{"id":1744712,"date":"2023-06-09T21:33:05","date_gmt":"2023-06-09T20:33:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1744712"},"modified":"2023-06-09T21:33:05","modified_gmt":"2023-06-09T20:33:05","slug":"suburbanidades-e-inusitalidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2023\/06\/suburbanidades-e-inusitalidades\/","title":{"rendered":"Suburbanidades e Inusitalidades"},"content":{"rendered":"<h5><span style=\"color: #999999;\">CR\u00d4NICA<\/span><\/h5>\n<p><em><strong>Por Guilherme Maia<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Ela falava compulsivamente, simplesmente n\u00e3o parava. No momento de tomar f\u00f4lego v\u00edamos sua l\u00edngua tremer de baixo para cima em um tremor fren\u00e9tico de pist\u00e3o de carro; em determinado momento, causava vertigem nos seus ouvintes. Assim era Helenize, a s\u00edndica do Edif\u00edcio Em\u00edlia, na rua Vital, Quintino. Inst\u00e2ncia \u00faltima das solu\u00e7\u00f5es dos problemas que assolam o condom\u00ednio est\u00e1 sempre preparada para agir em recupera\u00e7\u00e3o da paz no lugar. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Um pouco das eternas ocorr\u00eancias do famoso pr\u00e9dio e da atua\u00e7\u00e3o decisiva de Helenize seguem abaixo:<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">O morador do 308, um policial aposentado j\u00e1 \u00e0 beira do caix\u00e3o \u2013 ou j\u00e1 do outro lado, apenas n\u00e3o sendo avisado em seu devido tempo -, atende o telefone (aquele mesmo, o que tinha fio e ficava plugado na tomada) e inicia uma conversa acalorada com sua irm\u00e3 sobre os novos caminhos que o fascismo deve seguir para se impor mais uma vez ao mundo. Enquanto conversa por horas ao telefone, o feij\u00e3o que estava fazendo no fog\u00e3o, al\u00e9m de estourar a panela de press\u00e3o, emporcalhando as paredes de sua cozinha, j\u00e1 estava carbonizando e nada de Ademir, o morador do 308, perceber.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Fuma\u00e7a tomando os corredores e um cheiro acre de queima se alastra por todo o pr\u00e9dio e j\u00e1 h\u00e1 algumas labaredas bruxuleando, quando o morador do 307, policial na ativa, arromba a porta e, possu\u00eddo pelo esp\u00edrito da boa vizinhan\u00e7a, ao inv\u00e9s de apagar o fogo, parte pra cima do aposentado enchendo o velho de porrada; demonstra, assim, seu preparo psicol\u00f3gico para permanecer na Corpora\u00e7\u00e3o \u2013 sempre a bem servir \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Como os ma\u00e7os de fuma\u00e7a compacta j\u00e1 tornam o pr\u00e9dio uma esp\u00e9cie de Londres tropical dado o <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>fog<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> do ambiente: o morador do 306, bombeiro aposentado e, por isso mesmo, quer passar longe de onde houver fogo e fuma\u00e7a, vai ao encontro de Helenize, a s\u00edndica.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">\u201c<span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Gra\u00e7as a Deus que come\u00e7ou esse inc\u00eandio\u201d, pensa o porteiro posto que j\u00e1 estava ouvindo Helenize h\u00e1 quatro horas falando sobre sua sobrinha dan\u00e7arina do Silvio Santos que quase fora morta por um policial em Anchieta (seria um acidente provocado por bebida, no caso de o policial estar b\u00eabado; ou seria premeditado, &#8211; ela roubara cora\u00e7\u00f5es e mentes de alguns dementes por a\u00ed e poderia ser um crime passional) emendando com os benef\u00edcios do Ginkgo Biloba para a ere\u00e7\u00e3o dos porteiros do sub\u00farbio carioca, tudo devido \u00e0 temperatura dos assentos das cadeiras da portaria e \u00e0 claridade vinda do reflexo da luz solar batendo nas vidra\u00e7as da cabine onde ficam os porteiros \u2013 tudo cientificamente explicado pelo corpo de especialistas da Zoraide cosm\u00e9ticos e medicamentos LTDA.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Helenize, ao ser comunicada da ocorr\u00eancia, muda seu semblante de imediato, de sorrisos desconexos de uma quase loucura da braba passa a circunspec\u00e7\u00e3o total da s\u00edndica eficiente. \u2018Vamos\u201d convoca o porteiro e o bombeiro aposentado (este espera num canto os outros partirem para garantir uma m\u00e9dia com p\u00e3o na chapa no bar da esquina e sai \u00e0 Bangu \u2013 claro, aqui n\u00e3o \u00e9 Inglaterra para dizer-se \u00e0 francesa). <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Exsurgindo em meio \u00e0s chamas Helenize pega de um desses vasos vagabundos imitando Ming e d\u00e1 na cabe\u00e7a do morador do 308 \u2013 era o que estava mais pr\u00f3ximo -, ela manda, comanda os cond\u00f4minos, o do 307 a ajuda-la a retirar o corpo do que est\u00e1 desmaiado daquele inferno. J\u00e1 do lado de fora exige explica\u00e7\u00f5es do que est\u00e1 consciente; este explica que quando arrombou a porta percebeu que o imbecil tinha deixado o fogo aceso e por causa da ignor\u00e2ncia daquele em provocar um inc\u00eandio no pr\u00e9dio, partiu pra dar porrada naquele est\u00fapido filho da puta.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Escuta aqui seu burro, &#8211; irrompe Helenize repreendendo o vizinho revoltado. \u2013 Voc\u00ea n\u00e3o entendeu que se voc\u00ea tivesse entrado e apagado o fogo, poder\u00edamos estar sem esse inc\u00eandio que vai trazer cota extra para todo mundo aqui? Voc\u00ea \u00e9 deficiente mental ou apenas burro mesmo?<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">A\u00ed de repente Helenize \u00e9 tomada pela vontade de associar ideias sem eira nem beira, o que a caracteriza como \u201cem transe\u201d, e come\u00e7a suas perora\u00e7\u00f5es:<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Voc\u00ea n\u00e3o deveria ser t\u00e3o impulsivo, lembra meu falecido marido, o Alcinho da Vint\u00e9m: ele come\u00e7ou com uma revolta leg\u00edtima social, da\u00ed entrou pro tr\u00e1fico de drogas e come\u00e7ou a invadir e furtar bens exclusivamente de policiais; fazia isso como uma forma de justi\u00e7a; mas depois tomou mais coragem e come\u00e7ou a assaltar bancos e a matar meganhas. Como eu amava o Alcinho, fui eu quem acendeu a vela na Avenida Brasil quando ele estava com a cara estourada de AR-10&#8230; Coitado do Alcinho e olha que ele nunca me traiu, isso sim \u00e9 que homem de fam\u00edlia e crist\u00e3o, n\u00e3o podia passar um dia sem orar a Jesus. Mas ent\u00e3o, como eu dizia, Alcinho tinha esse problema, era ansioso, queria tudo na hora dele e voc\u00ea \u00e9 igual; oras, onde j\u00e1 se viu, ao inv\u00e9s de apagar a porra do fogo, tu vai l\u00e1 e enche a cara do doido do 308 de porrada!<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">E assim seguiu falando sobre a Virgem Maria que fizera uma apari\u00e7\u00e3o em Ubatuba e sobre a irm\u00e3 que matara o marido a facadas porque descobriu que ele a tra\u00eda, e olha que o marido assassinado era imenso e todo musculoso\/sarad\u00e3o e ela, a irm\u00e3, era uma quase an\u00e3, diminuindo 5 cent\u00edmetros por m\u00eas&#8230; Onde ela iria parar? Talvez ca\u00edsse em algum bueiro e nunca mais seria vista por ningu\u00e9m&#8230;<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Um aparte: para n\u00f3s escritores fica dif\u00edcil n\u00e3o sermos contagiados por esse tipo de personagem, falo de Helenize, que me d\u00e1 vontade de encher mais cinco p\u00e1ginas apenas com seus ensinamentos sobre cura de cobreiro e sobre seu sobrinho que comia a comadre enquanto o compadre dormia no sof\u00e1 nos dias de jogo do Flamengo. Mas devo me controlar e vou seguir abaixo com os outros personagens do edif\u00edcio Em\u00edlia. Nada que um caf\u00e9 n\u00e3o resolva.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Ent\u00e3o houve o dia em que Jaiminho, um garoto de 23 anos casado com Zoraide, esta uma senhora de 73 anos, foi agredido por esta de forma t\u00e3o furiosa que a pol\u00edcia foi acionada, chegando os soldados Paul\u00e3o e Pedrada para resolver a alterca\u00e7\u00e3o. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Seu merda! J\u00e1 falei que s\u00f3 me resolvo na terceira! Vou arrebentar tua cara! \u2013 enfurecida tonitruava Zoraide.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Terceira o qu\u00ea, minha senhora? \u2013 Interv\u00e9m Paul\u00e3o ap\u00f3s olhar para Pedrada.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Eu s\u00f3 consigo dormir se eu gozar tr\u00eas vezes, seu imbecil! E esse frango a\u00ed n\u00e3o consegue manter o Br\u00e1ulio para cima. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Jaiminho teve de se defender: &#8211; Mas, meu amor, eu estou cansado, hoje carreguei v\u00e1rios fardos nas costas no Cais do Porto. Eu n\u00e3o vou para a Delegacia, n\u00e3o falo nada sobre as agress\u00f5es que sofri; s\u00f3 me deixa descansar um pouco e a\u00ed eu te pego minha gata gostosa! \u2013 Falava com um ar de quase choro, o que, de fato, comoveu os soldados da Pol\u00edcia. Paul\u00e3o era sens\u00edvel aos tormentos de amor e Pedrada pensava em sua av\u00f3 (Dona 44, de Engenho de Dentro) ao olhar para Zoraide&#8230; Ai, vov\u00f3&#8230;<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Como aqui n\u00e3o \u00e9 a Inglaterra, os soldados compraram umas latinhas de Skol e fizeram uma social para apaziguar os \u00e2nimos dos envolvidos na ocorr\u00eancia.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Porra, o Zico \u00e9 que era o cara! Agora ficam esses mercen\u00e1rios de merda a\u00ed sendo sustentados por essas marcas de roupas e n\u00e3o jogam porra nenhuma. \u2013 Considera\u00e7\u00f5es rubro-negras de Paul\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">_ **&amp;&amp;%*&amp;%*TBK B. \u2013 Dizia emocionada Zoraide relembrando que deu um pega no Zico quando era mais nova.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; O que ela disse, rapaz? \u2013 Pedrada perguntou para Jaiminho.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Disse que comeu o Zico aqui em Quintino quando era mais nova&#8230; Ah, Zoraide, meu amor&#8230; Como voc\u00ea \u00e9 deliciosa&#8230; \u2013 Int\u00e9rprete dela desde que fez implantes e ao beber perdia a dic\u00e7\u00e3o das palavras, embolando tudo em uma bela tape\u00e7aria persa.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">E assim o tempo foi passando e o edif\u00edcio Em\u00edlia continuava em p\u00e9, apesar de seus moradores serem do jeito que eram.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">O morador do 402 tinha um arsenal maior do que o do ex\u00e9rcito, mantendo todas as armas limpas e escovadas, lustradas todos os dias ap\u00f3s a hora do <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Angelus<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">, ou seja, ap\u00f3s as 6 da matina. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Houve o dia em que o morador do 401 resolveu aplacar suas puls\u00f5es sexuais enchendo a cara da esposa de porrada, al\u00e9m de compensar sua disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til, claro (coisa rom\u00e2nticas que acontecem em Quintino, mas n\u00e3o se enganem, n\u00e3o, acontece em Paris ,tamb\u00e9m). <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Eu te amo, Francineide! Vem c\u00e1, Francineide para seu cachorro te dar porrada! Por que voc\u00ea corre de mim, meu amor? \u2013 Gritava o possesso morador do 401. Procurando sua presa, encontra-a em baixo da mesa da cozinha e a puxa pelos cabelos. De fato, a mulher do 401 estava naquele est\u00e1gio de submiss\u00e3o aos destratos do marido brocha, mas n\u00e3o gostava da dor que lhe provocavam as agress\u00f5es, por isso, fugia dele.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Ensurdecedor o barulho provocado pelo macho em decl\u00ednio em seu apartamento: m\u00f3veis sendo quebrados; Francineide gritando pela dor provocada pelos golpes desferidos contra ela; berros estarrecedoramente loucos do homem do 401, como possu\u00eddo pelo prazer incompleto do impotente que n\u00e3o assume sua condi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Tanto estardalha\u00e7o praticamente obrigou o morador do 402 a intervir e, quando ele intervinha, intervinha com vontade: o jeito sutil de ser de um sujeito que possui fuzis, rev\u00f3lveres e granadas num arm\u00e1rio.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">A\u00ed \u00e9 p\u00e9 na porta; j\u00e1 puxa o vizinho pelos cabelos liberando Francineide do agressor; soco na boca do est\u00f4mago e o inelut\u00e1vel chute no saco&#8230;. E assim: adeus, agressor brocha e covarde de mulheres.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">&#8211; Aceita um caf\u00e9? \u2013 Pergunta \u00e1 v\u00edtima o Rambo de Madureira naquela imposta\u00e7\u00e3o de voz tipo gal\u00e3 das novelas das 8. De fato, ele sentira imediatamente toda a beleza daquela sens\u00edvel feminilidade exposta \u00e0 profana\u00e7\u00e3o; mas, em um primeiro momento, chamou-a mais para tirar a subordina\u00e7\u00e3o feminina da cabe\u00e7a dela, pois ela estava tentando amparar o agressor, com pondo um pat\u00e9tico \u00edcone de Piet\u00e1.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">E tem a do taxista, o apontador do jogo do bicho e o gari da Comlurb&#8230;.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Pensando melhor, deixa essa para depois! <\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CR\u00d4NICA Por Guilherme Maia &nbsp; Ela falava compulsivamente, simplesmente n\u00e3o parava. 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