{"id":1420776,"date":"2021-08-29T04:00:37","date_gmt":"2021-08-29T03:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1420776"},"modified":"2021-08-29T01:40:46","modified_gmt":"2021-08-29T00:40:46","slug":"titane-o-cinema-e-a-lenta-procissao-do-luto-da-modernidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/08\/titane-o-cinema-e-a-lenta-procissao-do-luto-da-modernidade\/","title":{"rendered":"Titane: o cinema e a lenta prociss\u00e3o do luto da Modernidade"},"content":{"rendered":"<h5><span style=\"color: #999999;\">CINEMA<\/span><\/h5>\n<p><em><strong>Por Clodoaldo Lino<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Festival de Cinema de Cannes<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> encerrou em 21 de julho sua 74<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, marcando o retorno <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">daquele <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">que \u00e9 n\u00e3o apenas um dos mais prestigiados festivais de cinema do planeta, mas um dos maiores mercados de filmes do mundo (em 2020 o festival foi cancelado por conta da pandemia). O vencedor da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Palma de Ouro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> nessa edi\u00e7\u00e3o de 2021 foi o filme franco-belga <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, da jovem diretora (37 anos) Julia Ducournau. Foi somente a segunda vez na hist\u00f3ria de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cannes<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> que uma diretora recebeu <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">a Palma de Ouro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. A primeira foi a neozelandesa Jane Campion, com o filme <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Piano<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, em 1993.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 o segundo longa-metragem de Ducournau e segue a mesma linha de seu primeiro longa, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Grave<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (mais conhecido pelo seu t\u00edtulo em ingl\u00eas, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Raw<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">), que tamb\u00e9m estreou em <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cannes<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, em 2016, numa mostra paralela. Os dois longas de Ducournau se enquadram na denomina\u00e7\u00e3o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">New French Extremity<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, termo cunhado pela revista <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Artforum<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> no in\u00edcio dos anos 2000 e que \u00e9 utilizado por alguns cr\u00edticos para delinear certos filmes e diretores franceses cuja principal caracter\u00edstica seria a transgress\u00e3o. Situados na fronteira entre \u201cfilmes de arte\u201d e \u201cfilmes de terror\u201d<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">obras como <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pola X<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (1999), de Leos Carax<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">, Trouble every day<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (2001), de Claire Denis,<\/span> <i><span style=\"font-weight: 400;\">Le Pornographe<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (2001), de Bertrand Bonello (que faz uma ponta em <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> como o pai negligente da protagonista, Alexia),\u00a0 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Irr\u00e9versible<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (2002), de Gaspar No\u00e9, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Martyrs<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (2008), de Pascal Laugier, entre outros, s\u00e3o alguns dos t\u00edtulos que ajudaram a forjar essa denomina\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o chega a determinar um \u201cmovimento\u201d, uma vez que os estilos dos diretores e filmes citados variam muito, mas que, de uma maneira geral, poderiam ser designados como filmes que tem na quest\u00e3o do corpo (em seus diversos aspectos &#8211; sexo, viol\u00eancia, pervers\u00f5es etc.),\u00a0 seu principal elemento (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">body-horror<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 uma designa\u00e7\u00e3o comum nas resenhas sobre esses filmes). Por esse \u00e2ngulo, os longas de Ducournau, sem d\u00favida, se enquadram nesse grupo. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Grave<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> tem como mote o canibalismo e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> vai al\u00e9m, colocando em cena praticamente todos os questionamentos a respeito do corpo<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">em pauta atualmente, tendo,<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">mais uma vez, uma personagem feminina como protagonista (essa \u00e9, tamb\u00e9m, uma das caracter\u00edsticas mais presente nos filmes da chamada <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">NFE<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">). Justamente por causa da profus\u00e3o de temas, o roteiro de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> acaba apresentando v\u00e1rias camadas, que v\u00e3o desde o melodrama expresso nas disfun\u00e7\u00f5es familiares at\u00e9 o suspense quanto \u00e0 revela\u00e7\u00e3o final, com direito a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">serial killer<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, erotismo e, em certas situa\u00e7\u00f5es, humor.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> narra a trajet\u00f3ria de Alexia que, quando crian\u00e7a, teve uma placa de tit\u00e2nio implantada em seu c\u00e9rebro<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">devido a um acidente automobil\u00edstico. J\u00e1 adulta, Alexia<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> (<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Agathe Rousselle) trabalha como modelo em um sal\u00e3o de autom\u00f3veis, dan\u00e7ando de maneira sensual sobre o cap\u00f4 de um Cadillac, para o fasc\u00ednio de uma legi\u00e3o de machos que vibram com a associa\u00e7\u00e3o entre carros e mulheres. Mas n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 os seres humanos que se sentem atra\u00eddos por Alexia. Numa sequ\u00eancia que explora a ideia mais \u201cousada\u201d do filme &#8211; a ponto de merecer uma cita\u00e7\u00e3o por parte do diretor norte-americano Spike Lee,<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">presidente do j\u00fari de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cannes<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> na edi\u00e7\u00e3o desse ano -, a personagem faz sexo com o Cadillac, desenvolvendo uma gravidez. Ademais, Alexia acaba se revelando uma assassina compulsiva e, na tentativa de escapar a persegui\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia, transverte seu corpo assumindo a identidade de um rapaz que desapareceu quando crian\u00e7a. Vincent, o pai<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">do menino desaparecido (Vincent Lindon), chefe de um esquadr\u00e3o de bombeiros no melhor estilo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">macho-man<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, acolhe Alexia sem hesita\u00e7\u00e3o. A partir desse ponto, a tortuosa rela\u00e7\u00e3o familiar estabelecida entre \u201cpai\u201d e \u201cfilho\u201d assume o centro das aten\u00e7\u00f5es, junto com a expectativa sobre o desfecho da gravidez.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As imagens na tela assimilam os aspectos bizarros do roteiro ao modo do cinema extremo, com uma est\u00e9tica <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">gore<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, recheada de cenas feitas para chocar, desde os assassinatos cometidos por Alexia usando como arma o seu palito de prender os cabelos e a sua tentativa de abortar utilizando esse mesmo palito, passando pela \u201cremodela\u00e7\u00e3o\u201d de seu nariz golpeando o pr\u00f3prio rosto contra a pia de um banheiro, at\u00e9 a sequ\u00eancia final com o parto do beb\u00ea h\u00edbrido. A fotografia do belga Ruben Impens, alternando uma luz ultra-saturada com composi\u00e7\u00f5es de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">chiaroscuro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, lembra, em algumas passagens, os filmes de Nicolas Winding Refn, e imprime uma textura quase met\u00e1lica aos corpos e ambientes. Contudo, as escolhas de linguagem n\u00e3o acompanham a \u201cousadia\u201d das situa\u00e7\u00f5es, com Ducournau optando por recorrer a refer\u00eancias demasiadamente marcadas. Determinadas sequ\u00eancias, como, por exemplo, o clima homoer\u00f3tico dos bombeiros ao som do grupo de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">synthpop<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Future Island, a tentativa de ressurrei\u00e7\u00e3o de uma idosa ao ritmo da Macarena, o disparo fren\u00e9tico de assassinatos em s\u00e9rie por parte de Alexia com resqu\u00edcios de humor negro, a agressiva dan\u00e7a entre \u201cpai\u201d e \u201cfilho\u201d tendo como trilha musical o cl\u00e1ssico dos anos 1960 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">She\u2019s Not There<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, da banda The Zombies, ganham ares de um tributo expl\u00edcito a determinados diretores tais como Claire Denis, Gaspar No\u00e9, Quentin Tarantino etc., evocando uma sensa\u00e7\u00e3o de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">d\u00e9j\u00e0-vu<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas essa sensa\u00e7\u00e3o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">d\u00e9j\u00e0-vu<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> vai al\u00e9m das imagens, estando impregnada na pr\u00f3pria proposta do filme. Como assinalado anteriormente, o roteiro apresenta v\u00e1rias camadas que atualizam a dubiedade do corpo contempor\u00e2neo e \u00e9 nesse exato ponto que o filme n\u00e3o empolga. N\u00e3o apenas pelo fato do roteiro n\u00e3o conseguir encaixar adequadamente todas as quest\u00f5es levantadas, mas, especialmente, por n\u00e3o conseguir avan\u00e7ar em nenhuma delas.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Tem\u00e1ticas como a fluidez da identidade de g\u00eanero, a masculinidade t\u00f3xica, o desejo feminino e, especialmente, as transforma\u00e7\u00f5es do corpo em dire\u00e7\u00e3o a um organismo transumano perfazem os 108 minutos do filme, mas n\u00e3o acrescentam nada de novo, pelo contr\u00e1rio, mostram-se presas a defini\u00e7\u00f5es datadas e insuficientes. O elo entre Alexia e Vincent se materializa na transforma\u00e7\u00e3o corporal. Vincent, um homem na casa dos 60 anos, molda seu corpo \u00e0 base de inje\u00e7\u00f5es de esteroides, exibindo, mais de uma vez, suas n\u00e1degas feridas pelas constantes aplica\u00e7\u00f5es. Alexia tem seu processo de transforma\u00e7\u00e3o iniciado na inf\u00e2ncia com a introdu\u00e7\u00e3o da placa de tit\u00e2nio em seu c\u00e9rebro e efetua um percurso que inclui desde a adequa\u00e7\u00e3o de seus cabelos a um corte \u201cmasculino\u201d e o ajuste do nariz para ficar com o rosto mais parecido com o do rapaz desaparecido, at\u00e9 uma gesta\u00e7\u00e3o met\u00e1lica, onde passa a verter \u00f3leo de motor pelos seios inchados e pelo meio das pernas. V\u00e1rios outros exemplos poderiam ser elencados, mas j\u00e1 temos o suficiente para detectar o que mais nos interessa aqui, o car\u00e1ter mec\u00e2nico desses corpos-m\u00e1quinas, cujas alegorias de transforma\u00e7\u00e3o permanecem presas a suportes org\u00e2nicos e materiais. Ao se propor a discutir as muta\u00e7\u00f5es do corpo contempor\u00e2neo que, por conseguinte,<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">metamodelizam uma nova subjetividade, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> opta por um \u201cfuturismo tardio\u201d (gr\u00e1vida de um autom\u00f3vel? s\u00e9rio?) que d\u00e1 ao filme um ar anacr\u00f4nico, algo como uma \u201cj\u00f3ia\u201d esquecida dos anos 1980.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos fatores que mais chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a repercuss\u00e3o que o filme alcan\u00e7ou em <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cannes<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Descontadas as a\u00e7\u00f5es de marketing em express\u00f5es do tipo, \u201ccasos de mal-estar e crises nervosas entre o p\u00fablico nas proje\u00e7\u00f5es\u201d, custa a crer que em plena segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI, \u00e9poca marcada pela circula\u00e7\u00e3o incessante de imagens cada vez mais exc\u00eantricas, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Titane<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> seja taxado de <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">violento, intenso, controverso e, pior, original (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tetsuo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> [1989], de Shinya Tsukamoto, j\u00e1 abordava o corpo-m\u00e1quina de uma maneira muito mais audaciosa). Desde os anos 1980, uma parte significativa da produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica se encontra numa esp\u00e9cie de limbo, \u00e0 procura de um caminho que supere o esgotamento do chamado \u201ccinema moderno\u201d, por\u00e9m, a reciclagem excessiva de determinadas refer\u00eancias tem sido uma constante e essa prolongada elabora\u00e7\u00e3o do luto da Modernidade parece ainda estar longe do fim.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma das principais quest\u00f5es ao longo de todo o s\u00e9culo XX foi levantada por Walter Benjamin e diz respeito ao modo como a t\u00e9cnica afeta a percep\u00e7\u00e3o sensorial do homem. O final do s\u00e9culo passado assistiu ao acelerado desenvolvimento de aparatos tecnocient\u00edficos que transformaram radicalmente a experi\u00eancia sensorial humana, trazendo para o primeiro plano a demanda da transfigura\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas do corpo f\u00edsico, mas, tamb\u00e9m, da produ\u00e7\u00e3o de subjetividade e, nessa indaga\u00e7\u00e3o, recorrer apenas ao choque mostra-se insuficiente.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CINEMA Por Clodoaldo Lino &nbsp; O Festival de Cinema de Cannes encerrou em 21 de julho sua 74\u00aa edi\u00e7\u00e3o, marcando o retorno daquele que \u00e9 n\u00e3o apenas um dos mais prestigiados festivais de cinema do planeta, mas um dos maiores&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1820,"featured_media":1420780,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[104,11390,112,165],"tags":[87758,75238,476,75715],"class_list":["post-1420776","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-america-do-sul","category-conteudo-original","category-cultura-pt-pt","category-opiniao","tag-audiovisual-pt-pt","tag-caderno-de-cultura","tag-cinema","tag-critica-pt-pt"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Titane: o cinema e a lenta prociss\u00e3o do luto da Modernidade<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"CINEMA Por Clodoaldo Lino &nbsp; 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