{"id":302755,"date":"2016-04-15T18:45:05","date_gmt":"2016-04-15T17:45:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?p=302755"},"modified":"2016-04-15T18:45:05","modified_gmt":"2016-04-15T17:45:05","slug":"o-campo-minado-de-palmira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2016\/04\/o-campo-minado-de-palmira\/","title":{"rendered":"O campo minado de Palmira"},"content":{"rendered":"<p>Levar\u00e1 tempo at\u00e9 que as ru\u00ednas da hist\u00f3rica cidade s\u00edria, libertada do &#8220;Estado Isl\u00e2mico&#8221; recentemente, possam atrair turistas novamente. H\u00e1 armadilhas por todos os cantos, relata o correspondente Juri Rescheto.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/m.dw.com\/pt\/o-campo-minado-de-palmira\/a-19184067?maca=bra-RSS_por_Pressenza_news-10755-html\"><strong>Veja o V\u00eddeo<\/strong><\/a><\/p>\n<p>Meus joelhos est\u00e3o fracos \u2013 e n\u00e3o s\u00f3 por cansa\u00e7o, mas tamb\u00e9m por respeito. Estou em Palmira, perante os prim\u00f3rdios da civiliza\u00e7\u00e3o. Honestamente, n\u00e3o estou muito interessado nos tesouros arquitet\u00f4nicos roubados, nem no que foi destru\u00eddo pelo &#8220;Estado Isl\u00e2mico&#8221; (EI), ou mesmo naquilo que simplesmente se deteriorou ao longo dos milhares de anos da hist\u00f3ria da humanidade.<\/p>\n<p>As ru\u00ednas s\u00e3o simplesmente espetaculares. Elas brilham como ouro, expostas na luz brilhante do deserto s\u00edrio sob um c\u00e9u azul e sem nuvens.<\/p>\n<p>O port\u00e3o da cidade, o anfiteatro e as colunas mundialmente famosas do primeiro s\u00e9culo depois de Cristo constituem um Patrim\u00f4nio da Humanidade. Palmira se encontra novamente pac\u00edfica e bela, depois que as tropas do EI foram expulsas daqui.<\/p>\n<p>A cidade est\u00e1 calma, n\u00e3o h\u00e1 vento. Ouve-se apenas o clique da c\u00e2mera dos rep\u00f3rteres que viajam comigo. Falamos uns com os outros em voz baixa. Acompanhados do Ex\u00e9rcito russo, somos os primeiros jornalistas a visitar Palmira ap\u00f3s a liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Minas por todo lado<\/p>\n<p>Meus joelhos est\u00e3o fracos tamb\u00e9m por medo de haver uma explos\u00e3o a qualquer momento, a qualquer passo fora do caminho seguro. Palmira est\u00e1 repleta de minas terrestres, o que torna a visita a essa cidade hist\u00f3rica extremamente perigosa \u2013 uma amea\u00e7a \u00e0 vida, para ser mais claro.<\/p>\n<p>Na Alemanha, eu provavelmente teria de assinar muitos pap\u00e9is antes de chegar a um local como esse \u2013 &#8220;Entre por sua pr\u00f3pria conta e risco&#8221;. Os russos, mesmo parecendo um tanto mais relaxados, nos advertiram.<\/p>\n<p>&#8220;Eu estive em cinco guerras, mas nunca vi nada como isso&#8221;, conta Igor Konashenkov, porta-voz do Minist\u00e9rio da Defesa da R\u00fassia. &#8220;H\u00e1 minas por todo o lado: nas paredes, no teto, no piso, e at\u00e9 nas ruas, cobertas por pedras ou asfalto.&#8221;<\/p>\n<p>Especialistas afirmam que 80% das ru\u00ednas de Palmira est\u00e3o em suas condi\u00e7\u00f5es originais, ou seja, n\u00e3o foram danificadas durante a invas\u00e3o do EI \u00e0 cidade. Ainda assim, o que segue de p\u00e9 pode simplesmente desaparecer se os peritos em demoli\u00e7\u00e3o derem um passo em falso.<\/p>\n<p>Um grupo de homens vestindo macac\u00e3o verde-escuro, capacete e \u00f3culos de prote\u00e7\u00e3o andam pelo local como se fossem astronautas na superf\u00edcie de Marte \u2013 devagar e em passos curtos e muito bem calculados. Eles s\u00e3o ca\u00e7a-minas russos e trabalham com ajuda de um c\u00e3o farejador de bombas e um rob\u00f4 que se move de forma aut\u00f4noma.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil para o cachorro&#8221;, explica o tenente Alexei Makarenko, que lidera a equipe. &#8220;Est\u00e1 muito quente, e o aumento da temperatura \u00e9 muito brusco. O c\u00e3o veio direto do frio da R\u00fassia para o calor do deserto s\u00edrio. Humanos se acostumam mais rapidamente.&#8221;<\/p>\n<div id=\"attachment_302765\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-302765\" src=\"http:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/palmira.jpg\" alt=\"Palmira antes e depois do &quot;Estado Isl\u00e2mico&quot;\" width=\"700\" height=\"394\" class=\"size-full wp-image-302765\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/palmira.jpg 700w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/palmira-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><p id=\"caption-attachment-302765\" class=\"wp-caption-text\">Palmira antes e depois do &#8220;Estado Isl\u00e2mico&#8221;<\/p><\/div>\n<p>Entre trauma e esperan\u00e7a<\/p>\n<p>Ahmad Deeb, diretor de assuntos museol\u00f3gicos para a cidade de Palmira, chega ao local. De bon\u00e9 e bigode, ele \u00e9 um homem rechonchudo por volta de seus 60 anos. Meu primeiro pensamento: ele est\u00e1 vivo. O colega dele, Khaled Asaad, arque\u00f3logo-chefe da hist\u00f3rica cidade o\u00e1sis, n\u00e3o est\u00e1 mais. Em agosto, ele foi decapitado em pra\u00e7a p\u00fablica pelo EI, diante dos olhos de v\u00e1rios espectadores. Um assassinato brutal. E Asaad n\u00e3o foi o \u00fanico executado aqui em nome do isl\u00e3.<\/p>\n<p>Em um discurso breve e floreado, Ahmad Deeb agradece aos russos. Sem o Ex\u00e9rcito, afirma, essa bela flor do deserto nunca floresceria novamente. Ele est\u00e1 tenso \u2013 e eu posso compreend\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Deixamos a parte hist\u00f3rica da cidade ap\u00f3s tr\u00eas horas. &#8220;Nossos soldados n\u00e3o est\u00e3o cumprindo apenas uma miss\u00e3o militar aqui, mas tamb\u00e9m uma miss\u00e3o cultural e at\u00e9 mesmo humanit\u00e1ria&#8221;, diz o major-general Konashenkov, no caminho para o centro de Palmira, dentro de um ve\u00edculo blindado. &#8220;Estamos devolvendo para a humanidade aquilo que foi criado h\u00e1 milhares de anos&#8221; \u2013 soa um pouco dram\u00e1tico, mas \u00e9 verdade. Os russos est\u00e3o criando fatos. E o fato \u00e9 que Palmira foi libertada.<\/p>\n<div id=\"attachment_302772\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-302772\" src=\"http:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/palmira-2.jpg\" alt=\"Ap\u00f3s a retomada do controle em Palmira, popula\u00e7\u00e3o come\u00e7a a retornar a suas casas\" width=\"700\" height=\"394\" class=\"size-full wp-image-302772\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/palmira-2.jpg 700w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/palmira-2-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><p id=\"caption-attachment-302772\" class=\"wp-caption-text\">Ap\u00f3s a retomada do controle em Palmira, popula\u00e7\u00e3o come\u00e7a a retornar a suas casas<\/p><\/div>\n<p>Mas a popula\u00e7\u00e3o da Palmira moderna n\u00e3o pode usufruir totalmente dessa nova liberdade. Quando chegamos, havia cerca de 200 pessoas na pra\u00e7a do mercado. Elas carregavam uma express\u00e3o exausta, traumatizados pela intimida\u00e7\u00e3o e tortura causadas pelo EI. As pessoas que retornavam ao local n\u00e3o reconheciam sua cidade devastada. Quem ficou, por sua vez, foi for\u00e7ado a testemunhar a destrui\u00e7\u00e3o de bairros inteiros. Aqui tamb\u00e9m h\u00e1 muitas minas.<\/p>\n<p>Palmira j\u00e1 teve uma popula\u00e7\u00e3o de 70 mil pessoas. Cerca de 15 mil delas sobreviveram aos dez meses de ocupa\u00e7\u00e3o do EI. Mas h\u00e1 esperan\u00e7a para eles aqui?<\/p>\n<p>&#8220;Precisaremos de apenas tr\u00eas meses para retomar os servi\u00e7os da cidade&#8221;, garante Konashenkov. \u00c0 esquerda dele, um homem sobe num poste de energia. A eletricidade \u00e9 prioridade. &#8220;Tendo isso, a vida come\u00e7ar\u00e1 a fluir de novo aqui&#8221;, diz um morador, sorrindo.<\/p>\n<p>Este artigo n\u00e3o est\u00e1 sob Licen\u00e7a Creative Commons e n\u00e3o pode ser reproduzido de nenhuma forma. O mesmo \u00e9 v\u00e1lido para a foto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levar\u00e1 tempo at\u00e9 que as ru\u00ednas da hist\u00f3rica cidade s\u00edria, libertada do &#8220;Estado Isl\u00e2mico&#8221; recentemente, possam atrair turistas novamente. H\u00e1 armadilhas por todos os cantos, relata o correspondente Juri Rescheto. 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