{"id":552429,"date":"2017-11-07T19:36:52","date_gmt":"2017-11-07T19:36:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=552429\/"},"modified":"2017-11-08T00:44:16","modified_gmt":"2017-11-08T00:44:16","slug":"editorial-significa-usar-black-is-beautiful-promover-linha-papel-higienico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2017\/11\/editorial-significa-usar-black-is-beautiful-promover-linha-papel-higienico\/","title":{"rendered":"O que significa usar Black is Beautiful para promover uma linha de papel higi\u00eanico?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por Felipe Honorato.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\nGostaria de iniciar este artigo fazendo algumas perguntas ao leitor. O que seus professores ou seus livros did\u00e1ticos te ensinaram sobre a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura no Brasil? Que foi um ato da Princesa Isabel ou um conjunto de fatores que v\u00e3o da luta e resist\u00eancia dos escravos at\u00e9 a press\u00e3o internacional da Inglaterra? Fora lhe ensinado algo, durante sua educa\u00e7\u00e3o formal, sobre Jo\u00e3o C\u00e2ndido, Abdias Nascimento, Dandara dos Palmares, o Teatro Experimental Negro, a Revolta dos Mal\u00eas ou algum outro personagem ou organiza\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica da luta social negra brasileira que n\u00e3o seja Zumbi dos Palmares?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aposto que \u00e0 maioria de voc\u00eas que est\u00e3o lendo este texto, a resposta para a primeira pergunta foi \u201cque fora um ato da Princesa Isabel\u201d, e, para a segunda pergunta, foi \u201cn\u00e3o\u201d. Nada disto \u00e9 por acaso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">At\u00e9 meados do s\u00e9culo XIX, \u00c1frica e Europa eram pares e suas na\u00e7\u00f5es disputavam, em p\u00e9 de igualdade, espa\u00e7o no xadrez das rela\u00e7\u00f5es internacionais e diplomacia. Peguemos, para ilustrar tal situa\u00e7\u00e3o, o exemplo do Reino do Kongo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O mais poderoso dentre todos os reinos que surgiram na \u00c1frica Central, o Kongo teve seu primeiro contato com a Europa quando o portugu\u00eas Diogo C\u00e3o alcan\u00e7ou, no s\u00e9culo XV, M`banza Kongo, capital do reino. Havia interesse muito forte, por parte dos portugueses, em encontrar mineirais e em quebrar o monop\u00f3lio real kongol\u00eas sobre o com\u00e9rcio de escravos negociados naquela regi\u00e3o. Ocorreu, em 1622, uma grande tentativa de invas\u00e3o portuguesa do Reino do Kongo, derrotada pelos africanos. Ap\u00f3s isto, nenhuma outra tentiva de invas\u00e3o militar ou anexa\u00e7\u00e3o ao Reino Portugu\u00eas do Kongo fora feita, mas sim o uso de muitas estrat\u00e9gias duradouras que buscaram aproximar o reino centro-africano do reino ib\u00e9rico ou enfraquec\u00ea-lo: a nobreza kongolesa foi incutida de costumes lusos, afro-portugueses fizeram, em S\u00e3o Tom\u00e9, uma poderosa base de tr\u00e1fico escravo, Portugal estabeleceu uma s\u00f3lida col\u00f4nia em Luanda. O Reino do Kongo ruiu cerca de dois s\u00e9culos ap\u00f3s Diogo C\u00e3o adentrar a bacia do rio Nzadi (atual rio Congo).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre o fim do s\u00e9culo XVIII e o in\u00edcio do XIX houve uma importante mudan\u00e7a de paradigma no continente europeu. Aconteceram por l\u00e1, dois ciclos de aceleradas evolu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que modificaram significativamente os meios de produ\u00e7\u00e3o e influenciaram, de forma profunda, a sociedade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A primeira e a segunda revolu\u00e7\u00f5es industriais introduziram, cronologicamente, as m\u00e1quinas movidas a vapor, eletricidade e combust\u00e3o, acelerando os meios de transporte e comunica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de terem aumentado muito a capacidade produtiva do homem, tornando poss\u00edvel, por exemplo, a aplica\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas como a produ\u00e7\u00e3o em linha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com uma capacidade de produ\u00e7\u00e3o aumentada, uma necessidade maior de mat\u00e9rias-primas e meios de transporte mais \u00e1geis, as pot\u00eancias europ\u00e9ias se viram ante a obriga\u00e7\u00e3o de procurarem mais consumidores e materiais para seus produtos. Neste momento da hist\u00f3ria, s\u00e9culo XIX, percebeu-se que a escravid\u00e3o n\u00e3o compensava mais, pois seu custo, no fim das contas, era maior do que garantir ao negro americano a liberdade, uma cidadania de segunda classe e m\u00edseros sal\u00e1rios, que o permitissem consumir o m\u00ednimo. Aqui, por exemplo, est\u00e1 o cerne de todo o esfor\u00e7o ingl\u00eas para pregar o fim da escravid\u00e3o mundo afora, assim como espalhar ideiais abolicionistas pelo globo, fazendo com que uma parte da elite mundial, que muito havia se beneficiado da escravid\u00e3o negra, passasse a ver a aboli\u00e7\u00e3o com bons olhos e, inclusive, a defendesse \u2013 Joaquim Nabuco, que nasceu em uma fam\u00edlia ligada a cultura canavieira pernambucana, mas se notabilizou, dentre outros motivos, pela defesa da aboli\u00e7\u00e3o, pode ser dado como um bom exemplo disso. At\u00e9 ent\u00e3o, o conceito de distin\u00e7\u00e3o racial estava baseado em teorias teol\u00f3gicas e a escravid\u00e3o comandada por europeus em suas col\u00f4nias americanas era cromatizada \u2013 s\u00f3 virava escravo quem era negro. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com o cen\u00e1rio descrito anteriormente, fez-se necess\u00e1rio que uma nova premissa fosse criada para orientar as rela\u00e7\u00f5es estatais entre Europa e \u00c1frica e a apropria\u00e7\u00e3o dos recursos naturais e mercados consumidores africanos por parte dos europeus ocidentais, t\u00e3o almejada em vista da avidez que as revolu\u00e7\u00f5es industrais trouxeram, fosse justificada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste ponto, vou recorrer \u00e0 obra \u201c Os olhos do imp\u00e9rio: relatos de viagem e transcultura\u00e7\u00e3o\u201d, trabalho de Mary Louise Pratt que se tornou essencial para todos que pesquisam ou se interessam pelo colonialismo, pois explica como o pensamento cient\u00edfico forneceu os alicerces para que o imperialismo capitalista colonial atuasse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1735, Carl Linn\u00e9, que ficou conhecido atrav\u00e9s da vers\u00e3o latina de seu nome, Linnaeus (Lineu, em portugu\u00eas), publicou \u201cO Sistema da Natureza\u201d, onde introduziu um sistema classificat\u00f3rio da flora a partir de suas partes reprodutivas, usando como l\u00edngua corrente o latim. Assim, segundo Pratt, \u201ctodas as plantas da Terra [\u2026] poderiam ser inseridas neste simples sistema de distin\u00e7\u00f5es, incluindo aquelas ainda desconhecidas pelos europeus\u201d. Muitos disc\u00edpulos de Lineu apareceram, viajando aos quatro cantos do mundo afim de catalogarem as mais diferentes esp\u00e9cies de plantas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao mesmo tempo que a cria\u00e7\u00e3o do sueco, de forma ben\u00e9fica, trouxe uma populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia, originou tamb\u00e9m outros dois resultados n\u00e3o t\u00e3o apreci\u00e1veis assim: Em primeiro lugar, o sistema classificat\u00f3rio tem um car\u00e1ter totalizador, pois, sem que esta fosse a inten\u00e7\u00e3o do cientista, homogeinizou todas as plantas, lhes atribuindo uma nomenclatura comum, apagando, desta forma, toda uma contextualiza\u00e7\u00e3o que elas tinham tanto na sociedade, quanto no ecossistema nos quais estavam inseridas, bem como forneceu, ao europeu ocidental, o controle da informa\u00e7\u00e3o, e, consequentemente, da ret\u00f3rica sobre ela; em segundo lugar, permitiu que o interesse privado se aproximasse do sueco e seus seguidores, uma vez que Lineu e seus disc\u00edpulos, para viajarem a terras long\u00ednquas a catalogar plantas, pegavam \u201ccarona\u201d em navios de grandes companhias comerciais e tamb\u00e9m usavam a estrutura das mesmas \u2013 a Companhia Sueca da \u00cdndia Oriental se destacou neste quesito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lineu, ent\u00e3o, avan\u00e7ou na cria\u00e7\u00e3o de um sistema classificat\u00f3rio para os animais, onde identificou o Homo Sapiens, que, posteriormente, foi subclassificado em outras seis categorias. Assim era a classifica\u00e7\u00e3o do europeu: claro, sangu\u00edneo, musculoso; cabelo louro, castanho, ondulado; olhos azuis, delicado, perspicaz, inventivo; coberto por vestes justas; governado por leis. J\u00e1 o africano, era descrito da seguinte forma: negro, fleum\u00e1tico, relaxado; cabelos negros, crespos; pele acetinada; nariz achatado, l\u00e1bios t\u00famidos; engenhoso, indolente, negligente; unta-se com gordura; governado pelo capricho. \u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este sistema classificat\u00f3rio serviu como base para o que Mary Louise Pratt chamou de \u201cmito da superioridade europ\u00e9ia\u201d, justificativa para domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o do continente africano por parte das pot\u00eancias coloniais. Este mito da superioridade se difundiu de tal forma que, at\u00e9 hoje, se faz presente nas mais distintas sociedades, alimentando um intermin\u00e1vel preconceito, n\u00e3o s\u00f3 contra o negro, definido na classifica\u00e7\u00e3o como o africano padr\u00e3o, mas tamb\u00e9m contra o \u00e1rabe, figura majorit\u00e1ria no Magreb \u2013 a quest\u00e3o oriental e o orientalismo dividiram, concomitantemente \u00e0 partilha da \u00c1frica, a aten\u00e7\u00e3o das metr\u00f3poles euro\u00e9ias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A tentativa argentina de embranquecimento de sua popula\u00e7\u00e3o (\u201cbem sucedida\u201d) e a brasileira (que n\u00e3o saiu como nossos governantes queriam), assim como a segrega\u00e7\u00e3o estadunidense, por exemplo, tem todos como n\u00facleo o pensamento cinet\u00edfico da superioridade racial, a nome da qual, um outro campo cient\u00edfico fora criado \u2013 a antropologia, que, por muito tempo foi intimamente ligada \u00e0 biologia e vista como a ci\u00eancia do colonizador. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O racismo, nestas outras sociedades n\u00e3o-africanas, mas que sorveu da mentalidade colonial, tinha a seu servi\u00e7o a supress\u00e3o de direitos e a viol\u00eancia. N\u00e3o ocorre viol\u00eancia somente quando as for\u00e7as de seguran\u00e7a do Estado reprimem de forma bruta uma manifesta\u00e7\u00e3o; ela pode ser simb\u00f3lica e uma das formas de viol\u00eancia simb\u00f3lica que at\u00e9 os dias atuais \u00e9 utilizada nestes contextos de profunda inequidade racial \u00e9 a invisibilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como defendi bem no in\u00edcio deste texto, a aus\u00eancia do negro brasileiro nos livros de hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 eventualidade, faz parte do racismo nacional. Desta mesma forma, uma fabricante de papel higi\u00eanico pegar uma express\u00e3o surgida no seio de um dos movimentos que foram mais representativos dentro da luta negra pela extens\u00e3o de sua cidadania para promover um de seus produtos, configura-se como uma forma fort\u00edssima de viol\u00eancia, pois n\u00e3o s\u00f3 refor\u00e7a a invisibilidade, mas tamb\u00e9m banaliza um s\u00edmbolo muito significativo da hist\u00f3ria negra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A express\u00e3o Black is Beautiful foi criada no bojo do movimento pelos direitos civis estadunidense. Este movimento foi uma luta que, podemos dizer, teve seu embri\u00e3o nos abolicionistas afro-americanos, como Frederick Douglass e Harriet Tubman, e tamb\u00e9m no pan-africanismo e nas organiza\u00e7\u00f5es de defesa do negro que os pan-africanistas estadunidenses fundaram &#8211; \u00a0Marcus Garvey, Du Bois e a Associa\u00e7\u00e3o Nacional para as Pessoas de Cor (NAACP) s\u00e3o expoentes desta corrente intelectual, que tinha, como elemento de coes\u00e3o, a ra\u00e7a e se alastrou pelas col\u00f4nias e ex-col\u00f4nias brit\u00e2nicas, tendo os Estados Unidos como um dos seus grandes n\u00facleos. O movimento pelos direitos civis brigava para que, de forma geral, os negros estadunidenses podessem gozar de fato dos chamados direitos de segunda gera\u00e7\u00e3o (pol\u00edticos e sociais), j\u00e1 que estes eram garantidos pela constitui\u00e7\u00e3o, mas muitos estados, principalmente sulistas, a partir de legisla\u00e7\u00f5es regionais, os impediam de exerc\u00ea-los, al\u00e9m do fim do racismo, fosse ele institucionalizado ou n\u00e3o. Apesar de remontar, no m\u00ednimo, at\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo XX, o movimento viveu seu \u00e1pice entre as d\u00e9cadas de 1950 e 1960. Isto por que, neste per\u00edodo, atuaram as lideran\u00e7as e organiza\u00e7\u00f5es mais simb\u00f3licas deste movimento \u2013 Malcolm X, ativista social do Harlem ligado a Na\u00e7\u00e3o do Isl\u00e3 que, durante a maior parte de seu ativismo, defendeu a separa\u00e7\u00e3o das ra\u00e7as; Martin Luther King Jr., lider religioso batista sulista que defendia t\u00e1ticas pacifista de resist\u00eancia; Partido dos Panteras Negras, organiza\u00e7\u00e3o nascida na Calif\u00f3rnia de defesa e amparo social da comunidade afro-americana \u2013, bem como ocorreram seus eventos mais marcantes: na d\u00e9cada de 1950, Rosa Parks se recusou a ceder seu assento em um \u00f4nibus a uma pessoa branca e foi presa, fazendo com que a comunidade negra de Montgomery, onde se passou o fato, organizasse um boicote contra o servi\u00e7o p\u00fablico de transporte da cidade; nesta d\u00e9cada, tamb\u00e9m, alunos negros que se matricularam em escolas at\u00e9 ent\u00e3o segregadas do Arkansas, tiveram seu direito de acompanhar as aulas garantidos pela Suprema Corte e pelo governo federal; na d\u00e9cada de 1960, se alastraram, pelo sul, os atos de resist\u00eancia pac\u00edfica; foram nestes dez anos que Martin Luther King proferiu, durante uma marcha em Washington, seu famoso discurso \u201cEu tenho um sonho\u201d e que entraram em vigor o Ato dos Direitos Civis, que proibia o racismo institucionalizado, e o Ato dos Direitos de Voto, que garantia o sulfr\u00e1gio universal. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De toda esta luta, que alcan\u00e7ou resultados extremamente significativos, emergiu a express\u00e3o Black Is Beautifil, que remete ao orgulho e a auto-estima do negro. A express\u00e3o se popularizou e atingiu a cultura de massa estadunidense atrav\u00e9s do movimento Black Power, que a associou a um estilo que incluia o cabelo black power, crespo e volumoso, e roupas de inspira\u00e7\u00e3o afroc\u00eantrica. No Brasil, se fez presente atrav\u00e9s dos bailes blacks, da soul music de Tim Maia, Banda Black Rio, Tony Tornado, dentre outros, al\u00e9m da can\u00e7\u00e3o \u201cNegro \u00e9 Lindo\u201d, de Jorge Ben.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este fabricante de papel higi\u00eanico, ao associar uma express\u00e3o de t\u00e3o grande signific\u00e2ncia hist\u00f3rica \u00e0 cor de seu produto, n\u00e3o s\u00f3 tripudiou a hist\u00f3ria negra, n\u00e3o s\u00f3 menosprezou o orgulho e auto-estima de um povo que at\u00e9 hoje sofre com condi\u00e7\u00f5es sociais adversas, mas tamb\u00e9m apagou a mem\u00f3ria de todos aqueles afro-americanos que perderam suas vidas nas m\u00e3os de organiza\u00e7\u00f5es que se aproveitaram da segrega\u00e7\u00e3o para promover o terror, como a Ku-Klux-Klan, e o legado de personalidades, como Angela Davis e Muhammad Ali, que participaram ativamente do movimento pelos direitos civis.<\/span><\/p>\n<p>por Felipe Honroato<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" style=\"border: none; overflow: hidden;\" src=\"https:\/\/www.facebook.com\/plugins\/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fquatrov%2Fvideos%2F1739266139713915%2F&amp;show_text=0&amp;width=560\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Felipe Honorato. 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