{"id":872858,"date":"2019-06-18T22:19:30","date_gmt":"2019-06-18T21:19:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=872858"},"modified":"2019-06-18T22:19:30","modified_gmt":"2019-06-18T21:19:30","slug":"licoes-africanas-para-a-crise-venezuelana-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2019\/06\/licoes-africanas-para-a-crise-venezuelana-parte-2\/","title":{"rendered":"Li\u00e7\u00f5es africanas para a crise venezuelana, parte 2"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Sud\u00e3o \u00e9 um pa\u00eds localizado no norte de \u00c1frica, habitado por volta de 41 milh\u00f5es de pessoas. Fazendo fronteira com, entre outras na\u00e7\u00f5es, \u00a0Chade, L\u00edbia, Egito e Eti\u00f3pia, o pa\u00eds se espreme entre as tr\u00eas grandes regi\u00f5es africanas: est\u00e1 na fronteira do Magrebe, enquanto partes de seu territ\u00f3rio integram o Sahel e a \u00c1frica Subsaariana. O pa\u00eds, que durante o imperialismo capitalista colonial sofreu com uma domina\u00e7\u00e3o anglo-eg\u00edpcia, tem tomado as manchetes dos jornais mundiais nos \u00faltimos meses.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"> Omar al-Bashir assumiu o poder do Sud\u00e3o em 1989, ap\u00f3s um golpe de Estado que contou com a ajuda de militantes islamitas; naqueles dias, o pa\u00eds vivia uma guerra civil que j\u00e1 se arrastava por 21 anos. Da\u00ed em diante, implantou uma ferrenha ditadura. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pesa sobre Bashir uma condena\u00e7\u00e3o emitida pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), por genoc\u00eddio cometido em Darfur &#8211; regi\u00e3o que, desde 2003, \u00a0sofre com conflitos e onde a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) estima que j\u00e1 tenham morrido 300 mil pessoas &#8211; no in\u00edcio dos anos 2000. Como <\/span><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/mundo\/interior\/a-ascensao-e-a-queda-de-omar-al-bashir-10785664.html\"><span style=\"font-weight: 400;\">noticiou<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> o jornal portug\u00fbes Di\u00e1rio de Not\u00edcias:<\/span><\/p>\n<p><b><i>\u201cAl-Bashir \u00e9 acusado de ter apoiado as violentas mil\u00edcias \u00e1rabes Janjaweed, que levaram a cabo crimes de guerra e a\u00e7\u00f5es de limpeza \u00e9tnica contra as popula\u00e7\u00f5es negras daquele pa\u00eds. As v\u00edtimas, segundo a acusa\u00e7\u00e3o do TPI, eram sobretudo pertencentes \u00e0s etnias fur, masalit e zaghawa. Mulheres que foram violadas por homens das Janjaweed contaram que, enquanto eram atacadas, eles lhes diziam que estavam a fazer um beb\u00e9 mais clarinho. A ONU tentou, em v\u00e3o, obter consenso no Conselho de Seguran\u00e7a da ONU para uma maior a\u00e7\u00e3o no Darfur. O atual secret\u00e1rio-geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas, Ant\u00f3nio Guterres, visitou a regi\u00e3o, na altura na qualidade de alto-comiss\u00e1rio da ONU para os Refugiados. Colin Powell, ex-secret\u00e1rio de Estado dos EUA, foi das poucas pessoas que ousaram, logo no in\u00edcio, em setembro de 2004, chamar genoc\u00eddio ao que se passava naquela regi\u00e3o do oeste do Sud\u00e3o\u201d.<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A mesma reportagem frisa que o mandat\u00e1rio, mais de uma vez, desafiou o TPI: viajou \u00e0 \u00c1frica do Sul, em 2015, e a Jord\u00e2nia, em 2017, sem que as autoridades dos respectivos pa\u00edses cumprissem a condena\u00e7\u00e3o do tribunal internacional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"> Omar al-Bashir, de 75 anos, se manteve absoluto at\u00e9 o fim do ano passado. Ap\u00f3s 3 d\u00e9cadas de poder, uma s\u00e9rie de protestos tomou o Sud\u00e3o a partir de dezembro de 2018, principalmente por causa de uma prolongada crise econ\u00f4mica que, segundo uma <\/span><a href=\"https:\/\/www.dw.com\/pt-br\/regime-de-omar-al-bashir-chega-ao-fim-no-sud%C3%A3o\/a-48287441\"><span style=\"font-weight: 400;\">reportagem<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> da ag\u00eancia alem\u00e3 Deutsche Welle, tem sua origem na independ\u00eancia do Sud\u00e3o do Sul, regi\u00e3o de maioria cat\u00f3lica que fazia parte do Sud\u00e3o, mas conquistou sua autonomia em 2005, e sua independ\u00eancia em 2011:<\/span><\/p>\n<p><b><i>\u201cAt\u00e9 a independ\u00eancia do Sud\u00e3o do Sul, a economia era fortemente dependente do petr\u00f3leo, que era respons\u00e1vel por 95% das exporta\u00e7\u00f5es e metade da arrecada\u00e7\u00e3o do governo. Em 2001, o Sud\u00e3o perdeu a maior parte dos campos petrol\u00edferos, que ficaram com o Sud\u00e3o do Sul\u201d.<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os protestos resultaram em sua deposi\u00e7\u00e3o e pris\u00e3o, no dia 11 de abril de 2019. Em seu lugar, uma junta militar assumiu, prometendo um governo transit\u00f3rio de 2 anos, per\u00edodo ap\u00f3s o qual elei\u00e7\u00f5es seriam convocadas. O fato \u00e9 que a popula\u00e7\u00e3o e as entidades civis que haviam tocado os protestos n\u00e3o aprovaram a id\u00e9ia de que seriam governados por uma junta militar por, no m\u00ednimo, 2 anos, sem elei\u00e7\u00f5es livres e decidiram manter as demonstra\u00e7\u00f5es: eles montaram um acampamento em torno do Minist\u00e9rio da Defesa e bloquearam vias da capital, Cartum. A junta militar at\u00e9 chegou a abrir negocia\u00e7\u00e3o com representantes dos movimentos civis, mas tudo foi suspenso quando, em 3 de junho, militares atiraram contra os manifestantes, deixando, como saldo, mais de 100 mortos, segundo noticiou a <\/span><a href=\"https:\/\/af.reuters.com\/article\/topNews\/idAFKCN1TE0MI-OZATP\"><span style=\"font-weight: 400;\">Reuters<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, e por volta de 600 feridos, de acordo com <\/span><a href=\"https:\/\/www.nexojornal.com.br\/expresso\/2019\/06\/04\/Quais-os-percal%C3%A7os-na-transi%C3%A7%C3%A3o-democr%C3%A1tica-do-Sud%C3%A3o?fbclid=IwAR2P2HtNEfFq6Ve30PLBvs5OyhYe6mgp-WVctrbm9zxdQXFmEXvumBH-fm8\"><span style=\"font-weight: 400;\">levantamento<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> do jornal Nexo. O epis\u00f3dio foi altamente condenado por pot\u00eancias internacionais, como os Estados Unidos da Am\u00e9rica, e institui\u00e7\u00f5es internacionais, como a ONU, a Uni\u00e3o Europ\u00e9ia e a Uni\u00e3o Africana. Parecia que os canais de di\u00e1logo e negocia\u00e7\u00f5es haviam se fechado. Foi ent\u00e3o que entrou em cena a figura de \u00a0Abiy Ahmed.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ahmed assumiu o cargo de primeiro-ministro et\u00edope no in\u00edcio de 2018. Foi o primeiro da etnia Oromo a ocupar tal cargo e, por isso, sua indica\u00e7\u00e3o foi vista como um meio de apaziguar os \u00e2nimos em um pa\u00eds que sofria com choques \u00e9tnicos; sua figura foi vista como a de um conciliador. Na diplomacia, a Eti\u00f3pia, sob o governo de \u00a0Abiy Ahmed, parece buscar maior protagonismo, sempre atrav\u00e9s do di\u00e1logo: logo em seu primeiro ano de governo, a Eti\u00f3pia declarou fim do estado de guerra com a Eritr\u00e9ia e restabelecimento das rela\u00e7\u00f5es entre os 2 pa\u00edses, ap\u00f3s 20 anos de hostilidades entre as partes. Para tanto, o primeiro-ministro et\u00edope aceitou desocupar militarmente a regi\u00e3o de Badme, que justamente foi o motivo do conflito entre os dois pa\u00edses e, assim, cumprir de forma integral um acordo de paz firmado em 2000 entre seu pa\u00eds e os vizinhos. Para aumentar ainda mais a simbologia do momento que vive a diplomacia da Eti\u00f3pia sob a \u00e9gide de \u00a0Abiy Ahmed, a declara\u00e7\u00e3o de paz foi assinada em Asmara, capital da Eritreia, solo em que um mandat\u00e1rio et\u00edope n\u00e3o pisou por d\u00e9cadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tendo a mentalidade de valorizar as sa\u00eddas negociadas e colocar seu pa\u00eds como um importante <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">player<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> regional que Ahmed, logo ap\u00f3s a matan\u00e7a ocorrida em Cartum no \u00faltimo dia 3, voou ao Sud\u00e3o no dia 7, reunindo-se tanto com representantes da junta militar, quanto com l\u00edderes dos protestos. L\u00e1, expressou seu cometimento em fazer florescer a paz na regi\u00e3o, se ofereceu para realizar a media\u00e7\u00e3o entre os dois lados em desacordo, al\u00e9m de sugerir que os di\u00e1logos fossem levados para Addis Abeba, capital da Eti\u00f3pia \u2013 proposta esta recusada pelos militares sudaneses. A id\u00e9ia de Abiy Ahmed e que foi apresentada \u00e0 Junta Militar e a oposi\u00e7\u00e3o \u00e9 a de forma\u00e7\u00e3o de um conselho de transi\u00e7\u00e3o integrado por 15 membros \u2013 8 civis e 7 militares. A iniciativa parece estar surtindo efeito: \u00a0h\u00e1 not\u00edcias de que as lideran\u00e7as civis j\u00e1 est\u00e3o elaborando a lista de nomes de seus 8 indicados para o conselho de transi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O governo brasileiro, durante a crise venezuelana, vem, explicitamente, tomando atitudes que representam o oposto da postura conciliadora e protagonista que a Eti\u00f3pia tem praticado em sua diplomacia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde que assumiu o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Ernesto Ara\u00fajo tem recebido duras cr\u00edticas, por adotar, na pol\u00edtica externa brasileira, diretrizes que causariam uma diminui\u00e7\u00e3o da relev\u00e2ncia brasileira no cen\u00e1rio internacional e, ao mesmo tempo, afastam o Brasil de parceiros estrat\u00e9gicos para favorecer parceiros que, no cen\u00e1rio atual, n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o importantes assim. Em <\/span><a href=\"https:\/\/theintercept.com\/2019\/06\/02\/samuel-pinheiro-entrevista\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">entrevista<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> para o The Intercept Brasil, Samuel Pinheiro, um dos mais experientes diplomatas brasileiros e que foi o n\u00famero dois do Itamaraty durantes os dois mandatos de Lula da Silva, falou pesadamente contra a decis\u00e3o do Brasil de renunciar ao Tratamento Especial Diferenciado (TED) na Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC) &#8211; <\/span><b><i>\u201cO Tratamento Especial Diferenciado \u00e9 uma reivindica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica dos pa\u00edses subdesenvolvidos. Parte do princ\u00edpio de que existem pa\u00edses desenvolvidos e pa\u00edses subdesenvolvidos. Voc\u00eas j\u00e1 foram ao aeroporto do Gale\u00e3o, no Rio de Janeiro? J\u00e1 viram como \u00e9 ali perto? J\u00e1 foram ao aeroporto de Zurique? \u00c9 diferente, n\u00e9? Aqui \u00e9 um pa\u00eds subdesenvolvido. J\u00e1 os desenvolvidos querem extrair o m\u00e1ximo poss\u00edvel das rela\u00e7\u00f5es de troca\u201d<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> &#8211; e se mostrou descrente de que o chanceler do governo Bolsonaro encampe uma luta que, ap\u00f3s a sa\u00edda dele e de Celso Amorim do comando do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores foi abandonada &#8211; \u201ca luta pela redistribui\u00e7\u00e3o de quotas e de poder de voto \u00a0[do Brasil] no FMI [Fundo Monet\u00e1rio Internacional] e no Banco Mundial\u201d: <\/span><b><i>\u201cNunca mais ouvi falar nisso. Porque os EUA s\u00e3o contra, o congresso americano \u00e9 contra, isso diminui o poder americano. Voc\u00ea acha que o presidente Bolsonaro vai lutar para diminuir o poder americano? Eu tenho a impress\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 bem o caso\u201d. <\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Sobre a venezuela, de forma espec\u00edfica, o diplomata disse que o Brasil est\u00e1 cometendo um grande erro interferindo no pa\u00eds vizinho \u201csem ter for\u00e7a para tal\u201d e que, nesta quest\u00e3o, o Brasil n\u00e3o passa de um \u201cajudante dos EUA\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c0 \u00e9poca da tentativa frustrada de Juan Guaid\u00f3, Donald Trump, Jair Bolsonaro e Ivan Duque de fazer entrar na Venezuela uma ajuda humanit\u00e1ria, Celso Amorim, ministro das rela\u00e7\u00f5es exteriores durante o governo Lula e que conduziu a pol\u00edtica externa brasileira ao seu \u00e1pice, condenou veementemente, em <\/span><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2019\/02\/22\/celso-amorim-sobre-a-venezuela-os-tambores-de-guerra-comecam-a-soar-mais-forte\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">sua coluna<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> no blog Nocaute, a postura do pa\u00eds frente a a\u00e7\u00e3o, que, de acordo com ele, foi \u201cprovocativa\u201d e tinha o objetivo de \u201cfavorecer uma fac\u00e7\u00e3o\u201d. No mesmo v\u00eddeo, ele chamou a investida de \u201cinrefletida\u201d e disse que um conflito na Venezuela seria uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se acomodaria de forma f\u00e1cil, pois influenciaria toda a geopol\u00edtica mundial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O fato \u00e9 que a \u201cescola brasileira de diplomacia\u201d \u00e9 uma das mais admiradas do mundo. \u00c9 uma tradi\u00e7\u00e3o que come\u00e7ou com o Bar\u00e3o do Rio Branco e passou por nomes emblem\u00e1ticos, como Ruy Barbosa (o \u00e1guia de Haia), Bertha Lutz, Oswaldo Aranha, S\u00e9rgio Vieira de Melo, e, talvez, tenha hoje como seus principais representantes Roberto Azevedo, que comanda a OMC, Celso Amorim e Samuel Pinheiro, estes \u00faltimos j\u00e1 citados anteriormente neste artigo. \u00c9 uma tradi\u00e7\u00e3o que se orgulha de n\u00e3o ter se envolvido em nenhum conflito em seu continente desde a Guerra do Paraguai e sempre ter dado ao Brasil a imagem de mediador confi\u00e1vel. Na primeira d\u00e9cada dos anos 2000, a diplomacia brasileira tamb\u00e9m tomou gosto por ser protagonista, chegando a almejar ultrapassar os limites de pot\u00eancia regional para ser um pa\u00eds de relev\u00e2ncia global no tabuleiro da diplomacia mundial \u2013 um pa\u00eds que desabrochava diplomaticamente pautado pelas rela\u00e7\u00f5es sul-sul e que tinha tr\u00e2nsito em \u00c1frica e na Am\u00e9rica Latina a partir da coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, vendendo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">know-how<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> de seus grandes programas sociais e passando a imagem de que o car\u00e1ter de sua atua\u00e7\u00e3o estava distante das pr\u00e1ticas usuais das velhas pot\u00eancias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A postura da atual administra\u00e7\u00e3o federal, no caso venezuelano, tem representado uma quebra, tanto na tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, quanto na \u201ctradi\u00e7\u00e3o recente\u201d da diplomacia brasileira: invade a soberania venezuelana, insita o conflito, n\u00e3o oferece perspectivas de resolu\u00e7\u00e3o ou ameniza\u00e7\u00e3o da crise humanit\u00e1ria que atinge o pa\u00eds bolivariano, \u00a0n\u00e3o \u00e9 nada conciliadora, n\u00e3o coloca o Brasil como um protagonista na quest\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Curiosamente, a diplomacia et\u00edope atualmente se parece mais brasileira do que a pr\u00f3pria diplomacia do Brasil.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Sud\u00e3o \u00e9 um pa\u00eds localizado no norte de \u00c1frica, habitado por volta de 41 milh\u00f5es de pessoas. 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