{"id":287431,"date":"2016-03-07T21:47:59","date_gmt":"2016-03-07T21:47:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?p=287431"},"modified":"2016-03-07T21:47:59","modified_gmt":"2016-03-07T21:47:59","slug":"mutilacao-genital-feminina-onu-diz-que-ja-basta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2016\/03\/mutilacao-genital-feminina-onu-diz-que-ja-basta\/","title":{"rendered":"Mutila\u00e7\u00e3o genital feminina, ONU diz que j\u00e1 basta"},"content":{"rendered":"<p>Na\u00e7\u00f5es Unidas (Prensa Latina) Ao menos 200 milh\u00f5es de mulheres e meninas no planeta vivem com alguma forma de mutila\u00e7\u00e3o genital, um fen\u00f4meno que as Na\u00e7\u00f5es Unidas consideram uma viola\u00e7\u00e3o de seus direitos humanos e aspira a erradicar para 2030.<\/p>\n<p>Segundo a organiza\u00e7\u00e3o, se continuar a atual tend\u00eancia, outras 15 milh\u00f5es de adolescentes, com idades entre 15 e 19 anos, sofreriam at\u00e9 ent\u00e3o estes procedimentos, definidos como qualquer altera\u00e7\u00e3o ou les\u00e3o dos genitais femininos por raz\u00f5es diferentes \u00e0s m\u00e9dicas.<\/p>\n<p>As consequ\u00eancias da pr\u00e1tica, que costuma se realizar fundamentalmente em algum momento entre a inf\u00e2ncia e os 15 anos, incluem sangramento, cistos, infec\u00e7\u00f5es, infertilidade e complica\u00e7\u00f5es no parto.<\/p>\n<p>O problema concentra-se em 30 pa\u00edses, fundamentalmente da \u00c1frica e do Oriente M\u00e9dio, ainda que tamb\u00e9m est\u00e1 presente em outras partes do mundo, com muita frequ\u00eancia vinculado a cren\u00e7as religiosas e tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;Nunca antes tinha sido mais urgente, ou mais poss\u00edvel, p\u00f4r fim \u00e0 cruel pr\u00e1tica, o qual se traduziria em prevenir um sofrimento imensur\u00e1vel e em potenciar o poder das mulheres e meninas&#8221;, afirmou o secret\u00e1rio geral da ONU em sua mensagem de 2016 pelo Dia Internacional da Zero Toler\u00e2ncia com a Mutila\u00e7\u00e3o Genital Feminina.<\/p>\n<p>A Assembleia Geral estabeleceu em sua resolu\u00e7\u00e3o 67\/146 de 2012 a celebra\u00e7\u00e3o a cada 6 de fevereiro, para chamar a aten\u00e7\u00e3o sobre procedimentos que refletem a desigualdade de g\u00eanero e constituem uma forma extrema de discrimina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ban reconheceu este ano que os governos prestam uma maior aten\u00e7\u00e3o ao tema e melhoram os m\u00e9todos de coletar estat\u00edsticas, o que explica o incremento do n\u00famero de pessoas afetadas.<\/p>\n<p>Em 2014, os dados refletiam ao redor de 130 milh\u00f5es de mulheres e meninas vivendo com a altera\u00e7\u00e3o ou o dano de seus genitais externos, 70 milh\u00f5es menos que os estimados atuais, ainda que este palco tamb\u00e9m sugere que se trata de um problema maior do pensado.<\/p>\n<p>Na\u00e7\u00f5es Unidas espera que a ado\u00e7\u00e3o da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel leve \u00e0 elimina\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>A comunidade internacional aprovou em setembro de 2015 o instrumento de progresso humano, que inclui entre seus 17 objetivos a erradica\u00e7\u00e3o durante os pr\u00f3ximos 15 anos de pr\u00e1ticas negativas como o casal infantil, cedo e for\u00e7ado, e a mutila\u00e7\u00e3o genital feminina, prop\u00f3sito recolhido na quinta meta.<\/p>\n<p>AS V\u00cdTIMAS FALAM <\/p>\n<p>O Conselho Econ\u00f4mico e Social da ONU foi sede neste ano de um evento que reuniu a altos servidores p\u00fablicos da organiza\u00e7\u00e3o, diplomatas, ativistas e v\u00edtimas da mutila\u00e7\u00e3o, muitas delas convertidas em lutadoras por um mundo livre do flagelo.<\/p>\n<p>&#8220;Tiraram-me minha identidade e dignidade, quando cresci, me dei conta que me faltava algo (&#8230;)&#8221;, disse Inna Modja, uma jovem cantora de origem malin\u00eas.<\/p>\n<p>Segundo a promotora do fim do fen\u00f4meno, aos quatro anos sofreu em carne pr\u00f3pria, e foram a m\u00fasica e uma opera\u00e7\u00e3o as que lhe permitiram recuperar a confian\u00e7a.<\/p>\n<p>Modja declarou \u00e0 Prensa Latina que a confronta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o caminho para a elimina\u00e7\u00e3o, dado o componente cultural e religioso muito arraigado em algumas comunidades. Trata-se de conversar com as pessoas, mais bem de explicar e gerar consci\u00eancia, insistiu.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a queniana Keziah Bianca Oseko exp\u00f4s suas experi\u00eancias e qualificou de b\u00e1rbara \u00e0 mutila\u00e7\u00e3o genital.<\/p>\n<p>&#8220;O trauma que vivi me levou ao ativismo, e agora seja como me levantar e lutar pelos direitos das mulheres&#8221;, afirmou no foro, em que interveio o Secret\u00e1rio Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p>De acordo com Oseko, alguma vez sentiu &#8220;que nunca poderia ser convertido em uma mulher, porque lhe faltava algo&#8221;.<\/p>\n<p>TAMB\u00c9M NA AM\u00c9RICA LATINA <\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 Prensa Latina, a ativista e advogada colombiana Patricia Tob\u00f3n assegurou que o fen\u00f4meno tamb\u00e9m afeta a Am\u00e9rica Latina, e pudesse ter bem mais impacto do imaginado.<\/p>\n<p>A ind\u00edgena do povo Embera falou que em seu pa\u00eds se conheceu pela primeira vez esta pr\u00e1tica em 2007, e existem dezenas de casos documentados (51 em 2013 e 2014).<\/p>\n<p>&#8220;Sempre se pensou que era uma situa\u00e7\u00e3o exclusiva dos pa\u00edses africanos e asi\u00e1ticos, mas tamb\u00e9m \u00e9 um assunto da Am\u00e9rica Latina&#8221;, disse a experiente em direitos constitucionais, que viajou \u00e0 ONU para a celebra\u00e7\u00e3o do Dia Internacional da Zero Toler\u00e2ncia com o problema.<\/p>\n<p>De acordo com Tob\u00f3n, os Embera, etnia que na Col\u00f4mbia tem umas 250 mil pessoas distribu\u00eddas em 16 departamentos, habitam ademais no Panam\u00e1 e Equador, pelo que \u00e9 necess\u00e1rio avaliar a situa\u00e7\u00e3o das mulheres e meninas deste grupo origin\u00e1rio nas vizinhas na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o podemos perder de vista que nas Am\u00e9ricas existem in\u00fameros povos ind\u00edgenas, com muita frequ\u00eancia arraigados em zonas selv\u00e1ticas e outras onde o acesso \u00e0 sa\u00fade enfrenta grandes obst\u00e1culos, e a mutila\u00e7\u00e3o genital pudesse ser uma preocupa\u00e7\u00e3o, sublinhou.<\/p>\n<p>Para a ativista, \u00e9 conveniente a n\u00edvel regional incorporar aos programas de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres e a inf\u00e2ncia a revis\u00e3o da pr\u00e1tica da altera\u00e7\u00e3o ou o dano dos genitais externos femininos por raz\u00f5es n\u00e3o m\u00e9dicas.<\/p>\n<p>Tob\u00f3n real\u00e7ou a mobiliza\u00e7\u00e3o global para combater a mutila\u00e7\u00e3o genital, a qual considerou sem precedentes.<\/p>\n<p>UM MAIOR COMPROMISSO <\/p>\n<p>Servidores p\u00fablicos das Na\u00e7\u00f5es Unidas, ativistas e v\u00edtimas da mutila\u00e7\u00e3o genital feminina reclamaram um maior compromisso com a erradica\u00e7\u00e3o dessa pr\u00e1tica, no contexto dos eventos pelo Dia Internacional.<\/p>\n<p>Est\u00e3o em curso a\u00e7\u00f5es para eliminar o problema, o qual passa por uma responsabilidade coletiva, afirmou em um encontro com jornalistas Nafissatou Diop, coordenadora do Programa Conjunto para o enfrentar, do Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef) e do Fundo de Popula\u00e7\u00e3o da ONU (Unfpa).<\/p>\n<p>Segundo Diop, a iniciativa consiste em ajudar 17 pa\u00edses, 16 da \u00c1frica e o I\u00eamen, com recursos e assist\u00eancia t\u00e9cnica, dirigidos a impulsionar o cessar dessas pr\u00e1ticas ou o dano dos genitais externos femininos, situa\u00e7\u00e3o presente com maior for\u00e7a em na\u00e7\u00f5es como Gambia, Maurit\u00e2nia, Indon\u00e9sia, Som\u00e1lia, Guin\u00e9 e Djibuti.<\/p>\n<p>Em declara\u00e7\u00f5es \u00e0 Prensa Latina, a especialista celebrou que a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel inclua entre suas metas a erradica\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>A Agenda adotada em setembro pelos l\u00edderes mundiais recolhe o fim desta pr\u00e1tica durante os pr\u00f3ximos 15 anos, uma mostra do compromisso da comunidade internacional, que deve ser traduzido em fatos, advertiu.<\/p>\n<p>Diop mostrou expectativas de que esse passo represente um incremento dos investimentos humanos e financeiras para p\u00f4r fim \u00e0 mutila\u00e7\u00e3o genital de mulheres e meninas, considerada pela ONU uma viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos.<\/p>\n<p>De acordo com a servidora p\u00fablica, o componente cultural e religioso do problema tem que tratar sobre a base da educa\u00e7\u00e3o e do di\u00e1logo.<\/p>\n<p>N\u00e3o precisamos de confronta\u00e7\u00f5es, sabemos do aspecto cultural presente, enraizado na discrimina\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da mulher, mas com a ajuda dos governos, a sociedade civil e as comunidades, podemos mudar a situa\u00e7\u00e3o, dimensionou em um crit\u00e9rio que gera consenso.<\/p>\n<p>*Correspons\u00e1vel da Prensa Latina nas Na\u00e7\u00f5es Unidas <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na\u00e7\u00f5es Unidas (Prensa Latina) Ao menos 200 milh\u00f5es de mulheres e meninas no planeta vivem com alguma forma de mutila\u00e7\u00e3o genital, um fen\u00f4meno que as 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