{"id":897816,"date":"2019-08-04T22:33:15","date_gmt":"2019-08-04T21:33:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=897816"},"modified":"2019-08-04T22:33:15","modified_gmt":"2019-08-04T21:33:15","slug":"direitos-humanos-para-humanas-direitas-nada-de-novo-no-front","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2019\/08\/direitos-humanos-para-humanas-direitas-nada-de-novo-no-front\/","title":{"rendered":"Direitos humanos para humanas direitas \u2013 nada de novo no front"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Por Monique Prada*<\/strong> <\/em><\/p>\n<p>Navegar em rios de chorume virtual. Minha rotina atual gira entre atender um cliente e outro, algumas horas di\u00e1rias dirigindo por aplicativos e o resto do tempo, chafurdo na lama em busca de dissecar as quest\u00f5es feministas sobre trabalho sexual, isso enquanto tento entender o motivo de tanto \u00f3dio por parte de determinados grupos em rela\u00e7\u00e3o a trabalhadoras que, com muita dificuldade, tentam se organizar.<\/p>\n<p>Recentemente, ca\u00ed num texto cujo t\u00edtulo dizia que se voc\u00ea apoia o trabalho sexual, voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 apenas antifeminista: voc\u00ea \u00e9 anti direitos humanos. Conhecendo bem as quest\u00f5es que temos que enfrentar, prostitutas, enquanto categoria laboral, a dificuldade e import\u00e2ncia de nossa auto-organiza\u00e7\u00e3o, eu me pergunto a que humanos se referem os direitos citados no texto. Certamente n\u00e3o a todos os humanos.<\/p>\n<p>O texto \u00e9 assinado por Adele Asoski. N\u00e3o encontrei quase nada sobre a autora na internet, de modo que pe\u00e7o mil perd\u00f5es pela minha ignor\u00e2ncia. Sem saber exatamente quem \u00e9 a mo\u00e7a, ousei de qualquer modo responder. Este texto me atinge violentamente, assim como \u00e0s minhas companheiras prostitutas e ativistas, enquanto nos coloca n\u00e3o s\u00f3 como antifeministas mas como inimigas das lutas por direitos humanos, dois temas que nos s\u00e3o muito caros.<\/p>\n<p>Quero come\u00e7ar dizendo que n\u00e3o me identifico com o feminismo liberal, e nem poderia: fa\u00e7o parte da classe trabalhadora deste pa\u00eds, e \u00e9 com as lutas das classes trabalhadoras que me identifico. Tamb\u00e9m quero reafirmar que n\u00e3o considero nem a prostitui\u00e7\u00e3o, nem nenhum dos trabalhos poss\u00edveis para mulheres da minha classe social e com a minha forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, empoderadores. Talvez isso sequer seja uma quest\u00e3o para mim: \u00e9 preciso admitir que pensar o trabalho como ferramenta de empoderamento n\u00e3o \u00e9 exatamente uma possibilidade para as classes menos abastadas, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Eu escrevo um pouco sobre isso em meu livro, o PutaFeminista, a partir das minhas impress\u00f5es de dentro do prost\u00edbulo, de modo que nem cabe me estender no tema por aqui. Seria como andar em c\u00edrculos. Penso que tampouco temos espa\u00e7o aqui para listar a imensa gama de trabalhos exercidos por pessoas de menos instru\u00e7\u00e3o e posses e discutir o quanto cada um deles \u00e9 empoderador.<\/p>\n<p>Em resumo, este ponto est\u00e1 fora de quest\u00e3o. O fato \u00e9 que, sendo ou n\u00e3o a profiss\u00e3o mais antiga do mundo, a prostitui\u00e7\u00e3o est\u00e1 posta, e um n\u00famero incrivelmente grande de pessoas a exerce \u2014 em sua maioria, mulheres \u2013 cisg\u00eaneras e transg\u00eaneras \u2013 e em sua maioria, mulheres pobres. Levantar a voz contra a luta por direitos dessas mulheres \u00e9, INDUBITAVELMENTE, antifeminista e anti direitos humanos. Passo a passo, posso explicar os motivos que me levam a acreditar nisso, contrariando o texto em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Talvez a autora n\u00e3o tenha conseguido chegar a essa impress\u00e3o por n\u00e3o viver imersa nesta exata realidade. Em sua vis\u00e3o, possivelmente sejamos seres inferiores precisando desesperadamente do seu apoio e do seu feminismo para nos libertar do trabalho em bord\u00e9is e passarmos a alegremente atuar no digno exerc\u00edcio de faxinar seu lar e os lares de suas companheiras de classe. Thank you, Miss Asoski, we don\u2019t need to be save. We don\u2019t want to be save.<\/p>\n<blockquote><p>N\u00e3o considero nem a prostitui\u00e7\u00e3o, nem nenhum dos trabalhos poss\u00edveis para mulheres da minha classe social e com a minha forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, empoderadores. \u00c9 preciso admitir que pensar o trabalho como ferramenta de empoderamento n\u00e3o \u00e9 exatamente uma possibilidade para as classes menos abastadas, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p><\/blockquote>\n<p>Asoski pede que levemos em considera\u00e7\u00e3o as caracter\u00edsticas raciais das feministas que est\u00e3o \u201cdefendendo trabalho sexual\u201d, e as descreve como mulheres ocidentais, privilegiadas e brancas. Sorry, Miss Asoski, but\u2026 \u00e9 muito evidente, a partir desta frase, que a senhora nunca se deu ao trabalho de conhecer os movimentos de defesa de direitos das trabalhadoras sexuais ao redor do mundo. Mesmo eu, incansavelmente \u201cacusada\u201d de ser loira, universit\u00e1ria e de classe m\u00e9dia alta, n\u00e3o correspondo a este estere\u00f3tipo, basta parar e me olhar. Eu entendo que seja desconfort\u00e1vel para pessoas como Miss Asoski e suas tradutoras pararem por um momento e direcionarem seu olhar pudico (SIM) a uma puta. Ent\u00e3o, realmente n\u00e3o me importo se n\u00e3o for poss\u00edvel que me olhem, vamos ao pr\u00f3ximo ponto.<\/p>\n<p>As mulheres com menos escolhas s\u00e3o as que mais estar\u00e3o exercendo o trabalho sexual, como acertadamente fala Mackinnon. S\u00e3o essas mesmas, as mulheres com menos escolhas, que estaremos varrendo ruas, embalando compras, limpando as fezes de pessoas idosas em asilos e cuidando das crian\u00e7as da burguesia, enquanto as nossas crian\u00e7as sofrem com nossa falta. N\u00e3o lamento lhes dizer, mas lamento que n\u00e3o percebam: a vida c\u00e1 embaixo \u00e9 dura, exatamente como estamos lhes contando. A algumas de voc\u00eas talvez pare\u00e7a que fritar batatinhas e montar hamb\u00fargueres \u00e0 exaust\u00e3o para aplacar a fome de um ex\u00e9rcito de adolescentes de classe m\u00e9dia sem habilidades culin\u00e1rias para preparar seu pr\u00f3prio lanche seja uma escolha totalmente livre e empoderadora. Oh, surpresa! N\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>O ponto importante a seguir reside no fato de que as porras das batatinhas e hamb\u00fargueres realmente est\u00e3o \u00e0 venda. N\u00f3s, as mulheres, n\u00e3o! N\u00f3s, as trabalhadoras sexuais, n\u00e3o. Do mesmo modo que quando preparamos sandu\u00edches, estamos prestando um servi\u00e7o ao vendermos sexo (falando de modo raso sobre o trabalho que exercemos). Sa\u00edmos e voltamos com nossos corpos inteiros. Talvez voc\u00eas sequer tenham parado para pensar sobre como essa ideia de venda de corpos deriva do dogma profundamente patriarcal de que as mulheres, nenhuma mulher, ficam inteiras ap\u00f3s o sexo. Precisam dar ou vender algo.<\/p>\n<blockquote><p>Por que \u00e9 que lhes comove tanto que troquemos sexo por dinheiro, e n\u00e3o lhes comove quando trocamos nossa habilidade de fritar batatas por dinheiro?<\/p><\/blockquote>\n<p>Sobre o poder coercitivo do dinheiro, ele est\u00e1 ali quando frito batatas tamb\u00e9m. Por que \u00e9 que lhes comove tanto que troquemos sexo por dinheiro, e n\u00e3o lhes comove quando trocamos nossa habilidade de fritar batatas por dinheiro? Voc\u00eas talvez j\u00e1 tenham feito a conta, e repararam que volta e meia trocar sexo por dinheiro nos traz um maior retorno do que fritar batatas por dinheiro?<\/p>\n<p>Vou lhes dar uma sugest\u00e3o, a voc\u00eas que est\u00e3o t\u00e3o imensamente preocupadas com o tema: conven\u00e7am as lanchonetes a nos pagar para fritar batatas tanto quanto nos pagam pelo mesmo per\u00edodo de sexo. Isso sim poderia ter algum efeito sobre a prostitui\u00e7\u00e3o: tornar o esfor\u00e7o brutal de fritar batatas \u00e0 exaust\u00e3o algo mais compensador financeiramente que o trabalho sexual. Melhores sal\u00e1rios para as outras atividades prec\u00e1rias dispon\u00edveis para n\u00f3s possivelmente seja algo que nos ajudaria a pensar em trocar de atividade.<\/p>\n<p>Porque, ao contr\u00e1rio do que a autora quer insinuar, n\u00f3s n\u00e3o exercemos trabalho sexual porque fomos abusadas na inf\u00e2ncia. Este n\u00e3o \u00e9 nosso destino terr\u00edvel. N\u00e3o! Sen\u00e3o, vejamos: a imensa maioria das mulheres, imensa, chega \u00e0 idade adulta tendo sofrido ao menos uma vez abusos durante a inf\u00e2ncia e\/ou adolesc\u00eancia. Fato. E, na maioria das vezes, dentro de seus lares. Os n\u00fameros s\u00e3o absurdos\u200a\u2014\u200ae eu n\u00e3o vou jogar aqui um n\u00famero qualquer, uma estat\u00edstica flutuante, porque o tema \u00e9 s\u00e9rio demais para se brincar. Ent\u00e3o, pergunto: se um n\u00famero gritante de mulheres sofre abusos durante a inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia, por que \u00e9 que todas estas mulheres n\u00e3o est\u00e3o exercendo a prostitui\u00e7\u00e3o na idade adulta? Seria o abuso infantil realmente um fator a condenar mulheres \u00e0 prostitui\u00e7\u00e3o? Fal\u00e1cia violenta essa\u2026<\/p>\n<p>A autora coloca, a partir desta fal\u00e1cia, que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que uma atividade em que 70% das mulheres envolvidas foram abusadas na inf\u00e2ncia siga existindo. N\u00f3s poder\u00edamos ent\u00e3o dizer, a partir disso, que todos os ramos do trabalho est\u00e3o condenados, por conta do alt\u00edssimo n\u00famero de mulheres que hoje atuam neles e sofreram viol\u00eancias na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia? Me parece que n\u00e3o, de modo algum.<\/p>\n<p>Temos aqui um mist\u00e9rio para voc\u00eas: se \u00e9 essa a opress\u00e3o, a opress\u00e3o de ter sofrido abuso, que faz nascer prostitutas, por que temos tantas mulheres exercendo outras atividades que n\u00e3o a prostitui\u00e7\u00e3o? A isso n\u00e3o se chama \u201cfato\u201d, a isso se chama \u201cdogma\u201d, a isso se chama mito.<\/p>\n<p>Sobre coer\u00e7\u00e3o financeira, precisamos falar sobre a lenda de que a prostitui\u00e7\u00e3o seria a \u00fanica escolha dispon\u00edvel para mulheres em situa\u00e7\u00e3o de mis\u00e9ria. \u00c0 parte a import\u00e2ncia de lutarmos incessantemente e com todas as nossas for\u00e7as para banir a mis\u00e9ria do mundo, me pergunto por que motivo vejo mulheres em situa\u00e7\u00e3o de miserabilidade exercendo outras atividades\u200a\u2014\u200atamb\u00e9m opressoras, por \u00f3bvio, e me custa acreditar que algu\u00e9m queira me convencer de que exercer trabalho dom\u00e9stico ou separar res\u00edduos recicl\u00e1veis sejam trabalho empoderador. Ainda assim, a essas mulheres \u00e9 dada a possibilidade de se auto-organizarem na luta por seus direitos, como deve ser. Por que motivo devemos realmente seguir perseguindo trabalhadoras sexuais que fazem o mesmo?<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 a menor d\u00favida de que feministas que tentam (tentam, pois estamos aqui, e seguimos feministas) excluir as prostitutas que n\u00e3o querem ser \u2018resgatadas\u2019 do feminismo podem ser chamadas de SWERFs. E devem, pois \u00e9 exatamente o que a sigla diz. N\u00e3o h\u00e1, verdadeiramente, ofensa na sigla: h\u00e1 verdade. N\u00e3o me furtarei a us\u00e1-la diante deste texto violent\u00edssimo, mas rejeito a acusa\u00e7\u00e3o de que uso a sigla para desviar a aten\u00e7\u00e3o do tema. N\u00e3o, muito antes pelo contr\u00e1rio. N\u00e3o h\u00e1 como ser contra a luta por direitos das trabalhadoras sexuais sem se posicionar \u201cradicalmente\u201d contra as trabalhadoras sexuais. Precisamos desmontar a fal\u00e1cia contida na ideia de que h\u00e1 grupos \u201ccontra a prostitui\u00e7\u00e3o mas a favor das prostitutas\u201d. Estes grupos est\u00e3o ao nosso lado, sim, tal como o pastor que ama o pecador mas odeia o pecado. Seus dogmas s\u00e3o imut\u00e1veis, sua cegueira \u00e9 grave. Condena mulheres \u00e0 exclus\u00e3o, \u00e0 clandestinidade, ao estigma social.<\/p>\n<p>O texto cita o fato de que pa\u00edses onde o trabalho sexual \u00e9 legalizado, h\u00e1 mais mulheres exercendo a prostitui\u00e7\u00e3o \u2013 inclusive migrantes. Ora, se h\u00e1 mais mulheres hoje exercendo prostitui\u00e7\u00e3o em lugar onde ela \u00e9 legal, qualquer pessoa com o m\u00ednimo de bom senso compreenderia que isso acontece por que atuar dentro da legalidade torna a atividade mais segura. A legaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem como objetivo extinguir a atividade.<\/p>\n<p>J\u00e1 se pensarmos pa\u00edses onde ela \u00e9 ilegal, como a Tail\u00e2ndia, onde tamb\u00e9m os n\u00fameros de mulheres na prostitui\u00e7\u00e3o s\u00e3o elevad\u00edssimos \u2013 apesar da ilegalidade. A criminaliza\u00e7\u00e3o da prostitui\u00e7\u00e3o neste pa\u00eds torna mesmo os cuidados b\u00e1sicos com a sa\u00fade mais dif\u00edceis, j\u00e1 que a criminaliza\u00e7\u00e3o impede mulheres de portar preservativos, usados como EVID\u00caNCIA de prostitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sobre as ISTs, quest\u00e3o abordada no texto de modo est\u00fapido, preciso dizer que sim, em tese somos uma popula\u00e7\u00e3o mais vulner\u00e1vel a elas devido ao maior n\u00famero de parceiros. No entanto, cabe ressaltar que, junto com a popula\u00e7\u00e3o LGBT, foram as prostitutas as grandes respons\u00e1veis por conter a primeira epidemia de HIV no mundo, educando seus clientes e evitando que pais de fam\u00edlia levassem doen\u00e7as para dentro de suas casas. Voc\u00eas, esposas, irm\u00e3s, filhas desses homens, nos devem ainda muito por este trabalho de educa\u00e7\u00e3o para a preven\u00e7\u00e3o. Trabalho estimulado pelos Governos, sim, e feito para preservar a sa\u00fade e a vida de voc\u00eas, pessoas \u201cdecentes\u201d que nos atacam \u2013 a mim, \u00e9 bastante evidente que se apenas as prostitutas corressem risco de se infectar, o Estado n\u00e3o daria a m\u00ednima. Necropol\u00edtica. A vida de alguns grupos n\u00e3o tem valor algum, nem para o Estado, nem para determinados segmentos do feminismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Monique Prada<\/strong>, trabalhadora sexual, feminista, ativista pelos direitos das prostitutas. Co-editora do projeto MundoInvisivel.ORG, uma das fundadoras da CUTS &#8211; Central \u00danica de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais, hoje faz parte do Grupo Assessor da Sociedade Civil de ONU Mulheres no Brasil.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Monique Prada* Navegar em rios de chorume virtual. 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