{"id":1393747,"date":"2021-07-06T02:47:59","date_gmt":"2021-07-06T01:47:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1393747"},"modified":"2021-07-06T02:47:59","modified_gmt":"2021-07-06T01:47:59","slug":"a-arte-em-busca-da-humanidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/07\/a-arte-em-busca-da-humanidade\/","title":{"rendered":"A arte em busca da humanidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>Pessoalmente me considero otimista, mas coletivamente sou um pessimista absoluto. N\u00e3o temos escolha a n\u00e3o ser continuar trabalhando, na confian\u00e7a de que a cultura, a educa\u00e7\u00e3o e a toler\u00e2ncia s\u00e3o armas de constru\u00e7\u00e3o em massa com as quais lidar com a viol\u00eancia e a estupidez.<br \/>\n<\/em>Joan Mir\u00f3<\/p>\n<p>Carl Jung disse que a arte <em>&#8220;\u00e9 o que nos salvar\u00e1 da barb\u00e1rie&#8221;<\/em>, e nessa defini\u00e7\u00e3o, Gabriel Manzo reflete sobre o que nos torna b\u00e1rbaros na sociedade em que vivemos. Apesar da suposta evolu\u00e7\u00e3o que alcan\u00e7amos cientifica e tecnologicamente, ele se pergunta sobre as raz\u00f5es que d\u00e3o origem \u00e0 perda do senso de humanidade e o que nos conduz a ser cada vez menos emp\u00e1ticos, mais antissociais e, \u00e0s vezes, violentos. O que a humanidade parou de olhar para perder de vista quase completamente seus valores mais identit\u00e1rios? Manzo tem se perguntado sobre isso de formas muito diferentes e, ao longo de seu projeto art\u00edstico, foi em busca do resgate daqueles territ\u00f3rios onde a vida recupera o seu valor e nos liga ao verdadeiro sentido da humanidade, vale dizer, do outro.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>&#8220;Sem o olhar do outro, a obra \u00e9 apenas um objeto, e pensar sobre isso sem levar em conta esse olhar \u00e9 um absurdo&#8221;, <\/em>diz ele.<\/p>\n<p>Manzo afirma que o senso democr\u00e1tico da arte n\u00e3o significa que todos possam fazer, mas sim um compromisso e um of\u00edcio que poucos conseguem aceitar. Grande parte dos atores da cena contempor\u00e2nea, \u00e0 procura de romper com os padr\u00f5es universais de beleza do suposto pensamento cl\u00e1ssico, aposta em manifesta\u00e7\u00f5es frias, na falta de conte\u00fado e em toda po\u00e9tica visual e intelectual, banalizando com sua fala o sentido mais essencial da express\u00e3o art\u00edstica, produzindo cat\u00e1logos de exerc\u00edcios rotineiros que beiram o experimental e o vazio , deixando de oferecer ao p\u00fablico uma experi\u00eancia est\u00e9tica transcendente que nos coloca diante de um dos sentidos mais importantes da arte: a contempla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tanto em suas primeiras s\u00e9ries como &#8220;Mais nu do que a pele&#8221; ou &#8220;Cartas n\u00e3o escritas&#8221; (fig1), onde suas perguntas foram orientadas para o sentimento de aus\u00eancia s\u00fabita e permanente, bem como excursionando por suas pr\u00e1ticas mais pr\u00f3ximas, que incluem s\u00e9ries como &#8220;Trai\u00e7\u00e3o ao sol&#8221; (fig2), onde ele brinca com as emo\u00e7\u00f5es que definem amor, trai\u00e7\u00e3o, desejos ou felicidade; ou ainda &#8220;A m\u00e1quina de lama&#8221;(fig3) onde suas perguntas questionam o porqu\u00ea al\u00e9m de repensar a restaura\u00e7\u00e3o em meio \u00e0 lama como uma possibilidade construtiva, Manzo vem se buscando incansavelmente, e nos desafia a refletir sobre uma ess\u00eancia que esta sociedade vem descartando insensivelmente, e que, assim como a arte, acredita que s\u00f3 ela nos salvar\u00e1 da barb\u00e1rie.<\/p>\n<p>A cr\u00edtica de arte Avelina Lesper argumenta que <em>&#8220;a arte atual carece de dom\u00ednio da t\u00e9cnica, feitio, e muitas vezes propostas, que elevam o ser humano acima da mediocridade&#8221;; e que &#8220;a arte contempor\u00e2nea se limitou a satisfazer seus interesses pr\u00f3prios e buscar apenas o sucesso econ\u00f4mico, deixando de lado todas as inten\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas e transcendentes, mesmo indo t\u00e3o longe, a ponto de mostrar apenas terror, dor ou qualquer coisa que seja desagrad\u00e1vel&#8221;<\/em>. Ideias semelhantes s\u00e3o compartilhadas pelo historiador de arte Robert Florczak ou ex-diretor do Instituto de Arte Contempor\u00e2nea de Londres, Ivan Massow. Embora mantenha alguns pontos de concord\u00e2ncia com o mexicano, entre v\u00e1rios opostos, Manzo demonstra o valor da arte contempor\u00e2nea e prop\u00f5e uma s\u00e9rie de instala\u00e7\u00f5es que viajam de maneira diametral para essas vis\u00f5es pessimistas, onde t\u00e9cnica e composi\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o deixadas ao acaso e a ideia de projeto elaborado \u00e9 inteligente e ineg\u00e1vel. Ela mergulha na condi\u00e7\u00e3o mais cardinal do sentido da humanidade e vai para o resgate de uma ess\u00eancia que nos transporta para aquilo que nos define como esp\u00e9cie, vale dizer, a mem\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Amar para reinar<\/strong><\/p>\n<p>Em s\u00e9ries como &#8220;Pontes&#8221; -2005\/2012- Manzo valeu-se da geografia e de seus acidentes geogr\u00e1ficos para aludir \u00e0s experi\u00eancias que constroem a trajet\u00f3ria de jornadas emocionais, que marcam a exist\u00eancia como se cartografia fossem, onde com um feitio impec\u00e1vel e, em sua busca pela riqueza absoluta da cor, conseguiu imprimir esses mapas (fig4). Dobrando a aposta, em &#8220;Rei de cora\u00e7\u00f5es&#8221; ele prop\u00f5e um resgate de hist\u00f3rias que prop\u00f5em a aprecia\u00e7\u00e3o do que nos deu identidade, linguagem e senso de pertencimento.<\/p>\n<p>Seu mais novo trabalho contribui para a experi\u00eancia sensorial atrav\u00e9s de tr\u00eas espa\u00e7os diferentes, e embora suas l\u00f3gicas sejam desiguais, a circularidade corresponde a eles e os relacionam, formando um jogo est\u00e9tico, no qual o cen\u00f3grafo nos convida permanentemente a refazer o espa\u00e7o interno e externo, o interior e o exterior, que Manzo sabe representar muito bem.<\/p>\n<p>O artista prop\u00f5e um projeto de espa\u00e7o pelo qual, como em um jogo, abre m\u00faltiplos caminhos. \u00c0s vezes err\u00e1ticos, \u00e0s vezes insinuados, \u00e0s vezes livres, \u00e0s vezes sugeridos&#8230; mas sempre sob a premissa da liberdade. Manzo n\u00e3o se importa se o entendemos; ele sabe que, em algum momento, vai nos tocar, e isso \u00e9 justificativa suficiente para sua absoluta honestidade art\u00edstica. Ela nos encoraja ao movimento no espa\u00e7o, colocando em jogo pr\u00e1ticas sensoriais e explorat\u00f3rias que moldem um complexo tecido de percep\u00e7\u00f5es e que, sem d\u00favida, nos leva \u00e0s nossas pr\u00f3prias redes e ao encontro com os muitos substratos da mem\u00f3ria. Suas escolhas materiais em cada inst\u00e2ncia n\u00e3o s\u00e3o fortuitas. Manzo sabe muito bem que o vidro \u00e9 fr\u00e1gil como a mem\u00f3ria, mas segue nos confrontando com ele, at\u00e9 chegarmos ao sonho misto dos tecidos que nos cercam, para reconstruir o nosso pr\u00f3prio texto vital. Para Gabriel Manzo, tempo n\u00e3o \u00e9 tempo; \u00e9 eternidade.<\/p>\n<p>H\u00e1 tr\u00eas momentos espec\u00edficos nessa instala\u00e7\u00e3o, e cada um deles nos confronta com as poss\u00edveis formas de nos relacionarmos com nosso pr\u00f3prio passado e, ao mesmo tempo, nos for\u00e7a irremediavelmente a lembrar do passado, tornando-o presente, tentando, quem sabe, restaurar um futuro.<\/p>\n<p>O primeiro desses momentos \u00e9 o<em> perambular<\/em>, que busca decifrar uma mensagem criptografada labirinticamente e que nos apresenta textos em uma linguagem diferente, como se estivesse falando conosco sobre um tempo que n\u00e3o reconhecemos, mas que certamente tem a ver conosco e que, por alguma raz\u00e3o, transitamos com certa inconsci\u00eancia. Esses textos espalhados em 60 caixas de madeira e vidro policromado referem-se a um dialeto e s\u00e3o disseminados de maneira geom\u00e9trica em cinco c\u00edrculos conc\u00eantricos e equidistantes, que d\u00e3o forma a esse labirinto. Ele nos prop\u00f5e percorrer um roteiro espont\u00e2neo, sem nos for\u00e7ar a ler uma mensagem linear e onde apenas importa o est\u00edmulo que cada caixa possa provocar, nos levando a outros tempos e nos trazendo de volta ao presente para repensar e voltar a sentir, permanentemente.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>&#8230;A proposta sugere o acesso ao mais ancestral porque leva \u00e0 genealogia, \u00e0 biologia primitiva. \u00c9 um convite a viajar livremente, mas tentando descobrir e registrar o caminho tra\u00e7ado.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>A superf\u00edcie alcan\u00e7ada nos dispositivos, com texturas monocrom\u00e1ticas, suporta o aroma de uma roseira, o calor do sol, a for\u00e7a do vento ou o sil\u00eancio da respira\u00e7\u00e3o. Uma po\u00e9tica que se manifesta atrav\u00e9s de tra\u00e7os manuais que revelam a marca subjetiva. O texto assim tratado tamb\u00e9m descreve a vibra\u00e7\u00e3o da voz que o que lhe d\u00e1 a vida, e se transforma em objeto visual, ressonante e significativo&#8230;.<br \/>\n<\/em>Graciela Zuppa<\/p>\n<p>O convite se refere \u00e0 recomposi\u00e7\u00e3o do tempo e do espa\u00e7o. Nesse <em>perambular<\/em>, os objetos apresentam de dentro para fora, uma passagem progressiva da prata ao vermelho, onde as palavras se desintegram da frase, esfarelando-se em meias palavras ou em suas parcialidades, como se fosse algo que n\u00e3o \u00e9 lembrado ou que, perdido, tenta-se recuperar. Suas habilidades pl\u00e1sticas s\u00e3o muito presentes, em uma t\u00e9cnica complexa e sutil ao mesmo tempo, com a qual atrav\u00e9s da l\u00e2mina prata e de esmaltes ele consegue espelhar o vidro e melhorar a superf\u00edcie. Essas habilidades permitem que ele se mova, avan\u00e7ando e recuando, dentro do plano, mostrando e escondendo ao mesmo tempo, causando um jogo enigm\u00e1tico, alterando a simetria inicial, conseguindo desmontar a quietude com o movimento.<\/p>\n<p>O momento <em>circundar, <\/em>como uma experi\u00eancia que nos coloca a dist\u00e2ncia com poucas op\u00e7\u00f5es de movimento. S\u00f3 podemos girar para um lado o para outro. Podemos nos aproximar para descobrir texturas ou poss\u00edveis fendas, mas diante da necessidade de cobrir tudo, a dist\u00e2ncia \u00e9 necess\u00e1ria. Parece que o artista nos for\u00e7a a esse olhar, mas obviamente \u00e9 uma &#8220;joia&#8221;, um cofre, uma armadura, defronte da primeira experi\u00eancia n\u00e3o nos permite entrar, apenas imaginar um interior poss\u00edvel.<\/p>\n<p><em>A obra concebida evoca as qualidades do cofre como um artefato que protege os olhares e que permite a cust\u00f3dia de algo qualificado e apreciado. Abri-la envolveria participar de uma revela\u00e7\u00e3o, sabedores de que, se a abertura \u00e9 ileg\u00edtima, esta seria cheia de perigos, hecatombes ou adversidades. Mas, se a sua dimens\u00e3o espacial mantivesse as hist\u00f3rias nuas, seria capaz de cruzar narrativas, sil\u00eancios, perguntas e reeditar di\u00e1logos.<br \/>\n<\/em><em>Graciela Zuppa<\/em><\/p>\n<p>Assim, Manzo nos apresenta um objeto dourado, com sinais claros de antiguidade, como se fosse um achado, cujo brilho tivesse sido ofuscado pelo uso, ou \u00e0s inten\u00e7\u00f5es insistentes de manipul\u00e1-lo, a fim de abri-lo. Mesmo assim, percebe-se atraente e resplandecente, com uma certa alquimia, que nos induz a pensar e esbo\u00e7ar in\u00fameros questionamentos. A superf\u00edcie externa nos fala sobre um tempo muito remoto, sua ferrugem e textura carcomidas s\u00e3o decisivas. Mas, ao mesmo tempo, apresenta uma magia e uma intriga que nos faz pensar que, em seu interior, h\u00e1 algo vivo e latente. N\u00e3o est\u00e1 fora do jogo. Girar e girar sem obter sucesso maior do que ficar do lado de fora, torna-o um objeto inacess\u00edvel, embora atra\u00eddos por seu brilho, ele nos permite definir o tempo que passaremos em frente da &#8220;joia&#8221;, tentando descobrir o seu segredo. Essa atitude l\u00fadica nos mant\u00e9m cativos em sua abstra\u00e7\u00e3o e nos permite intuir ao longo do tempo, suas suposi\u00e7\u00f5es ocultas.<\/p>\n<p><em>Internar-se<\/em> \u00e9 o momento que significa, no sentido mais visceral, mergulhar em um espa\u00e7o transl\u00facido, onde a palavra parece estar esculpida na pele&#8230; na camada mais profunda. Camadas ap\u00f3s camadas de tecidos que prop\u00f5em uma superposi\u00e7\u00e3o de textos que nos apresentam m\u00faltiplas linguagens, certamente ancoradas em experi\u00eancias e em percursos transitados pelo artista, mas que, por sua abstra\u00e7\u00e3o e jogo pl\u00e1stico, permite incluir os pr\u00f3prios registros, nossos outros pertences. Por outro lado, como se fosse um palimpsesto, os textos desenhados em cada transpar\u00eancia s\u00e3o mostrados como estratifica\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria de cada um e como catalisadores de espa\u00e7os das pr\u00f3prias mudan\u00e7as. Assim, Manzo constr\u00f3i uma trama que oferece momentos para tocar com sensualidade as texturas internas de um lugar que nos envolve nessa atmosfera de sonho. O objeto \u00e9 imponente, e com uma presen\u00e7a externa quase inating\u00edvel, mas sua espa\u00e7osa entrada \u00e9 um convite para deslizarmos para o interior da sua cavidade e sermos os protagonistas de nossos pr\u00f3prios caminhos.<\/p>\n<p>O acesso \u00e0 &#8220;est\u00e2ncia&#8221; envolve a troca com outras vozes. Nessa pra\u00e7a monumental a luz nos leva \u00e0 lembran\u00e7a, embora seja poss\u00edvel que nesse espa\u00e7o de introspec\u00e7\u00e3o n\u00e3o estejamos sozinhos. Da mesma forma, a solid\u00e3o dentro do espa\u00e7o nunca estar\u00e1 sozinha, o tambor de uma batida \u00e0 qual se superp\u00f5em vozes que parecem provir das pregas dessas camadas: <em>&#8220;At\u00e9 o c\u00e9u ida e volta&#8221;; &#8220;Cor, cor, cor, vive em meu cora\u00e7\u00e3o h\u00e1 muito tempo&#8221;; &#8220;Sinto tanto a sua falta&#8221;; &#8220;Como \u00e9 doce te amar&#8221;.<\/em>.. vozes que nos transportam para outros lugares e nos trazem questionamentos que nos convidam a ir busc\u00e1-los. E porque, de alguma forma, sempre haver\u00e1 um dilaceramento e nessas inten\u00e7\u00f5es reaparece a carne esfolada, que foi o prel\u00fadio da medita\u00e7\u00e3o que exp\u00f5e o mais \u00edntimo, o mais profundo.<\/p>\n<p>Manzo segue firme em seu roteiro de ir em busca do resgate da tradi\u00e7\u00e3o parental, e seu of\u00edcio \u00e9 requintado e \u00e0s vezes quase soberbo. Acorre com naturalidade \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o manual da costura, da tor\u00e7\u00e3o, da tape\u00e7aria e da carpintaria, desdobramentos que se somam aos de seu pr\u00f3prio of\u00edcio.. A paleta de cores atual, que modifica as fibras originais, refere-se a esse conhecimento, altera a sua apar\u00eancia atrav\u00e9s das misturas, de tempos, arejados e secos, que os tingidores primitivos souberam manter com tanto zelo. Prensar, tensionar, matizar, iluminar; verbos que est\u00e3o permanentemente entrela\u00e7ados em seu of\u00edcio para provocar uma densidade expressiva. \u00c9 mat\u00e9ria feita de pregas e dobras; \u00e9 imagem que pode muito bem ser deslocada para os labirintos da mem\u00f3ria&#8230; e sempre voltada a revelar segredos.<\/p>\n<p>O criador intima a desafiar a quietude e a pausa despreocupada, e parte para mobilizar o ator visitante; Gabriel Manzo provoca, impacienta e se diverte ao mesmo tempo.<\/p>\n<div class=\"post-gallery\">\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Cartas-Sin-Escribir-IV-110X200cm.-720x419.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\tSONY DSC\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/De-la-Serie-Traicion-al-Sol-Traicion-al-Sol-Pintura-VIII-acrilico-sobre-tabla-150x150-cm-720x720.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\tSONY DSC\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/La-macchina-del-fango-XII-acrilico-sobre-madera-terciada-162X240cm-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG_4321B-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/De-la-serie-Puentes-29-triptico-150X300cm.-720x238.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\tSONY DSC\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG_4452C-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG_4462-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG_4462B-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG_4106-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG_4196-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t<figure class=\"post-gallery-item\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG_20191109_201542-720x480.jpg\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<figcaption>\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<\/figure><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"2019.11 - Gabriel Manzo - Rey de Corazones - MumArt - Pasaje Dardo Rocha - La Plata\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/By_A9d_RUz0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Sobre textos citados:<\/p>\n<p>Graciela Zuppa: professora graduada em Hist\u00f3ria da Arte, Magister Artis em Hist\u00f3ria. Professora Adjunta com Dedica\u00e7\u00e3o exclusiva e p\u00f3s-graduada com Mestrado em Gest\u00e3o e Interven\u00e7\u00e3o no Patrim\u00f4nio da UNMdP. Professora no Doutorado em Arquitetura &#8211; FAUD, Pesquisadora Categoria II e Diretora de grupos de pesquisa. Diretora do programa de bolsas de estudos e codiretora de teses de Doutorado. Graciela integra o Comit\u00ea de Avalia\u00e7\u00e3o e cient\u00edfico das revistas NEXOS da UNMdP; TERRAS D AM\u00c9RIQUES, Universidade das Antilhas e Guiana; ETUDES CARIB\u00c9ENNES, Martinica e GEOSPORT FOR SOCIETY, da Rom\u00eania.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pessoalmente me considero otimista, mas coletivamente sou um pessimista absoluto. 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