{"id":1540693,"date":"2022-03-11T23:07:46","date_gmt":"2022-03-11T23:07:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1540693"},"modified":"2022-03-11T23:07:46","modified_gmt":"2022-03-11T23:07:46","slug":"os-povos-indigenas-sao-realmente-uma-minoria-parte-iii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2022\/03\/os-povos-indigenas-sao-realmente-uma-minoria-parte-iii\/","title":{"rendered":"Os povos ind\u00edgenas s\u00e3o realmente uma minoria? Parte III"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 13 de setembro de 2007, a Assembleia-Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas apresentou algumas <\/span><a href=\"https:\/\/www.un.org\/development\/desa\/indigenouspeoples\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2018\/11\/UNDRIP_F_web.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">resolu\u00e7\u00f5es<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> sobre a quest\u00e3o dos povos ind\u00edgenas. No relat\u00f3rio da assembleia, observa-se que &#8220;os povos ind\u00edgenas sofreram injusti\u00e7as hist\u00f3ricas devido, entre outras coisas, \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o e \u00e0 desapropria\u00e7\u00e3o de suas terras, de seus territ\u00f3rios e de seus recursos, o que os impediu de exercer, em especial, o direito ao desenvolvimento de acordo com suas pr\u00f3prias necessidades e interesses\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outra informa\u00e7\u00e3o importante que o relat\u00f3rio traz \u00e9 que \u201cos tratados, os acordos e outros arranjos construtivos, e as rela\u00e7\u00f5es que eles representam s\u00e3o a base para uma parceria fortalecida entre os povos ind\u00edgenas e os Estados\u201d. Vamos, ent\u00e3o, falar dessa parceria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos \u00faltimos anos, a causa ind\u00edgena tornou-se um enorme desafio para muitos pa\u00edses. Este artigo fornece uma vis\u00e3o geral da maneira como alguns pa\u00edses est\u00e3o abordando a quest\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Este artigo n\u00e3o concede a palavra diretamente \u00e0s pessoas interessadas. Sinta-se \u00e0 vontade para nos escrever e nos informar sobre um erro ou de um inconveniente em rela\u00e7\u00e3o aos dados, aos termos ou, de forma mais geral, \u00e0s informa\u00e7\u00f5es apresentadas.<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Este artigo \u00e9 o terceiro de uma s\u00e9rie de 3, e retrata a situa\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas em certas regi\u00f5es do mundo. Esta s\u00e9rie d\u00e1 continuidade ao desejo crescente de nossa gera\u00e7\u00e3o de reconhecer os direitos dos povos ind\u00edgenas pelo seu verdadeiro valor, e de defender a liberdade e o respeito pelas minorias. O primeiro artigo da s\u00e9rie tra\u00e7a um retrato da propor\u00e7\u00e3o de nativos nas regi\u00f5es estudadas. O segundo e o terceiro artigos, que na realidade s\u00e3o um \u00fanico artigo dividido em dois, apresentam de maneira cronol\u00f3gica e resumida as grandes reviravoltas que os povos ind\u00edgenas conheceram em sua regi\u00e3o de origem.\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p><strong>\u00a0Austr\u00e1lia:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A hist\u00f3ria colonial da Austr\u00e1lia pesou muito na balan\u00e7a contra os abor\u00edgenes. Ao longo do s\u00e9culo 20, o pa\u00eds experimentou pol\u00edticas de assimila\u00e7\u00e3o que visavam erradicar a cultura desses primeiros povos e empurr\u00e1-los para a autodestrui\u00e7\u00e3o, conforme artigo da <\/span><a href=\"https:\/\/www.cairn.info\/revue-informations-sociales-2012-3-page-70.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cairn<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Desde ent\u00e3o, os governos tentam remediar essa injusti\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os abor\u00edgenes, que representam cerca de 3% da popula\u00e7\u00e3o australiana, sofrem as consequ\u00eancias da coloniza\u00e7\u00e3o, que persistem sob a forma de grandes\u00a0 desigualdades sociais. A vida abor\u00edgene gira em torno do <\/span><a href=\"https:\/\/mythologica.fr\/australie\/dreamtime.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dreamtime<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dreamtime<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, ou \u201chora do sonho\u201d, corresponde ao conceito segundo o qual, na \u00e9poca da Cria\u00e7\u00e3o, os ancestrais moldaram o mundo como o conhecemos hoje. O aspecto espiritual est\u00e1 muito presente na cultura abor\u00edgene, o que os diferencia muito dos colonos ocidentais e do seu modo de vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essas diferen\u00e7as culturais foram acentuadas quando os governos tentaram controlar culturalmente os primeiros povos, a fim de obter uma &#8220;<\/span><a href=\"https:\/\/www.cairn.info\/revue-informations-sociales-2012-3-page-70.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Austr\u00e1lia Branca<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;. A pol\u00edtica de assimila\u00e7\u00e3o da Austr\u00e1lia em rela\u00e7\u00e3o aos abor\u00edgenes \u00e9 marcada pelo per\u00edodo das &#8220;gera\u00e7\u00f5es roubadas\u201d, que foi caracterizado pela remo\u00e7\u00e3o \u00e0 for\u00e7a de suas fam\u00edlias de milhares de jovens ind\u00edgenas, levados de suas casas e colocados com fam\u00edlias adotivas brancas como parte das pol\u00edticas de assimila\u00e7\u00e3o da cultura oficial que continuaram at\u00e9 a d\u00e9cada de 1970<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">1<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Assim, as \u201cgera\u00e7\u00f5es roubadas\u201d foram v\u00edtimas de sequestros orquestrados legalmente, com uma base racial, contra crian\u00e7as mesti\u00e7as. &#8220;Essa <\/span><a href=\"https:\/\/www.cairn.info\/revue-informations-sociales-2012-3-page-70.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">express\u00e3o<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> tornou-se o s\u00edmbolo de uma p\u00e1gina inteira da hist\u00f3ria australiana, e um lembrete constante da pol\u00edtica de assimila\u00e7\u00e3o da Austr\u00e1lia abor\u00edgene negra pela Austr\u00e1lia branca e, consequentemente, das desigualdades sociais acentuadas por essas pol\u00edticas\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">At\u00e9 os anos <\/span><a href=\"https:\/\/www.voyage-australie.com\/culture-australienne\/aborigenes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">1960<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, a sociedade \u201cbranca\u201d excluiu quase inteiramente os abor\u00edgenes. No entanto, a partir de 1966, muitos movimentos militantes se mobilizaram contra as m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de vida e de trabalho, e obtiveram sucesso. Esses movimentos levaram, em 1967, \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de um referendo que finalmente concedeu cidadania e acesso ao sal\u00e1rio m\u00ednimo para todos os abor\u00edgenes. Nos anos seguintes, uma <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">bandeira abor\u00edgene foi criada, e a Lei <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Aboriginal Land Rights Act (<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Lei dos\u00a0Direitos dos Abor\u00edgenes\u00a0\u00e0\u00a0Terra, em portugu\u00eas) foi assinada. Essa lei \u201cgarante o direito \u00e0 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">terra para certos grupos abor\u00edgenes do Territ\u00f3rio do Norte\u201d e devolve parte da terra aos descendentes dos ancestrais que eram propriet\u00e1rios daquele territ\u00f3rio. Alguns anos depois, o Supremo Tribunal Australiano \u201cconcedeu o t\u00edtulo das terras aos abor\u00edgenes\u201d. Apesar desses avan\u00e7os not\u00e1veis, as condi\u00e7\u00f5es de vida dos abor\u00edgenes ainda s\u00e3o dram\u00e1ticas. Reunidos nas periferias das cidades, os abor\u00edgenes sofrem com condi\u00e7\u00f5es sociais dif\u00edceis: alcoolismo, drogas, viol\u00eancia, delinqu\u00eancia, desemprego e at\u00e9 mesmo suic\u00eddio, para citar algumas. Elas s\u00e3o a sua realidade. De acordo com o mesmo <\/span><a href=\"https:\/\/www.voyage-australie.com\/culture-australienne\/aborigenes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">artigo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, &#8220;a expectativa de vida dos australianos brancos supera a dos nativos em dezessete anos&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0Am\u00e9rica Latina:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, na Am\u00e9rica Latina, a maioria dos descendentes dos primeiros povos s\u00e3o mesti\u00e7os. Seu n\u00famero exato n\u00e3o \u00e9 conhecido, mas sua presen\u00e7a \u00e9 indiscut\u00edvel. A causa ind\u00edgena n\u00e3o \u00e9 tratada da mesma forma nos diferentes pa\u00edses: enquanto a Argentina, por meio de suas pol\u00edticas, quase reduziu a porcentagem de sua popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena a zero, outros ainda contam com uma propor\u00e7\u00e3o muito grande de ind\u00edgenas em sua popula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1980, um &#8220;movimento<\/span><a href=\"https:\/\/www.universalis.fr\/encyclopedie\/amerique-latine-la-question-indienne\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\"> pan-ind\u00edgena<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&#8221; se desenvolveu na Am\u00e9rica Latina. Pa\u00edses como o M\u00e9xico, a Guatemala, a Col\u00f4mbia, o Equador, o Peru e a Bol\u00edvia participaram desse processo. As reivindica\u00e7\u00f5es inclu\u00edam o direito \u00e0 terra, a melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e a uma certa autonomia. Como em outras na\u00e7\u00f5es, eles exigiam o reconhecimento de sua exist\u00eancia, seus direitos e seus modos de vida. Em 1992, o movimento se espalhou pelo continente, chegando inclusive \u00e0 ONU. No entanto, os resultados n\u00e3o corresponderam \u00e0s expectativas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A <\/span><a href=\"https:\/\/journals.openedition.org\/alhim\/100\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">busca pelo reconhecimento<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> n\u00e3o parou desde ent\u00e3o, e aumentou a visibilidade dessas comunidades. Esses movimentos fazem parte de uma iniciativa de modernidade, com aspira\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas. Ao romper com a &#8220;utopia arcaica&#8221; outrora preconizada, essas popula\u00e7\u00f5es trouxeram um sopro de esperan\u00e7a para os povos ind\u00edgenas da Am\u00e9rica Latina, embora o resultado ainda n\u00e3o tenha realmente chegado aos c\u00edrculos pol\u00edticos. A agita\u00e7\u00e3o concentrou-se principalmente dentro das pr\u00f3prias comunidades.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Seria poss\u00edvel listar todos os movimentos ou reivindica\u00e7\u00f5es que ocorreram nos \u00faltimos anos pelos direitos ind\u00edgenas na Am\u00e9rica Latina, mas tamb\u00e9m \u00e9 relevante ter em conta a onda \u201cmoderna\u201d. \u00c9 o fim dos estere\u00f3tipos do &#8220;\u00edndio com seus trajes t\u00edpicos&#8221;, isolado em sua reserva. Seu objetivo agora \u00e9 superar o legado da coloniza\u00e7\u00e3o, entrar no mundo moderno; ter acesso a cr\u00e9ditos e a propriedades, por exemplo. Seu objetivo \u00e9 virar a p\u00e1gina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas na Am\u00e9rica Latina tendem a se urbanizar e a imagem de \u00edndios marginalizados no campo est\u00e1 desaparecendo. Entretanto, eles ainda s\u00e3o maioria quando se trata de pobreza, e suas condi\u00e7\u00f5es de vida est\u00e3o longe de ser iguais \u00e0s das popula\u00e7\u00f5es n\u00e3o ind\u00edgenas. Ainda h\u00e1 muito trabalho a fazer.<\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0Nova Zel\u00e2ndia:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os Maoris possuem condi\u00e7\u00f5es de vida diferentes de outras popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas do mundo. A Nova Zel\u00e2ndia \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o quanto ao tratamento da causa ind\u00edgena: encontra-se &#8220;<\/span><a href=\"https:\/\/www.justiceinfo.net\/fr\/79215-nouvelle-zelande-decennies-avance-reparations-autochtones.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">d\u00e9cadas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e0 frente&#8221; dos outros pa\u00edses.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O primeiro tratado a favor dos direitos Maoris foi assinado em 6 de fevereiro de <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">1840 pelos representantes da Coroa Brit\u00e2nica e os chefes das tribos Maoris. O Tratado de Waitangi \u00e9 reconhecido como o &#8220;documento <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">fundador da na\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia&#8221; e concedeu cidadania brit\u00e2nica a todos os Maoris. Assim, os brit\u00e2nicos reconheceram os direitos dos povos ind\u00edgenas \u00e0s \u201csuas terras ancestrais\u201d, cancelando as vendas de terras feitas anteriormente. Com esse tratado, a Nova Zel\u00e2ndia tornou-se uma col\u00f4nia brit\u00e2nica aut\u00f4noma da Austr\u00e1lia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1975, foi criado um tribunal para ouvir as queixas dos Maoris cujos direitos n\u00e3o fossem respeitados, de acordo com o Tratado de Waitangi. De fato, se o tratado foi in\u00e9dito, sua aplica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m encontrou obst\u00e1culos. Os poderes deste tribunal foram gradualmente estendidos a partir de ent\u00e3o. As diferen\u00e7as de interpreta\u00e7\u00e3o ainda permanecem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O processo, no entanto, \u00e9 baseado em negocia\u00e7\u00f5es, ao contr\u00e1rio do Canad\u00e1, onde os povos aut\u00f3ctones possuem jurisprud\u00eancia, segundo o artigo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Tratado de Waitangi tamb\u00e9m permitiu que a cultura Maori recuperasse um lugar de destaque na sociedade da Nova Zel\u00e2ndia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Independentemente do pa\u00eds ou regi\u00e3o do mundo, as reivindica\u00e7\u00f5es de terras pelos Primeiros Povos s\u00e3o uma das quest\u00f5es mais importantes que os governos enfrentam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Conforme explicado anteriormente, os tr\u00eas artigos desta s\u00e9rie n\u00e3o pretendem fornecer um retrato detalhado da situa\u00e7\u00e3o de todos os povos abor\u00edgenes ao redor do mundo. Todavia, permite um r\u00e1pido panorama da situa\u00e7\u00e3o atual e de como esses povos chegaram l\u00e1, tomando como exemplo algumas regi\u00f5es do mundo da qual ouvimos hoje falar com frequ\u00eancia. Obviamente, existem popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas em outras partes do mundo.<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">1<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Nota da Edi\u00e7\u00e3o: https:\/\/www.rfi.fr\/br\/mundo\/20210805-austr%C3%A1lia-governo-vai-indenizar-gera%C3%A7%C3%A3o-roubada-de-abor%C3%ADgenes<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para ler os dois primeiros artigos:<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pressenza.com\/fr\/2021\/12\/les-autochtones-sont-ils-si-minoritaires-%e2%85%93\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Artigo 1<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pressenza.com\/fr\/2021\/12\/les-autochtones-sont-ils-si-minoritaires-2-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Artigo 2<\/span><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">Traduzido do franc\u00eas por Aline Arana \/ Revisado por Gra\u00e7a Pinheiro<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 13 de setembro de 2007, a Assembleia-Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas apresentou algumas resolu\u00e7\u00f5es sobre a quest\u00e3o dos povos ind\u00edgenas. 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