{"id":1378920,"date":"2021-06-13T04:00:29","date_gmt":"2021-06-13T03:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1378920"},"modified":"2021-06-13T01:22:37","modified_gmt":"2021-06-13T00:22:37","slug":"al-di-meola-e-a-onipresenca-do-som","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/06\/al-di-meola-e-a-onipresenca-do-som\/","title":{"rendered":"Al Di MEOLA e a onipresen\u00e7a do som"},"content":{"rendered":"<h5><span style=\"color: #999999;\">CR\u00d4NICA<\/span><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Por Guilherme Maia e Paolo D&#8217;Aprile<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><b>Mediterranean Sundance, o mar de todos n\u00f3s<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E o espanto me libera para voos em inimagin\u00e1veis e desmedidos espa\u00e7os. N\u00e3o mais quatro paredes de um quartinho p\u00f3s adolescente, mas o mundo que voc\u00ea mostra pra mim contando a hist\u00f3ria de um pedacinho dele, entre Istambul e Marselha, entre Beirute e Barcelona. No meu colo as curavas do viol\u00e3o: a matem\u00e1tica inventada pelos frios e calculistas calend\u00e1rios para aprisionar o tempo em categorias chamadas &#8220;passado presente e futuro&#8221;, vai se derretendo, desaparecendo no tique taque do metr\u00f4nomo enlouquecido. O pulso, batida acelerada, busca a sucess\u00e3o de notas no embaralhar de dedos. Meus dedos est\u00e9reis, feito molusco na areia. Seus dedos&#8230; .<\/p>\n<p>L\u00e1, no reino do desconhecido, do mist\u00e9rio, onde a real forma humana, funde-se com o todo que a atravessa, estou eu, fone de ouvido s\u00f3 pra mim, navegando no <i>Mare Nostrum<\/i> da imensid\u00e3o contida entre a hist\u00f3ria de povos e civiliza\u00e7\u00f5es, que hoje, renegando si mesmas, cobrem aquele mesmo mar de cad\u00e1veres migrantes, vindos das profundezas do mundo em cujos olhos v\u00ea-se o reflexo do inferno vivido, do sonho humilhado.<\/p>\n<p>Fone de ouvido, sim, l\u00e1 estou eu, quarto de porta fechada, viol\u00e3o, olhos cerrado m\u00e1xima concentra\u00e7\u00e3o. E de repente as redes da fic\u00e7\u00e3o, as amarras da falsidade, t\u00e3o afiadas de cortar as l\u00e1grimas, caem por terra, desatadas, desprovidas de fun\u00e7\u00e3o. \u00c9 assim, no volume a dar com pau do fone fundido em meu ouvido, que a m\u00fasica triunfa, que o Mar Mediterr\u00e2neo, de Gibraltar ao B\u00f3sforo, derruba seus limites, e os seres de injuria que tomaram conta da nossa mesquinhez desaparecem para sempre. Do po\u00e7o insond\u00e1vel do furor, como anjo de justi\u00e7a, brota a melodia, fuma\u00e7a inebriante a separar a mem\u00f3ria das coisas dos objetos que nos rodeiam. Luzes profundas iluminam de azul a consci\u00eancia coletiva, onde os povos encontram sua origem comum, caminhado junto, desde a origem at\u00e9 o fim dos s\u00e9culos, ligados uns aos outros pelo pouco que cada um de n\u00f3s \u00e9, pelo \u00ednfimo valor que cada um de n\u00f3s, sozinho, tem e representa: fortalecendo la\u00e7os, multiplicando alian\u00e7as, afirmando identidades, destru\u00eddo para sempre o pr\u00f3prio tempo da destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al Di Meola, \u00e9 aquele espanto de desmedidos espa\u00e7os. Parceiro dos melhores, desde sempre, navega e voa \u00e0 roda do meu quarto e das minhas m\u00e3os endurecidas; eu, transformado em ser vegetal, son\u00e2mbulo de mim, no gesto p\u00e9treo das dores artr\u00edticas de velhices precocemente come\u00e7adas, gra\u00e7as a voc\u00ea, Al, volto a ser o <i>guitar hero<\/i> que sempre fui, o cantor e bailarino de flamenco de cueca e chinelo frente ao espelho do meu arm\u00e1rio; volto a ser jazzista refinado, almirante da nau capit\u00e2nia do oceano-mundo da m\u00fasica. Transformo aquela solenidade sepulcral, aquele ritual vasto e silencioso da formalidade e da dist\u00e2ncia, em noite de festa berbere, turca, napolitana, espanhola, grega, bedu\u00edna, onde a desola\u00e7\u00e3o da guerra, da divis\u00e3o, da morte, ser\u00e1 banida para sempre, e o Mar Mediterr\u00e2neo n\u00e3o ser\u00e1 mais <i>Nostrum<\/i> mas se tornar\u00e1 finalmente o mar de cada um, o mar para todos, o MAR DE TODOS N\u00d3S.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\"><em>Paolo D&#8217;Aprile<\/em><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=DvVmqnNBo9w<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><b>AL DI MEOLA E A ONIPRESEN\u00c7A DO SOM<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Quatro vezes eleito o melhor guitarrista do mundo pela <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Guitar Player Magazine<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">, parceiro do m\u00edtico Paco de Lucia (\u201cm\u00edtico\u201d sem nenhum tipo de alus\u00e3o ao caipora autorit\u00e1rio no circo armado no Brasil atual \u2013 Paco \u00e9 ol\u00edmpico, ponto!), parceiro de Jean-Luc Ponty e de Stanley Clarke: eis as caracter\u00edsticas gerais desse grande \u00edcone da guitarra e deus do Jazz, do Jazz Rock, por assim dizer. Vamos ao retrato desse grande.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Quando os velhos anseios da liberdade jazz\u00edstica estavam se esgotando &#8211; grande parte por causa desta \u00e2nsia mesmo, &#8211; os meios eletr\u00f4nicos imperando e faltando anos ainda para a ressurrei\u00e7\u00e3o dos ac\u00fasticos pela MTV, eis que surge Land of the Midnight Sun em 1976. Que comunica\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea entre o Rock Progressivo com o velho Jazz. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Lembro em digress\u00e3o do filme High Society, quando ainda em 1956 e o Bing Crosby ao lado do lend\u00e1rio Satchmo entoam uma ode nost\u00e1lgica como se o Jazz, j\u00e1 naquela \u00e9poca, estivesse ultrapassado por um Rock ainda engatinhando.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Imagina. Se Cole Porter j\u00e1 encarava o Jazz em plenos anos 50 como um estilo em fase de ser ultrapassado e encarava-o com uma for\u00e7osa dose de defer\u00eancia, o que dizer dos anos 70 com Beatles na fase \u00c1lbum Branco (1968, mas com janelas abertas para o futuro)?<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">De Now You Has Jazz de Porter para The Wizard de Di Meola temos vinte anos e um mundo em ebuli\u00e7\u00e3o: a humanidade tentou ser jovem at\u00e9 1968 &#8211; mais especificamente maio e com coordenadas geogr\u00e1ficas: Paris, &#8211; contudo foi barrada por uma repress\u00e3o nunca vista anteriormente, ficando a semente e as cal\u00e7as jeans. Claro que a m\u00edstica dos anos 60 iludem um pouco e esvanecem conquistas libert\u00e1rias anteriores, como o Bebop ou o Hard Bop ou o Grupo de Bloomsbury ou <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Cradle Will Rock<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> (pe\u00e7a de Marc Blitzstein onde se retrata, de forma escancarada, as mazelas que os donos do poder nos imp\u00f5e \u2013 e Orson Welles ali no meio em um de seus grandes momentos de lucidez mindfulness); mas, como ia dizendo, foi nos anos 60 que o sonho de fato \u201cadormeceu\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">O Jazz como for\u00e7a libert\u00e1ria est\u00e9tica soube se ambientar, soube se fazer camale\u00e3o para manter sua pujan\u00e7a criadora e n\u00e3o estagnar em uma estrutura dogm\u00e1tica, da\u00ed a import\u00e2ncia de Al Di Meola e de seu companheiro de Return to Forever, Chick Corea. S\u00e3o <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>jazzmen <\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">que mantiveram a chama acesa em meio \u00e0 calmaria reacion\u00e1ria de um Nixon, Reagan, Bush Senior; de um AI-5; de um Papa Doc, Pinochet, Trujillo e tantos outros hediondos ditadores torturadores soft e hard, limpos ou sujos, que aterrorizaram o planeta nos anos 70 e 80 \u2013 e que, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, nesse momento, ainda alegram alguns desavisados ac\u00e9falos.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Return to Forever \u00e9 um cl\u00e1ssico que serviu de desfibrila\u00e7\u00e3o card\u00edaca para o Jazz nos tempos que seguiram \u00e0 sobrevida que a Bossa Nova tinha dado, porque essa m\u00fasica \u00e9 feita de inova\u00e7\u00e3o, vejam Miles Davis por exemplo sempre foi um antiMIles um neoMiles, ou Dexter Gordon ou o Chet Baker, cada um com suas especificidades soube ser novo sempre. Mas como o alimento da grande arte \u00e9 a inova\u00e7\u00e3o completa, n\u00e3o bastam as reinven\u00e7\u00f5es dos grandes nomes, \u00e9 preciso o surgimento de novas vis\u00f5es, vis\u00f5es \u00fanicas de artistas \u00fanicos que carregam dentro de si a tocha da for\u00e7a criativa retratando seus universos individuais. A\u00ed surge a imprescindibilidade do grande Al Di Meola.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">O Lp Land Of The Midnight Sun de 1976 como j\u00e1 salientado acima \u00e9 uma obra-prima, nele est\u00e1 contido um di\u00e1logo prof\u00edcuo entre o Rock Progressivo e o Jazz de uma forma t\u00e3o natural que j\u00e1 foi lan\u00e7ado pelo cat\u00e1logo Jazz Masterpieces Contemporary. Na faixa Wizard, o que se ouve \u00e9 jazz? Para mim n\u00e3o resta d\u00favida alguma, visto a desenvoltura da guitarra, \u00e9 uma jam session eletrificada, o mundo muda e Al Di Meola junto com Anthony Jackson, Mingo Lewis e Steve Gadd est\u00e3o praticando envoltos em amplifica\u00e7\u00f5es magn\u00e9ticas o mesmo que Fats walller e, mais uma vez citado aqui, Louis Armstrong faziam nos anos 1938\/1942.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">A Arte \u00e9 uma como o Quanta, sempre interagindo e mantendo energia para luz e calor. Por isso, o Jazz est\u00e1 no ar eletrificado ou n\u00e3o por que pulsa no movimento da cria\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">As mudan\u00e7as, as idades da vida do artista levam de <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Wizard<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> a <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Le Monast\u00e8re dans les Montagnes <\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">com bel\u00edssima execu\u00e7\u00e3o no antol\u00f3gico Lp gravado por Di Meola com Paco de Lucia e John McLaughlin, obra-prima registrada pela gravadora francesa Decca em 1996. Ali est\u00e1 um ar de Andaluzia, uma leveza de <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>bom-vivant<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"> (o que ser\u00e1 isso mesmo? Ainda \u00e9 permitido ou prendem a pessoa se praticar tal conduta? Dias sombrios os que vivemos&#8230;). Ou\u00e7o com vagar ou, <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>far niente<\/i><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">, como dizem na l\u00edngua m\u00e3e de meu amigo que divide esse espa\u00e7o comigo, Paolo D\u2019Aprile (o italiano mais brasileiro do mundo, porque observa e estuda nossas alegrias e aponta e denuncia nossas mazelas); me entrego mesmo \u00e0 suavidade deslumbrante dessa m\u00fasica e, por que sou livre, esque\u00e7o do mundo a minha volta e das obriga\u00e7\u00f5es que sufocam a alta baixa classe m\u00e9dia. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Alegria das conquistas do labor humano para todos e n\u00e3o apenas para encastelados, a sensa\u00e7\u00e3o de ser um monge em meio ao <\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Montecassino. Deixo por poesia a mescla infundir-se entre a sonoridade hisp\u00e2nica e a vis\u00e3o do monast\u00e9rio da Ordem Beneditina \u2013 l\u00e1, supostamente ou alegoricamente todos s\u00e3o iguais porque irm\u00e3os e, por isso, desfrutam igualitariamente das benesses da terra. Apesar de c\u00e9tico ainda gosto de me apegar \u00e0 figuras ideais que surgem como arqu\u00e9tipos em nosso imagin\u00e1rio. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">E assim, entre o Rock Progressivo e o Montecassino palmilho o caminho desse deus do Jazz, Al Di Meola. Sinto que sua figura perpassa essa gama infinita de lugares e pessoas e atrai ainda mais amantes da Arte do Bem Viver, como nos explica t\u00e3o bem Juliana Gon\u00e7alves no artigo \u201cBEM-VIVER E A RADICALIDADE DE SONHAR OUTROS MUNDOS\u201d no site (<\/span><\/span><span style=\"color: #0563c1;\"><u><a href=\"https:\/\/usinadevalores.org.br\/o-bem-viver-e-a-radicalidade-de-sonhar-outros-mundos\/\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">https:\/\/usinadevalores.org.br\/o-bem-viver-e-a-radicalidade-de-sonhar-outros-mundos\/<\/span><\/span><\/a><\/u><\/span><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">), ou seja: a organiza\u00e7\u00e3o social inspirada em uma cosmovis\u00e3o das comunidades tradicionais, como os \u00edndios andinos e a \u00e1rdua luta para reavivar o modo de viver anterior \u00e0 chegada e degrada\u00e7\u00e3o perpetradas pelos espanh\u00f3is e portugueses. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Arial, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">Por todas as considera\u00e7\u00f5es sinto Al Di Meola um mestre da grande Arte que junta gente e lugares e, por isso mesmo, estimula o retorno da beleza e da intelig\u00eancia, da igualdade e do Amor. Al Di Meola \u00e9 a onipresen\u00e7a do som!<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CR\u00d4NICA &nbsp; &nbsp; Por Guilherme Maia e Paolo D&#8217;Aprile &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mediterranean Sundance, o mar de todos n\u00f3s &nbsp; E o espanto me libera para voos em inimagin\u00e1veis e desmedidos espa\u00e7os. 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