{"id":2536112,"date":"2024-07-12T13:28:35","date_gmt":"2024-07-12T12:28:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=2536112"},"modified":"2024-07-12T13:34:45","modified_gmt":"2024-07-12T12:34:45","slug":"a-cimeira-da-guerra-e-duas-mulheres-ou-o-que-tem-rosa-luxemburgo-a-ver-com-ursula-von-der-leyen","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2024\/07\/a-cimeira-da-guerra-e-duas-mulheres-ou-o-que-tem-rosa-luxemburgo-a-ver-com-ursula-von-der-leyen\/","title":{"rendered":"A Cimeira da Guerra e Duas Mulheres ou: o que tem Rosa Luxemburgo a ver com Ursula von der Leyen?"},"content":{"rendered":"<p>Por <strong>Carlos Matos Gomes<\/strong> (*)<\/p>\n<p><strong>Hoje, que se tocam os tambores de guerra na sede do imp\u00e9rio [cimeira da NATO em Washington], e onde uma mulher, <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ursula_von_der_Leyen\">Ursula Von Der Leyen<\/a>, presidente da Comiss\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia, est\u00e1 em lugar de destaque, trago \u00e0 mem\u00f3ria <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rosa_Luxemburgo\">Rosa Luxemburgo<\/a>: Um figura inc\u00f3moda, feminista, pacifista, socialista, judia sem religi\u00e3o, revolucion\u00e1ria. E tamb\u00e9m o conjunto de mistifica\u00e7\u00f5es que serviram para os dirigentes justificarem a guerra aos seus povos.<\/strong><\/p>\n<p>A causa imediata para a Primeira Guerra foi o assassinato do arquiduque Francisco, herdeiro do trono austr\u00edaco, e da sua mulher a 28 de Junho de 1914. O assassino foi um estudante nacionalista s\u00e9rvio, recrutado para o efeito. A \u00c1ustria apresentou um ultimato \u00e0 S\u00e9rvia e exigiu uma resposta dentro de 48 horas. Os termos desse ultimato eram t\u00e3o humilhantes que era imposs\u00edvel a S\u00e9rvia aceit\u00e1-los. A \u00c1ustria, que era aliada da Alemanha, declarou guerra \u00e0 S\u00e9rvia, que era aliada da R\u00fassia, essa, por sua vez, era aliada da Fran\u00e7a e da Inglaterra. Na verdade, o assassinato do arquiduque serviu de pretexto para que cada estado procurasse obter vantagens na divis\u00e3o das riquezas em \u00c1frica. A principal raz\u00e3o para a rivalidade entre os pa\u00edses europeus era a disputa pelo controlo de territ\u00f3rios na \u00c1frica e na \u00c1sia ap\u00f3s a <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Confer\u00eancia_de_Berlim\">Confer\u00eancia de Berlim<\/a>.<\/p>\n<p>Desde 1871, as pot\u00eancias europeias estavam em paz umas com as outras, mas todas estavam envolvidas numa corrida armamentista, isto \u00e9, todas estavam a investir grandes somas em despesas militares, cada uma procurando superar as outras em armamento \u00e0 espera de uma oportunidade para a guerra. Nada do que \u00e9 apresentado hoje aos europeus como raz\u00e3o para a guerra \u00e9 diferente. Antes da guerra existia o que ficou conhecido como a \u201cpaz armada\u201d\u200a\u2014\u200aTal como hoje, com a \u201cguerra fria\u201d. At\u00e9 ver.<\/p>\n<p>Foi num quadro de oposi\u00e7\u00e3o a uma guerra com estas motiva\u00e7\u00f5es que Rosa Luxemburgo agiu politicamente. Ursula Von Der Leyen procura acendalhas para desencadear uma guerra! Em 1914, ano do in\u00edcio da Grande Guerra, Rosa Luxemburgo foi julgada e condenada a um ano de pris\u00e3o pelo Segundo Tribunal Criminal de Frankfurt, por incitamento \u00e0 desobedi\u00eancia civil, num discurso feito em Setembro de 1913. A defesa que ela fez na ocasi\u00e3o para contestar a condena\u00e7\u00e3o por ela condenar a guerra e o imperialismo, foi publicada sob o t\u00edtulo de \u201cMilitarismo, guerra e classe trabalhadora\u201d.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas \u201cingredientes\u201d est\u00e3o hoje a ser cozinhados em Washington de modo a serem apresentados como \u201caumento de despesas de defesa\u201d para os povos se defenderem do que n\u00e3o tem defesa: a utiliza\u00e7\u00e3o de armas nucleares e do espa\u00e7o como campo de batalha por parte das oligarquias que governam as superpot\u00eancias; guerra, como a continua\u00e7\u00e3o dos grandes neg\u00f3cios criados pelas oportunidades de conflito; e a classe\u00a0 trabalhadora como carne para os canh\u00f5es, seja ela fardada ou \u00e0 civil.<\/p>\n<p><strong>Em 4 de Agosto de 1914, no dia em que a Fran\u00e7a e a Inglaterra declararam guerra \u00e0 Alemanha, a bancada social-democrata do Reichstag na Alemanha votou a favor dos cr\u00e9ditos de guerra<\/strong>, o que deixou Rosa Luxemburgo profundamente abalada. Ursula Von Der Leyen declarar-se-ia empolgada! <strong>A social democracia e a democracia crist\u00e3 t\u00eam sido, desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX, fi\u00e9is caucionadoras das guerras do capitalismo e do colonialismo<\/strong>.<\/p>\n<p>Em Dezembro de 1914, o deputado <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Karl_Liebknecht\">Karl Liebknecht<\/a>, companheiro de luta de Rosa Luxemburgo, votou sozinho contra nova concess\u00e3o de cr\u00e9ditos de guerra. Fundaram o grupo Internationale, que passaria a designar-se <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Liga_Espartaquista\">Liga Espartaquista<\/a>. O grupo defendia que os soldados alem\u00e3es abandonassem a guerra para iniciarem uma revolu\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Em 1915, Rosa Luxemburgo passou um ano na pris\u00e3o por agita\u00e7\u00e3o antimilitarista. Em 8 de Novembro de 1918, o governo alem\u00e3o, relutantemente, libertou-a da pris\u00e3o, pressionado pelas manifesta\u00e7\u00f5es dos espartaquistas nas ruas de Berlim. No dia 9 de Janeiro de 1919, Berlim encontrava-se em estado de s\u00edtio. Luxemburgo e Liebknecht, perseguidos, sabiam que j\u00e1 n\u00e3o tinham para onde fugir. Foram presos a 15 de Janeiro pelos militares e levados para interrogat\u00f3rio no Hotel Eden, em Berlim. Foram retirados do hotel por grupos paramilitares, os <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Freikorps\"><em>Freikorps<\/em><\/a>, sendo espancados at\u00e9 ficarem inconscientes. Luxemburgo e Liebknecht foram levados\u200a\u2014\u200acada um no seu carro. Junto \u00e0 ponte Corneliusbr\u00fccke, Rosa Luxemburgo foi baleada e atirada agonizante para as \u00e1gua geladas do rio. Karl Liebknecht, seguiu no outro carro at\u00e9 ao parque Tiergarten. A\u00ed foi obrigado a caminhar e baleado pelas costas. O corpo seria entregue como o de um indigente numa esquadra de pol\u00edcia. Os seus assassinos jamais foram condenados. Somente em 1999, uma investiga\u00e7\u00e3o do governo alem\u00e3o concluiu que os paramilitares do <em>Freikorps <\/em>haviam recebido ordens e dinheiro dos governantes social-democratas para matar Luxemburgo e Liebknecht.<\/p>\n<p>Qual foi a origem da morte de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht? O serem, ou terem sido sempre contra a guerra, sempre com a revolu\u00e7\u00e3o. Qual a origem do sucesso de Ursula Von Der Leyen? Ser sempre pela guerra e sempre contra a revolu\u00e7\u00e3o, mesmo contra a revolu\u00e7\u00e3o m\u00ednima da defesa da dignidade da liberdade. Rosa Luxemburgo era contra a guerra\u200a\u2014\u200ano caso da Grande Guerra\u200a\u2014\u200aporque ela fazia parte da natureza do capitalismo e este alimenta-se de uma \u201cconstante puls\u00e3o expansionista e uma tend\u00eancia inerente para o militarismo e a guerra\u201d. No momento em que o SPD decidiu apoiar a guerra da Alemanha contra as pot\u00eancias da <em>Entente<\/em> (Reino Unido, Fran\u00e7a e R\u00fassia), Rosa Luxemburgo convocou uma reuni\u00e3o dos militantes social-democratas que esperava fossem cr\u00edticos dessa decis\u00e3o. S\u00f3 conseguiu reunir um punhado deles. Esteve sempre em minoria. Ursula Von Der Leyen gaba-se de estar em maioria. Tamb\u00e9m a maioria dos passageiros do Titanic estava de acordo em n\u00e3o alterar a rota e enfrentar os <em>icebergs.<\/em><\/p>\n<p>Contudo, quando o desgaste causado pela carnificina da Grande Guerra come\u00e7ou a fazer-se sentir, Liebknecht tornou-se a grande figura p\u00fablica do movimento antimilitarista e Luxemburgo a sua l\u00edder mais influente. Ambos foram brutalmente neutralizados pelos poderes instalados: foi retirada a imunidade parlamentar a Karl Liebnecht, enviado para a guerra e, depois, preso; Luxemburgo foi condenada a duas penas de pris\u00e3o. No cumprimento dessas penas viria a passar na cadeia tr\u00eas dos quatro anos da guerra. S\u00f3 seria libertada com a revolu\u00e7\u00e3o de 9 de Novembro de 1918 (fuga do imperador Guilherme II e proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Alem\u00e3) para ser depois assassinada<\/p>\n<p>Na cadeia, Rosa Luxemburgo escreveu <em>A crise da social-democracia<\/em>, criticando sem contempla\u00e7\u00f5es o SPD por ter aderido \u00e0 pol\u00edtica de guerra. O livro proclamava a alternativa \u201csocialismo ou barb\u00e1rie\u201d, que rompia com a ideia determinista dum socialismo considerado como desfecho inevit\u00e1vel da Hist\u00f3ria da humanidade. Hoje, o fim da hist\u00f3ria \u00e9 o neoliberalismo, mas do que estamos a abeirar-nos \u00e9 da barb\u00e1rie.<\/p>\n<p>A reuni\u00e3o da NATO em Washington est\u00e1 a tratar da melhor via para a barb\u00e1rie. A alternativa \u00e9 a vit\u00f3ria da R\u00fassia? N\u00e3o, a alternativa \u00e9 os povos n\u00e3o se deixarem embalar nos serm\u00f5es dos pastores que lhes dizem que apenas devem deixar-se guiar e limitar-se a desejar o que lhes \u00e9 dito ser o poss\u00edvel, de acordo com os princ\u00edpios do oportunismo, sem se preocuparem com os seus pr\u00f3prios princ\u00edpios, e a deixar-se levar pelos estadistas, porque se o fizerem os povos encontrar-se-\u00e3o na mesma situa\u00e7\u00e3o \u201cdo ca\u00e7ador que n\u00e3o s\u00f3 falhou em matar o veado, mas tamb\u00e9m perdeu a arma pelo caminho.\u201d<\/p>\n<p>A alternativa \u00e0 vit\u00f3ria militar da R\u00fassia, seja essa vit\u00f3ria o quer que seja (e ningu\u00e9m na NATO nem no Ocidente Global definiu ainda o que entende por \u201cvit\u00f3ria da R\u00fassia\u201d ou \u201cderrota da R\u00fassia\u201d), n\u00e3o \u00e9, em termos de princ\u00edpios, admitir o nazismo ucraniano como sendo da fam\u00edlia das democracias europeias, nem, em termos militares, que a Ucr\u00e2nia seja um porta-avi\u00f5es nuclear americano estacionado na fronteira da R\u00fassia. Normalizar o neonazismo como uma igreja do neoliberalismo e fazer da Ucr\u00e2nia um estado como o de Israel na Euro\u00e1sia \u00e9 o programa que est\u00e1 h\u00e1 anos em pano de fundo de todas as reuni\u00f5es da NATO.<\/p>\n<p>O que est\u00e1 em discuss\u00e3o hoje, cem anos ap\u00f3s o assassinato de Rosa Luxemburgo, \u00e9 a glorifica\u00e7\u00e3o das novas mil\u00edcias dos <em>Freikorps<\/em>\u200a\u2014\u200aos Corpos da Liberdade\u200a\u2014\u200ade que \u00darsula Von der Leyen \u00e9 uma das aves cantoras.<\/p>\n<p>Rosa Luxemburgo era uma mulher sens\u00edvel \u00e0 vida e \u00e0 natureza: Por isso ela escreveu: \u201cPerten\u00e7o mais aos can\u00e1rios do que aos meus camaradas\u201d. Ursula Von Der Leyen \u00e9 mais de pertencer aos abutres.<\/p>\n<p>A cimeira da NATO \u00e9 um acontecimento infelizmente j\u00e1 visto: a conjuga\u00e7\u00e3o de interesses de grupos sociais para desencadear uma guerra. Foi assim com a Primeira Grande Guerra, foi assim com a Segunda Guerra Mundial. Os que exp\u00f5em a guerra como resultado de interesses de grupos, de estrat\u00e9gias de poder, como a utiliza\u00e7\u00e3o da carne humana para produzir canh\u00f5es, ser\u00e3o abatidos como o foram Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht. Hoje seriam acusados de putinistas. Em 1907, a sete anos do in\u00edcio da Grande Guerra, Rosa Luxemburgo j\u00e1 deixara de ter ilus\u00f5es sobre o que fora o seu partido e passara a proclamar que \u201ca social-democracia se tornou um cad\u00e1ver fedorento\u201d.<\/p>\n<p>Entender que os partidos dos grandes industriais e patr\u00f5es apoiassem a grande guerra\u200a\u2014\u200aque se travar\u00e1 para disputar os recursos naturais de \u00c1frica\u200a\u2014\u200adevia motivar uma reflex\u00e3o sobre o que ter\u00e1 levado todos os partidos da Segunda Internacional a capitular perante as pol\u00edticas belicistas dos respetivos governos.<\/p>\n<blockquote>\n<h3>Rosa Luxemburg:<strong><br \/>\n<\/strong>&#8220;Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!&#8221;<\/h3>\n<\/blockquote>\n<p>A crise da social democracia\u200a\u2014\u200aque deixou de ser um projeto de esperan\u00e7a para se transformar numa empresa prestadora de servi\u00e7o a troco de um voto, de ser hoje, como h\u00e1 mais de cem anos, apenas um dos figurantes da frente comum de interesses\u200a\u2014\u200acontribuiu para a resigna\u00e7\u00e3o interiorizada com a m\u00e1xima: N\u00e3o H\u00e1 Alternativa (TINA, em ingl\u00eas) e gerar\u00e1 rea\u00e7\u00f5es violentas a mais ou menos curto prazo. A cimeira da NATO est\u00e1 a tratar de desencadear uma guerra e controlar o rep\u00fadio popular.<\/p>\n<p>No misturador de interesses, no triturador de diferen\u00e7as que \u00e9 hoje o grande partido da guerra e da submiss\u00e3o europeia, encontram-se os que matariam de novo Rosa Luxemburgo e venerariam Ursula Von Der Leyen. Da\u00ed concluir, como Rosa Luxemburgo, ser necess\u00e1rio construir novos partidos, ou novas forma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas para dar corpo a uma nova forma de nos relacionarmos no mundo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>(*) <em><strong>Carlos Matos Gomes<\/strong> \u00e9 em Portugal um dos mais conceituados militares e historiadores da guerra colonial. Nasceu em 1946. A sua carreira militar iniciou-se em 1963. Cumpriu comiss\u00f5es durante a guerra colonial em Mo\u00e7ambique, em Angola e na Guin\u00e9, nas tropas especiais Comandos. Na Guin\u00e9 foi um dos fundadores do Movimento dos Capit\u00e3es e participou na primeira Comiss\u00e3o Coordenadora do Movimento das For\u00e7as Armadas (MFA) que organizou a revolta militar de 25 de Abril de 1974, a qual trouxe a liberdade e a democracia a Portugal e a independ\u00eancia de todas as col\u00f3nias africanas. Militar no ativo at\u00e9 2003, \u00e9 atualmente Coronel na situa\u00e7\u00e3o de reserva. Desenvolveu tamb\u00e9m uma carreira liter\u00e1ria, com o pseud\u00f3nimo de Carlos Vale Ferraz.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/cmatosgomes46.medium.com\/a-cimeira-da-guerra-e-duas-mulheres-339ea47772d1\">O artigo original pode ser lido aqui<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Carlos Matos Gomes (*) Hoje, que se tocam os tambores de guerra na sede do imp\u00e9rio [cimeira da NATO em Washington], e onde uma mulher, Ursula Von Der Leyen, presidente da Comiss\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia, est\u00e1 em lugar 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