{"id":652785,"date":"2018-06-05T21:57:28","date_gmt":"2018-06-05T20:57:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=652785"},"modified":"2018-06-06T02:57:45","modified_gmt":"2018-06-06T01:57:45","slug":"quanto-vale-vida-criancas-indocumentadas-vergonha-seculo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2018\/06\/quanto-vale-vida-criancas-indocumentadas-vergonha-seculo\/","title":{"rendered":"Quanto vale uma vida? Crian\u00e7as indocumentadas ou a vergonha de nosso s\u00e9culo?"},"content":{"rendered":"<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">Por Francisco Rio<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos \u00faltimos dias duas not\u00edcias chamaram a aten\u00e7\u00e3o. Elas expuseram como uma mesma quest\u00e3o, que a princ\u00edpio chamaremos aqui de imigra\u00e7\u00e3o indocumentada, pode ser encarada por distintos governos e pol\u00edticas por prismas t\u00e3o antag\u00f4nicos. De um lado, advinda da Fran\u00e7a, a primeira not\u00edcia logo ganhou repercuss\u00e3o internacional e galgou o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">top trends<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> das redes sociais pelo car\u00e1ter de hero\u00edsmo envolvido. Trata-se do caso do imigrante \u201cilegal\u201d malin\u00eas, Mamoudou Gassama, de 22 a\u00f1os, que arriscou a pr\u00f3pria vida escalando somente com as for\u00e7as das m\u00e3os, bra\u00e7os e pernas um pr\u00e9dio em Paris para salvar um menino de quatro anos, que pendurado num varal estava prestes a cair do 4\u00ba andar. O hero\u00edsmo de Gassama rendeu-lhe o reconhecimento do presidente franc\u00eas, Emmanuel Macron, que al\u00e9m de felicit\u00e1-lo pessoalmente, conferiu ao imigrante a cidadania francesa e um posto de trabalho no servi\u00e7o p\u00fablico de emerg\u00eancia. O v\u00eddeo do salvamento, que circulou pela Internet, tamb\u00e9m repercutiu positivamente na sociedade francesa, marcada na \u00faltima d\u00e9cada pelo recrudescimento dos discursos xen\u00f3fobos, reascendendo o debate Pol\u00edtico sobre a condi\u00e7\u00e3o dos imigrantes no pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Do outro lado do Atl\u00e2ntico Norte, no entanto, a not\u00edcia que ganhou as p\u00e1ginas do peri\u00f3dico norte-americano <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Chicago Tribune<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> n\u00e3o \u00e9 nada animadora. E, diferente do caso Gassama, n\u00e3o galgou as manchetes dos principais jornais mundo afora. Limitando-se a repercutir dentro do territ\u00f3rio dos Estados Unidos. Trata-se do conte\u00fado de den\u00fancia realizada pela <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">American Civil Liberties Union<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (ACLU) e pela <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">International Human Rights Clinic<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">University of Chicago Law School<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. O documento produzido por essas entidades reporta que, entre 2009 e 2014, foram cometidos in\u00fameros abusos por funcion\u00e1rios do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Department of Homeland Security\u2019s Customs and Border Protection<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> dos Estados Unidos contra crian\u00e7as e adolescentes n\u00e3o-documentados. Intitulado \u201cWe must protect migrant children from abuse by U.S. Border Patrol\u201d [\u201cDevemos proteger as crian\u00e7as migrantes do abuso da patrulha de fronteira dos EUA\u201d], o documento-den\u00fancia \u00e9 baseado na leitura jur\u00eddica de cerca de 300 mil p\u00e1ginas de processos obtidos pela ACLU.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ironicamente, o artigo do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Chigaco Tribune<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> inicia com as seguintes indaga\u00e7\u00f5es: \u201cN\u00f3s falamos muito sobre proteger as crian\u00e7as. Queremos proteg\u00ea-los da viol\u00eancia em nossos bairros e escolas. Queremos proteg\u00ea-los do abuso e da neglig\u00eancia em nossas institui\u00e7\u00f5es e lares. Mas o que acontece quando as crian\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o nossos filhos? Ainda nos importamos com as crian\u00e7as mesmo quando elas nascem em outro lugar? E se essas crian\u00e7as est\u00e3o sendo mantidas pelo nosso governo?\u201d. A den\u00fancia da ACLU \u00e9 categ\u00f3rica ao afirmar que crian\u00e7as e adolescentes indocumentados, na \u00e9poca sob cust\u00f3dia da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">U.S. Border Patrol<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, relataram casos de humilha\u00e7\u00e3o e sess\u00f5es de espancamento e tortura promovidas por autoridades policiais. Al\u00e9m de outros relatos de abuso e viola\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos, como o de priva\u00e7\u00e3o de alimentos, de falta atendimento m\u00e9dico e hospitalar, e, prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es dos alojamentos, onde n\u00e3o raras vezes faltavam colch\u00f5es, cobertores, produtos de higiene e limpeza. O estudo aponta ainda que, apesar desses casos terem ocorrido durante o governo Barack Obama, acredita-se que estudos futuros dever\u00e3o apontar para o recrudescimento dessas viola\u00e7\u00f5es no primeiro ano da administra\u00e7\u00e3o Donald Trump, devido sua pol\u00edtica de intensifica\u00e7\u00e3o do controle de fronteiras. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na \u00faltima d\u00e9cada v\u00e1rias associa\u00e7\u00f5es, institui\u00e7\u00f5es e Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o-governamentais de acolhimento a imigrantes e transmigrantes indocumentados no M\u00e9xico e nos Estados Unidos v\u00eam alertando as autoridades de ambos os pa\u00edses para o crescimento consider\u00e1vel do fluxo de crian\u00e7as e adolescentes que almejam cruzar a fronteira entre os dois pa\u00edses. N\u00e3o foi publicado at\u00e9 o presente qualquer estudo consistente sobre os n\u00fameros desse fluxo infantil. Mas, sabe-se que ele tem sido cada vez mais constante e consistente, e, que, somente no \u00faltimo ano, cerca de 1500 crian\u00e7as e adolescentes encontravam-se sob cust\u00f3dio do governo dos Estados Unidos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em sua maioria, s\u00e3o crian\u00e7as e adolescentes com idades entre 9 e 16 anos advindos de pa\u00edses da Am\u00e9rica Central, como Honduras, Guatemala e El Salvador, que percorrem longas dist\u00e2ncias a fim de reencontrar familiares pr\u00f3ximos nos Estados Unidos \u2013 em geral, o pai ou a m\u00e3e \u2013, ou ent\u00e3o, fugindo das a\u00e7\u00f5es violentas e de amea\u00e7as \u00e0 vida promovidas por grupos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">pandilleros<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (gangues), pelo crime organizado, ou pelos pr\u00f3prios familiares em seus respectivos pa\u00edses. Elas viajam sozinhas ou em grupos pequenos cruzando de sul a norte o territ\u00f3rio do M\u00e9xico em composi\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias de carga, que ficaram conhecidas como \u201cLa Bestia\u201d. Al\u00e9m dos riscos de quedas \u2013 quase sempre resultando em mortes ou mutila\u00e7\u00f5es \u2013 e dos constantes assaltos, tamb\u00e9m perpetrados por transmigrantes adultos, uma vez em territ\u00f3rio mexicano essas crian\u00e7as e adolescentes s\u00e3o presas f\u00e1ceis para grupos de narcotraficantes, sequestradores, exploradores sexuais e autoridades policiais inescrupulosas. N\u00e3o raros s\u00e3o os casos de meninas e meninos transmigrantes raptados a fim de abastecer o mercado da prostitui\u00e7\u00e3o infantil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A quest\u00e3o da transmigra\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes centro-americanos \u00e9 urgente e demonstra que, em pouco mais de uma d\u00e9cada de ocorr\u00eancia do fen\u00f4meno, nada ou quase nada tem sido feito pelas autoridades pol\u00edticas dos pa\u00edses envolvidos para que essa trag\u00e9dia humanit\u00e1ria do s\u00e9culo XXI seja estancada. Resumindo-se a a\u00e7\u00f5es que denunciam um perverso jogo de empurra-empurra. Assim, enquanto que, por um lado, as autoridades pol\u00edticas de pa\u00edses como Honduras, Guatemala e El Salvador declaram n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de investir e solucionar a explos\u00e3o de viol\u00eancia em seus territ\u00f3rios, por outro, Estados Unidos e M\u00e9xico tratam a situa\u00e7\u00e3o apenas como caso de pol\u00edcia e de seguran\u00e7a nacional, investindo bilh\u00f5es de d\u00f3lares anualmente no controle de suas fronteiras. Em 2014 \u2013 quatro anos atr\u00e1s \u2013 a representa\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas em Tegucigalpa, capital de Honduras, j\u00e1 expressava preocupa\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o ao fen\u00f4meno e garantia ajuda estrat\u00e9gica ao governo daquele pa\u00eds. Igualmente, declarava \u2013 ironia do destino \u2013 que reconhecia o esfor\u00e7o do ent\u00e3o governo de Barack Obama em tratar a quest\u00e3o como \u201cproblema de emerg\u00eancia humanit\u00e1ria.\u201d Contudo, tal como aponta o estudo, nem durante a era Obama, tampouco no primeiro ano de Donald Trump, a quest\u00e3o da transmigra\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes tem sido encarada com serenidade e seriedade. O que h\u00e1 quatro anos era \u201cproblema de emerg\u00eancia humanit\u00e1ria\u201d se avolumou, tornando-se \u2013 a meu ver \u2013 crise humanit\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa crise humanit\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 problema deste ou daquele pa\u00eds. A solu\u00e7\u00e3o definitiva para ela n\u00e3o pode ficar \u00e0 merc\u00ea do c\u00f4modo jogo de empurra-empurra entre na\u00e7\u00f5es, tampouco de pirot\u00e9cnicas a\u00e7\u00f5es populistas, tais como os bilh\u00f5es de d\u00f3lares investidos anualmente em a\u00e7\u00f5es policiais e de controle de fronteiras pelos governos Enrique Pe\u00f1a Nieto (M\u00e9xico) e Donald Trump (Estados Unidos), e a mirabolante ideia de edifica\u00e7\u00e3o de um muro separando pa\u00edses \u2013 promessa de campanha desse \u00faltimo. Essas crian\u00e7as e adolescentes n\u00e3o s\u00e3o e n\u00e3o podem continuar sendo vistas e tratadas pelas autoridades pol\u00edticas dos pa\u00edses envolvidos e pela ONU como meros imigrantes ou transmigrantes indocumentados. Basta! Elas s\u00e3o refugiadas. E, nesse caso, a mudan\u00e7a de denomina\u00e7\u00e3o \u00e9 de suma import\u00e2ncia, pois compromete a ONU e os pa\u00edses signat\u00e1rios \u2013 entre os quais, todos os pa\u00edses acima elencados \u2013 a proteg\u00ea-las sob o Estatuto dos Refugiados da Conven\u00e7\u00e3o de Genebra (Conven\u00e7\u00e3o de 1951 e Protocolo de 1967), que define como refugiado, em seu artigo 1\u00ba:<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cToda a pessoa que, em raz\u00e3o de fundados temores de persegui\u00e7\u00e3o devido \u00e0 sua ra\u00e7a, religi\u00e3o, nacionalidade, associa\u00e7\u00e3o a determinado grupo social ou opini\u00e3o pol\u00edtica, encontra-se fora de seu pa\u00eds de origem e que, por causa dos ditos temores, n\u00e3o pode ou n\u00e3o quer fazer uso da prote\u00e7\u00e3o desse pa\u00eds ou, n\u00e3o tendo uma nacionalidade e estando fora do pa\u00eds em que residia como resultado daqueles eventos, n\u00e3o pode ou, em raz\u00e3o daqueles temores, n\u00e3o quer regressar ao mesmo.\u201d<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O ref\u00fagio <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Peter\u2019s Pan<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> se consolida nesse in\u00edcio de s\u00e9culo e mil\u00eanio como uma das maiores \u2013 e, vergonhosamente, mais silenciadas pela m\u00eddia internacional \u2013 crises humanit\u00e1rias das Am\u00e9ricas. E assim deve ser encarada. Essas crian\u00e7as e adolescentes n\u00e3o podem continuar sendo tratadas como caso de pol\u00edcia ou por mecanismos de controle extensivo de fronteiras. N\u00e3o devem dormir em abrigos parecidos como celas \u2013 ainda que em condi\u00e7\u00f5es dignamente humanas \u2013 porque n\u00e3o s\u00e3o criminosos, tampouco ilegais. S\u00e3o refugiados! De igual modo, n\u00e3o devem ser deportadas porque \u2013 em muitos casos \u2013 correm risco de vida em seus pa\u00edses de origem. Elas devem ser acolhidas e reconhecidas pelos Estados-na\u00e7\u00e3o que cruzam ou de destino. Pol\u00edticas de naturaliza\u00e7\u00e3o e programas especiais de aten\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o para elas devem ser criados e direcionados. E, principalmente, urge a necessidade de cobran\u00e7a e acompanhamento por parte de organismos internacionais que pa\u00edses como Honduras, Guatemala e El Salvador coloquem em marcha e cumpram programas s\u00e9rios e eficientes que possam garantir a essas crian\u00e7as o respeito aos seus direitos mais fundamentais, como \u00e0 vida. Afinal, a vida e os direitos de uma crian\u00e7a \u2013 e de qualquer outro ser humano \u2013 devem ter o mesmo valor e garantias em qualquer lugar. N\u00e3o importa nacionalidade, idade ou classe social. Precisamos urgentemente, \u00e0 exemplo de Mamoudou Gassama, salvar tamb\u00e9m as vidas dessas crian\u00e7as centro-americanas que dia ap\u00f3s dia despencam do quarto, quinto ou d\u00e9cimo andar da sobreviv\u00eancia por conta de pol\u00edticos negligentes e negligentes pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Francisco Rio Nos \u00faltimos dias duas not\u00edcias chamaram a aten\u00e7\u00e3o. Elas expuseram como uma mesma quest\u00e3o, que a princ\u00edpio chamaremos aqui de imigra\u00e7\u00e3o indocumentada, pode ser encarada por distintos governos e pol\u00edticas por prismas t\u00e3o antag\u00f4nicos. 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