{"id":1488616,"date":"2021-12-21T02:15:39","date_gmt":"2021-12-21T02:15:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1488616"},"modified":"2021-12-21T21:57:55","modified_gmt":"2021-12-21T21:57:55","slug":"escaner-presenca-viva-dos-aborigenes-em-cuba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/12\/escaner-presenca-viva-dos-aborigenes-em-cuba\/","title":{"rendered":"ESC\u00c1NER: Presen\u00e7a viva dos abor\u00edgenes em Cuba"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi assim que o antrop\u00f3logo Fernando Ortiz descreveu os seres humanos que j\u00e1 habitavam o arquip\u00e9lago muito antes da chegada dos europeus.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cN\u00e3o eram \u00edndios, nem sequer constitu\u00edam um s\u00f3 grupo homog\u00eaneo, e sim v\u00e1rios, separados por hist\u00f3rias, linguagens, culturas e economias distintas que j\u00e1 os dividiam socialmente em domina\u00e7\u00f5es e classes sobrepostas.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O almirante genov\u00eas desembarcou em terras cubanas por Cayo Bariay, acidente geogr\u00e1fico pertencente hoje \u00e0 prov\u00edncia de Holgu\u00edn, onde viveram todos os grupos culturais que existiram no territ\u00f3rio cubano na etapa pr\u00e9-colombiana.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-3.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas quem eram? Como viviam? Qual era a sua cultura? Como estavam organizados? Foram totalmente exterminados? Essas s\u00e3o algumas das perguntas que t\u00eam guiado os pesquisadores h\u00e1 d\u00e9cadas na \u00e2nsia de conhecer os verdadeiros descobridores de Cuba.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Primeiros habitantes<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O arque\u00f3logo Juan Guarch explicou \u00e0 Esc\u00e1ner que foram encontradas evid\u00eancias da presen\u00e7a das diferentes classifica\u00e7\u00f5es destes grupos em Holgu\u00edn, em regi\u00f5es do munic\u00edpio de Mayar\u00ed, onde h\u00e1 vest\u00edgios dos chamados ca\u00e7adores, os mais antigos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cPesquisas demonstraram, al\u00e9m disso, a passagem dos pescadores-coletores, ou <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">siboneyes<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, em outras \u00e1reas. Eles viviam da ca\u00e7a e, sobretudo, da pesca. Tamb\u00e9m indicaram a passagem dos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">protoagr\u00edcolas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, os que compartilhavam atividades econ\u00f4micas similares aos anteriores e trabalhavam com cer\u00e2mica, de forma tosca\u201d, argumentou.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-4.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os agricultores-ceramistas eram de uma cultura superior. Tal defini\u00e7\u00e3o agrupa os <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">ta\u00ednos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, os quais tomaram posse de toda a regi\u00e3o oriental de Cuba e desenvolveram a agricultura, de forma bem organizada. Dominavam a olaria e o trabalho com pedras, entre elas a serpentina.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-5.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foram encontrados objetos dissimilares pertencentes a eles que fornecem pistas de como foi a sua vida e como ela mudou com a coloniza\u00e7\u00e3o espanhola, que em muito pouco tempo reduziu e massacrou a popula\u00e7\u00e3o nativa cubana.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estudos contidos no livro \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Indios en Holgu\u00edn<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d d\u00e3o uma ideia da r\u00e1pida desarticula\u00e7\u00e3o desta estrutura social. No momento da conquista, segundo o dem\u00f3grafo e historiador Juan P\u00e9rez de la Riva, a popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena ultrapassava os 110 mil habitantes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse n\u00famero foi mudando a partir das descobertas de novos lugares de assentamento; textos de Bartolom\u00e9 de las Casas e outros cronistas deixaram registrados os motivos que levaram \u00e0 sua dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para o historiador cubano Hernel P\u00e9rez Concepci\u00f3n, \u201ca coloniza\u00e7\u00e3o da ilha pelas tropas de Diego Vel\u00e1zquez destruiu, em pouco tempo, tudo que havia sido constru\u00eddo pelo abor\u00edgene, tanto em seu aspecto espiritual quanto material, apoiando-se no emprego da for\u00e7a bruta para se impor\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO choque dessas duas culturas (espanhola-americana) fez com que a menos desenvolvida, neste caso, a abor\u00edgene, sofresse um trauma desarticulador, que acabou por ser a causa principal da violenta diminui\u00e7\u00e3o do ind\u00edgena americano\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-6.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isso, unido a suic\u00eddios, epidemias, aumento da mortalidade infantil, massacres, homic\u00eddios, fome e mesti\u00e7agem, incidiram no decl\u00ednio daqueles aventureiros \u2013 como disse Fernando Ortiz \u2013 que em r\u00fasticas canoas, sem caravelas, b\u00fassolas ou astrol\u00e1bios, chegaram a este pa\u00eds s\u00e9culos antes.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Os \u00edndios est\u00e3o extintos em Cuba?<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O vice-presidente da Rede do Historiador do Conservador das Cidades Patrimoniais de Cuba, Alejandro Hartmann, em entrevista exclusiva com Esc\u00e1ner, destacou que diversas pesquisas antropol\u00f3gicas realizadas durante d\u00e9cadas demonstraram a exist\u00eancia de 22 comunidades de descendentes em todas as prov\u00edncias orientais, de Baracoa a Camag\u00fcey.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-7.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cNos estudos de campo e nos arquivos da prov\u00edncia, de par\u00f3quias e arcebispados, comprovamos que, apesar de o censo espanhol de 1777 ter eliminado o termo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00edndio<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, os padres continuaram registrando essa denomina\u00e7\u00e3o nos batismos, nascimentos, mortes e matrim\u00f4nios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA partir dessas informa\u00e7\u00f5es e da pesquisa nas diferentes comunidades e bairros apontados, realizados uma contagem de fam\u00edlias que, at\u00e9 o momento, identifica mais de 12 mil Rojas, Ram\u00edrez, Romero e Rivera.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dessas fam\u00edlias procede o cacique Francisco Rojas Ram\u00edrez, da comunidade conhecida como La Rancher\u00eda, pertencente ao Conselho Popular La Caridad de los Indios, no munic\u00edpio guantanamero de Manuel Tames.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O assentamento tem em torno de 11 casas e 20 pessoas e \u00e9 um dos j\u00e1 mencionados lugares escondidos nas montanhas orientais, onde seus antepassados conseguiram sobreviver.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hartmann, que \u00e9 tamb\u00e9m historiador da cidade de Baracoa, ressaltou o trabalho cient\u00edfico realizado por um grupo multidisciplinar integrado pela doutora Beatriz Marcheco, diretora do Instituto de Gen\u00e9tica de Cuba, pelo soci\u00f3logo Enrique G\u00f3mez e pelos fot\u00f3grafos H\u00e9ctor Garrido e Julio Larramendi.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eles assumiram a tarefa de demonstrar como a presen\u00e7a abor\u00edgene ainda est\u00e1 viva. Como publicou Beatriz Marcheco, \u201cos cubanos atuais conservam uma alta propor\u00e7\u00e3o de genes nativos americanos herdados pelas m\u00e3es e que constituem, em m\u00e9dia, mais de um ter\u00e7o dos genes ancestrais transmitidos pelas linhagens maternas\u201d.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-8.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estudos gen\u00e9ticos realizados pela cientista revelam que 34,5% da popula\u00e7\u00e3o geral herdou o DNA mitocondrial nativo americano. Os n\u00edveis mais altos est\u00e3o nas prov\u00edncias de Holgu\u00edn (59 por cento) e Las Tunas (58).<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Uma marca cultural<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O que herdamos dos nossos ancestrais primitivos? Al\u00e9m dessa por\u00e7\u00e3o mitocondrial no nosso DNA, hoje permanece uma identidade na vida cotidiana e no imagin\u00e1rio coletivo que, \u00e0s vezes, parece impercept\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alejandro Hartmann enumera a sabedoria agr\u00edcola do conuco (agricultura de subsist\u00eancia); o plantio orientado pela Lua; o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">casabe<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (beiju, prato feito com farinha de tapioca) e do milho como culin\u00e1ria herdada dos antepassados; a cura do rastro, um \u201capalpamento\u201d, pr\u00e1tica muito popular que passou de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o para curar o mal-estar no est\u00f4mago.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">boh\u00edo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (oca) \u00e9 outra evid\u00eancia incontest\u00e1vel. Essa constru\u00e7\u00e3o vern\u00e1cula est\u00e1 presente em muitas \u00e1reas rurais do nosso pa\u00eds, ainda que a Revolu\u00e7\u00e3o tenha edificado centenas de escolas, salas de v\u00eddeo, casas de cultura, consult\u00f3rios de m\u00e9dico da fam\u00edlia e outras constru\u00e7\u00f5es\u201d.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-9.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, inumer\u00e1veis indo-americanismos est\u00e3o presentes e fazem parte do vocabul\u00e1rio cotidiano. \u201cBaracoa, o primeiro povoado do nosso pa\u00eds, fundado por Diego Vel\u00e1zquez em 15 de agosto de 1511, conserva o seu gentil\u00edcio de origem, Aruaco, que significa \u2018exist\u00eancia de mar\u2019\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Outros voc\u00e1bulos latentes no territ\u00f3rio nacional s\u00e3o: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Toa, Duaba, Moa, Bariay, Jiguan\u00ed, Bayamo, Habana, Camag\u00fcey <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(top\u00f4nimos) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, guan\u00e1bana <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(graviola)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, mamey <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(tipo de \u00e1rvore)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, guayaba<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (goiaba)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, aguacate <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(abacate)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, aj\u00ed <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(pimenta)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, an\u00f3n, caguair\u00e1n, mangle<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (mangue)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, caoba <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(mogno)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, ceiba <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(ceiba)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u2026<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre os zo\u00f4nimos se destacam <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">jut\u00eda <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(um tipo de roedor) <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, jicotea, caguama e carey <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(tipos de tartaruga)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, manat\u00ed<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (manati ou peixe-boi)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, maj\u00e1 <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(um tipo de cobra)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> , bibijagua <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(um tipo de formiga)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, iguana, macab\u00ed <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(tipo de peixe)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, colibri <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(colibri ou beija-flor)<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">e<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> tocororo <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(tipo de p\u00e1ssaro), enquanto que de na cultura material est\u00e3o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">barbacoa<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (churrasco)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, caney<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400;\">, boh\u00edo <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(oca)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, bajareque<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400;\">, casabe<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (beiju)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, ajiaco <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(um tipo de sopa)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, conuco, g\u00fciro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (instrumento de percurs\u00e3o)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, jab\u00e1<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (tipo de cesto)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, canoa, guamo <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(instrumento de sopro)<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, chocolate, hamaca<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (rede de deitar) e muitos mais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Do ponto de vista arqueol\u00f3gico, em Holgu\u00edn \u2013 um dos locais mais importantes do pa\u00eds nesse aspecto \u2013 sobressaem lugares como Chorro de Ma\u00edta, em Banes, cemit\u00e9rio abor\u00edgene de grande relev\u00e2ncia na \u00e1rea do Caribe.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-10.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m o Museu Indo-cubano Ban\u00ed, que possui registros riqu\u00edssimos das antigas culturas abor\u00edgenes dessa regi\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<ol>\n<li>\n<h6><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Em Cuba, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">caney<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 o nome com o qual \u00e9 conhecida uma das formas mais utilizadas pelos abor\u00edgenes na constru\u00e7\u00e3o de suas casas simples, caracterizadas por suas paredes circulares e o teto como um cone, todo em madeira.<\/span><\/h6>\n<\/li>\n<li>\n<h6><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Bahareque<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, ou <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">bajareque<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, \u00e9 a denomina\u00e7\u00e3o de um sistema de constru\u00e7\u00e3o de casas de varas ou bast\u00f5es entrela\u00e7ados e lama.<\/span><\/h6>\n<\/li>\n<\/ol>\n<hr \/>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.prensa-latina.cu\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Cuba-12.jpg\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Her\u00f3i Nacional de Cuba, Jos\u00e9 Mart\u00ed, em um dos seus textos, escreveu: \u201cenquanto n\u00e3o se fa\u00e7a o \u00edndio andar, n\u00e3o come\u00e7ar\u00e1 a Am\u00e9rica a andar bem\u201d; da\u00ed essa d\u00edvida e imperiosa urg\u00eancia de se preservar e manter com orgulho uma heran\u00e7a que corre por nossas veias e vive no cotidiano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">arb\/mlp<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">*Este trabalho contou com a colabora\u00e7\u00e3o da PLTV, da editora-chefe Luisa Mar\u00eda Gonz\u00e1lez, da editora Amelia Roque, do chefe da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Redaci\u00f3n Centro-Suram\u00e9rica<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Alain Vald\u00e9s e do webmaster Diego Hern\u00e1ndez.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">Traduzido do espanhol por Beatrice Tuxen \/ Revisado por Tatiana Elizabeth<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi assim que o antrop\u00f3logo Fernando Ortiz descreveu os seres humanos que j\u00e1 habitavam o arquip\u00e9lago muito antes da chegada dos europeus. \u201cN\u00e3o eram \u00edndios, nem sequer constitu\u00edam um s\u00f3 grupo homog\u00eaneo, e sim v\u00e1rios, separados por hist\u00f3rias, linguagens, culturas&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":90,"featured_media":1462040,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[106,112],"tags":[],"class_list":["post-1488616","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-america-central-pt-pt","category-cultura-pt-pt"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ 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