{"id":295027,"date":"2016-03-29T01:14:31","date_gmt":"2016-03-29T00:14:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?p=295027"},"modified":"2016-03-29T01:14:59","modified_gmt":"2016-03-29T00:14:59","slug":"opiniao-guinada-energetica-alema-fukushima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2016\/03\/opiniao-guinada-energetica-alema-fukushima\/","title":{"rendered":"Opini\u00e3o: A guinada energ\u00e9tica alem\u00e3 depois de Fukushima"},"content":{"rendered":"<p>Cinco anos ap\u00f3s a cat\u00e1strofe na usina japonesa, o abandono da energia nuclear n\u00e3o \u00e9 mais tema de debate na Alemanha. A opini\u00e3o internacional oscila entre perplexidade e admira\u00e7\u00e3o, opina o jornalista Jens Thurau.<\/p>\n<p>Berlim, poucos dias atr\u00e1s: uma rodada de debates aborda a reforma do setor energ\u00e9tico na Alemanha. Est\u00e3o presentes um ex-ministro democrata-crist\u00e3o do Meio Ambiente; um representante do empresariado, uma ambientalista. Eles falam de turbinas e\u00f3licas e a resist\u00eancia a elas, de usinas de carv\u00e3o mineral e os gases-estufa que emitem.<\/p>\n<p>S\u00f3 de vez em quando se menciona a energia termonuclear. A impress\u00e3o \u00e9 que se est\u00e1 evocando brevemente o passado a fim de aprender para o futuro. Ningu\u00e9m mais se pronuncia a favor da energia at\u00f4mica. J\u00e1 houve 20 usinas ativas na Alemanha, hoje ainda h\u00e1 oito, que ser\u00e3o desativadas nos pr\u00f3ximos seis anos.<\/p>\n<p>N\u00e3o ocorrem mais controv\u00e9rsias a respeito no Parlamento, nada de grandes debates sociais. Fica quase esquecido que, por estes dias, uma comiss\u00e3o se ocupa da quest\u00e3o sobre quem ter\u00e1 que pagar os bilh\u00f5es que custar\u00e1 o desmonte das usinas nucleares na Alemanha. S\u00f3 o setor? Ou, no fim das contas, o contribuinte mesmo? Um debate para especialistas.<\/p>\n<p>Cinco anos atr\u00e1s, tudo era muito diferente. Em seguida \u00e0 cat\u00e1strofe da usina japonesa de Fukushima, numa espantosa cambalhota para tr\u00e1s a chanceler federal Angela Merkel anunciava o fim da energia nuclear no pa\u00eds. Pouco antes ela havia prorrogado a atividade dos reatores.<\/p>\n<p>O partido da chefe de governo, a Uni\u00e3o Democrata Crist\u00e3 (CDU), n\u00e3o foi consultado a respeito. At\u00e9 hoje se ouvem manifesta\u00e7\u00f5es de ressentimento a respeito, embora muito discretas. A CDU recebia uma amostra do que acontece quando Merkel acha que chegou a hora de um posicionamento claro. \u00c9 que acontece hoje na pol\u00edtica para refugiados.<\/p>\n<p>Desde Fukushima, a reforma energ\u00e9tica \u2013 que j\u00e1 existia antes \u2013 toma impulso. Segundo os dados mais recentes, um ter\u00e7o da eletricidade alem\u00e3 j\u00e1 vem de fontes renov\u00e1veis; linhas de transmiss\u00e3o el\u00e9trica atravessam o pa\u00eds para levar a energia e\u00f3lica do norte ao altamente industrializado sul.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o e\u00f3lica e solar encarece as contas de eletricidade, para irrita\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os, mas n\u00e3o ao ponto de p\u00f4r em risco o projeto como um todo. De quando em vez, um ou outro pessimista evoca a amea\u00e7a de cat\u00e1strofes de abastecimento. Fato \u00e9 que nenhuma na\u00e7\u00e3o do mundo \u00e9 abastecida com tanta seguran\u00e7a quanto a Alemanha. Tudo bem. Vamos conseguir. Sem agita\u00e7\u00e3o, sem reprova\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas como antes.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 bem diferente no exterior. Em muitos pa\u00edses Fukushima \u00e9 percebida, em primeira linha, como uma cat\u00e1strofe natural. O pr\u00f3prio Jap\u00e3o retornou \u00e0 energia termonuclear ap\u00f3s uma pausa. A Fran\u00e7a e os Estados Unidos nunca pensaram em abandonar o \u00e1tomo. De todos os Estados que disp\u00f5em de usinas at\u00f4micas, a Alemanha \u00e9 o \u00fanico que tirou consequ\u00eancias t\u00e3o dr\u00e1sticas.<\/p>\n<p>Tipicamente alem\u00e3o, o german angst de sempre. Mas a efici\u00eancia alem\u00e3 tamb\u00e9m desempenha seu papel: se \u00e9 para ser, que seja at\u00e9 o fim. O pa\u00eds basicamente pobre de sol investe em instala\u00e7\u00f5es fotovoltaicas como nenhum outro. &#8220;Voc\u00eas levam a coisa a s\u00e9rio mesmo, hein?&#8221;, perguntou-me ainda em abril passado um professor de energia do Texas.<\/p>\n<p>Mas tamb\u00e9m n\u00e3o falta admira\u00e7\u00e3o pelos alem\u00e3es. Recentemente Klaus T\u00f6pfer, considerado por muitos como decano da pol\u00edtica ambiental no pa\u00eds, comentou que em geral se diz, no exterior: &#8220;Os alem\u00e3es s\u00e3o malucos. Mas se algu\u00e9m vai conseguir, s\u00e3o eles.&#8221;<\/p>\n<p>E assim a Alemanha trabalha com afinco na reforma do abastecimento energ\u00e9tico. As frentes de trabalho s\u00e3o numerosas, os investimentos, bilion\u00e1rios. Em 2011 e 2012 o esfor\u00e7o foi comparado ao de uma aterrissagem na Lua. Hoje ningu\u00e9m fala mais disso: a alunissagem \u00e9 a crise migrat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Na pol\u00edtica de energia o pa\u00eds realiza silencioso trabalho pioneiro. Quem quiser saber o que custa a remo\u00e7\u00e3o de reatores desativados, ficar\u00e1 sabendo em breve da Alemanha. E tamb\u00e9m como transcorre uma reforma dessas, com todos os seus problemas.<\/p>\n<p>Uma volta \u00e0 energia nuclear n\u00e3o vai acontecer na Alemanha: Fukushima cuidou para que assim seja \u2013 de uma vez por todas.<\/p>\n<p><em>Este artigo n\u00e3o est\u00e1 sob Licen\u00e7a Creative Commons e n\u00e3o pode ser reproduzido de nenhuma forma. O mesmo \u00e9 v\u00e1lido para a foto.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cinco anos ap\u00f3s a cat\u00e1strofe na usina japonesa, o abandono da energia nuclear n\u00e3o \u00e9 mais tema de debate na Alemanha. A opini\u00e3o internacional oscila entre perplexidade e admira\u00e7\u00e3o, opina o jornalista Jens Thurau. 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