{"id":1684404,"date":"2022-10-17T20:12:40","date_gmt":"2022-10-17T19:12:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1684404"},"modified":"2022-10-17T20:12:40","modified_gmt":"2022-10-17T19:12:40","slug":"12-de-outubro-argentina-nativa-genocidios-saques-e-resistencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2022\/10\/12-de-outubro-argentina-nativa-genocidios-saques-e-resistencias\/","title":{"rendered":"12 de outubro: \u201cArgentina nativa. Genoc\u00eddios, saques e resist\u00eancias\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 40px;\">O genoc\u00eddio negado, a desapropria\u00e7\u00e3o de terras e a luta das comunidades ind\u00edgenas s\u00e3o os temas centrais de &#8220;Argentina nativa: genoc\u00eddios, saques e resist\u00eancias&#8221;, livro que tra\u00e7a as continuidades da viol\u00eancia estatal e, tamb\u00e9m, d\u00e1 conta da defesa do territ\u00f3rio pelos povos ind\u00edgenas.<\/p>\n<p><em>Campos de concentra\u00e7\u00e3o.<\/em><br \/>\n<em>Desaparecidos.<\/em><br \/>\n<em>Torturas.<\/em><br \/>\n<em>Assassinatos em massa.<\/em><br \/>\n<em>Roubo de crian\u00e7as.<\/em><\/p>\n<p>As cinco a\u00e7\u00f5es foram sistematicamente realizadas pelo Imp\u00e9rio Otomano, pelo nazismo e pela \u00faltima ditadura civil-militar na Argentina. Todos os tr\u00eas, apesar de pertencerem a diferentes momentos hist\u00f3ricos, foram reconhecidos como genocidas. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida desses crimes contra a humanidade.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XIX, o Estado argentino tamb\u00e9m criou campos de concentra\u00e7\u00e3o, torturou, assassinou, roubou crian\u00e7as e o desaparecimento de pessoas. Os povos ind\u00edgenas estiveram, como nunca antes em sua hist\u00f3ria, pr\u00f3ximos do exterm\u00ednio. No entanto, ainda hoje, uma grande parcela da sociedade argentina nega que houve um genoc\u00eddio. A Argentina de hoje foi constru\u00edda sob uma ideia de nega\u00e7\u00e3o, a m\u00e3e de todas as repress\u00f5es.<\/p>\n<p>Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os maiores respons\u00e1veis pelo nazismo foram julgados (o not\u00f3rio Tribunal de Nuremberg). Na Argentina, em 1985, foi realizado o julgamento dos ex-comandantes que integraram as tr\u00eas primeiras juntas militares da \u00faltima ditadura.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma d\u00e9cada, ap\u00f3s resistir e anular as chamadas leis de impunidade, civis e militares respons\u00e1veis por crimes cometidos durante a ditadura, v\u00eam sendo julgados e condenados em diferentes cidades do pa\u00eds.<\/p>\n<p>N\u00e3o houve inten\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de fazer algo semelhante em rela\u00e7\u00e3o aos crimes contra a humanidade cometidos contra os ind\u00edgenas. \u201cO regime que implementou as campanhas militares do final do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do XX que derrotaram a autonomia ind\u00edgena, \u00e0 for\u00e7a de massacres, para consolidar o Estado nacional nunca caiu. H\u00e1 uma continuidade at\u00e9 o presente\u201d, explica o historiador Walter Delr\u00edo, autor de Mem\u00f3rias de expropria\u00e7\u00e3o, subjuga\u00e7\u00e3o e incorpora\u00e7\u00e3o ind\u00edgena na Patag\u00f4nia (1872-1943).<\/p>\n<p>Delr\u00edo \u00e9 codiretor da Rede de Pesquisadores sobre Genoc\u00eddio e Pol\u00edtica Ind\u00edgena Argentina e professor da Universidade Nacional de Rio Negro. Em sua produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, ele evidencia como o Estado, ap\u00f3s a conquista militar, construiu um discurso de nega\u00e7\u00e3o da realidade ind\u00edgena do pa\u00eds, recha\u00e7ada por uma fus\u00e3o de culturas. Detalha que a invisibilidade foi uma estrat\u00e9gia de dom\u00ednio, que permitiu o desenvolvimento de diferentes pr\u00e1ticas genocidas, como o deslocamento massivo de pessoas, a separa\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias e a supress\u00e3o da identidade de menores, a utiliza\u00e7\u00e3o de prisioneiros como trabalho escravo e o exterm\u00ednio nos campos de concentra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Diana Lenton &#8211; doutora em antropologia, especialista em quest\u00f5es de pol\u00edtica indigenista e codiretora da pr\u00f3pria Rede &#8211; chama o nascimento da Argentina de &#8220;pecado original&#8221; em um mecanismo legal que negou os direitos dos povos ind\u00edgenas e, al\u00e9m disso, executou a morte e o desaparecimento da popula\u00e7\u00e3o original. A forma\u00e7\u00e3o do Estado nacional, no final do s\u00e9culo XIX, coincidiu com um tipo de discurso autorit\u00e1rio que lutava para hegemonizar o corpo de discursos sobre a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A campanha militar no sul foi seguida pelo avan\u00e7o para o norte, tamb\u00e9m chamado de \u201cConquista do Deserto Verde\u201d. As popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas foram submetidas e for\u00e7adas ao trabalho escravo nas planta\u00e7\u00f5es de cana-de-a\u00e7\u00facar e nos campos de algod\u00e3o. Tamb\u00e9m foram obrigados a se juntar ao Ex\u00e9rcito. Crian\u00e7as e mulheres eram levadas para trabalhar em servi\u00e7os dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>A Ilha Mart\u00edn Garc\u00eda, localizada na conflu\u00eancia dos rios Uruguai e De la Plata, foi transformada em um grande campo de concentra\u00e7\u00e3o. Somente no ano de 1879, 825 ind\u00edgenas foram presos (e logo batizados), segundo um trabalho em curso dos pesquisadores da Universidade de Buenos Aires (UBA) Alexis Papazian e Mariano Nagy, que analisaram arquivos da Marinha e do Arcebispado.<\/p>\n<p>Os registros apontam 363 homens, 132 mulheres e 330 crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Os pesquisadores explicam que a popula\u00e7\u00e3o era maior, principalmente porque muitos presos n\u00e3o aparecem nos registros clericais de Mart\u00edn Garc\u00eda, seja porque foram batizados antes ou porque morreram antes de receber a b\u00ean\u00e7\u00e3o do padre.<\/p>\n<p>Papazian analisou os arquivos oficiais que testemunham o ocorrido em Mart\u00edn Garc\u00eda. Ele n\u00e3o tem d\u00favidas de que foi um campo de concentra\u00e7\u00e3o que funcionou antes, durante e depois da Campanha do Deserto (de 1872 a 1886), onde os ind\u00edgenas eram severamente oprimidos.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 n\u00fameros oficiais acerca da extens\u00e3o do campo de concentra\u00e7\u00e3o. Papazian e Nagy s\u00e3o muito cautelosos quanto aos n\u00fameros, principalmente porque os registros s\u00e3o imprecisos, j\u00e1 que crian\u00e7as e mulheres muitas vezes n\u00e3o eram contadas. No entanto, e com base em provas documentais, os pesquisadores afirmam que pelo menos 3.000 pessoas passaram pela Ilha Mart\u00edn Garc\u00eda, privadas de liberdade, sem direito a qualquer defesa e a quem foram negados todos os direitos.<\/p>\n<p>A ilha n\u00e3o recebia somente habitantes nativos; funcionava tamb\u00e9m como ponto de distribui\u00e7\u00e3o para todas as partes do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O destino dos prisioneiros era diverso. Eles poderiam permanecer como detidos, ser mandados para pedreiras, fazendas ou se juntar ao pr\u00f3prio ex\u00e9rcito que os atacou. Documentos oficiais mostram que fam\u00edlias ricas de Buenos Aires solicitavam mulheres e crian\u00e7as para trabalhar nos servi\u00e7os dom\u00e9sticos e at\u00e9 nos campos. &#8220;Era claramente um mecanismo de controle social como parte de um processo muito maior: o do genoc\u00eddio&#8221;, diz Papazian, que tamb\u00e9m integra a Rede de Pesquisadores de Genoc\u00eddio. Ele explica que em 1890 n\u00e3o havia mais ind\u00edgenas em Mart\u00edn Garc\u00eda. O destino n\u00e3o oferecia muitas op\u00e7\u00f5es: Ex\u00e9rcito ou Marinha, trabalho escravo, trabalho dom\u00e9stico para fam\u00edlias ou a morte.<\/p>\n<p>Na prov\u00edncia de Mendoza tamb\u00e9m havia campos de concentra\u00e7\u00e3o e trabalho escravo.<\/p>\n<p>Diego Escolar investigou o que aconteceu com o povo Huarpe e os prisioneiros das campanhas militares. Pesquisador do Conicet (Centro Cient\u00edfico Tecnol\u00f3gico \u2012 CCT Mendoza) em Mendoza e professor da Universidade Nacional de Cuyo, confirma que grandes quantidades de pessoas se concentravam na prov\u00edncia e eram distribu\u00eddas em fazendas, nas propriedades dos altos comandos militares e nas fam\u00edlias abastadas da regi\u00e3o. Eles quase sempre se tornaram trabalhadores escravos, uma condi\u00e7\u00e3o de que sofreram at\u00e9 pelo menos a d\u00e9cada de 1890.<\/p>\n<p>Com base em jornais da \u00e9poca, certid\u00f5es de batismo, tradi\u00e7\u00f5es orais e entrevistas do in\u00edcio do s\u00e9culo XX, constata-se que, entre 1879 e 1886, pelo menos 3.000 ind\u00edgenas foram distribu\u00eddos em Mendoza. Escolar e sua equipe de pesquisa \u2013 Leticia Sald e Carla Rigi\u00f3 \u2013 estimam que o n\u00famero seja maior. Os locais de deten\u00e7\u00e3o j\u00e1 verificados foram pelo menos seis, localizados nos departamentos de Maip\u00fa, Malarg\u00fce, Santa Rosa, San Rafael, Rivadavia e na capital da prov\u00edncia.<\/p>\n<p>Jun\u00edn de los Andes (Neuqu\u00e9n), Chinchinales e Valcheta (R\u00edo Negro), Carmen de Patagones (Buenos Aires) e o bairro de Retiro (Cidade de Buenos Aires) tamb\u00e9m tiveram campos de concentra\u00e7\u00e3o, como os seis de Mendoza e o de Martin Ilha Garcia. Fam\u00edlias inteiras eram confinadas, independentemente de sexo e idade. O maior crime era serem ind\u00edgenas e habitarem um territ\u00f3rio valioso.<\/p>\n<p>O pesquisador do Conicet e diretor do Servi\u00e7o de Impress\u00f5es Digitais Gen\u00e9ticas da Faculdade de Farm\u00e1cia e Bioqu\u00edmica da UBA, Daniel Corach, afirma que, com base em relat\u00f3rios do Ex\u00e9rcito, o avan\u00e7o militar do s\u00e9culo XIX deixou um alarmante n\u00famero de v\u00edtima: \u201c30 mil desaparecidos\u201d.<\/p>\n<p>Vinte e oito anos ap\u00f3s o golpe de estado de 1976, o governo do pa\u00eds decidiu que a Escola de Mec\u00e2nica da Marinha (ESMA), um dos maiores centros clandestinos de deten\u00e7\u00e3o, passaria para as m\u00e3os de organiza\u00e7\u00f5es de direitos humanos, onde foi criado um memorial.<\/p>\n<p>Centro e trinta anos ap\u00f3s o in\u00edcio da Campanha do Deserto, os ind\u00edgenas n\u00e3o t\u00eam espa\u00e7o semelhante. Ao contr\u00e1rio, o principal emblema desse avan\u00e7o militar, Julio Argentino Roca, tem ruas, escolas e monumentos. Em um deles, a maior aud\u00e1cia: no centro de Bariloche, em pleno territ\u00f3rio mapuche, h\u00e1 uma est\u00e1tua de Roca. \u00c9 imposs\u00edvel imaginar uma est\u00e1tua de Jorge Rafael Videla na Pra\u00e7a de Maio.<\/p>\n<p>Em 1994, foi aprovada a Lei 24.411, que obriga o Estado a indenizar os familiares dos assassinados e desaparecidos por cada v\u00edtima do terrorismo do Estado. Jamais foi discutido reparo financeiro algum nos \u00e2mbitos institucionais para as v\u00edtimas do genoc\u00eddio ind\u00edgena.<\/p>\n<p>Tampouco h\u00e1 dados oficiais sobre os mortos e desaparecidos durante a Campanha do Deserto \u2012 como em tudo relacionado aos povos nativos \u2012, mas algumas investiga\u00e7\u00f5es d\u00e3o uma ideia da propor\u00e7\u00e3o: Diana Lenton aponta que em 1883, apenas cinco anos ap\u00f3s o in\u00edcio do avan\u00e7o militar, 20.000 prisioneiros foram enviados para Buenos Aires. Logo seriam mortos, escravizados ou desapareceriam.<\/p>\n<p>O professor da Universidade de Buenos Aires, Mariano Nagy, com base na pesquisa \u201cO Estado e a quest\u00e3o ind\u00edgena\u201d, de Enrique Mases, especifica que 25.000 ind\u00edgenas habitavam a Patag\u00f4nia. No primeiro ano da Campanha do Deserto foram 1.300 ind\u00edgenas mortos \u201cem combate\u201d e 13.000 presos que ficaram sob a tutela do Estado.<\/p>\n<p>Atualmente, a viola\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica dos direitos humanos dos ind\u00edgenas n\u00e3o choca a opini\u00e3o p\u00fablica, e \u00e9 inclusive negada por uma classe de intelectuais, comunicadores e formadores de opini\u00e3o.<\/p>\n<p>As v\u00edtimas do genoc\u00eddio n\u00e3o foram os setores urbanos, nem a classe m\u00e9dia. A nega\u00e7\u00e3o tem origens \u00e9tnicas e de classe social. E, sem d\u00favida, econ\u00f4micas: os diferentes modelos de produ\u00e7\u00e3o do \u00faltimo s\u00e9culo e meio \u2013 agroexportador, petroleiro, florestal, minerador \u2013 tiveram e ainda t\u00eam como cen\u00e1rio grande parte dos territ\u00f3rios ancestrais ind\u00edgenas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>*<a href=\"https:\/\/agenciatierraviva.com.ar\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Argentina-Originaria-Dario-Aranda.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Download de \u00abArgentina Originaria. Genocidios, saqueos y resistencias<\/a>\u00bb.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Traduzido do espanhol por D\u00e9bora Olimpio<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O genoc\u00eddio negado, a desapropria\u00e7\u00e3o de terras e a luta das comunidades ind\u00edgenas s\u00e3o os temas centrais de &#8220;Argentina nativa: genoc\u00eddios, saques e resist\u00eancias&#8221;, livro que tra\u00e7a as continuidades da viol\u00eancia estatal e, tamb\u00e9m, d\u00e1 conta da defesa do territ\u00f3rio&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1210,"featured_media":1678488,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[104,117,11390],"tags":[4904,106587,5323,33011,106588,106586,36849],"class_list":["post-1684404","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-america-do-sul","category-povos-originarios","category-conteudo-original","tag-argentina-pt-pt","tag-genocidios-pt-pt","tag-indigenas","tag-povos-originarios","tag-resistencias-pt-pt","tag-saques","tag-territorios-pt-pt"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>12 de outubro: \u201cArgentina nativa. 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