{"id":1451287,"date":"2021-10-14T20:26:26","date_gmt":"2021-10-14T19:26:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1451287"},"modified":"2021-10-14T20:26:26","modified_gmt":"2021-10-14T19:26:26","slug":"uma-solucao-sustentavel-para-a-crise-rohingya-os-problemas-da-proposta-do-banco-mundial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/10\/uma-solucao-sustentavel-para-a-crise-rohingya-os-problemas-da-proposta-do-banco-mundial\/","title":{"rendered":"Uma solu\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel para a crise rohingya: os problemas da proposta do Banco Mundial"},"content":{"rendered":"<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Por Kazi Jamshed<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Banco Mundial (BM), credor global com sede em Washington, por meio dos bra\u00e7os da institui\u00e7\u00e3o que fornecem empr\u00e9stimos em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, tem ajudado Bangladesh a estimular iniciativas de desenvolvimento desde 1972. O BM j\u00e1 investiu mais de U$ 30 bilh\u00f5es em apoio \u00e0s prioridades no desenvolvimento econ\u00f4mico, social e de infraestrutura do pa\u00eds. \u00d3rg\u00e3o multilateral ligado \u00e0 ONU, o BM representa a maior fonte de assist\u00eancia financeira para as na\u00e7\u00f5es em desenvolvimento e, desde de 2018, j\u00e1 mobilizou um total de U$ 590 milh\u00f5es em doa\u00e7\u00f5es para ajudar\u00a0 Bangladesh a enfrentar os desafios impostos pelo influxo dos refugiados rohingyas \u2014 minoria mu\u00e7ulmana perseguida, for\u00e7ada a fugir de Mianmar. Contudo, recentemente, tanto os especialistas em estrat\u00e9gia quanto a popula\u00e7\u00e3o v\u00eam proferindo duras cr\u00edticas ao BM\u00a0 devido \u00e0 proposta de uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica das pol\u00edticas para os refugiados, ou \u201cRefugee Policy Review Framework\u201d (RPRF, em ingl\u00eas), direcionada \u00e0 integra\u00e7\u00e3o dos rohingyas em Bangladesh. A RPRF tem como base o Marco Integral de Resposta aos Refugiados (Comprehensive Refugee Response Framework, CRRF, em ingl\u00eas), que \u00e9 parte do Pacto Global sobre os Refugiados \u2014 acordo endossado na Assembleia da ONU de 2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Qu\u00e3o razo\u00e1vel \u00e9 essa proposta do Banco Mundial?\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quatro anos atr\u00e1s, no fim de agosto de 2017, o influxo massivo dos rohingyas a Bangladesh dominou as \u201cnot\u00edcias de \u00faltima hora\u201d ao redor do mundo, e foi resultado de uma sangrenta \u201copera\u00e7\u00e3o de limpeza \u00e9tnica\u201d apoiada pelos militares de Mianmar. Um relat\u00f3rio de 444 p\u00e1ginas da Miss\u00e3o Internacional de Inqu\u00e9rito da ONU sobre Mianmar (Fact-Finding Mission, FFM, em ingl\u00eas) comprovou que mais de 725.000 rohingyas fugiram para Bangladesh depois das terr\u00edveis medidas repressivas. O grau de atrocidades dessa \u201ccampanha de terror\u201d empreendida pelos militares foi t\u00e3o intenso que o Alto Comiss\u00e1rio dos Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas referiu-se \u00e0 crueldade como \u201cum exemplo cl\u00e1ssico de limpeza \u00e9tnica\u201d, enquanto outros investigadores a denominaram de \u201cgenoc\u00eddio\u201d. Apenas nas primeiras tr\u00eas semanas de agosto de 2017, Bangladesh recebeu mais refugiados do que toda a Europa em 2016 durante a \u201cCrise da S\u00edria\u201d. Desde ent\u00e3o, o pa\u00eds vem acolhendo com generosidade mais de 1,2 milh\u00f5es de rohingyas por raz\u00f5es humanit\u00e1rias. Hoje, o \u201cmegacampo\u201d de Kutupalong \u2014 de 13km de extens\u00e3o, localizado em Cox\u2019s Bazar \u2014 \u00e9 o maior campo de refugiados do mundo e tamb\u00e9m o lar dessa comunidade amea\u00e7ada.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os rohingyas vivem em Arakan (atual estado de Rhakine) h\u00e1 mil anos e participam ativamente na pol\u00edtica de Mianmar, a antiga Birm\u00e2nia, desde a independ\u00eancia. O reconhecimento dos rohingya como cidad\u00e3os de Mianmar pelo TIJ, o Tribunal Internacional de Justi\u00e7a (International Court of Justice, ICJ, em ingl\u00eas), resolveu a crise de identidade dessa minoria ao servir de base jur\u00eddica. Ademais, na audi\u00eancia do TIJ, Aung San Suu Kyi \u2014 l\u00edder de Mianmar deposta durante o golpe militar de fevereiro de 2021 \u2014 definiu os rohingyas como os mu\u00e7ulmanos de Arakan. Mianmar assinou dois acordos de repatria\u00e7\u00e3o com Bangladesh em 2018 e 2019, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">respectivamente<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, em que consentiu receber de volta seus cidad\u00e3os. Embora esses acordos de repatria\u00e7\u00e3o tenham sido em v\u00e3o, devido \u00e0 relut\u00e2ncia de Mianmar, ainda assim, s\u00e3o provas significativas da posi\u00e7\u00e3o oficial de Mianmar a respeito da cidadania dos rohingyas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora n\u00e3o haja luz no fim do t\u00fanel, a Sociedade Arakan Rohingya para a Paz e os Direitos Humanos, em resposta \u00e0 proposta do BM, afirmou de maneira categ\u00f3rica que os rohingyas n\u00e3o desejam receber a cidadania de Bangladesh, e que gostariam de voltar para Mianmar.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O BM prop\u00f4s avaliar a RPRF para os 14 Estados Membros que acolhem refugiados no momento, incluindo Bangladesh. O objetivo \u00e9 avaliar a efic\u00e1cia das doa\u00e7\u00f5es aos refugiados e \u00e0s comunidades anfitri\u00e3s, de acordo com sua \u201cjanela secund\u00e1ria de empr\u00e9stimo acess\u00edvel\u201d feita pela Assist\u00eancia Internacional ao Desenvolvimento (International Development Assistance, IDA), uma das institui\u00e7\u00f5es do BM. A RPRF, revisada trienalmente e empreendida em coopera\u00e7\u00e3o com o ACNUR (Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados), sugere que os refugiados tenham o direito de adquirir terras e propriedades, de escolher seu lugar de resid\u00eancia, de ter liberdade de circula\u00e7\u00e3o, de ter acesso igualit\u00e1rio aos servi\u00e7os p\u00fablicos nacionais e ao mercado de trabalho etc., assim como os cidad\u00e3os do pa\u00eds anfitri\u00e3o. O BM ofereceu U$ 2 bilh\u00f5es para Bangladesh para que o pa\u00eds conceda aos refugiados rohingyas direitos sociais e econ\u00f4micos. A proposta \u00e9 conveniente para Bangladesh, uma vez que a mudan\u00e7a abrir\u00e1 caminho para que os rohingyas se tornem cidad\u00e3os permanentes por meio da integra\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o de Bangladesh. Entretanto, Bangladesh reiterou sua posi\u00e7\u00e3o e rejeitou sem rodeios a proposta; afirmou que os rohingyas n\u00e3o s\u00e3o &#8220;refugiados&#8221;, mas sim \u201cpessoas deslocadas \u00e0 for\u00e7a\u201d \u00e0s quais Bangladesh ofereceu abrigo tempor\u00e1rio.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O estudo \u201cImpactos do influxo dos refugiados rohingyas nas comunidades anfitri\u00e3s\u201d, conduzido pelo PNUD (Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento), exp\u00f4s como a superlota\u00e7\u00e3o dos rohingya afetou as comunidades anfitri\u00e3s. Os principais impactos negativos incluem: o aumento de pre\u00e7os, o aumento da pobreza, o aumento do custo da moradia, a redu\u00e7\u00e3o da taxa salarial, o desmatamento, os acidentes ou mortes relacionadas a danos ambientais e \u00e0 polui\u00e7\u00e3o etc. Al\u00e9m disso, os crescentes conflitos intergrupais e intragrupos nos campos rohingyas reduziram o espa\u00e7o de coexist\u00eancia entre as comunidades anfitri\u00e3s e os refugiados, mediante a reformula\u00e7\u00e3o\u00a0 da estrutura social. O m\u00eas de agosto de 2021 marcou o quarto anivers\u00e1rio do \u00eaxodo rohingya para Bangladesh, mas ainda falta encontrar uma solu\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel para todos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Conven\u00e7\u00e3o sobre os Refugiados de 1951 sugere tr\u00eas solu\u00e7\u00f5es para a crise dos refugiados: a integra\u00e7\u00e3o; o estabelecimento em um terceiro pa\u00eds, ou a repatria\u00e7\u00e3o. H\u00e1 aproximadamente 166,65 milh\u00f5es de habitantes em Bangladesh, oitavo pa\u00eds mais populoso do mundo; al\u00e9m disso, \u00e9 um dos pa\u00edses mais densamente povoados, com 1.125 pessoas por km\u00b2. Este pequeno pa\u00eds, nonag\u00e9simo segundo em termos de \u00e1rea territorial, com um espa\u00e7o total de 147.570 km\u00b2, ligeiramente menor do que o Estado de Iowa nos Estados Unidos, est\u00e1 acolhendo 1,2 milh\u00f5es de rohingyas, um n\u00famero maior do que a popula\u00e7\u00e3o do But\u00e3o. Nenhum pa\u00eds no mundo est\u00e1 arcando com o \u00f4nus de receber tantos refugiados como o j\u00e1 superpovoado Bangladesh. Com uma taxa de desemprego de 5,3%, aproximadamente 60 mil trabalhadores abandonam Bangladesh e v\u00e3o para o exterior todos os anos, o que indica a dificuldade que o pa\u00eds tem em gerar empregos para a quantidade gigantesca de jovens desempregados. Isso chama a aten\u00e7\u00e3o para a insuficiente demanda de m\u00e3o-de-obra que h\u00e1 em Bangladesh. Assim, a possibilidade de integra\u00e7\u00e3o dos rohingyas dentro da comunidade local est\u00e1 fora de cogita\u00e7\u00e3o. Como o n\u00famero de refugiados rohingyas \u00e9 enorme, mais de um milh\u00e3o em Bangladesh e alguns mais que vivem em 19 outros pa\u00edses, e nenhum pa\u00eds mostrou interesse em receb\u00ea-los, a op\u00e7\u00e3o de estabelec\u00ea-los em um terceiro pa\u00eds parece impratic\u00e1vel em um futuro pr\u00f3ximo. A \u00fanica sa\u00edda para a crise rohingya reside na repatria\u00e7\u00e3o segura a Mianmar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Como os rohingyas tamb\u00e9m querem retornar a Mianmar, a integra\u00e7\u00e3o em Bangladesh, segundo as recomenda\u00e7\u00f5es do BM, seria como uma nega\u00e7\u00e3o dos seus direitos fundamentais e dos seus direitos humanos. Alguns especialistas locais acreditam que a integra\u00e7\u00e3o pode levar a uma nova \u201ccrise da Palestina\u201d, ao arriscar a soberania de Bangladesh e a estabilidade geopol\u00edtica do Sul da \u00c1sia.\u00a0 Este tipo de proposta dos l\u00edderes globais respons\u00e1veis, como o BM, motivar\u00e1 Mianmar a desacelerar o processo de repatria\u00e7\u00e3o e, com isso, aumentar\u00e3o as complexidades desse dilema multifacetado. Em vez de sugerir uma proposta t\u00e3o complicada, o BM poderia pressionar Mianmar para que cumpra a Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos, adotada em 1948 pela ONU. Poderia tamb\u00e9m oferecer incentivos financeiros para que Mianmar acelere as repatria\u00e7\u00f5es a zonas seguras monitoradas internacionalmente. Algumas organiza\u00e7\u00f5es internacionais est\u00e3o planejando programas de longo prazo para resolver essa \u201ccrise de emerg\u00eancia a curto prazo\u201d, solu\u00e7\u00e3o que apenas atrasar\u00e1 o processo de repatria\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Bangladesh est\u00e1 esfor\u00e7ando-se para garantir acordos decentes para os rohingyas, mesmo com suas dificuldades financeiras. Apesar de n\u00e3o ser signat\u00e1rio da Conven\u00e7\u00e3o de Refugiados de 1951, Bangladesh respeita suas condi\u00e7\u00f5es, ou seja, n\u00e3o for\u00e7a nenhum rohingya a voltar a Mianmar. Aceitar a proposta do BM vai p\u00f4r mais lenha na fogueira, na medida em que atuaria como um fator de atra\u00e7\u00e3o para que outros rohingyas, um n\u00famero estimado em mais 600 mil, saiam do turbilh\u00e3o de Mianmar direto para Bangladesh. Bangladesh ter\u00e1 de fazer mudan\u00e7as substanciais em suas pol\u00edticas caso concorde em aceitar a proposta do BM, um processo complexo e demorado que intensificar\u00e1 a mis\u00e9ria. A repatria\u00e7\u00e3o segura e digna dos rohingyas para Mianmar \u00e9 a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel para o fim do flagelo. Bangladesh precisa de mais apoio das comunidades internacionais para resolver essa crise. O pa\u00eds pode estar esperando que as comunidades mundiais levem em conta todas as quest\u00f5es relevantes \u2014 incluindo a pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica de Bangladesh \u2014, antes de fazer quaisquer recomenda\u00e7\u00f5es para resolver a prolongada crise de refugiados rohingyas e, assim, trazer a luz da esperan\u00e7a que encerre seu sofrimento.\u00a0<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sobre o escritor:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Kazi Mohammad Jamshed<\/strong>, analista de assuntos estrat\u00e9gicos e pol\u00edtica externa, trabalha como professor no Departamento de Neg\u00f3cios Internacionais da Universidade de Dhaka.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Contato: kazi.duib@gmail.com<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Traduzido do ingl\u00eas por Marcela APS Pedroso \/ Revisado por Gra\u00e7a Pinheiro<\/span><\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Kazi Jamshed\u00a0 O Banco Mundial (BM), credor global com sede em Washington, por meio dos bra\u00e7os da institui\u00e7\u00e3o que fornecem empr\u00e9stimos em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, tem ajudado Bangladesh a estimular iniciativas de desenvolvimento desde 1972. 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