{"id":1574177,"date":"2022-04-30T02:13:32","date_gmt":"2022-04-30T01:13:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1574177"},"modified":"2022-04-30T02:13:32","modified_gmt":"2022-04-30T01:13:32","slug":"na-internet-voce-nao-sabe-se-esta-falando-com-um-homem-uma-mulher-ou-um-cachorro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2022\/04\/na-internet-voce-nao-sabe-se-esta-falando-com-um-homem-uma-mulher-ou-um-cachorro\/","title":{"rendered":"Na internet, voc\u00ea n\u00e3o sabe se est\u00e1 falando com um homem, uma mulher ou um cachorro"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu sempre gostei de tecnologia. A inform\u00e1tica exercia um enorme fasc\u00ednio sobre mim antes mesmo de possuir o meu primeiro computador. Lembro-me, com certo orgulho, de que desde muito cedo, era visto como uma refer\u00eancia para assuntos de computa\u00e7\u00e3o com os coleguinhas de escola, esses j\u00e1 munidos de seus PCs, enquanto o meu computador existia, naqueles tempos, apenas na minha mente imaginativa, por\u00e9m anal\u00f3gica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m vale registrar que sempre fui um leitor \u00e1vido, daqueles que n\u00e3o deixava de ler uma bula de rem\u00e9dio ou r\u00f3tulo de xampu. Antigamente, num per\u00edodo pr\u00e9-internet no Brasil, as revistas sobre inform\u00e1tica reinavam absolutas nas bancas de jornais como principal fonte de informa\u00e7\u00e3o sobre o assunto e, \u00e9 claro, eu procurava consumir o maior n\u00famero delas que me fosse poss\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A verdade \u00e9 que eu n\u00e3o tenho uma origem abastada, pelo contr\u00e1rio. Apesar de ter a sorte (e o esfor\u00e7o da minha fam\u00edlia) para n\u00e3o passar as agruras da fome e outras mis\u00e9rias, a minha vida foi repleta de pequenos e tamb\u00e9m grandes sacrif\u00edcios, como a maioria de n\u00f3s. Penso, inclusive, que tais dificuldades moldaram o meu car\u00e1ter profundamente e, gra\u00e7as a isso, pude dar valor a coisas pequenas, como um simples peri\u00f3dico tecnol\u00f3gico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu juntava todas as moedas que podia para comprar revistas sobre inform\u00e1tica nas bancas e em feiras livres, onde vendiam edi\u00e7\u00f5es mais antigas e com pre\u00e7os mais acess\u00edveis \u00e0 minha realidade financeira \u00e0 \u00e9poca. Era poss\u00edvel comprar material publicado meses antes sem \u201cpreju\u00edzo\u201d da informa\u00e7\u00e3o, pois a velocidade da mudan\u00e7a era enormemente menor se comparada a dos dias de hoje.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O sonho do computador ainda estava muito longe e viria a se concretizar, creio, uns seis anos depois, j\u00e1 no final da adolesc\u00eancia. No entanto, eu j\u00e1 respirava h\u00e1 quase uma d\u00e9cada aquela atmosfera e montara o meu primeiro computador diretamente no universo de dualidade entre o simples e o complexo: a minha pr\u00f3pria mente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A cada leitura, a cada explica\u00e7\u00e3o, a cada fotografia que via, eu projetava as a\u00e7\u00f5es, os cliques, as linhas de comando digitadas e emulava um sistema operacional completo na minha cabe\u00e7a. E o meu c\u00e9rebro passou a funcionar como uma pequena m\u00e1quina, quando assim eu quisesse que ele se comportasse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Voltando \u00e0s revistas, ap\u00f3s esse longo par\u00eantese, lembro-me de uma em particular que trazia um tema muito instigante a mim na \u00e9poca: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Na internet, voc\u00ea n\u00e3o sabe se est\u00e1 falando com um homem, uma mulher ou um cachorro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Nunca esqueci esse conceito, mesmo sendo eu, na ocasi\u00e3o, um \u201cusu\u00e1rio\u201d de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">computador imagin\u00e1rio<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, na maior parte do tempo. J\u00e1 havia me aventurado na internet, em computadores de escolas ou cursos, talvez uma ou outra vez na casa de um colega, mas aquela tem\u00e1tica muito me instigou, porque era um campo novo e com muitas possibilidades de aprendizado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os anos passaram e ainda me lembrava de boa parte daquele conte\u00fado e sentia saudades daquela revista que, infelizmente, j\u00e1 n\u00e3o possu\u00eda mais. Procurei, incansavelmente por anos, um exemplar para substituir, mesmo sem me lembrar de seu t\u00edtulo ou de outras informa\u00e7\u00f5es editorais que pudessem ser \u00fateis na empreitada. Embora tentasse, parecia-me um pote de ouro no fim do arco-\u00edris. At\u00e9 que um dia eu a achei, por um desses acasos do destino.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E l\u00e1 estava ela, a mat\u00e9ria que eu tanto queria ler novamente, intitulada \u201cQuem \u00e9 o qu\u00ea na internet?\u201d, na \u00faltima p\u00e1gina da revista <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Internet.br<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> n\u00famero 30, de novembro de 1998. Era uma coluna assinada pelo jornalista Carlos Alberto Teixeira, que durante anos fora tamb\u00e9m colaborador do caderno <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Inform\u00e1tica ETC<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> do jornal O Globo. Eu a reli, num f\u00f4lego s\u00f3, e rapidamente voltei a tempos mais id\u00edlicos, ainda que por alguns poucos minutos, e retornei ao presente quase dist\u00f3pico que nos apresenta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O texto contava com algumas ideias preconcebidas de como detectar um homem ou uma mulher apenas pelo \u201cjeito de escrever\u201d. Defendia-se, por exemplo, que o uso de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">smileys<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (precursores dos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">emoticons<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">) e sorrisinhos denotava que o emissor seria do sexo feminino, enquanto uma linguagem menos prolixa ou sem cuidados gramaticais seria certamente relacionada a um indiv\u00edduo masculino. Algumas vezes, at\u00e9 se mencionava o fato de que poderia ser justamente o contr\u00e1rio, o que faz com que n\u00e3o cheguemos a lugar algum. No entanto, o fato \u00e9 que hoje podemos claramente ver que esses r\u00f3tulos s\u00e3o preconceituosos e que n\u00e3o existe \u2013 e nem poder\u00e1 existir \u2013, logicamente, nenhuma <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">f\u00f3rmula m\u00e1gica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> para se definir com que representa\u00e7\u00e3o a pessoa se identifica, muito menos atrav\u00e9s da an\u00e1lise de palavras e s\u00edmbolos digitados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 claro que durante as minhas pesquisas, eu j\u00e1 havia encontrado o material original o qual serviu como base ao texto do jornalista e pude me aprofundar no assunto, como queria e deveria. Contudo, ler aquelas mesmas palavras de novo era a motiva\u00e7\u00e3o que precisava para colocar o tema no papel e tamb\u00e9m atualiz\u00e1-lo com as modernidades de hoje. E assim, agora, o fa\u00e7o.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_1574188\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1574188\" class=\"wp-image-1574188 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ALyx31.jpg\" alt=\"\" width=\"820\" height=\"613\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ALyx31.jpg 820w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ALyx31-300x224.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px\" \/><p id=\"caption-attachment-1574188\" class=\"wp-caption-text\">\u201cNa internet, ningu\u00e9m sabe que voc\u00ea \u00e9 um cachorro\u201d, tira publicada pelo cartunista Peter Steiner, em 5 de julho de 1993, na revista The New Yorker<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos idos anos de 1993, quando a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">internet<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> ainda dava seus primeiros passos comercialmente, uma tira da revista americana <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The New Yorker<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, de autoria de Peter Steiner, lan\u00e7ou um questionamento interessante sobre o anonimato que uma rede como a que usamos at\u00e9 hoje oferece. Naquele quadrinho, dois c\u00e3es estavam conversando, estando um deles em frente a um computador, como se o utilizasse. \u00c9 poss\u00edvel imaginar que um deles estivesse navegando pela internet e interagindo com outras pessoas virtualmente. Assim, o \u201ccachorro internauta\u201d explicava ao outro da maravilha que era usar a grande rede mundial de computadores, pois ali, ningu\u00e9m sabia o que de fato ele era.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos primeiros anos de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">internet<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, o anonimato era mais simples de se obter e, talvez, at\u00e9 eventualmente por ser um per\u00edodo de descobertas \u2013 e naturalmente receios \u2013 era incentivado. A oportunidade de criarmos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">alter egos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> era sedutora. Voc\u00ea poderia ser alto ou baixo, magro ou gordo, careca ou cabeludo, homem ou mulher. Voc\u00ea era quem quisesse ser.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Era uma liberdade \u00edmpar, de fato. E pod\u00edamos explor\u00e1-la com um ardor juvenil, muitas vezes, apenas para darmos vaz\u00e3o a sensa\u00e7\u00f5es interiores, n\u00e3o necessariamente com intuito de fazer mal a algu\u00e9m. Entretanto, o tempo passa inexoravelmente e as mudan\u00e7as sociais \u00e0s quais somos submetidos s\u00e3o realmente implac\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, o anonimato que ora se ofertava nos prim\u00f3rdios da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">internet<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> n\u00e3o \u00e9 mais t\u00e3o bem-visto. Muito se discute \u2013 \u00e9 verdade \u2013 sobre a privacidade dos usu\u00e1rios da rede. E \u00e9 consenso sua import\u00e2ncia para um uso sustent\u00e1vel desse ambiente, por\u00e9m a utiliza\u00e7\u00e3o indiscriminada da impessoalidade \u00e9 combatida firmemente, j\u00e1 que, em muitos casos, o anonimato em quest\u00e3o est\u00e1 intrinsecamente atrelado a atividades criminais. H\u00e1, inclusive, um famoso grupo de cibercriminosos (para alguns, j\u00e1 para outros, ciberativistas) que se intitulam \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Anonymous<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Retomando a provoca\u00e7\u00e3o inicial do t\u00edtulo deste texto, \u201cNa internet, voc\u00ea n\u00e3o sabe se est\u00e1 falando com um homem, uma mulher ou um cachorro\u201d, n\u00e3o se discute aqui quest\u00f5es de identifica\u00e7\u00e3o de g\u00eanero (ou esp\u00e9cie), mas os perigos eventuais do anonimato e algo maior e pior: a altera\u00e7\u00e3o de identidade com objetivo il\u00edcito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No passado, um homem poderia se passar por uma mulher em um bate-papo e, por algumas horas, dar vaz\u00e3o a quest\u00f5es pessoais e interiores. Na maioria das vezes, isso n\u00e3o gerava nenhum problema mais grave entre os interlocutores, salvo o fato de que uma hora n\u00e3o seria mais poss\u00edvel manter a situa\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o. Contudo, com o advento das redes sociais e os seus perfis repletos de informa\u00e7\u00f5es pessoais, n\u00e3o \u00e9 mais t\u00e3o simples \u201cmentir\u201d dessa forma. Ou ser\u00e1 que \u00e9?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dado o volume de material que produzimos e disponibilizamos livremente na <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">internet<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, \u00e9 plenamente poss\u00edvel que uma pessoa possa se passar por outra com uma riqueza de detalhes impressionante. E sem muitos conhecimentos de tecnologia para isso: basta a m\u00e1 inten\u00e7\u00e3o. E assim nascem os <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">perfis fakes<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitas vezes esses perfis s\u00e3o feitos por pessoas pr\u00f3ximas \u00e0 v\u00edtima, com intuito de causar transtornos a mesma. Por\u00e9m, em algumas ocasi\u00f5es, as pessoas escolhidas para terem seus dados e imagens reproduzidos s\u00e3o aleat\u00f3rias e sem rela\u00e7\u00e3o com o algoz. Quando isso ocorre, em geral, tal a\u00e7\u00e3o tem por objetivo a aplica\u00e7\u00e3o de algum golpe financeiro sobre outras v\u00edtimas. Ent\u00e3o, num primeiro momento, um perfil rico em imagens variadas, textos e publica\u00e7\u00f5es poderia passar facilmente por algo original ou oficial, embora estivesse longe disso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com o passar dos anos, os internautas foram ficando mais desconfiados. A partir da\u00ed, uma imagem (ou uma s\u00e9rie delas), al\u00e9m de palavras escritas, n\u00e3o eram mais o bastante. Para alguns, a seguran\u00e7a de conversar com \u201ca pessoa certa\u201d s\u00f3 poderia ser atestada atrav\u00e9s de recursos multim\u00eddia como \u00e1udios e v\u00eddeos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Logo, receber um material audiovisual de uma pessoa seria a prova necess\u00e1ria para que qualquer sombra de d\u00favida sobre a identidade fosse varrida para longe. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Seria<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Se n\u00e3o fosse uma novidade: o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">deepfake<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">deepfake<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> consiste em uma t\u00e9cnica altamente avan\u00e7ada de manipula\u00e7\u00e3o digital. Esse processo complexo, que aos poucos \u2013 infelizmente \u2013 est\u00e1 se popularizando, consiste de pegar um v\u00eddeo qualquer e trocar o rosto do indiv\u00edduo registrado por outro, a partir de uma simples fotografia. Em resumo, \u00e9 poss\u00edvel colocar uma foto sobre um v\u00eddeo e a tecnologia <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">deepfake<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> edita as filmagens dando vida \u00e0quela imagem est\u00e1tica. Ou seja, \u00e9 como se a foto em quest\u00e3o virasse uma <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e1scara<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e fosse colocada sobre qualquer personagem de um v\u00eddeo, sincronizando os movimentos da cabe\u00e7a, dos l\u00e1bios e dos olhos com uma perfei\u00e7\u00e3o assustadora.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitas celebridades de Hollywood t\u00eam sido v\u00edtimas do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">deepfake<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Elas t\u00eam seus rostos inseridos nos corpos de atrizes pornogr\u00e1ficas em cenas \u201cimpr\u00f3prias\u201d. A viol\u00eancia que essas mulheres sofrem trazem danos \u00e0 sua imagem e tamb\u00e9m, evidentemente, danos psicol\u00f3gicos. Dentre as atrizes que padecem com o mau uso da tecnologia, destacam-se Emma Watson, Gal Gadot, Jessica Alba e Meghan Markle.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Se antes, ao vermos uma fotografia, poder\u00edamos duvidar de sua originalidade, pensando se ela estaria ou n\u00e3o retocada no <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Photoshop<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, agora teremos que ter esse mesmo crivo para os v\u00eddeos. Em \u00e9pocas de elei\u00e7\u00f5es, inclusive, o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">deepfake<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> pode ser um perigoso complemento para tentar validar ideias mentirosas no universo das <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">fake news<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Tentemos imaginar, num futuro pr\u00f3ximo, as cenas lament\u00e1veis de candidatos em v\u00eddeos agredindo crian\u00e7as, animais ou cometendo outras transgress\u00f5es e, como consequ\u00eancia, perdendo milh\u00f5es de votos, mesmo sem jamais terem realizado tais a\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 um futuro tr\u00e1gico onde infelizmente n\u00e3o se poder\u00e1 acreditar no que l\u00ea, ouve ou v\u00ea.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ent\u00e3o, depois disso tudo, percebemos que na <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">internet<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> realmente n\u00e3o se pode saber se est\u00e1 falando com um homem, uma mulher ou um cachorro. No entanto, sob uma \u00f3tica mais \u201csimpl\u00f3ria\u201d, isso importa mesmo? Talvez, seja o caso de nem mesmo voc\u00ea ser quem acha que \u00e9.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu sempre gostei de tecnologia. A inform\u00e1tica exercia um enorme fasc\u00ednio sobre mim antes mesmo de possuir o meu primeiro computador. 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