{"id":32199,"date":"2013-01-08T01:11:52","date_gmt":"2013-01-08T01:11:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/?p=32199"},"modified":"2013-01-08T19:28:25","modified_gmt":"2013-01-08T19:28:25","slug":"por-que-nossas-terras-alimentam-as-vacas-e-nao-as-pessoas-que-aqui-vivem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2013\/01\/por-que-nossas-terras-alimentam-as-vacas-e-nao-as-pessoas-que-aqui-vivem\/","title":{"rendered":"Por que nossas terras alimentam as vacas e n\u00e3o as pessoas que aqui vivem?"},"content":{"rendered":"<p>Depois de 500 anos continuamos o pa\u00eds da exporta\u00e7\u00e3o, dom\u00ednio do latif\u00fandio aliado da m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o, que chega \u00e0 terr\u00edvel fome para um n\u00famero imenso de irm\u00e3os e irm\u00e3s brasileiras. O a\u00e7\u00facar, o tabaco, o caf\u00e9, etc. sempre fazendo a riqueza da &#8220;macroeconomia&#8221; e a pobreza real da microeconomia que \u00e9, na verdade, a maior economia porque \u00e9 a economia da maioria. A jogada da vez \u00e9 a soja (junto com a imortal cana) que vai consumindo as terras e os bilh\u00f5es do Estado em infra-estrutura, cr\u00e9ditos bilion\u00e1rios, que s\u00e3o bilh\u00f5es dos impostos arrecadados do mais pobre cafezinho e cachorro-quente da esquina (nem se engane se \u00e9 uma barraquinha irregular, os produtos foram comprados num (hiper)mercado e j\u00e1 est\u00e3o devidamente taxados). Planta-se alimentos para o consumo animal nas terras estrangeiras. Engordam-se as vacas no planeta e a popula\u00e7\u00e3o local emagrece.<\/p>\n<p>A falta de terras para a agricultura voltada \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, aliada \u00e0 pol\u00edtica de exporta\u00e7\u00e3o, regida pelas multinacionais e pelo sistema financeiro tornam o fruto da terra uma mercadoria (commodities, termo usado para dificultar a compreens\u00e3o), \u00e9 a mercantiliza\u00e7\u00e3o da vida! Resultado: os alimentos consumidos pela maioria da popula\u00e7\u00e3o tornam-se mais caros porque poucas s\u00e3o as terras dedicadas a eles e, as que s\u00e3o, em sua maioria s\u00e3o controladas pelo pre\u00e7o internacional, criado para atender \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. H\u00e1 muit\u00edssimos casos mesmo de terras que simplesmente n\u00e3o s\u00e3o utilizadas porque ao aumentar a produ\u00e7\u00e3o de um produto o pre\u00e7o cairia e, com ele, os lucros mais f\u00e1ceis. Mas n\u00e3o h\u00e1 engano: se os latif\u00fandios se tornassem produtivos n\u00e3o seria autom\u00e1tico o benef\u00edcio na mesa do pov\u00e3o.<\/p>\n<p>Com tudo isso em mente, talvez se tenha uma melhor interpreta\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria abaixo, de\u00a0<a href=\"http:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/fale-com-o-autor?uid=vitornuzzi&amp;assunto=Mensagem%20para%20Vitor%20Nuzzi,%20Rede%20Brasil%20Atual\">Vitor Nuzzi, Rede Brasil Atual<\/a>.<\/p>\n<h3>Pre\u00e7os da cesta b\u00e1sica tiveram alta generalizada em 2012<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013 Os pre\u00e7os da cesta b\u00e1sica tiveram alta generalizada, em 2012, nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese, segundo levantamento divulgado hoje (7). Em nove cidades, a eleva\u00e7\u00e3o foi acima de 10%, com destaque para tr\u00eas munic\u00edpios da regi\u00e3o Nordeste: Fortaleza (17,46%), Jo\u00e3o Pessoa (16,47%) e Recife (15,26%). Na cidade mais populosa do pa\u00eds, S\u00e3o Paulo, a cesta aumentou 9,96%. O instituto apurou ainda altas de 11,32% em Bras\u00edlia, 10,18% em Belo Horizonte, 7,20% no Rio de Janeiro e 6,32% em Porto Alegre. A capital ga\u00facha teve a segunda menor varia\u00e7\u00e3o, \u00e0 frente de Vit\u00f3ria (5,63%). Cinco produtos subiram em todas as cidades: arroz, feij\u00e3o, \u00f3leo de soja, manteiga e caf\u00e9.<\/p>\n<p>Apenas em dezembro, de 18 capitais (o Dieese passou a calcular os pre\u00e7os tamb\u00e9m em Campo Grande), a cesta b\u00e1sica aumentou em 15, atingindo 10,61% em Goi\u00e2nia, 3,58% no Rio e 3,41% em Bras\u00edlia. As tr\u00eas capitais com queda no \u00faltimo m\u00eas do ano foram Natal (-2,75%), Vit\u00f3ria (-1,50%) e Aracaju (-0,76%).<\/p>\n<p>O maior valor da cesta continuou sendo o de S\u00e3o Paulo: R$ 304,90. Em seguida, vieram Porto Alegre (R$ 294,37), Vit\u00f3ria (R$ 290,89) e Belo Horizonte (R$ 290,88). Os menores valores foram os de Aracaju (R$ 204,06), Salvador (R$ 227,12) e Jo\u00e3o Pessoa (R$ 237,85).<\/p>\n<p>Com base no pre\u00e7o da cesta b\u00e1sica em S\u00e3o Paulo, o Dieese calculou em R$ 2.561,47 o sal\u00e1rio m\u00ednimo necess\u00e1rio para os gastos b\u00e1sicos de uma fam\u00edlia. Esse valor corresponde a 4,12 o sal\u00e1rio m\u00ednimo em vigor at\u00e9 dezembro (R$ 622). Essa propor\u00e7\u00e3o era de 4,04 vezes em novembro e de 4,27 em dezembro de 2011.<\/p>\n<p>No \u00faltimo m\u00eas de 2012, a jornada m\u00e9dia de trabalho necess\u00e1ria para um trabalhador que ganha sal\u00e1rio m\u00ednimo adquirir os alimentos essenciais foi de 93 horas e 54 minutos, ante 92 horas e 10 minutos em novembro e 97 horas e 22 minutos em dezembro do ano anterior.<\/p>\n<p>O Dieese apurou altas \u201cbastante expressivas\u201d do arroz nas 17 capitais pesquisadas. As principais varia\u00e7\u00f5es foram registradas em Bel\u00e9m (69,01%), Natal (46,41%) e Aracaju (46,22%). \u201cO pre\u00e7o do arroz sofreu impacto, principalmente, da redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada, o que ocasionou diminui\u00e7\u00e3o da oferta do produto no mercado interno\u201d, diz o instituto.<\/p>\n<p>J\u00e1 o feij\u00e3o teve todas as altas acima de 20% no ano passado. Chegaram a 46,64% em Bel\u00e9m, a 44,27% no Rio e 43,33% em Aracaju. \u201cAssim como no caso do arroz, a oferta do produto tamb\u00e9m sofreu revezes devido a adversidades clim\u00e1ticas no momento do plantio, resultando em queda de produtividade m\u00e9dia das lavouras.\u201d<\/p>\n<p>O \u00f3leo de soja, segundo o Dieese, sofreu influ\u00eancia do aumento de pre\u00e7os no mercado internacional e da redu\u00e7\u00e3o da safra nacional. Os principais aumentos foram registrados em S\u00e3o Paulo (27,44%), Vit\u00f3ria (27,05%) e Porto Alegre (26,81%).<\/p>\n<p>No caso da manteiga, as maiores varia\u00e7\u00f5es foram as de Bras\u00edlia (21,96%), Salvador (18,31%) e Florian\u00f3polis (17,93%). E o caf\u00e9 teve as principais altas em Vit\u00f3ria (30,04%), Bras\u00edlia (26,77%) e Bel\u00e9m (19,45%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de 500 anos continuamos o pa\u00eds da exporta\u00e7\u00e3o, dom\u00ednio do latif\u00fandio aliado da m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o, que chega \u00e0 terr\u00edvel fome para um n\u00famero imenso de irm\u00e3os e irm\u00e3s brasileiras. 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