que se encontrem novos mercados de compras.&#8221;<\/p>\n<p>Este artigo n\u00e3o est\u00e1 sob Licen\u00e7a Creative Commons e n\u00e3o pode ser reproduzido de nenhuma forma. O mesmo \u00e9 v\u00e1lido para a foto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdndia aumentou em 111% importa\u00e7\u00f5es de armas, e seus vizinhos Paquist\u00e3o e China acompanharam. Europeus exploram novos mercados, mesmo se politicamente problem\u00e1ticos. Relat\u00f3rio, por\u00e9m, evita falar em corrida armamentista. 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