{"id":939,"date":"2009-08-13T00:00:00","date_gmt":"2009-08-13T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-08-13T09:52:08","modified_gmt":"2009-08-13T09:52:08","slug":"ruandax-mulheres-no-poder","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2009\/08\/ruandax-mulheres-no-poder\/","title":{"rendered":"Ruanda: mulheres no poder"},"content":{"rendered":"<p>Localizada em uma das regi\u00f5es mais conflituosas da \u00c1frica, Ruanda \u00e9 um pequeno pa\u00eds de terras f\u00e9rteis, com uma das densidades populacionais mais altas do mundo: aproximadamente 400 habitantes por quil\u00f4metro quadrado.<\/p>\n<p>O pa\u00eds \u00e9 um dos l\u00edderes em um fen\u00f4meno global que est\u00e1 repercutindo tamb\u00e9m na \u00c1frica: o fortalecimento da posi\u00e7\u00e3o da mulher &#8211; um processo que na \u00c1frica foi realizado com surpreendente rapidez. Em duas d\u00e9cadas, a representa\u00e7\u00e3o parlamentar das mulheres no continente cresceu de 6%, em 1988, a 18% atualmente.<\/p>\n<p>No caso de Ruanda, esta cifra \u00e9 recorde, com 56% de participa\u00e7\u00e3o feminina no parlamento. A Su\u00e9cia \u00e9 o segundo pa\u00eds, com 47% de parlamentares mulheres. No Brasil, a participa\u00e7\u00e3o feminina no Congresso Nacional n\u00e3o passa de 9%.<\/p>\n<p>Em Ruanda, tamb\u00e9m s\u00e3o v\u00e1rios os minist\u00e9rios encabe\u00e7ados por mulheres, entre eles o de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e o do Com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>**Cotas de representa\u00e7\u00e3o**<\/p>\n<p>Um fator decisivo para este desenvolvimento foi o estabelecimento de cotas de representa\u00e7\u00e3o. Tr\u00eas pa\u00edses africanos estipularam uma cota m\u00ednima de 30%: Ruanda, Tanz\u00e2nia e Uganda. Os dois \u00faltimos t\u00eam sistemas eleitorais por maioria, e a \u00fanica forma de garantir a representa\u00e7\u00e3o feminina foi reservando a cota. Ruanda, entretanto, combina a reserva de assentos parlamentares com um sistema proporcional de representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com este sistema, gera-se uma base pol\u00edtica para que as mulheres possam fazer a diferen\u00e7a na realidade do pa\u00eds. Em uma sociedade patriarcal como a ruandesa, a forte presen\u00e7a feminina atual tem um impacto decisivo em quest\u00f5es de propriedade, heran\u00e7a e viol\u00eancia sexual. Mas as r\u00e1pidas mudan\u00e7as para uma igualdade de g\u00eaneros geraram muita resist\u00eancia entre os homens, e um dos efeitos secund\u00e1rios foi o aumento da viol\u00eancia dom\u00e9stica.<\/p>\n<p>**Passado sangrento**<\/p>\n<p>Entretanto, um ponto decisivo na evolu\u00e7\u00e3o da posi\u00e7\u00e3o das mulheres em Ruanda foi marcado pelo sangrento passado do pa\u00eds. Ruanda foi em 1994 cen\u00e1rio de um genoc\u00eddio de propor\u00e7\u00f5es apocal\u00edpticas, no qual mais de um milh\u00e3o de pessoas foram massacradas. O pa\u00eds ficou completamente em ru\u00ednas.<\/p>\n<p>Muitos homens ruandeses foram assassinados, aprisionados ou fugiram para o exterior. O Fundo de Desenvolvimento das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Mulher, Unifem, compara a situa\u00e7\u00e3o em que se encontrava Ruanda logo ap\u00f3s o genoc\u00eddio com a da Europa ap\u00f3s o final da Segunda Guerra Mundial.<br \/>\nNeste momento, n\u00e3o houve op\u00e7\u00e3o. As mulheres tiveram que assumir as responsabilidades dos homens desaparecidos, ocupando cargos no governo de transi\u00e7\u00e3o que seguiu ao genoc\u00eddio. <\/p>\n<p>Sua voz se fez ouvir e os resultados foram sem d\u00favida positivos. Os n\u00fameros n\u00e3o mentem: a participa\u00e7\u00e3o parlamentar das ruandesas praticamente se duplicou em rela\u00e7\u00e3o aos 30% estipulados pela legisla\u00e7\u00e3o, alcan\u00e7ando assim um recorde hist\u00f3rico na hist\u00f3ria das democracias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao considerar os melhores exemplos da presen\u00e7a feminina no mundo pol\u00edtico, pensa-se automaticamente nos pa\u00edses escandinavos. Entretanto, o pa\u00eds que encabe\u00e7a a lista com maior representa\u00e7\u00e3o feminina no parlamento se encontra no cora\u00e7\u00e3o da \u00c1frica: Ruanda. 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