{"id":1311407,"date":"2021-03-07T03:10:45","date_gmt":"2021-03-07T03:10:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1311407"},"modified":"2021-03-07T02:21:11","modified_gmt":"2021-03-07T02:21:11","slug":"flores-da-resistencia-mulheres-e-nao-violencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/03\/flores-da-resistencia-mulheres-e-nao-violencia\/","title":{"rendered":"Flores da Resist\u00eancia: Mulheres e N\u00e3o Viol\u00eancia"},"content":{"rendered":"<h5><span style=\"color: #999999;\">N\u00c3O VIOL\u00caNCIA<\/span><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Por Cristiane Prudenciano<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quando falamos de Direitos Humanos relativos \u00e0s mulheres, nos deparamos com in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es de viola\u00e7\u00f5es e viol\u00eancias. As contribui\u00e7\u00f5es das mulheres t\u00eam sido silenciadas, esquecidas, deturpadas ou discriminadas. O papel fundamental da mulher e a sua import\u00e2ncia nas conquistas pol\u00edticas, econ\u00f4micas, culturais e sociais foi e ainda \u00e9 invisibilizado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Escrevo esse texto com o objetivo de percorrer algumas lutas protagonizadas pelo movimento de mulheres e dos diversos feminismos, visando identificar ou evidenciar t\u00e1ticas e estrat\u00e9gias da metodologia da n\u00e3o viol\u00eancia. Celebrar o Dia Internacional da Mulher vai muito al\u00e9m de presentear mulheres com flores ou adotar a pr\u00e1tica da adula\u00e7\u00e3o apelativa e comercial. Perpassa pelo resgate, por rememorar lutas contempor\u00e2neas e ancestrais de mulheres, atrav\u00e9s da atitude de aprender com elas, por suas conquistas de melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho, pelo direito ao voto, direito ao corpo e direito \u00e0 libera\u00e7\u00e3o das amarras sociais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1857, em 8 de mar\u00e7o, 129 mulheres oper\u00e1rias organizaram uma greve em uma tecelagem norte-americana. A greve faz parte de uma gama de m\u00e9todos n\u00e3o violentos, que tamb\u00e9m incluem a n\u00e3o coopera\u00e7\u00e3o, o boicote, a desobedi\u00eancia civil<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> ou a n\u00e3o participa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o recursos utilizados pela falta ou o esgotamento do di\u00e1logo, para a transforma\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00f5es violentas por n\u00e3o violentas. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">O dono da f\u00e1brica, diante da reivindica\u00e7\u00e3o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">das trabalhadoras <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">norte-americanas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> fechou as portas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> do espa\u00e7o onde estavam, e ateou fogo. As oper\u00e1rias morreram queimadas no galp\u00e3o onde trabalhavam.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A proposta de uma data comemorativa, em men\u00e7\u00e3o \u00e0 luta das mulheres,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> aconteceu em 1910, pela alem\u00e3 Clara Zetkin, na II Confer\u00eancia Internacional das Mulheres Socialistas, em Copenhague, na Dinamarca. S<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">omente em 1975, as Na\u00e7\u00f5es Unidas come\u00e7aram a celebrar a data. Dois anos depois, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolu\u00e7\u00e3o proclamando o Dia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Direitos da Mulher e da Paz Internacional, ap\u00f3s a press\u00e3o mais de 1 milh\u00e3o de mulheres que se reuniram nas ruas exigindo a legitimidade da comemora\u00e7\u00e3o. Atos p\u00fablicos, como marchas de protesto, s\u00e3o t\u00e1ticas da metodologia n\u00e3o violenta, que clamam pela aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica, com o prop\u00f3sito de gerar influ\u00eancia, reflex\u00e3o e mudan\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As ideias n\u00e3o violentas se diferenciam das ideias convencionais sobre resolu\u00e7\u00e3o de conflitos. Gandhi \u00e9 um nome reconhecido quando falamos em n\u00e3o viol\u00eancia, ele desenvolveu a filosofia Satyagraha na busca da independ\u00eancia da \u00cdndia que estava sob dom\u00ednio brit\u00e2nico. O termo pode ser traduzido como Satya (verdade) e Agraha (firmeza constante). Para Gandhi, a n\u00e3o viol\u00eancia \u00e9 a arma dos fortes e a resist\u00eancia n\u00e3o violenta comp\u00f5e as ideias centrais de Satyagraha. <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1311418 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica02.jpg\" alt=\"\" width=\"583\" height=\"392\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica02.jpg 583w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica02-300x202.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 583px) 100vw, 583px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Carla Garcia, o movimento<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> Sufragista<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> liderado por mulheres inglesas teve duas grandes contribui\u00e7\u00f5es: uma foi uso da palavra solidariedade, escolhida para substituir fraternidade, que significa irm\u00e3o homem. A outra foi chamar a aten\u00e7\u00e3o sobre sua causa, com uma voca\u00e7\u00e3o de n\u00e3o viol\u00eancia, ensaiando e provando novas formas de protesto. Apesar do movimento ficar conhecido pela \u00eanfase que dava ao direito ao voto, as sufragistas inovaram e inventaram uma nova forma de luta atrav\u00e9s das manifesta\u00e7\u00f5es, da interrup\u00e7\u00e3o de oradores mediante perguntas sistem\u00e1ticas, da greve de fome e muitas outras formas de protesto. Gandhi observou e estudou a luta do movimento sufragista, declarando que o movimento contribuiu com as t\u00e1ticas da n\u00e3o viol\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na contemporaneidade, destaco <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">a Marcha das Vadias, movimento que teve seu in\u00edcio em 2011, na cidade de Toronto, no Canad\u00e1. Depois de diversos casos de estupro, um policial canadense respons\u00e1vel por orientar a comunidade sobre seguran\u00e7a; deu o conselho \u00e0s mulheres de n\u00e3o se vestirem como vadias, para evitar estupros. Em contraposi\u00e7\u00e3o a tal declara\u00e7\u00e3o, a Marcha das Vadias se multiplicou por cidades do mundo, com a caracter\u00edstica de ser composta por mulheres jovens, ativistas aut\u00f4nomas n\u00e3o necessariamente engajadas a algum tipo de luta feminista anteriormente, ou mesmo em alguma atividade de contesta\u00e7\u00e3o social. A internet contribuiu para a organiza\u00e7\u00e3o ocorrer de forma horizontal. Em geral, desde a sua primeira edi\u00e7\u00e3o, a divulga\u00e7\u00e3o das marchas se inicia pelas redes socais, seguida da cria\u00e7\u00e3o de materiais espec\u00edficos para divulga\u00e7\u00e3o: blogs, banners e v\u00eddeos. A primeira marcha no Brasil ocorreu na cidade de S\u00e3o Paulo, no dia 4 de junho de 2011, reunindo cerca de 300 pessoas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1311428 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica03.jpg\" alt=\"\" width=\"426\" height=\"287\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica03.jpg 426w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica03-300x202.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 426px) 100vw, 426px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2014, a pesquisadora e ativista <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Daniela Dell\u2019Aglio <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">descreve as diferentes perspectivas feministas na cidade de Porto Alegre que configuravam o cen\u00e1rio da Marcha das Vadias (marxistas, interseccionalistas, emancipacionistas, anarca-feministas, do feminismo negro, do transfeminismo e do feminismo radical). Sua pesquisa, embasada por narrativas de ativistas entrevistadas, d\u00e1 visibilidade \u00e0 Marcha das Vadias de 2014, tanto no modo como ela foi se configurando no cen\u00e1rio pol\u00edtico como os seus efeitos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pluralidade dos feminismos que participavam da marcha, apresentava contrapontos de olhares, tens\u00f5es e dissid\u00eancias. A n\u00e3o viol\u00eancia contempla que os conflitos entre pessoas, grupos e organiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o inevit\u00e1veis. A diversidade \u00e9 necessariamente geradora de conflitos e n\u00e3o h\u00e1 motivos para fugir deles. Os conflitos s\u00e3o essenciais para o aprimoramento das rela\u00e7\u00f5es interpessoais, para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais democr\u00e1tica, justa, igualit\u00e1ria e plural. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Dell\u2019Aglio menciona que t<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ais perspectivas de diversidade evidenciaram a necessidade ampliar o leque de possibilidades dos feminismos, de enxergar o conflito enquanto pot\u00eancia para o aumento do debate e para a constru\u00e7\u00e3o constante dos feminismos na atualidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro o movimento de mulheres de muita pot\u00eancia \u00e9 o da Marcha das Margaridas, que homenageia a sindicalista paraibana Margarida Maria Alves, aos 50 anos, por um matador de aluguel a mando de fazendeiros da regi\u00e3o. Esse ano, completam-se 38 anos de seu assassinato e at\u00e9 hoje, nenhum acusado por sua morte foi condenado. A Marcha das Margaridas \u00e9 a maior a\u00e7\u00e3o conjunta de mulheres trabalhadoras da Am\u00e9rica Latina.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1311438 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica04.jpg\" alt=\"\" width=\"563\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica04.jpg 563w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica04-300x156.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 563px) 100vw, 563px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2019, cerca de cem mil mulheres do campo e da cidade sa\u00edram do Pavilh\u00e3o do Parque da Cidade em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Esplanada dos Minist\u00e9rios. A marcha \u00e9 constru\u00edda em parceria com os movimentos feministas, centrais sindicais e organiza\u00e7\u00f5es internacionais, coordenada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag). Tais reuni\u00f5es e atos com agenda permanente do movimento sindical de trabalhadoras rurais e de movimentos feministas, compostas por a\u00e7\u00f5es com constru\u00e7\u00e3o de discursos, peti\u00e7\u00f5es, arte, passeatas, s\u00e3o exemplos pr\u00e1ticos de t\u00e1ticas n\u00e3o violenta, podendo a marcha assumir o caminho estrat\u00e9gico de contesta\u00e7\u00e3o ou de negocia\u00e7\u00e3o. No caminho para o Planalto ecoava atrav\u00e9s das palavras do Canto das Margaridas, entoada pelo coletivo teatral pernambucano feminista Loucas de Pedra Lil\u00e1s: \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Olha Bras\u00edlia est\u00e1 florida, est\u00e3o chegando as decididas. Olha Bras\u00edlia est\u00e1 florida, \u00e9 o querer, o querer das Margaridas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Em 2015, aconteceu uma participa\u00e7\u00e3o emblem\u00e1tica do movimento de mulheres que ficou conhecido como \u201cPrimavera das Mulheres\u201d. Cerca de 15.000 mulheres foram \u00e0s ruas do pa\u00eds protestar contra o projeto de lei 5069\/2013, em tramita\u00e7\u00e3o no Congresso Nacional, sob autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB\/RJ), ent\u00e3o presidente da C\u00e2mara Federal. O projeto dificultaria o atendimento das v\u00edtimas de viol\u00eancia sexual nos servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade. Os protestos ocorreram em diversas cidades do pa\u00eds, a maioria mobilizados atrav\u00e9s da internet, com destaque para o uso das redes sociais para organizar a\u00e7\u00f5es feministas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por fim, destaco a import\u00e2ncia da experi\u00eancia fant\u00e1stica do coletivo feminista chileno<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Las Tesis, apresentada em novembro de 2019 nas ruas de Valpara\u00edso, cidade tur\u00edstica a 120 quil\u00f4metros da capital Santiago, no Chile. A iniciativa se perpetuou em outros pa\u00edses, tanto da Am\u00e9rica do Sul quanto na Europa e Am\u00e9rica do Norte. Os v\u00eddeos da performance \u2018Um Estuprador no Seu Caminho\u2019 viralizou nas redes sociais e tornou-se um fen\u00f4meno.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1311448 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica05.jpg\" alt=\"\" width=\"567\" height=\"295\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica05.jpg 567w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/crica05-300x156.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em v\u00e1rias cidades, mulheres foram \u00e0s ruas e ocuparam as pra\u00e7as para realizar a performance. Foi como um grito, feminino e coletivo, que estava entalado na garganta e atrav\u00e9s dessas interven\u00e7\u00f5es art\u00edsticas proporcionou soltar a voz de milhares de mulheres:\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">E a culpa n\u00e3o era minha, nem onde estava, nem como me vestia. O estuprador \u00e9 voc\u00ea!<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0S\u00e3o os policiais. Os ju\u00edzes. O Estado. O presidente.<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">O estado opressor \u00e9 um macho estuprador<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.&#8221;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nascer mulher ou torna-se mulher em uma sociedade machista tem sido sin\u00f4nimo de risco de morte ou de constante possibilidade de se tornar um alvo da viol\u00eancia. Segundo a ONU, a cada 06 horas uma mulher era v\u00edtima de feminic\u00eddio no mundo em 2018. Com a pandemia, o n\u00famero de casos de viol\u00eancia aumentou consideravelmente. A relatora da ONU, Dubravka Simonovic, defende a\u00e7\u00e3o urgente para erradicar \u201cpandemia\u201d de feminic\u00eddio. No final de 2020, ela emitiu um comunicado, apoiado por especialistas em direitos humanos, propondo cria\u00e7\u00e3o de observat\u00f3rios e sistemas de vigil\u00e2ncia afim de prevenir mortes por assassinatos. Segundo ela, o Covid-19 est\u00e1 ofuscando a crise da viol\u00eancia contra meninas e mulheres. O machismo e a misoginia s\u00e3o express\u00f5es cru\u00e9is da viol\u00eancia patriarcal, que produzem sofrimento tanto para homens, quanto para mulheres.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Flores da resist\u00eancia, as mulheres s\u00e3o cada vez mais necess\u00e1rias para quest\u00f5es relacionadas a defesa de direitos e a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade com valores n\u00e3o-violentos. Firmes na constante busca da verdade, da influ\u00eancia, da transforma\u00e7\u00e3o, da igualdade de direitos e o respeito \u00e0 diversidade. Sua contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 luta n\u00e3o violenta \u00e9 din\u00e2mica, criativa, vasta e inspiradora. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Desse modo, a luta das mulheres pelo reconhecimento de seus direitos, tanto no Brasil quanto no mundo, precisa ser celebrada, contada, visibilizada e recordada. Receber flores no Dia Internacional da Mulher \u00e9 maravilhoso para muitas mulheres. Respeitar suas lutas, suas conquistas, seu corpo, sua caminhada e seus quereres, tamb\u00e9m \u00e9.<\/span><\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">DELL\u2019AGLIO, Daniela Dalbosco. Marcha das Vadias: entre tens\u00f5es, dissid\u00eancias e rupturas nos feminismos contempor\u00e2neos. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia Social e Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2016.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">DREVET, Camille. Gandhi: vida, obra e pensamento. Lisboa: Uni\u00e3o Gr\u00e1f. Editorial Imp\u00e9rio, 1969.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">GARCIA, Carla Cristina. Breve hist\u00f3ria do feminismo. S\u00e3o Paulo: Claridade, 2011.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Sites:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/news.un.org\/pt\/tags\/feminicidio\"><span style=\"font-weight: 400;\">feminic\u00eddio | ONU News<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/transformatoriomargaridas.org.br\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/transformatoriomargaridas.org.br\/<\/span><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong><em>Cristiane Prudenciano<\/em><\/strong>, mestre em Ci\u00eancias Sociais pela PUC-SP.\u00a0 Membro do NIP PUC\/SP (N\u00facleo Inanna de Pesquisa) sobre teorias de g\u00eanero, sexualidades e diferen\u00e7as.\u00a0Praticante da medita\u00e7\u00e3o da Mensagem de Silo.\u00a0Professora nos cursos de Aprendizagem Profissional, Administra\u00e7\u00e3o, Direitos Humanos, Cultura de Paz e N\u00e3o Viol\u00eancia. Escreve para a Ag\u00eancia Pressenza Internacional.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00c3O VIOL\u00caNCIA &nbsp; &nbsp; Por Cristiane Prudenciano &nbsp; &nbsp; Quando falamos de Direitos Humanos relativos \u00e0s mulheres, nos deparamos com in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es de viola\u00e7\u00f5es e viol\u00eancias. As contribui\u00e7\u00f5es das mulheres t\u00eam sido silenciadas, esquecidas, deturpadas ou discriminadas. 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