{"id":42144,"date":"2013-03-10T01:03:00","date_gmt":"2013-03-10T01:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/?p=42144"},"modified":"2013-03-10T01:34:33","modified_gmt":"2013-03-10T01:34:33","slug":"nicolas-maduro-o-preferido-de-brasil-e-argentina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2013\/03\/nicolas-maduro-o-preferido-de-brasil-e-argentina\/","title":{"rendered":"Nicol\u00e1s Maduro, o preferido de Brasil e Argentina"},"content":{"rendered":"<p>O ex-dirigente sindical do sistema de transporte de Caracas e membro do n\u00facleo dirigente do Partido Socialista Unificado da Venezuela Nicolas Maduro foi o interlocutor mais frequente de l\u00edderes estrangeiros depois de Ch\u00e1vez. Se ele ganhar a presid\u00eancia, ser\u00e1 o terceiro sindicalista a chegar ao poder na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Por Mart\u00edn Granovsky, do P\u00e1gina\/12 publicado no portal Carta Maior<\/p>\n<p>Se sua candidatura permanecer firme, como parece, e se ele for eleito presidente pelo chavismo, Nicol\u00e1s Maduro se converter\u00e1 no terceiro sindicalista que alcan\u00e7a a presid\u00eancia de um pa\u00eds sulamericano nos \u00faltimos dez anos. O primeiro foi Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, em 2003. O segundo, Evo Morales, em 2006. Sem o poder sindical dos dois primeiros, Maduro se formou politicamente como dirigente do sindicato dos motoristas de \u00f4nibus.<\/p>\n<p>Este ano ele completar\u00e1 51 anos. Nascido em 23 de novembro de 1962, seguir\u00e1 deixando o equatoriano Rafael Correa, nascido em 6 de abril de 1963, e a ponto de completar os 50, no posto de presidente mais jovem da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi s\u00f3 Ch\u00e1vez que o apontou como seu candidato. Ainda que n\u00e3o tenham ocorrido pronunciamentos oficiais, o P\u00e1gina\/12 teve conhecimento, por meio de funcion\u00e1rios que pediram para n\u00e3o ser identificados, que tanto o governo da Argentina como o do Brasil preferem Maduro como eventual sucessor.<\/p>\n<p>Maduro assumiu como chanceler em 2006. At\u00e9 sua ren\u00fancia, havia passado o mesmo tempo neste posto que o boliviano David Choquehuanca, mas mais que seus colegas da Argentina (H\u00e9ctor Timerman, 2010) e do Brasil (Antonio Patriota, 2011). N\u00e3o \u00e9 uma simples quest\u00e3o de tempo. Quase sete anos de chancelaria significam que, depois de Ch\u00e1vez, Maduro foi o interlocutor venezuelano mais ass\u00edduo dos presidentes, presidentas e ministros da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o tenho d\u00favidas que Nicol\u00e1s se sair\u00e1 bem, porque \u00e9 um quadro pol\u00edtico com experi\u00eancia e forma\u00e7\u00e3o e porque seus anos de chanceler permitiram que tivesse uma vis\u00e3o do mundo, de seus protagonistas, dos l\u00edderes pol\u00edticos da Am\u00e9rica do Sul\u201d, disse Rafael Follonier, um funcion\u00e1rio com status de secret\u00e1rio de Estado que foi o principal colaborador de N\u00e9stor Kirchner na Unasul e \u00e9 um dos argentinos com mais horas de interlocu\u00e7\u00e3o com Ch\u00e1vez e Maduro.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel que, morto Ch\u00e1vez, aflorem maiores contradi\u00e7\u00f5es dentro do chavismo. Viver em meio \u00e0s contradi\u00e7\u00f5es \u00e9 parte da pol\u00edtica. Ou da vida. O que parece extremo, em um cen\u00e1rio como esse, \u00e9 pensar que Maduro seria uma esp\u00e9cie de t\u00e9cnico sem inser\u00e7\u00e3o no aparato chavista, comparado a, por exemplo, um militar da reserva como Diosdado Cabello, ex-presidente da Assembleia Nacional. Depois de seu per\u00edodo como dirigente sindical, o pr\u00f3prio Maduro ocupou esse posto, que tamb\u00e9m foi ocupado por sua mulher, Cilia Flores.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 pol\u00edtica externa, a Ag\u00eancia Venezuelana de Not\u00edcias, estatal, em outubro de 2012 tra\u00e7ou seu perfil deste modo: \u201cDurante o per\u00edodo em que foi chefe da diplomacia do pa\u00eds, conseguiu-se consolidar a integra\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o com o apoio a blocos como a Uni\u00e3o de Na\u00e7\u00f5es Sulamericanas (Unasul), a Alian\u00e7a Bolivariana para os Povos da Nossa Am\u00e9rica (ALBA) e a Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac)\u201d. A nota assinalava que \u201cem sua gest\u00e3o, se conquista o ingresso do pa\u00eds no Mercosul\u201d. E acrescentava: \u201cMauro Moros conseguiu estreitar as rela\u00e7\u00f5es da Venezuela com na\u00e7\u00f5es irm\u00e3s como China, R\u00fassia, Bielorussia e Ir\u00e3, al\u00e9m de consolidar v\u00ednculos existentes com na\u00e7\u00f5es sul-americanas como Argentina, Brasil e Bol\u00edvia, assim como com Cuba\u201d.<\/p>\n<p>Negociador nato, como bom sindicalista, aqueles que trataram com Maduro o descrevem como um homem capaz de buscar caminhos alternativos, de mostrar-se duro ou brando segundo a conveni\u00eancia, de representar o papel que lhe toca segundo as instru\u00e7\u00f5es de Ch\u00e1vez e de se colocar no papel do outro como hip\u00f3tese intelectual necess\u00e1ria para uma discuss\u00e3o que busca resultados.<\/p>\n<p>O perfil n\u00e3o coincide com o surpreendente gesto tosco de apresentar a enfermidade de Ch\u00e1vez como uma conspira\u00e7\u00e3o cancer\u00edgena, teses que o pr\u00f3prio Ch\u00e1vez havia adiantado no ano passado. Pode se tratar tamb\u00e9m de uma estrat\u00e9gia para instalar a \u00e9pica do Ch\u00e1vez imortal que s\u00f3 sucumbiu perante uma conspira\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos. Neste caso, a apresenta\u00e7\u00e3o seria compat\u00edvel com o par\u00e1grafo da ag\u00eancia de not\u00edcias que descreve a Bielorrusia e o Ir\u00e3 como \u201cirm\u00e3s\u201d e n\u00e3o faz o mesmo com Argentina ou Brasil.<\/p>\n<p>Convic\u00e7\u00e3o, provoca\u00e7\u00e3o t\u00e1tica a Washington ou as duas coisas ao mesmo tempo?<\/p>\n<p>Como chanceler, Maduro foi capaz de enrolar-se no equil\u00edbrio heterog\u00eaneo da diplomacia chavista. Por um lado, a ideia de que o inimigo de meu inimigo, como o Ir\u00e3 em rela\u00e7\u00e3o aos EUA, \u00e9 meu amigo. Por outro, a diversifica\u00e7\u00e3o dos fornecedores militares, apelando a R\u00fassia e tamb\u00e9m a Espanha. Sempre, a busca de um lugar importante na Organiza\u00e7\u00e3o de Pa\u00edses Exportadores de Petr\u00f3leo (OPEP), onde o atual secret\u00e1rio da Unasul, Al\u00ed Rodriguez, chegou a ser secret\u00e1rio geral. Uma observa\u00e7\u00e3o de passagem: em uma conversa com o P\u00e1gina\/12, Rodr\u00edguez disse que a OPEP era uma mostra de esp\u00edrito pr\u00e1tico, porque reunia sob um interesse comum a pa\u00edses t\u00e3o diferentes em sua rela\u00e7\u00e3o com a Casa Branca como o Ir\u00e3 e a Ar\u00e1bia Saudita.<\/p>\n<p>O equil\u00edbrio heterog\u00eaneo de Caracas deveria incluir um ingrediente mais: o regime discursivamente mais anti-EUA da Am\u00e9rica do Sul mantem um excelente n\u00edvel de rela\u00e7\u00f5es comerciais com os Estados Unidos. Segundo dados da C\u00e2mara Venezuelano-Americana de Com\u00e9rcio e Ind\u00fastria, nem sequer a baixa nas exporta\u00e7\u00f5es petroleiras tirou dos EUA seu lugar de primeiro s\u00f3cio comercial da Venezuela, que exporta para aquele pa\u00eds um milh\u00e3o e meio de barris de petr\u00f3leo por dia. O objetivo de Ch\u00e1vez foi substituir parte da demanda norte-americana pelo mercado chin\u00eas.<\/p>\n<p>O interc\u00e2mbio comercial entre Venezuela e EUA caiu 3,14% nos primeiros seis meses de 2012, ao passar de 28,214 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em 2011 para 27,332 bilh\u00f5es, e o saldo comercial favor\u00e1vel ao pa\u00eds sulamericano caiu 33,47%, passando de 17,03 bilh\u00f5es para 11,33 bilh\u00f5es no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Segundo um informe difundido pela C\u00e2mara Venezuelano-Americana de Com\u00e9rcio e Ind\u00fastria (Venamcham), a acentuada diminui\u00e7\u00e3o comercial se deve, principalmente, a uma queda de 15,75% nas exporta\u00e7\u00f5es petroleiras da Venezuela aos EUA, passando de 22,039 bilh\u00f5es de d\u00f3lares no primeiro semestre de 2011 para 18,567 bilh\u00f5es este ano. Os EUA s\u00e3o o primeiro s\u00f3cio comercial da Venezuela e o destino de cerca de 1,5 milh\u00f5es dos 2,5 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo cru que exporta todos os dias, ainda que o governo de Hugo Ch\u00e1vez tratasse de deslocar essa tend\u00eancia em favor da China.<\/p>\n<p>Um jornalista brasileiro da Carta Maior, o doutor em Hist\u00f3ria Gilberto Maringoni, escreveu antes da morte de Ch\u00e1vez um quadro da situa\u00e7\u00e3o que tinha, entre outros, estes quatro elementos:<\/p>\n<p>&#8211; Nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es, o Partido Socialista Unificado da Venezuela obteve uma vit\u00f3ria in\u00e9dita, conquistando o governo de 20 dos 23 estados nacionais, em especial o estrat\u00e9gico Zulia, onde est\u00e1 concentrada a maior parte da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. Esta \u00e9 uma boa base para um chavismo sem Ch\u00e1vez.<\/p>\n<p>&#8211; Apesar do dado anterior, o chavismo sem Ch\u00e1vez tem o desafio de superar um processo pol\u00edtico que se baseou na legitimidade popular de seu l\u00edder, que nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es alcan\u00e7ou 54%.<\/p>\n<p>&#8211; A figura de Ch\u00e1vez manteve atrav\u00e9s de 15 elei\u00e7\u00f5es uma constru\u00e7\u00e3o pol\u00edtica \u201cem um pa\u00eds que, em pouco mais de duas d\u00e9cadas, viveu uma sucess\u00e3o de enfrentamentos internos de alt\u00edssima intensidade: uma tentativa de golpe de Estado, um lockout de mais de dois meses, tr\u00eas referendos, um cerco midi\u00e1tico permanente, oscila\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sabotagens, incapacidade administrativa e v\u00e1rias tentativas de isolamento internacional\u201d.<\/p>\n<p>&#8211; \u201c\u00c9 dif\u00edcil saber se Nicol\u00e1s Maduro, que exibiu um desempenho respeit\u00e1vel e eficiente como chanceler, conseguir\u00e1 assegurar o bast\u00e3o de comando que Ch\u00e1vez lhe confiou. N\u00e3o \u00e9 um problema de capacidade pessoal, algo que o ex-motorista de \u00f4nibus parece ter. A quest\u00e3o \u00e9 saber se o processo pol\u00edtico j\u00e1 amadureceu o suficiente para a exist\u00eancia de um chavismo sem Ch\u00e1vez\u201d.<\/p>\n<p>Amadureceu \u00e9 terceira pessoal do pret\u00e9rito do indicativo. Maduro, primeira pessoal do singular do presente do indicativo ou adjetivo que significa \u201cter chegada ao seu completo desenvolvimento ou que est\u00e1 em seu melhor momento\u201d. Quer dizer tamb\u00e9m \u201cprudente\u201d e \u201ccuidadoso\u201d. Um simples jogo de sem\u00e2ntica. Mais singelo que a pol\u00edtica pura e dura.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ex-dirigente sindical do sistema de transporte de Caracas e membro do n\u00facleo dirigente do Partido Socialista Unificado da Venezuela Nicolas Maduro foi o interlocutor mais frequente de l\u00edderes estrangeiros depois de Ch\u00e1vez. 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