{"id":787620,"date":"2019-01-12T02:37:55","date_gmt":"2019-01-12T02:37:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=787620"},"modified":"2019-01-12T02:37:55","modified_gmt":"2019-01-12T02:37:55","slug":"o-que-levou-o-ceara-a-mais-uma-crise-na-seguranca-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2019\/01\/o-que-levou-o-ceara-a-mais-uma-crise-na-seguranca-publica\/","title":{"rendered":"O que levou o Cear\u00e1 a mais uma crise na seguran\u00e7a p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p><em>Por<strong> Cristiane Sampaio \/\u00a0Brasil de Fato<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>Estado vive \u00e1pice da viol\u00eancia, com 169 ataques em 42 cidades; sociedade civil pede pol\u00edticas estruturantes<\/strong><\/p>\n<p>Com uma crise cr\u00f4nica na \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica, o Cear\u00e1 tem vivido os \u00faltimos dias um clima de tens\u00e3o para a popula\u00e7\u00e3o, especialmente para as comunidades da periferia.<\/p>\n<p>Com\u00e9rcios fechados, toques de recolher, redu\u00e7\u00e3o de frota de \u00f4nibus, linhas de transporte circulando sob o patrulhamento de policiais, interrup\u00e7\u00e3o de coleta de lixo e outros servi\u00e7os comp\u00f5em o cen\u00e1rio de terror que j\u00e1 dura uma semana e atinge a capital e mais 41 munic\u00edpios do interior.<\/p>\n<p>Sob ataques desde a \u00faltima quarta-feira (2), o estado registrou, at\u00e9 o momento, 169 a\u00e7\u00f5es, incluindo inc\u00eandios de carros e coletivos; disparos em ag\u00eancias banc\u00e1rias; explos\u00f5es em pontes e viadutos; ataques a pr\u00e9dios p\u00fablicos, creches, sem\u00e1foros, fotossensores, ambul\u00e2ncias, c\u00e2maras de vereadores, entre outros.<\/p>\n<p>De um lado, o governo tenta, como medida emergencial, articular um refor\u00e7o nas a\u00e7\u00f5es de patrulhamento, com o aux\u00edlio de homens da For\u00e7a Nacional e da Pol\u00edcia Militar da Bahia. Tamb\u00e9m foram nomeados novos agentes penitenci\u00e1rios e da PM, ao mesmo tempo em que 21 l\u00edderes de fac\u00e7\u00f5es criminosas foram transferidos para pres\u00eddios federais.<\/p>\n<p>De outro lado, atores da sociedade civil organizada e especialistas defendem a ado\u00e7\u00e3o de outras medidas. Para o pesquisador C\u00e9sar Barreira, coordenador do Laborat\u00f3rio de Estudos da Viol\u00eancia (LEV) da Universidade Federal do Cear\u00e1 (UFC), \u00e9 preciso atuar em diferentes frentes.<\/p>\n<p>Uma delas se refere aos investimentos na \u00e1rea de intelig\u00eancia, de forma que o Estado tenha capacidade para frustrar as a\u00e7\u00f5es das fac\u00e7\u00f5es e desarticular o crime organizado. Al\u00e9m disso, ele ressalta que a atua\u00e7\u00e3o estatal precisa ser tra\u00e7ada com t\u00e9cnica e organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA quest\u00e3o do planejamento tem que ser feita de forma muito rigorosa, pra que n\u00f3s tenhamos a\u00e7\u00f5es de curto, m\u00e9dio e longo prazos. N\u00f3s n\u00e3o podemos conter viol\u00eancia com viol\u00eancia. Temos que cont\u00ea-la com intelig\u00eancia, com racionalidade\u201d, analisa.<\/p>\n<h4>Militariza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>O car\u00e1ter militarizado das a\u00e7\u00f5es implementadas pelo governo estadual tamb\u00e9m \u00e9 outra preocupa\u00e7\u00e3o dos especialistas. O pesquisador Luiz F\u00e1bio Paiva, do LEV\/UFC, destaca que a utiliza\u00e7\u00e3o da For\u00e7a Nacional (autorizada pelo ministro da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, Sergio Moro),\u00a0por exemplo, \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o limitada e por isso sem capacidade de promover mudan\u00e7as reais no cen\u00e1rio da viol\u00eancia.<\/p>\n<p>O governo afirma que o uso das tropas seria uma forma emergencial de tentar inibir a a\u00e7\u00e3o de fac\u00e7\u00f5es criminosas, suspeitas da autoria dos ataques.<\/p>\n<p>O contexto da viol\u00eancia no estado \u00e9 marcado atualmente pelo fortalecimento de grupos que migraram do Rio de Janeiro e de S\u00e3o Paulo para o Cear\u00e1, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), al\u00e9m da Fam\u00edlia do Norte, surgida no Amazonas, e de fac\u00e7\u00f5es locais. Por conta da localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, a capital cearense\u00a0\u00e9 considerada estrat\u00e9gica para a rota do tr\u00e1fico internacional de drogas.<\/p>\n<div id=\"attachment_787639\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-787639\" class=\"size-large wp-image-787639\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/jfcrz_abr_07011910141-720x480.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/jfcrz_abr_07011910141-720x480.jpg 720w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/jfcrz_abr_07011910141-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/jfcrz_abr_07011910141-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/jfcrz_abr_07011910141.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><p id=\"caption-attachment-787639\" class=\"wp-caption-text\">Um loja de revenda de motocicletas foi atacada na madrugada desta segunda-feira (7), no bairro Couto Fernandes, em Fortaleza. Foto Jos\u00e9 Cruz\/Ag\u00eancia Brasil<\/p><\/div>\n<h4>Contexto<\/h4>\n<p>Os ataques tiveram in\u00edcio na \u00faltima quarta (2), ap\u00f3s uma declara\u00e7\u00e3o do novo secret\u00e1rio de Administra\u00e7\u00e3o Penitenci\u00e1ria, Mauro Albuquerque, de que o estado iria promover mudan\u00e7as nos pres\u00eddios, como a proibi\u00e7\u00e3o da entrada de celulares.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m anunciou que acabaria com a pr\u00e1tica de divis\u00e3o de presos conforme a fac\u00e7\u00e3o criminosa, o que tenderia a prejudicar a articula\u00e7\u00e3o do crime organizado. Como resposta, as fac\u00e7\u00f5es iniciaram a s\u00e9rie de ataques, que contabiliza, at\u00e9 esta quarta-feira (9), 215 pessoas capturadas, entre detidos e apreendidos.<\/p>\n<p>Entre outras medidas, o governo estadual deslocou policiais civis dos trabalhos de investiga\u00e7\u00e3o para o patrulhamento de rua, que agora conta tamb\u00e9m com cerca de 200 agentes da For\u00e7a Nacional. O pesquisador F\u00e1bio Paiva ressalta, no entanto, que a a\u00e7\u00e3o das pol\u00edcias e especialmente da For\u00e7a Nacional tem car\u00e1ter pontual e superficial.<\/p>\n<p>\u201cObviamente, a For\u00e7a Nacional garante um apaziguamento porque h\u00e1 maior presen\u00e7a de efetivo policial. No entanto, ela n\u00e3o tem poder nenhum de resolver os problemas que geram o crime e a viol\u00eancia no estado. Quando ela sair, todos esses problemas v\u00e3o continuar. Inclusive, durante o per\u00edodo em que ela permanecer, \u00e9 muito prov\u00e1vel que esses coletivos [fac\u00e7\u00f5es] continuem com o processo de agenciamento de jovens, formando fileiras e aguardando o momento para voltarem a demonstrar sua for\u00e7a\u201d, aponta o professor.<\/p>\n<h4>Iniciativas de pol\u00edticas p\u00fablicas<\/h4>\n<p>Em 2015, ao assumir o primeiro mandato, o atual governador, Camilo Santana (PT), lan\u00e7ou o programa \u201cCear\u00e1 Pac\u00edfico\u201d, voltado \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de diferentes projetos intersetoriais que envolveriam refor\u00e7o de efetivos do Estado, atua\u00e7\u00e3o policial com car\u00e1ter comunit\u00e1rio e oferta de servi\u00e7os p\u00fablicos nas \u00e1reas social e de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>O foco era voltado para territ\u00f3rios de alta vulnerabilidade. Entre outras coisas, as a\u00e7\u00f5es\u00a0envolveriam\u00a0parcerias com o setor privado e com a Prefeitura de Fortaleza.<\/p>\n<p>A ideia do Cear\u00e1 Pac\u00edfico seria, entre outras coisas, reduzir a vulnerabilidade das comunidades-alvo para evitar a captura de jovens pelo crime organizado, articulador do tr\u00e1fico de drogas. O trabalho, no entanto, n\u00e3o conseguiu atingir o horizonte esperado. \u00c9 o que afirma Adriano Almeida, doF\u00f3rum Popular de Seguran\u00e7a P\u00fablica do Cear\u00e1, que re\u00fane entidades, movimentos populares e outros atores.<\/p>\n<p>Atuante no Grande Bom Jardim, uma das \u00e1reas mais violentas de Fortaleza, Almeida aponta que o estado n\u00e3o teria conseguido suprir com efici\u00eancia as necessidades diagnosticadas para o lan\u00e7amento do programa, como, por exemplo, uma maior articula\u00e7\u00e3o entre as for\u00e7as estatais\u00a0e os territ\u00f3rios mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u201cA perspectiva comunit\u00e1ria, de di\u00e1logo com a sociedade civil e os movimentos populares, foi totalmente modificada. Durante o processo, a perspectiva militarizada alterou o car\u00e1ter e o escopo geral do programa. A concep\u00e7\u00e3o primeira e a atual s\u00e3o totalmente diferentes\u201d, afirma.<\/p>\n<h4>Juventude<\/h4>\n<p>Caio Feitosa, da coordena\u00e7\u00e3o da ONG Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza, que atua em bairros perif\u00e9ricos da capital cearense, sublinha que jovens s\u00e3o considerados o p\u00fablico mais vulner\u00e1vel \u00e0 atua\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico de drogas. Por conta disso, acabam se tornando alvo certeiro da viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Em Fortaleza, por exemplo, cerca de 50% dos homic\u00eddios se concentram em 17 bairros, todos de alta vulnerabilidade, segundo diagn\u00f3stico do Comit\u00ea Cearense pela Preven\u00e7\u00e3o dos Homic\u00eddios na Adolesc\u00eancia. No ano passado, os assassinatos ocuparam o topo do ranking das mortes de jovens com idade entre 10 e 19 anos, com 2.053 casos.<\/p>\n<p>Feitosa destaca que, em geral, as v\u00edtimas s\u00e3o pessoas com bastante proximidade com o c\u00edrculo da viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cO perfil \u00e9 sempre de um jovem que abandona a escola; um jovem que, ao contrario do que se diz, j\u00e1 tinha procurado oportunidade de trabalho, uma inser\u00e7\u00e3o precarizada de trabalho. \u00c9 tamb\u00e9m um jovem quase sempre filho s\u00f3 de m\u00e3e, ou seja, tem um contexto de desassist\u00eancia paterna muito grande, e mora em \u00e1rea de pouca infraestrutura urbana, uma moradia quase sempre muito prec\u00e1ria e em condi\u00e7\u00f5es de pobreza\u201d,\u00a0acrescenta o coordenador.<\/p>\n<div id=\"attachment_787621\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-787621\" class=\"size-large wp-image-787621\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Jose---CruzAge--ncia-Brasil--720x480.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Jose---CruzAge--ncia-Brasil--720x480.jpg 720w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Jose---CruzAge--ncia-Brasil--300x200.jpg 300w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Jose---CruzAge--ncia-Brasil--768x512.jpg 768w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Jose---CruzAge--ncia-Brasil-.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><p id=\"caption-attachment-787621\" class=\"wp-caption-text\">O sistema de transporte p\u00fablico de Fortaleza e da regi\u00e3o metropolitana opera abaixo do normal nesta segunda-feira (7), segundo informou o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Cear\u00e1 (Sindi\u00f4nibus). Foto Jos\u00e9 Cruz, Ag\u00eancia Brasil<\/p><\/div>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, o pesquisador Luiz F\u00e1bio Paiva afirma que os investimentos priorit\u00e1rios em pol\u00edticas de seguran\u00e7a p\u00fablica ostensiva e repressiva n\u00e3o teriam funcionado porque n\u00e3o garantem resultados na melhora da qualidade de vida, sobretudo das periferias.<\/p>\n<p>Ele acrescenta que o estado carece de pol\u00edticas mais estruturantes voltadas \u00e0 preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia e ao bem-estar social. Entre outras iniciativas, os especialistas defendem a\u00e7\u00f5es en\u00e9rgicas nas \u00e1reas de educa\u00e7\u00e3o, assist\u00eancia social e foco nos territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>\u201cSe voc\u00ea n\u00e3o faz isso, efetivamente, voc\u00ea n\u00e3o tem solu\u00e7\u00e3o nenhuma para um problema que \u00e9 muito grave e que, infelizmente, tem sido tratado com amadorismo e bravatas\u201d, aponta.<\/p>\n<h4>O que diz o governo<\/h4>\n<p>Em entrevista ao Brasil de Fato, o secret\u00e1rio-chefe da Casa Civil do Cear\u00e1, \u00c9lcio Batista, admitiu problemas levantados pelos especialistas ouvidos nesta reportagem. Ele afirmou que \u201cas a\u00e7\u00f5es dentro dos territ\u00f3rios do Cear\u00e1 Pac\u00edfico v\u00eam ocorrendo de forma mais lenta do que o esperado\u201d. Al\u00e9m disso, afirmou que h\u00e1 necessidade de maiores investimentos nesses locais, com a\u00e7\u00f5es integradas de educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, prote\u00e7\u00e3o social, etc.<\/p>\n<p>Do ponto de vista do combate ao crime, Batista disse que haveria necessidade de maior participa\u00e7\u00e3o do governo federal na administra\u00e7\u00e3o do problema.<\/p>\n<p>\u201cNos \u00faltimos 15 ou 20 anos, a a\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o foi basicamente enviar a For\u00e7a Nacional para o estado e abrir vagas no sistema penitenci\u00e1rio federal para transferir alguns l\u00edderes de fac\u00e7\u00f5es criminosas\u201d, sublinha.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-chefe defende a efetiva\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica nacional articulada entre Uni\u00e3o e estados para fazer uma repress\u00e3o qualificada do crime organizado. Ele argumenta que as fac\u00e7\u00f5es criminosas t\u00eam amplitude nacional e por isso os estados n\u00e3o teriam condi\u00e7\u00f5es de encontrar, sozinhos, solu\u00e7\u00f5es mais efetivas para a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEstamos falando de tr\u00e1fico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro. S\u00e3o crimes federais. Estamos falando de quest\u00f5es que ultrapassaram as fronteiras do pa\u00eds, de crimes que s\u00e3o transnacionais. Esse \u00e9 o grande desafio que precisa ser enfrentado, porque n\u00e3o estamos falando de um problema localizado no Cear\u00e1. Ele j\u00e1 ocorreu, nos \u00faltimos quatro anos, no Esp\u00edrito Santo, no Acre, em S\u00e3o Paulo, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul\u201d, finaliza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Cristiane Sampaio \/\u00a0Brasil de Fato Estado vive \u00e1pice da viol\u00eancia, com 169 ataques em 42 cidades; sociedade civil pede pol\u00edticas estruturantes Com uma crise cr\u00f4nica na \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica, o Cear\u00e1 tem vivido os \u00faltimos dias um clima&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":44,"featured_media":787630,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[104,111],"tags":[5682,258,53599,18995,2887],"class_list":["post-787620","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-america-do-sul","category-politica-pt-pt","tag-ceara","tag-crise","tag-prevencao","tag-seguranca","tag-violencia-pt-pt"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O que levou o Cear\u00e1 a mais uma crise na seguran\u00e7a p\u00fablica<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Por Cristiane Sampaio \/\u00a0Brasil de Fato Estado vive \u00e1pice da viol\u00eancia, com 169 ataques em 42 cidades; 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