{"id":1519001,"date":"2022-02-11T13:25:30","date_gmt":"2022-02-11T13:25:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1519001"},"modified":"2022-02-11T13:25:30","modified_gmt":"2022-02-11T13:25:30","slug":"diferencas-historicas-nao-arruinarao-a-vantajosa-parceria-sino-russa-do-seculo-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2022\/02\/diferencas-historicas-nao-arruinarao-a-vantajosa-parceria-sino-russa-do-seculo-21\/","title":{"rendered":"Diferen\u00e7as hist\u00f3ricas n\u00e3o arruinar\u00e3o a vantajosa parceria sino-russa do s\u00e9culo 21"},"content":{"rendered":"<p><b>Coopera\u00e7\u00e3o cautelosa, desconfian\u00e7a persistente e conflito direto t\u00eam caracterizado a rela\u00e7\u00e3o sino-russa por centenas de anos. Contudo, junto \u00e0s motiva\u00e7\u00f5es naturais para a colabora\u00e7\u00e3o, uma animosidade compartilhada contra os Estados Unidos garante que as rela\u00e7\u00f5es amig\u00e1veis v\u00e3o durar.<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por John P. Ruehl<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O s\u00e9culo 21 presencia o <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-article-pii-S1879366517300052\/mclj5c\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">estabelecimento<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> de rela\u00e7\u00f5es de \u201ccolabora\u00e7\u00e3o\u201d entre a China e a R\u00fassia, com os benef\u00edcios dessa nova parceria superando as diferen\u00e7as hist\u00f3ricas entre esses dois pa\u00edses que compartilham o objetivo comum de diminuir a domin\u00e2ncia dos Estados Unidos (EUA) nos assuntos internacionais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A China e a R\u00fassia t\u00eam, historicamente, mantido uma rela\u00e7\u00e3o conturbada, visto que a R\u00fassia, em conjunto com o Jap\u00e3o, com os imp\u00e9rios europeus ocidentais e com os EUA, impuseram \u00e0 China, no s\u00e9culo 19 e no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, o que veio a ser conhecido como uma s\u00e9rie de \u201c<\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/milestones-1830-1860-china-2\/mclj5f\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">tratados desiguais<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d. Estados estrangeiros for\u00e7aram a China a concordar com a maioria das suas demandas comerciais e territoriais e, ao contr\u00e1rio das outras pot\u00eancias, a fronteira terrestre compartilhada com a R\u00fassia amplificou a amea\u00e7a russa \u00e0 China.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/stable-2491819\/mclj5h\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">apoio<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> sovi\u00e9tico ao Partido Comunista Chin\u00eas durante a Guerra Civil Chinesa, em conjunto com os esfor\u00e7os m\u00fatuos de fomento a uma revolu\u00e7\u00e3o comunista global, instigou um breve per\u00edodo de coopera\u00e7\u00e3o sino-sovi\u00e9tica ap\u00f3s a d\u00e9cada de 1920. No entanto, depois da morte de Joseph Stalin em 1953, e ap\u00f3s as tentativas sovi\u00e9ticas de promover a desestaliniza\u00e7\u00e3o, as rela\u00e7\u00f5es entre a China e a R\u00fassia azedaram. A consequente cis\u00e3o sino-sovi\u00e9tica resultou em conflitos mortais na fronteira e em tentativas conflituosas de assumir a lideran\u00e7a do mundo comunista. A normaliza\u00e7\u00e3o das <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-1969-1976-rapprochement-china\/mclj5k\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">rela\u00e7\u00f5es<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> com a China pelo presidente estadunidense Richard Nixon, na d\u00e9cada de 1970, revelou o quanto a rela\u00e7\u00e3o sino-sovi\u00e9tica havia regredido.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O colapso sovi\u00e9tico, entretanto, instigou a reaproxima\u00e7\u00e3o entre Pequim e Moscou. A R\u00fassia, claramente o pa\u00eds mais fraco ap\u00f3s a dissolu\u00e7\u00e3o da URSS (Uni\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas Sovi\u00e9ticas), optou por resolver suas disputas fronteiri\u00e7as pendentes em favor da China, pavimentando o caminho para rela\u00e7\u00f5es amistosas. Al\u00e9m disso, a rivalidade ideol\u00f3gica entre Pequim e Moscou, originada pelo desejo antag\u00f4nico de liderar o mundo comunista, minguou na medida em que a ideologia foi abandonada na antiga URSS e alterada, por meio de reformas, na China. Em 2001, a China e a R\u00fassia <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/hina-sign-friendship-pact-html\/mclj5m\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">assinaram<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> um tratado de \u201camizade e coopera\u00e7\u00e3o\u201d, <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/ion-treaty-kremlin-2021-06-28-\/mclj5p\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">renovado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> em 2021. Enquanto \u00e1reas de tens\u00f5es entre estes dois pa\u00edses permanecem at\u00e9 hoje, Pequim e Moscou continuam a cultivar rela\u00e7\u00f5es construtivas a fim de promover seus interesses diplom\u00e1ticos, econ\u00f4micos, pol\u00edticos, militares e, principalmente, seu desejo m\u00fatuo de minar o poder dos EUA nos assuntos internacionais. \u201cTanto a China como a R\u00fassia consideram os EUA um agressor hip\u00f3crita que tem a inten\u00e7\u00e3o de diminu\u00ed-los a fim de manter a hegemonia estadunidense,\u201d disse Einar Tangen, analista pol\u00edtico de Pequim, conforme <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/a-and-china-strengthening-ties\/mclj5r\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">artigo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> publicado na <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Al Jazeera<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Enquanto isso, a economia constitui um pilar da moderna alian\u00e7a sino-russa. O com\u00e9rcio entre a China e a R\u00fassia alcan\u00e7ou pela primeira vez 100 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em 2018, o que ambos os pa\u00edses pretendem<\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/200-billion-2024-help-soybeans\/mclj5t\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\"> aumentar para 200 bilh\u00f5es de d\u00f3lares at\u00e9 2024<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. A fronteira terrestre compartilhada prov\u00ea \u00e0 China e \u00e0 R\u00fassia o benef\u00edcio adicional de ajudar uma \u00e0 outra a contornar as rotas mar\u00edtimas globais controladas pelos EUA. A maioria do com\u00e9rcio entre a China e a R\u00fassia tem sido baseado na <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/om-china-s-energy-crunch-html-\/mclj5w\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">exporta\u00e7\u00e3o de energia<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> O petr\u00f3leo, o g\u00e1s natural e outras commodities russas passaram a ser essenciais para a economia massiva e crescente chinesa; j\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es chinesas para a R\u00fassia consistem, em grande parte, de maquin\u00e1rio e eletr\u00f4nicos. Outro aspecto da crescente liga\u00e7\u00e3o entre estes dois pa\u00edses s\u00e3o os empr\u00e9stimos da China para a R\u00fassia, que se tornaram particularmente vantajosos para a R\u00fassia, tendo em vista os grandes obst\u00e1culos enfrentados pelo pa\u00eds para obter cr\u00e9dito desde a imposi\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es pelo Ocidente, em 2014, \u201cem resposta ao apoio cont\u00ednuo de Moscou aos separatistas do leste da Ucr\u00e2nia,&#8221; <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/anctions-russia-eu-governments\/mclj61\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\"><span style=\"font-weight: 400;\">segundo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Guardian<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A China e a R\u00fassia tamb\u00e9m se comprometeram com uma estrat\u00e9gia de \u201cdesdolarizar\u201d o com\u00e9rcio internacional e diminuir as suas vulnerabilidades \u00e0s san\u00e7\u00f5es estadunidenses. Os dados do Banco Central e do Servi\u00e7o Federal da Alf\u00e2ndega da Federa\u00e7\u00e3o da R\u00fassia (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Federal Customs Service<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">) demostram que, no primeiro trimestre de 2020, \u201ca participa\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar estadunidense no com\u00e9rcio entre a R\u00fassia e a China <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/a2-1dc6-4747-b2e9-1bbfb7277747\/mclj63\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">ficou abaixo de 50% pela primeira vez j\u00e1 registrada<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d, segundo o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Financial Times<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, comparado \u00e0 2015, quando \u201caproximadamente 90% das transa\u00e7\u00f5es bilaterais [entre a R\u00fassia e a China] eram realizadas em d\u00f3lar\u201d. Ao inv\u00e9s disso, recentemente, as transa\u00e7\u00f5es comerciais entre esses dois pa\u00edses t\u00eam sido realizadas, principalmente, em euros, em rublos russos e em renminbi chin\u00eas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Empenhados em reduzir sua depend\u00eancia do d\u00f3lar estadunidense, Pequim e Moscou tamb\u00e9m procuram contornar o sistema de pagamento da Sociedade de Telecomunica\u00e7\u00f5es Financeiras Interbanc\u00e1rias Mundiais (SWIFT), dominado pelos EUA. Ap\u00f3s v\u00e1rios bancos russos serem <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-disconnection-swift-be-russia\/mclj65\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">banidos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> da SWIFT, em 2014 (junto a amea\u00e7as de banimento total da R\u00fassia), o governo russo <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-disconnection-swift-be-russia\/mclj65\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">introduziu<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> o Sistema Nacional de Cart\u00f5es de Pagamento (NSPK), atualmente conhecido como <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Mir<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, para processar transa\u00e7\u00f5es com cart\u00f5es na R\u00fassia. Ainda que em transa\u00e7\u00f5es internacionais \u201cos cart\u00f5es produzidos em associa\u00e7\u00f5es de marcas com o sistema internacional Maestro, o UnionPay chin\u00eas e o JCB japon\u00eas\u201d, <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-disconnection-swift-be-russia\/mclj65\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">possam cada vez mais serem utilizados<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, a R\u00fassia tamb\u00e9m introduziu o Sistema de Transfer\u00eancia de Mensagens Financeiras (SPFS) em 2014, como alternativa ao SWIFT. Embora majoritariamente utilizado pelos bancos russos, o Banco da China tamb\u00e9m est\u00e1 conectado ao SPFS.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ademais, a China lan\u00e7ou o Sistema de Pagamento Interbanc\u00e1rio Transfronteiri\u00e7o (CIPS) em 2015, e, desde ent\u00e3o, <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-disconnection-swift-be-russia\/mclj65\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">23 bancos russos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> juntaram-se ao sistema. Ambos os servi\u00e7os processam somente uma fra\u00e7\u00e3o do total das transa\u00e7\u00f5es do SWIFT. No entanto, o lan\u00e7amento pela UE do seu pr\u00f3prio sistema de pagamento em 2019, o Instrumento de Apoio a Trocas Comerciais (INSTEX), e as <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-disconnection-swift-be-russia\/mclj65\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">ofertas chinesas-russas de colabora\u00e7\u00e3o com ele<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> t\u00eam minado a percep\u00e7\u00e3o tradicional do dom\u00ednio imbat\u00edvel no com\u00e9rcio internacional pelo SWIFT.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A R\u00fassia tamb\u00e9m tem <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-buyer-major-arms-trade-player\/mclj67\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">desfrutado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> de um bom desempenho das vendas de seus equipamentos militares para a China, visto que esta vem mantendo um ac\u00famulo b\u00e9lico constante durante as duas \u00faltimas d\u00e9cadas, devido, particularmente, \u00e0s restri\u00e7\u00f5es enfrentadas pelas empresas ocidentais ao exportar para a China.\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-buyer-major-arms-trade-player\/mclj67\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Como o maior fornecedor estrangeiro de equipamento militar da China<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, a R\u00fassia ajudou-a a <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/ILITARY-POWER-REPORT-FINAL-PDF\/mclj69\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">alcan\u00e7ar<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> uma capacidade significante de nega\u00e7\u00e3o de acesso e \u00e1rea (A2\/AD) ao largo do litoral chin\u00eas, e a uma mudan\u00e7a no equil\u00edbrio de poder entre os EUA e as for\u00e7as chinesas no Leste Asi\u00e1tico. Exerc\u00edcios militares conjuntos russo-chineses, que <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/rcises-signal-growing-alliance\/mclj6c\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">aumenta<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">ram<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> consideravelmente ao longo da \u00faltima d\u00e9cada, serviram para desafiar as percep\u00e7\u00f5es convencionais do dom\u00ednio militar dos EUA na zona \u00c1sia-Pac\u00edfico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diplomaticamente, a China e a R\u00fassia procuram se apoiar nas organiza\u00e7\u00f5es internacionais. Nas Na\u00e7\u00f5es Unidas, a China e a R\u00fassia frequentemente votam <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/a-and-china-strengthening-ties\/mclj5r\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">em conjunto<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> em assuntos cruciais, como aqueles relacionados \u00e0 S\u00edria e a Hong Kong. Al\u00e9m disso, Pequim e Moscou t\u00eam procurado usar seus pr\u00f3prios organismos internacionais, como a <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/ia2C20Nepal2C20Sri20Lanka20and\/mclj6f\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">Organiza\u00e7\u00e3o de Coopera\u00e7\u00e3o de Xangai<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (OCX), com oito membros e criada em 2001, para controlar os assuntos internacionais sem a interfer\u00eancia dos Estados ocidentais. A China e a R\u00fassia t\u00eam, tamb\u00e9m, apoiado os chamados \u201cEstados P\u00e1rias\u201d, como a Venezuela, o Ir\u00e3, a S\u00edria e a Coreia do Norte. Acordos sobre armas, apoio diplom\u00e1tico, redu\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas e outras medidas ajudaram a China e a R\u00fassia a minar as tentativas dos EUA de isolar e enfraquecer tais pa\u00edses, o que ajudou a coordenar uma oposi\u00e7\u00e3o global contra a ordem estadunidense.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar de seus objetivos comuns e das vias naturais de coopera\u00e7\u00e3o, v\u00e1rios problemas entre a China e a R\u00fassia ainda persistem. A China diminuiu as importa\u00e7\u00f5es militares da R\u00fassia nos \u00faltimos anos, e <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/to-competitor-in-arms-industry\/mclj6h\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">desenvolveu<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> uma ind\u00fastria dom\u00e9stica capaz de competir com a russa nos mercados internacionais. E, embora a R\u00fassia mantenha a vantagem militar na \u00c1sia Central, <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/panies-worldwide--6317444-html\/mclj6k\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">o uso de empresas militares privadas pela China<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, com o objetivo de defender os projetos da Iniciativa Cintur\u00e3o e Rota (BRI, no ingl\u00eas), come\u00e7ou a desafiar o dom\u00ednio militar tradicional da R\u00fassia na regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os investimentos chineses na \u00c1sia Central e no que restou da <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-CentralAsia-centralasian-html\/mclj6m\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">antiga<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> URSS tamb\u00e9m desgastou o dom\u00ednio econ\u00f4mico russo na sua esfera tradicional de influ\u00eancia. Ademais, a crescente demanda energ\u00e9tica chinesa permitiu aos exportadores de energia da \u00c1sia Central diversificar e se afastar da infraestrutura energ\u00e9tica controlada pela R\u00fassia, <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/-eyes-relief-plans-2021-10-15-\/mclj6p\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">explorando<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> outros mercados europeus. E, enquanto a R\u00fassia tem conseguido, at\u00e9 o momento, convencer a Mong\u00f3lia e os pa\u00edses da \u00c1sia Central a manter suas bitolas ferrovi\u00e1rias no padr\u00e3o russo (portanto, garantindo a influ\u00eancia do Kremlin no com\u00e9rcio ferrovi\u00e1rio transfronteiri\u00e7o), <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/a-russias-best-friend-in-asia-\/mclj6r\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">as tentativas chinesas de alterar o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">status quo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> mostram outra \u00e1rea de disputa <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0entre a China e a R\u00fassia. As aquisi\u00e7\u00f5es territoriais russas na Manch\u00faria exterior no s\u00e9culo 18 tamb\u00e9m s\u00e3o fontes de disc\u00f3rdia em alguns c\u00edrculos pol\u00edticos de Pequim, em que tanto o Tratado de Aigun e a Conven\u00e7\u00e3o de Pequim configuram entre os \u201ctratados desiguais\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda assim, os benef\u00edcios atuais da rela\u00e7\u00e3o sino-russa superam quaisquer motivos para compromet\u00ea-la. A necessidade russa de diversificar recursos e fluxos financeiros encaixa perfeitamente com a demanda energ\u00e9tica chinesa. Ambos os pa\u00edses temem o isolamento frente \u00e0s outras grandes pot\u00eancias mundiais e procuram legitimar seus interesses na arena internacional. Junto com a sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a de ter uma parceria positiva com um vizinho poderoso, o desejo compartilhado de desafiar os EUA nos assuntos mundiais levou a rela\u00e7\u00f5es entre os dois pa\u00edses, <\/span><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/ge-strengthen-ties-white-house\/mclj6t\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">descritas pelos l\u00edderes chineses e russos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, como \u201ca melhor na hist\u00f3ria\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com o \u00c1rtico como uma rota de com\u00e9rcio vi\u00e1vel, Pequim e Moscou provavelmente encontrar\u00e3o outras raz\u00f5es para combinar-se pol\u00edtica e economicamente. Enquanto isso, o respeito chin\u00eas pelas iniciativas russas, a Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado de Seguran\u00e7a Coletiva (OTSC) e a Uni\u00e3o Econ\u00f4mica Eurasi\u00e1tica (UEE), pode ajudar Pequim e Moscou a alcan\u00e7ar um compromisso adequado que permita que a China auxilie a R\u00fassia no desenvolvimento da sua esfera tradicional de influ\u00eancia. A desconfian\u00e7a chinesa e russa a respeito do seu passado complicado n\u00e3o ser\u00e1, portanto, suficiente para desfazer a coopera\u00e7\u00e3o atual e para arriscar suas oportunidades futuras.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Este artigo foi produzido por <\/span><\/i><a href=\"https:\/\/go.ind.media\/e\/546932\/2022-01-12\/mclj6w\/977501008?h=mPiOA2-7cw233zXhsfqp4TbvDWgOYoMBQzze_7jHpQQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Globetrotter<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/i><\/p>\n<hr \/>\n<p><b>John P. Ruehl<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 um jornalista australiano-estadunidense residente em Washington. Editor contribuinte da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Strategic Policy<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e de v\u00e1rias outras publica\u00e7\u00f5es especializadas em assuntos externos. Atualmente, est\u00e1 terminando um livro sobre a R\u00fassia, a ser publicado em 2022.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Traduzido do ingl\u00eas por Edmundo Dantez \/ Revisado por Gra\u00e7a Pinheiro<\/span><\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coopera\u00e7\u00e3o cautelosa, desconfian\u00e7a persistente e conflito direto t\u00eam caracterizado a rela\u00e7\u00e3o sino-russa por centenas de anos. Contudo, junto \u00e0s motiva\u00e7\u00f5es naturais para a colabora\u00e7\u00e3o, uma animosidade compartilhada contra os Estados Unidos garante que as rela\u00e7\u00f5es amig\u00e1veis v\u00e3o durar. 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