{"id":45208,"date":"2013-03-30T03:37:37","date_gmt":"2013-03-30T03:37:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/?p=45208"},"modified":"2013-04-05T13:23:40","modified_gmt":"2013-04-05T12:23:40","slug":"entrevista-com-pesquisadora-que-descobriu-agrotoxico-no-leite-materno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2013\/03\/entrevista-com-pesquisadora-que-descobriu-agrotoxico-no-leite-materno\/","title":{"rendered":"Entrevista com pesquisadora que descobriu agrot\u00f3xico no leite materno"},"content":{"rendered":"<p>A rep\u00f3rter Manuela Azenha esteve em Cuiab\u00e1, Mato Grosso, onde assistiu \u00e0 defesa de tese da pesquisadora Danielly Palma. A ela coube pesquisar o impacto dos agrot\u00f3xicos em m\u00e3es que estavam amamentando na cidade de Lucas do Rio Verde. A seguir, o relato:<\/p>\n<p>Lucas do Rio Verde \u00e9 um dos maiores produtores de gr\u00e3os do Mato Grosso, estado vitrine do agroneg\u00f3cio no Brasil. Apesar de apresentar alto IDH (\u00edndice de desenvolvimento humano), a exposi\u00e7\u00e3o de um morador a agrot\u00f3xicos no munic\u00edpio durante um ano \u00e9 de aproximadamente 136 litros por habitante, quase 45 vezes maior que a m\u00e9dia nacional \u2014 de 3,66 litros.<\/p>\n<p>Desde 2006, ano em que ocorreu um acidente por pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea que contaminou toda a cidade, Lucas do Rio Verde passou a fazer parte de um projeto de pesquisa coordenado pelo m\u00e9dico e doutor em toxicologia, Wanderlei Pignatti, em parceria com a Fiocruz. A pesquisa avaliou os res\u00edduos de agrot\u00f3xicos em amostras de \u00e1gua de chuva, de po\u00e7os artesianos, de sangue e urina humanos, de anf\u00edbios, e do leite materno de 62 m\u00e3es. A pesquisa referente \u00e0s m\u00e3es coube \u00e0 mestranda da Universidade Federal do Mato Grosso, Danielly Palma.<\/p>\n<p>A pesquisa revelou que 100% das amostras indicam a contamina\u00e7\u00e3o do leite por pelo menos um agrot\u00f3xico. Em todas as m\u00e3es foram encontrados res\u00edduos de DDE, um metab\u00f3lico do DDT, agrot\u00f3xico proibido no Brasil h\u00e1 mais de dez anos. Dos res\u00edduos encontrados, a maioria s\u00e3o organoclorados, subst\u00e2ncias de alta toxicidade, capacidade de dispers\u00e3o e resist\u00eancia tanto no ambiente quanto no corpo humano.<\/p>\n<p>A rep\u00f3rter Manuela Azenha esteve em Cuiab\u00e1, Mato Grosso, onde assistiu \u00e0 defesa de tese da pesquisadora Danielly Palma. No dia seguinte \u00e0 defesa, Danielly concedeu uma entrevista ao Viomundo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A sua pesquisa faz parte de um projeto maior?<\/p>\n<p>Minha pesquisa foi um subprojeto de uma avalia\u00e7\u00e3o que foi realizada em Lucas do Rio Verde e eu fiquei respons\u00e1vel pelo indicador leite materno. Mas a pesquisa maior analisou o ar, \u00e1gua de chuva, sedimentos, \u00e1gua de po\u00e7o artesiano, \u00e1gua superficial, sangue e urina humanos, alguns dados epidemiol\u00f3gicos, m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o em anf\u00edbios.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>E essas pesquisas come\u00e7aram quando e por que?<\/p>\n<p>Come\u00e7amos em 2007. A minha parte foi no ano passado, de fevereiro a junho. Lucas do Rio Verde foi escolhido porque \u00e9 um dos grandes munic\u00edpios produtores mato-grossenses, tanto de soja quanto de milho e, consequentemente, tamb\u00e9m \u00e9 um dos maiores consumidores de agrot\u00f3xicos. Em 2006, quando houve um acidente com um desses avi\u00f5es que fazem pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea em Lucas, o professor Pignati, que foi o coordenador regional do projeto, foi chamado para fazer uma per\u00edcia no local junto com outros professores aqui da Universidade Federal do Mato Grosso. Ent\u00e3o, come\u00e7aram a entrar em contato com o pessoal e viram a necessidade de desenvolver projetos para ver a que n\u00edvel estava a contamina\u00e7\u00e3o do ambiente e da popula\u00e7\u00e3o de Lucas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>E qual \u00e9 o n\u00edvel de contamina\u00e7\u00e3o em que a popula\u00e7\u00e3o de Lucas se encontra hoje? O que sua pesquisa aponta?<\/p>\n<p>Quanto ao leite materno, 100% das amostras indicaram contamina\u00e7\u00e3o por pelo menos um tipo de subst\u00e2ncia. O DDE, que \u00e9 um metab\u00f3lico do DDT, esteve presente em 100%, mas isso indica uma exposi\u00e7\u00e3o passada porque o DDT n\u00e3o \u00e9 utilizada desde 1998, quando teve seu uso proibido. Mas 44% das amostras indicaram o beta-endossulfam, que \u00e9 um is\u00f4mero do agrot\u00f3xico endossulfam, ainda hoje utilizado. Ele teve seu uso cassado, mas at\u00e9 2013 tem que ir diminuindo, que \u00e9 quando a proibi\u00e7\u00e3o ser\u00e1 definitiva. \u00c9 preocupante, porque \u00e9 um organoclorado que ainda est\u00e1 sendo utilizado e est\u00e1 sendo excretado no leite materno.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Foram essas duas subst\u00e2ncias as registradas?<\/p>\n<p>N\u00e3o, tem mais. Foi o DDE em 100% das m\u00e3es [que est\u00e3o amamentando]; beta-endossulfam em 44%; deltametrina, que \u00e9 um piretr\u00f3ide, em 37%; o aldrin em 32%; o alpha-endossulfam, que \u00e9 outro is\u00f4mero do endossulfam, em 32%; alpha-HCH, em 18% das m\u00e3es, o DDT em 13%; trifularina, que \u00e9 um herbicida, em 11%; o lindano, em 6%.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>E o que essas subst\u00e2ncias podem causar no corpo humano?<\/p>\n<p>Todas essas subst\u00e2ncias tem o potencial de causar m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o fetal, indu\u00e7\u00e3o ao aborto, desregulamento do sistema end\u00f3crino \u2014 que \u00e9 o sistema que controla todos os horm\u00f4nios do corpo \u2014 ent\u00e3o pode induzir a v\u00e1rios dist\u00farbios. Podem causar c\u00e2ncer, tamb\u00e9m. Esses s\u00e3o os piores problemas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Voc\u00ea disse que as m\u00e3es foram expostas h\u00e1 mais de dez anos. As subst\u00e2ncias permanecem no corpo por muito tempo?<\/p>\n<p>Permanecem. No caso dos organoclorados, de todas as subst\u00e2ncias analisadas, o endossulfam \u00e9 o \u00fanico que ainda est\u00e1 sendo utilizado. Desde 1998 os organoclorados foram proibidos, a pesquisa foi realizada em 2010, e a gente encontrou n\u00edveis que podem ser considerados altos. Mesmo tendo sido uma exposi\u00e7\u00e3o passada, como as subst\u00e2ncias ficam muito tempo no corpo, esses sintomas podem vir a longo prazo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Durante a sua defesa de mestrado, em que essa pesquisa foi apresentada, os membros da banca ressaltaram o quanto voc\u00ea sofreu para realizar a pesquisa. Quais foram as maiores dificuldades?<\/p>\n<p>A minha maior dificuldade foi em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 valida\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo. Porque, quando voc\u00ea vai pesquisar agrot\u00f3xicos, tem de ter uma precis\u00e3o muito grande. Como s\u00e3o dez subst\u00e2ncias com caracter\u00edsticas diferentes, quando acertava a valida\u00e7\u00e3o para uma, n\u00e3o dava certo para outra. Ent\u00e3o, para ter um m\u00e9todo com precis\u00e3o suficiente para a gente confiar nos resultados, para todas as subst\u00e2ncias, foi um trabalho que exigiu muita for\u00e7a de vontade e tempo. Foi praticamente um ano s\u00f3 para validar o m\u00e9todo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Essas m\u00e3es que foram contaminadas exercem ou exerceram que tipo de atividade? Como elas foram expostas ao agrot\u00f3xico?<\/p>\n<p>Das 62 mulheres que eu entrevistei, apenas uma declarou ter contato direto com o agrot\u00f3xico. Ela \u00e9 engenheira agr\u00f4noma e \u00e9 respons\u00e1vel por um armaz\u00e9m de gr\u00e3os. Tr\u00eas m\u00e3es residem na zona rural, trabalhando como dom\u00e9sticas nas casas dos donos das fazendas. \u00c9 dif\u00edcil dizer que quem est\u00e1 longe da lavoura n\u00e3o est\u00e1 exposto em Lucas do Rio Verde, pela localiza\u00e7\u00e3o da cidade, com as lavouras ao redor. Mas a maioria das entrevistadas trabalha no com\u00e9rcio, s\u00e3o professoras do munic\u00edpio, algumas donas de casa, mas n\u00e3o s\u00e3o expostas ocupacionalmente. A quest\u00e3o \u00e9 o ambiente do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Mas a contamina\u00e7\u00e3o se d\u00e1 pelo ar, pela alimenta\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>A alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das principais vias de exposi\u00e7\u00e3o. Mas, por se tratar de clorados, que j\u00e1 tiveram seu uso proibido, ent\u00e3o eu posso dizer que o ambiente \u00e9 o que est\u00e1 expondo, porque tamb\u00e9m se acumulam no ambiente. No caso da deltametrina e do endossulfam, que ainda s\u00e3o utilizados, o uso atual deles \u00e9 que est\u00e1 causando a contamina\u00e7\u00e3o. Mas, nos usos passados [dos agrot\u00f3xicos agora proibidos], a causa provavelmente foi a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o \u2014 na \u00e9poca em que eram utilizados \u2014 e o pr\u00f3prio meio ambiente contaminado.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o as principais propriedades dessas subst\u00e2ncias encontradas?<\/p>\n<p>Os organoclorados t\u00eam em comum entre si os \u00e1tomos de cloro na sua estrutura, o que d\u00e1 uma grande toxicidade a eles. Eles t\u00eam alta capacidade de se armazenar na gordura, alta press\u00e3o no vapor e o tempo de meia-vida deles \u00e9 muito longo, por isso que para se degradar demora muito tempo. S\u00e3o altamente persistentes no ambiente, tanto nos sedimentos, solo, corpo humano, e t\u00eam a capacidade de se dispersar. Tanto que no \u00c1rtico, onde eles nunca foram aplicados, s\u00e3o encontrados res\u00edduos de organoclorados.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O professor Pignati comentou que a Secretaria da Sa\u00fade dificultou um pouco a pesquisa de voc\u00eas, mas que voc\u00eas fizeram quest\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do governo. Por que?<\/p>\n<p>N\u00f3s vimos a import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o deles porque, quando a exposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 num n\u00edvel elevado e est\u00e1 tendo uma incid\u00eancia maior de certas doen\u00e7as, \u00e9 l\u00e1 na ponta que isso vai estourar, \u00e9 no PSF (Programa Sa\u00fade da Fam\u00edlia). Ent\u00e3o, a gente queria que a Secretaria da Sa\u00fade acompanhasse para ver em que n\u00edvel de exposi\u00e7\u00e3o essa popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 e para que tome medidas. Para que recebam essas pessoas com algum problema de sa\u00fade e saibam diagnosticar, saibam de onde est\u00e1 vindo e o porqu\u00ea de tantas incid\u00eancias de doen\u00e7as no munic\u00edpio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Se a maioria dessas subst\u00e2ncias n\u00e3o est\u00e1 mais sendo utilizada, o que pode ser feito daqui para frente para diminuir o impacto delas sobre o ambiente e a sa\u00fade?<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a essas subst\u00e2ncias que n\u00e3o est\u00e3o sendo mais utilizadas, infelizmente, n\u00e3o temos mais nada a fazer. J\u00e1 foram lan\u00e7adas no ambiente e nos organismos das pessoas. A gente pode parar e pensar no modelo de desenvolvimento que est\u00e1 sendo posto, com esse alto consumo de agrot\u00f3xico e devemos tomar cuidado com as subst\u00e2ncias que ainda est\u00e3o sendo utilizadas para tentar evitar um mal maior.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Como que o agrot\u00f3xico pode afetar o beb\u00ea?<\/p>\n<p>Esses agrot\u00f3xicos s\u00e3o lipof\u00edlicos e se acumulam no tecido gorduroso, ent\u00e3o ficam no organismo e passam para o sangue da m\u00e3e. Atrav\u00e9s da placenta, como h\u00e1 troca de sangue entre m\u00e3e e feto, acabam atingindo o feto. E alguns tem a capacidade de passar a barreira da placenta e atingir o feto. Durante a lacta\u00e7\u00e3o, o agrot\u00f3xico acaba sendo excretado pelo leite humano.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, mesmo que n\u00e3o amamente o filho, ele pode nascer com res\u00edduo de agrot\u00f3xico?<\/p>\n<p>Sim, isso se a contamina\u00e7\u00e3o da m\u00e3e for muito elevada.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Foi o caso nas m\u00e3es [pesquisadas] de Lucas do Rio Verde?<\/p>\n<p>Alguns n\u00edveis [encontrados] consideramos altos, at\u00e9 porque o leite humano deveria ser isento de todas essas subst\u00e2ncias. Deveria ser o alimento mais puro do mundo. E a gente v\u00ea que isso n\u00e3o ocorre, tanto nos meus resultados quanto em trabalhos realizados no mundo inteiro que evidenciaram essa contamina\u00e7\u00e3o. A crian\u00e7a acaba sendo afetada desde a vida uterina e depois na amamenta\u00e7\u00e3o \u00e9 mais uma quantidade de agrot\u00f3xicos que ela vai receber. Mas \u00e9 sempre bom lembrar do risco-benef\u00edcio do aleitamento materno. Nunca se deve incentivar a m\u00e3e a parar de amamentar porque seu leite est\u00e1 contaminado. As vantagens do aleitamento materno s\u00e3o muito maiores do que os riscos da carga contaminante que o leite pode vir a ter.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Quais os riscos dessa contamina\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Os riscos saberemos somente com um acompanhamento a longo prazo dessas crian\u00e7as. O que pode acontecer s\u00e3o problemas no desenvolvimento cognitivo e, dependendo da carga que o beb\u00ea receba desde a gesta\u00e7\u00e3o, pode causar m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o, que pode s\u00f3 ser percebida mais tarde.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Esse acompanhamento dos efeitos dos agrot\u00f3xicos no corpo humano j\u00e1 foi feito ou ainda \u00e9 uma coisa a fazer?<\/p>\n<p>Quanto ao sistema end\u00f3crino, existem evid\u00eancias. Estudos comprovaram a interfer\u00eancia dos agrot\u00f3xicos. Quanto a c\u00e2ncer, m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00f5es teratog\u00eanicas (anomalias e malforma\u00e7\u00f5es ligadas a uma perturba\u00e7\u00e3o do desenvolvimento embrion\u00e1rio ou fetal), estudos realizados em animais apontam para uma poss\u00edvel a\u00e7\u00e3o dos agrot\u00f3xicos nesse sentido. Mas no ser humano n\u00e3o tem como voc\u00ea testar uma \u00fanica subst\u00e2ncia. Quando fazem pesquisas, sempre s\u00e3o encontradas mais de uma subst\u00e2ncia no organismo e, portanto, n\u00e3o se sabe se \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o conjunta dessas subst\u00e2ncias que elevou aquele efeito ou se foi a a\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia apenas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Os resultados da pesquisa s\u00e3o alarmantes?<\/p>\n<p>Foram alarmantes, mas ao mesmo tempo j\u00e1 esper\u00e1vamos por esse resultado, at\u00e9 porque j\u00e1 t\u00ednhamos em m\u00e3os resultados da parte ambiental. Vimos que a exposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o estava muito alta. Com o ambiente contaminado daquela forma, j\u00e1 era esperado encontrar a contamina\u00e7\u00e3o do leite, uma vez que o ambiente influencia na contamina\u00e7\u00e3o humana tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O que ser\u00e1 feito com esses resultados?<\/p>\n<p>Os resultados j\u00e1 foram encaminhados \u00e0s m\u00e3es e, no in\u00edcio do projeto, assumimos o compromisso de, no final, nos reunirmos com elas e explicarmos os resultados. Esperamos que as autoridades do munic\u00edpio e de todas as regi\u00f5es produtoras acordem para o modelo de desenvolvimento que eles est\u00e3o adotando, porque n\u00e3o adianta ter um IDH alto, ter boa educa\u00e7\u00e3o e sistema de sa\u00fade, se a qualidade de vida em termos de exposi\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 p\u00e9ssima.<\/p>\n<p>Por Manuela Azenha do Viomundo publicada pelo Brasil de Fato<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rep\u00f3rter Manuela Azenha esteve em Cuiab\u00e1, Mato Grosso, onde assistiu \u00e0 defesa de tese da pesquisadora Danielly Palma. A ela coube pesquisar o impacto dos agrot\u00f3xicos em m\u00e3es que estavam amamentando na cidade de Lucas do Rio Verde. 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