{"id":1832475,"date":"2024-03-20T19:39:57","date_gmt":"2024-03-20T19:39:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1832475"},"modified":"2024-03-21T10:24:34","modified_gmt":"2024-03-21T10:24:34","slug":"portugal-que-pensam-os-jovens-de-hoje-sobre-a-revolucao-dos-cravos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2024\/03\/portugal-que-pensam-os-jovens-de-hoje-sobre-a-revolucao-dos-cravos\/","title":{"rendered":"Portugal: que pensam os jovens de hoje sobre a &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos&#8221;?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><em>Este artigo faz parte da s\u00e9rie &#8220;<span style=\"color: #3366ff;\"><strong>5o anos depois: VIVA a REVOLU\u00c7\u00c3O DOS CRAVOS!<\/strong><\/span>&#8221; que a PRESSENZA est\u00e1 a publicar desde meados de Mar\u00e7o 2024.<br \/>\nA <strong>&#8220;Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos&#8221; 1974-75<\/strong> trouxe aos portugueses a liberdade ap\u00f3s 48 anos de fascismo, e \u00e0s col\u00f3nias portuguesas de \u00c1frica a independ\u00eancia ap\u00f3s 500 anos de dom\u00ednio imperial.<\/em><br \/>\n<em><strong><a href=\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2024\/03\/serie-da-pressenza-sobre-portugal-50-anos-depois-viva-a-revolucao-dos-cravos\/\">Aqui podem ser lidos todos os artigos desta s\u00e9rie publicados at\u00e9 hoje!<\/a><\/strong><\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Perguntas feitas a v\u00e1rios jovens portugueses, de idades compreendidas entre os 17 e os 36 anos, sobre a &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos&#8221; 1974-75 em Portugal:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Qual o teu primeiro nome, a tua idade e ocupa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/li>\n<li><strong>O que foi a Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos iniciada a 25 de Abril 1974?<\/strong><\/li>\n<li><strong>Quantos anos durou a ditadura em Portugal antes dessa data?<\/strong> (resposta correta: 48 anos)<\/li>\n<li><strong>Que Revolu\u00e7\u00e3o gostarias que acontecesse hoje no nosso pa\u00eds?<\/strong><\/li>\n<li><strong>O que \u00e9 para ti a Democracia?<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Daniela, 21 anos, lojista, de origem angolana (Almada)<\/strong><\/li>\n<li>A Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos foi a liberta\u00e7\u00e3o de Portugal, resumidamente.<\/li>\n<li>N\u00e3o, sinceramente n\u00e3o sei quanto tempo a ditadura durou, mudei-me para c\u00e1 muito recentemente. A hist\u00f3ria que sei n\u00e3o \u00e9 a de Portugal.\u00a0Eu sou de Angola.\u00a0Portugal libertou-se e libertou as col\u00f3nias tamb\u00e9m.<\/li>\n<li>Eu acho que a imigra\u00e7\u00e3o devia ser um pouco mais controlada. De momento n\u00e3o considero Portugal seguro porque t\u00eam acontecido muitas coisas que antes n\u00e3o aconteciam. N\u00e3o vou dizer que s\u00e3o a maioria dos imigrantes, at\u00e9 porque eu tamb\u00e9m sou uma, mas as coisas est\u00e3o a sair do eixo e n\u00e3o \u00e9 isso que os imigrantes procuram. N\u00f3s procuramos o nosso bem-estar pr\u00f3prio, e n\u00e3o \u00e9 isso o que tem acontecido, os imigrantes que v\u00eam para c\u00e1 pensam que podem fazer tudo e mais alguma coisa. N\u00e3o h\u00e1 seguran\u00e7a nas ruas como antigamente havia, e isso tem condicionado a satisfa\u00e7\u00e3o de muita gente, inclusive eu. Quando cheguei c\u00e1, isto n\u00e3o estava assim.<br \/>\n(E a falta de seguran\u00e7a vem da parte dos imigrantes?) Eu n\u00e3o posso dizer que isto acontece s\u00f3 com imigrantes, eu acredito que, por causa de um, os outros fazem tamb\u00e9m. Eu penso que isto tem acontecido mais frequentemente porque a imigra\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada.<\/li>\n<li>A Democracia \u00e9 respeito, \u00e9 respeitarem-se uns aos outros.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Adriano, 30 anos, servi\u00e7os de seguran\u00e7a privada, nascido na Guin\u00e9-Bissau (Almada)<\/strong><\/li>\n<li>Eu infelizmente n\u00e3o assisti a esse momento, mas segundo o que ouvi dizer, foi justo a revolu\u00e7\u00e3o popular motivada pelo sofrimento popular. Foi necess\u00e1rio acontecer a revolu\u00e7\u00e3o do 25 de abril. Hoje eu posso dizer que essa revolu\u00e7\u00e3o trouxe tamb\u00e9m uma inova\u00e7\u00e3o para o povo da Guin\u00e9, pois Portugal saiu daquele regime ditatorial, da escravatura. Se o povo portugues estava a sofrer, o povo guineense teve de o sentir tamb\u00e9m, pois os portugueses eram os nossos colonizadores. Nesse caso, tudo aquilo que \u00e9 bom para Portugal, tamb\u00e9m \u00e9 bom par a Guin\u00e9, e vice-versa.<\/li>\n<li>Bom, eu n\u00e3o consigo precisar a dura\u00e7\u00e3o, mas penso que esse per\u00edodo de salazarismo pode ter durado 10 ou 20 anos, pode ter durado muito por causa do descontentamento da popula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>?<\/li>\n<li>Para mim a democracia \u00e9 a liberdade da express\u00e3o do povo, porque \u00e9 o povo que manda em democracia, n\u00e3o s\u00e3o os pol\u00edticos, j\u00e1 que \u00e9 a maioria que escolhe quem \u00e9 que eles querem para os governar.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Ana, 19 anos, toma conta da sua filha (Almada)<\/strong><\/li>\n<li>Eu n\u00e3o conhe\u00e7o muito de hist\u00f3ria para lhe ser sincera.\u00a0J\u00e1 ouvi falar, mas n\u00e3o muito, n\u00e3o me lembro assim de grande coisa.<\/li>\n<li>N\u00e3o sei.<\/li>\n<li>Os empregos provavelmente, que \u00e9 uma coisa que at\u00e9 os jovens hoje em dia t\u00eam dificuldade, e os pais tamb\u00e9m em dar uma boa vida aos filhos, e por isso os filhos t\u00eam que ir trabalhar, e n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es nem meios para que isso aconte\u00e7a. Habita\u00e7\u00e3o \u00e9 a coisa mais essencial para ser mudada neste momento, as coisas n\u00e3o est\u00e3o bem e as pessoas revoltam-se. \u00c9 exatamente por isso que as coisas est\u00e3o como est\u00e3o em termos de drogas, por exemplo.<\/li>\n<li>O que \u00e9 a democracia? n\u00e3o sei.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Tiago, 19 anos, desempregado (Almada)<\/strong><\/li>\n<li>Foi uma coisa boa, as pessoas deixaram de ser escravas, agora s\u00e3o escravas do governo porque \u00e9 este que paga, mas o dinheiro s\u00f3 serve para pagar as contas e a renda, n\u00e3o sobra para mais nada. Uma pessoa trabalha o m\u00eas todo s\u00f3 para pagar as contas. Foi s\u00f3 isso que foi bom no 25 de abril, mas as pessoas acabam por continuar a ser escravas de qualquer forma.<\/li>\n<li>Sinceramente n\u00e3o sei, talvez uns 100 anos.<\/li>\n<li>Gostaria que os violadores fossem tratados mais a s\u00e9rio na pris\u00e3o. Eles chegam, v\u00e3o a julgamento e saem. Por exemplo, se for uma pessoa que vende droga, vai e fica presa, enquanto um violador est\u00e1 c\u00e1 fora a fazer tudo. \u00c9 uma das coisas em que Portugal est\u00e1 mal.<\/li>\n<li>Sinceramente n\u00e3o sei o que \u00e9 a democracia.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Ana, 24 anos, governanta (Porto Covo)<\/strong><\/li>\n<li>Como \u00e9 \u00f3bvio, s\u00f3 sei aquilo que aprendi em hist\u00f3ria e o que os meus antepassados me contaram. Para mim, o 25 de Abril foi o dia em que realmente tivemos liberdade de tudo: de express\u00e3o, de sair \u00e0 rua, para fazermos o que realmente quis\u00e9ssemos, j\u00e1 que antes isso n\u00e3o era poss\u00edvel. Na desigualdade de g\u00e9neros, a mulher, por exemplo, n\u00e3o podia fazer certas coisas, e depois do 25 de Abril melhorou muito, e depois foi sempre a melhorar. Come\u00e7\u00e1mos a ter direito ao voto, e a outras coisas as quais antes n\u00e3o pod\u00edamos fazer.<\/li>\n<li>N\u00e3o fa\u00e7o ideia, dei isso em Hist\u00f3ria mas j\u00e1 n\u00e3o me lembro. Talvez mais que 2 ou 3 anos, mas n\u00e3o tenho a certeza.<\/li>\n<li>Eu acho que, no mundo, seria a igualdade porque muita gente fala da igualdade de g\u00eanero, mas isso ainda n\u00e3o acontece, nem mesmo em Portugal. Em certos cargos, a mulher recebe um sal\u00e1rio menor que o homem. E por vezes ainda se culpam por isso, porque \u201co homem est\u00e1 aqui h\u00e1 mais dois meses do que eu\u201d, e isso n\u00e3o faz nenhum sentido. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m acho que a quest\u00e3o dos casais LGBTQI+, em alguns pa\u00edses isso \u00e9 proibido. Eu posso dizer que estou com uma pessoa do mesmo sexo, portanto n\u00e3o me sinto segura em ir a um pa\u00eds onde isso \u00e9 pun\u00edvel com pena de morte, \u00e9 impens\u00e1vel. N\u00e3o vou poder ir a certos pa\u00edses s\u00f3 porque gosto de uma pessoa do mesmo sexo. Isso para mim \u00e9 apenas indescrit\u00edvel.<br \/>\n(E que revolu\u00e7\u00e3o gostarias para Portugal?) Provavelmente a quest\u00e3o da pol\u00edtica, pois isto est\u00e1 p\u00e9ssimo. Que fossem para o governo pessoas que n\u00e3o s\u00f3 dessem valor aos ricos, j\u00e1 que estes continuam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Algo que balanceasse melhor as coisas.<\/li>\n<li>A democracia para mim \u00e9 ser livre. Ser livre para fazermos o que n\u00f3s quis\u00e9ssemos. Votar em quem n\u00f3s quisermos, ir a um s\u00edtio porque n\u00f3s queremos, ir jantar fora porque sim, para todo o lado. Ser livre.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Tiago, 36 anos, trabalhador em museologia (Porto Covo)<\/strong><\/li>\n<li>Eu n\u00e3o a presenciei porque ainda n\u00e3o era nascido na altura mas, por relatos de familiares pr\u00f3ximos que passaram por todo esse processo, acho que foi algo de muito importante na democratiza\u00e7\u00e3o de Portugal, que at\u00e9 ent\u00e3o, como todos sabemos, n\u00e3o era um pa\u00eds muito recomend\u00e1vel em termos de liberdade de express\u00e3o. Foi muito importante, at\u00e9 para entrarmos em converg\u00eancia com a pr\u00f3pria Europa, porque est\u00e1vamos atrasados em tudo, n\u00e3o s\u00f3 em termos de \u00edndices de desenvolvimento humano, mas tamb\u00e9m numa s\u00e9rie de outros fatores, sendo a democracia um dos mais importantes, claro. At\u00e9 em termos de anafalbetismo est\u00e1vamos atrasados, por isso acho que a Revolu\u00e7\u00e3o foi importante para podermos evoluir enquanto pa\u00eds.<\/li>\n<li>Durou cerca de 40 e tal anos, se n\u00e3o estou em erro. Sei que, entretanto, j\u00e1 vivemos mais tempo em liberdade do que vivemos em ditadura, mas tenho no\u00e7\u00e3o que foram 40 e muitos.<\/li>\n<li>Essa pergunta \u00e9 um pouco complicada. Eu acho que se calhar ter\u00edamos de ir \u00e0 g\u00eanese do 25 de Abril e transportar agora, segundo um novo contexto, uma nova \u201cRevolu\u00e7\u00e3o\u201d, de forma a podermos evoluir ainda mais, porque pessoalmente acho que n\u00e3o atingimos o potencial que pod\u00edamos ter atingido enquanto pa\u00eds, o potencial que o 25 de Abril tinha permitido atingir por uma s\u00e9rie de fatores. Acho que pod\u00edamos estar ainda mais desenvolvidos e ter menos problemas sociais, e que dev\u00edamos ir buscar uma nova inspira\u00e7\u00e3o para podermos revolucionar o contexto atual.<\/li>\n<li>Democracia \u00e9 sobretudo poder dizer aquilo que eu penso, poder exprimir-me da maneira que eu quiser, sem ter ningu\u00e9m a julgar-me ou a perseguir-me por isso, e poder seguir as minhas convic\u00e7\u00f5es livremente.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>In\u00eas, 33 anos, trabalhadora no servi\u00e7o educativo dum museu (Porto Covo)<\/strong><\/li>\n<li>Eu acho que o 25 de Abril foi uma Revolu\u00e7\u00e3o em que, de repente, se acreditou em muita coisa e se achou que se iria conseguir muita coisa, mas em que, passado algum tempo, as pessoas se aperceberam que tinham conquistado uma democracia, mas n\u00e3o tinham conquistado tudo. H\u00e1 50 anos, segundo os dados que eu tenho da minha fam\u00edlia, os meus pais dizem que foi algo de superimportante, mas j\u00e1 os meus av\u00f3s dizem que nada mudou. Acho que isso tamb\u00e9m depende do contexto geogr\u00e1fico, j\u00e1 que os meus av\u00f3s viviam no interior do pa\u00eds e efetivamente o 25 de abril n\u00e3o chegou a todo o lado. Houve terras no interior do pa\u00eds em que, ap\u00f3s 25 de abril, continuou tudo um bocadinho igual durante algum tempo.<br \/>\n(E o que \u00e9 que mudou?) \u00a0Como mulher, mudou muita coisa. De repente tivemos acesso a milhares de coisas que antes n\u00e3o t\u00ednhamos, apesar de muitas leis demorarem muito tempo, mas acho que se conquistou um bocadinho de mais igualdade entre homens e mulheres. Mudou brutalmente o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, e houve uma tentativa de se ter uma educa\u00e7\u00e3o que chegasse a todo o pa\u00eds, j\u00e1 que a taxa de analfabetismo era bastante elevada. Acho que durante uns tempos havia uma expetativa que qualquer pessoa podia estudar, podia criar e conquistar a sua vida de uma forma mais justa que anteriormente, mas acho que isso se perdeu nos \u00faltimos anos.<\/li>\n<li>48 anos, eu sei por causa de um filme da Susana Sousa Dias chamado <em>48<\/em> e que fala da dura\u00e7\u00e3o deste per\u00edodo.<\/li>\n<li>Eu acho que gostaria de uma Revolu\u00e7\u00e3o da meritocracia, no sentido do indiv\u00edduo ter a capacidade de, durante a sua forma\u00e7\u00e3o, recolher as ferramentas necess\u00e1rias para conseguir, no final, ajudar o pa\u00eds e tamb\u00e9m ajudar-se a si pr\u00f3prio. Acho que estamos numa fase em que, se a democracia significar igualdade de direitos, esta igualdade \u00e9 um bocadinho estranha: Se pensarmos na pobreza que estamos a atingir no nosso pa\u00eds, ela est\u00e1 a come\u00e7ar a chegar a graus pr\u00f3ximos dos tempos da ditadura, que foi marcada pela pobreza extrema. A maior parte das pessoas j\u00e1 n\u00e3o v\u00ea o pa\u00eds como uma alternativa e pensa em sair, portanto algumas coisas est\u00e3o a ficar semelhantes com o antigamente.<\/li>\n<li>Eu diria que \u00e9 um Estado democr\u00e1tico igualit\u00e1rio, no sentido que reconhece as diferen\u00e7as e as necessidade de todos, e que permite a todos participarem no Estado de igual forma.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Diogo, 17 anos, estudante do secund\u00e1rio 11\u00ba ano (Costa da Caparica)<\/strong><\/li>\n<li>And\u00e1vamos a ser governados pelo Salazar, que impunha v\u00e1rias regras, como a censura, n\u00e3o deixava as pessoas sair de casa nem falar nada sobre o que se passava, e a popula\u00e7\u00e3o revoltou-se contra isso. Volt\u00e1mos a ter a nossa liberdade para podermos dizer o que queremos sem ningu\u00e9m nos censurar.<\/li>\n<li>N\u00e3o exatamente, mas mais de 2 anos foi de certeza.\u00a0 J\u00e1 n\u00e3o me recordo.<\/li>\n<li>O fim da corrup\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>\u00c9 um lugar onde as pessoas podem expressar a sua opini\u00e3o, podem fazer o que querem, dentro da lei obviamente, e podem escolher como \u00e9 que o nosso pa\u00eds \u00e9 governado e n\u00e3o ter algu\u00e9m a fazer isso para n\u00f3s.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p><strong>Nuno, 34 anos, gestor de projetos banc\u00e1rios (Costa da Caparica)<\/strong><\/li>\n<li>Bem, para mim, apesar de n\u00e3o o ter vivido, foi a transi\u00e7\u00e3o daquilo que era uma \u00e9poca sem liberdade para o povo come\u00e7ar a viver em liberdade como deve ser feito. A dizer o que se pensa, e onde existe a possibilidade de se ser feliz.<\/li>\n<li>N\u00e3o sei precisar os valores, mas talvez 40 anos.<\/li>\n<li>N\u00e3o sei. Portugal apesar de ter as dificuldades que tem, ainda faz o seu caminho de liberdade e tamb\u00e9m h\u00e1 algum apoio do estado quando necess\u00e1rio. Acho que chega de revolu\u00e7\u00f5es. Precisamos de continuar a nossa vida.<\/li>\n<li>Democracia \u00e9 podermos, de forma informada, escolher os nossos l\u00edderes e eles trabalharem para n\u00f3s, ao inv\u00e9s de n\u00f3s trabalharmos para eles.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Com a colabora\u00e7\u00e3o de <strong>Carolina Gomes<\/strong><\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo faz parte da s\u00e9rie &#8220;5o anos depois: VIVA a REVOLU\u00c7\u00c3O DOS CRAVOS!&#8221; que a PRESSENZA est\u00e1 a publicar desde meados de Mar\u00e7o 2024. 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