{"id":268523,"date":"2016-01-19T13:09:34","date_gmt":"2016-01-19T13:09:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?p=268523"},"modified":"2016-01-19T13:09:34","modified_gmt":"2016-01-19T13:09:34","slug":"dez-obras-para-conhecer-a-literatura-indigena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2016\/01\/dez-obras-para-conhecer-a-literatura-indigena\/","title":{"rendered":"Dez obras para conhecer a Literatura Ind\u00edgena"},"content":{"rendered":"<p>Confira uma sele\u00e7\u00e3o de obras escritas \u2028por autores \u00edndios e n\u00e3o \u00edndios<\/p>\n<p>JANICE CRISTINE THI\u00c9L<\/p>\n<p>Especialista em Literatura Ind\u00edgena, Janice Thiel selecionou, a pedido de Carta Educa\u00e7\u00e3o, 10 obras escritas por \u00edndios e n\u00e3o-\u00edndios. Pode ser um bom ponto de partida para trabalhar a tem\u00e1tica ind\u00edgena em sala de aula:<\/p>\n<p><strong>A Terra sem Males: Mito guarani<\/strong><br \/>\nO mito guarani de A Terra sem Males \u00e9 o foco desta obra direcionada para o p\u00fablico infantojuvenil. \u2028\u00c0 simplicidade da narrativa somam-se a complexidade \u2028do mito e sua relev\u00e2ncia \u2028na cultura guarani. O leitor \u2028n\u00e3o \u00edndio, possivelmente, construir\u00e1 um di\u00e1logo de parte do mito com a narrativa b\u00edblica do Dil\u00favio, mas a narrativa abre as portas para uma discuss\u00e3o sobre as especificidades \u2028da cultura desse povo. Informa\u00e7\u00f5es que seguem \u2028a narrativa s\u00e3o acompanhadas por grafismos geom\u00e9tricos, \u2028que dialogam com formas de express\u00f5es ind\u00edgenas. Quest\u00f5es diversas, como \u2028a hist\u00f3ria dos guarani, \u2028a resist\u00eancia e diversidade ind\u00edgena no Brasil, as migra\u00e7\u00f5es e a demarca\u00e7\u00e3o das terras podem ser aprofundadas, servindo como propostas \u2028para pesquisa.<br \/>\nA Terra sem Males: Mito guarani. S\u00e3o Paulo, Jakson de Alencar, Paulus, 2009 (Cole\u00e7\u00e3o Mistura Brasileira)<\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"http:\/\/www.cartaeducacao.com.br\/aulas\/lendas-indigenas-para-criancas\/\" target=\"_blank\">Lendas ind\u00edgenas para crian\u00e7as<\/a><\/p>\n<p><strong>Das Crian\u00e7as Ikpeng para o Mundo Marangmotx\u00edngmo M\u00efrang<\/strong><br \/>\nOs pequenos ikpeng s\u00e3o os guias de uma narrativa que descreve 24 horas em sua aldeia. O texto, acompanhado do filme que o inspirou, em um enredo circular e edi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue, \u00e9 ideal para apresentar a cultura do povo ikpeng, do Mato Grosso. A linguagem \u00e9 concisa, mas densa de informa\u00e7\u00f5es e possibilidades de discuss\u00e3o sobre o que aproxima e o que diferencia o povo ikpeng de outras culturas. Tarefas, brincadeiras, costumes passados e presentes, festas e rituais, objetos ancestrais e cotidianos, pap\u00e9is sociais, medos e perigos da floresta, al\u00e9m de mudan\u00e7as incorporadas pelo contato com culturas europeias, fazem parte da obra. O texto promove \u2028a abertura cultural ao outro \u2028e constr\u00f3i pontes para a compreens\u00e3o das diferen\u00e7as sem preconceitos. Das Crian\u00e7as Ikpeng para o Mundo Marangmotx\u00edngmo M\u00efrang, de Rita Carelli (Adapta\u00e7\u00e3o e ilustra\u00e7\u00f5es). \u2028S\u00e3o Paulo: CosacNaify, 2014 (Cole\u00e7\u00e3o Um Dia na Aldeia)<\/p>\n<p><strong>A Terra dos Mil Povos: Hist\u00f3ria ind\u00edgena do Brasil contada por um \u00edndio<\/strong><br \/>\nEste foi o primeiro livro escrito por um autor ind\u00edgena brasileiro que li e a obra me apresentou novas possibilidades de ver os \u00edndios na hist\u00f3ria e na literatura. \u2028O texto mostra o poder da palavra na tradi\u00e7\u00e3o ancestral ind\u00edgena, aponta a pluralidade de etnias, conta como os povos nativos leem o mundo, constroem suas identidades e suas rela\u00e7\u00f5es com os n\u00e3o \u00edndios, revelam respeito pelo poder criador e pela terra. O livro \u00e9 um relato individual e ancestral, mas muito mais que isso: trata-se de um convite para conhecermos a hist\u00f3ria tribal brasileira, a contribui\u00e7\u00e3o e presen\u00e7a dos povos ind\u00edgenas no Brasil de hoje.<br \/>\nA Terra dos Mil Povos: Hist\u00f3ria ind\u00edgena do Brasil contada por um \u00edndio, de Kaka Wer\u00e1 Jecup\u00e9. S\u00e3o Paulo: Peir\u00f3polis, 1998 (S\u00e9rie Educa\u00e7\u00e3o para a Paz)  <\/p>\n<p><strong>C\u00e2mera na M\u00e3o, o Guarani no \u2028Cora\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nLer O Guarani, de Jos\u00e9 de Alencar, constitui desafio para muitos jovens. Contudo, o texto de Scliar pode promover o interesse pela leitura da obra de Alencar. Em uma linguagem contempor\u00e2nea, o narrador conta, em primeira pessoa, como foi motivado \u00e0 leitura de \u2028O Guarani para produzir um filme e concorrer a um pr\u00eamio. O que o leitor acompanha, por\u00e9m, \u00e9 a trajet\u00f3ria do personagem que vai aos poucos se transformando em leitor, n\u00e3o s\u00f3 de livros, mas de discursos, estere\u00f3tipos, realidades sociais e contextos culturais. O personagem e seus amigos leem \u2028O Guarani e o leitor tamb\u00e9m \u2028o faz, enquanto todos aprendem a apreciar criticamente a constru\u00e7\u00e3o do \u00edndio pela literatura \u2028do s\u00e9culo XIX.<br \/>\nC\u00e2mera na M\u00e3o, o Guarani no \u2028Cora\u00e7\u00e3o, de Moacyr Scliar. \u20282\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 2008 <\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"http:\/\/www.cartaeducacao.com.br\/aulas\/fundamental-1\/mitos-indigenas-para-criancas\/\" target=\"_blank\">Mitos ind\u00edgenas para crian\u00e7as<\/a><\/p>\n<p><strong>Kurumi Guar\u00e9 no Cora\u00e7\u00e3o da \u2028Amaz\u00f4nia<\/strong><br \/>\nDe autor amazonense, a obra narra aventuras infantis e descreve o povo maragu\u00e1. Al\u00e9m de acompanhar registros da mem\u00f3ria do narrador, uma auto e cosmorrepresenta\u00e7\u00e3o, e ensinamentos dos povos da floresta, o leitor pode observar a composi\u00e7\u00e3o multimodal do texto e os s\u00edmbolos maragu\u00e1. Grafismos ind\u00edgenas constituem uma po\u00e9tica que traduz uma vontade pol\u00edtica de express\u00e3o de identidade, contam hist\u00f3rias complementares e podem sinalizar a origem do texto na tradi\u00e7\u00e3o ancestral. A compreens\u00e3o da obra envolve uma leitura dos s\u00edmbolos maragu\u00e1, do Gloss\u00e1rio Nheengat\u00fa e de termos regionais amaz\u00f4nicos. H\u00e1 um enredo nos desenhos da obra de Yam\u00e3 que lan\u00e7a o leitor para uma rede de significados constru\u00eddos na intera\u00e7\u00e3o entre palavra e imagem.<br \/>\nKurumi Guar\u00e9 no Cora\u00e7\u00e3o da \u2028Amaz\u00f4nia, de Yaguar\u00ea Yam\u00e3. \u2028S\u00e3o Paulo: FTD, 2007<\/p>\n<p><strong>Wamr\u00eam\u00e9 Za\u2019ra: Nossa palavra \u2013 Mito e hist\u00f3ria do povo xavante, de Serebur\u00e3<\/strong><br \/>\n\u201cOu\u00e7a o que dizem os antigos. Preste aten\u00e7\u00e3o na fala dos velhos s\u00e1bios, pois eles guardam a Palavra Criadora.\u201d Esta frase de Ailton Krenak, inserida em uma carta nas p\u00e1ginas iniciais desta obra, marca \u2028o tom do texto xavante. Um envelope contendo a carta inclui cart\u00f5es-postais com ilustra\u00e7\u00f5es que narram hist\u00f3rias encontradas nos objetos de arte dos povos ind\u00edgenas. Como um pref\u00e1cio, as imagens anunciam as palavras dos membros mais velhos da aldeia Pimentel Barbosa. Suas vozes foram gravadas \u2028e traduzidas para a escrita por xavantes do N\u00facleo de Cultura Ind\u00edgena. Em \u2028edi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue, o texto \u00e9 acompanhado por desenhos de jovens artistas da aldeia, fotos dos xavante e dos warazu, n\u00e3o \u00edndios, e por um panorama hist\u00f3rico que vai do s\u00e9culo XVI ao s\u00e9culo XX.<br \/>\nWamr\u00eam\u00e9 Za\u2019ra: Nossa palavra \u2013 Mito e hist\u00f3ria do povo xavante, de Serebur\u00e3; Hipru; Rupaw\u00ea; Serezadbi; Sere\u00f1imir\u00e2mi. S\u00e3o Paulo: Editora Senac, 1998<\/p>\n<p><strong>Sep\u00e9 Tiaraju: Romance dos Sete Povos das Miss\u00f5es<\/strong><br \/>\nH\u00e1 obras que buscam reconstruir, pela fic\u00e7\u00e3o, figuras ind\u00edgenas heroicas. \u2028\u00c9 o caso do romance que, narrado pela perspectiva \u2028de um jesu\u00edta, em um vaiv\u00e9m da mem\u00f3ria, destaca a resist\u00eancia dos Sete Povos das Miss\u00f5es (RS) e de um dos l\u00edderes e guerreiros ind\u00edgenas do Sul do Brasil, Sep\u00e9 Tiaraju. No texto, Tiaraju \u00e9 apresentado pela vis\u00e3o do colonizador, Michael, ou Padre Miguel. Seu olhar constr\u00f3i o her\u00f3i ind\u00edgena e a hist\u00f3ria da coloniza\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas pela miss\u00e3o catequizadora dos jesu\u00edtas \u2028e pela pol\u00edtica europeia. Documentos hist\u00f3ricos, como os tratados de Tordesilhas e de Madrid, al\u00e9m de conflitos e migra\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas formam o contexto da obra.<br \/>\nSep\u00e9 Tiaraju: Romance dos Sete Povos das Miss\u00f5es, de Alcy Cheuiche. Porto Alegre: AGE, 2012 <\/p>\n<p><strong>O Kara\u00edba: Uma hist\u00f3ria do pr\u00e9-Brasil<\/strong><br \/>\nNo romance O Kara\u00edba, Munduruku narra, em linguagem po\u00e9tica, a hist\u00f3ria de povos que viviam numa terra ainda n\u00e3o chamada Brasil, numa \u00e9poca na qual os \u00edndios n\u00e3o eram assim chamados. N\u00e3o haviam sido colonizados, mas antecipavam mudan\u00e7as vindas do contato com europeus. O texto nos apresenta essa terra como um personagem com um passado, com povos que vivem \u00e0 sombra de uma profecia anunciada pelo velho Kara\u00edba, de que \u2028\u201cum grande monstro\u201d viria \u2028e destruiria tudo. A obra preenche uma lacuna hist\u00f3rica e liter\u00e1ria e apresenta costumes, cren\u00e7as e leituras do mundo pela vis\u00e3o cultural ind\u00edgena. Assim, constr\u00f3i vozes para povos que n\u00e3o tiveram \u2028sua palavra registrada e enfrentaram a crueldade \u2028da coloniza\u00e7\u00e3o europeia \u2028e da escravid\u00e3o.<br \/>\nO Kara\u00edba: Uma hist\u00f3ria do pr\u00e9-Brasil, de Daniel Munduruku. Barueri, SP.: Manole, 2010<\/p>\n<p><strong>Amazonas: P\u00e1tria da \u00e1gua = Water Heartland<\/strong><br \/>\nCom prosa e poesia, Thiago de Mello tra\u00e7a sua g\u00eanese e conduz os leitores em uma viagem pela extens\u00e3o do Rio Amazonas, percorrendo sua hist\u00f3ria e dos homens que nele navegaram: os \u00edndios que chegaram \u00e0 Amaz\u00f4nia, as icamiabas, \u2028os exploradores e cronistas europeus e o poeta. Nesta edi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue, que conta com as encantadoras fotografias de Luiz Cl\u00e1udio Marigo, o poeta descreve com suavidade a beleza \u2028e a tristeza das \u00e1guas, da floresta, das plantas e dos animais da Amaz\u00f4nia e trata de seus esp\u00edritos protetores, que tentam defender a floresta da gan\u00e2ncia, do lucro, da ca\u00e7a predat\u00f3ria. \u2028O poeta retrata os cantos dos \u00edndios, suas ang\u00fastias \u2028e sofrimentos, mas anuncia a esperan\u00e7a de que a vida ainda pode ser salva.<br \/>\nAmazonas: P\u00e1tria da \u00e1gua = Water Heartland. Textos e poemas, Thiago de Mello.  SP:  Boccato, 2007<\/p>\n<p><strong>Ma\u00edra<\/strong><br \/>\nO entrela\u00e7amento das culturas ind\u00edgenas e europeias nunca esteve t\u00e3o em evid\u00eancia quanto neste romance de Darcy Ribeiro. Nele, o autor emprega seus conhecimentos para criar uma obra com esferas culturais e vozes narrativas que se cruzam: dos \u00edndios, dos n\u00e3o \u00edndios e dos seres sobrenaturais ou demiurgos. O texto revela o encontro de cosmogonias e o entrelugar cultural de Av\u00e1\/Isa\u00edas, um \u00edndio mairum que se torna sacerdote crist\u00e3o, \u2028e Alma, jovem carioca que vive com os \u00edndios. \u2028A hist\u00f3ria tem in\u00edcio com uma investiga\u00e7\u00e3o policial, mas conduz \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o das identidades culturais brasileiras, em uma narrativa cuja conflu\u00eancia de discursos \u00e9 projetada \u2028no cap\u00edtulo final. Vale a pena ler esta obra para apreciar seu car\u00e1ter multicultural e liter\u00e1rio.<br \/>\nMa\u00edra, de Darcy Ribeiro. \u2028S\u00e3o Paulo: Global, 2014<\/p>\n<p>Fonte:Carta Educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira uma sele\u00e7\u00e3o de obras escritas \u2028por autores \u00edndios e n\u00e3o \u00edndios JANICE CRISTINE THI\u00c9L Especialista em Literatura Ind\u00edgena, Janice Thiel selecionou, a pedido de Carta Educa\u00e7\u00e3o, 10 obras escritas por \u00edndios e n\u00e3o-\u00edndios. 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