{"id":1287322,"date":"2021-01-28T19:06:23","date_gmt":"2021-01-28T19:06:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1287322"},"modified":"2021-01-28T19:06:23","modified_gmt":"2021-01-28T19:06:23","slug":"no-dia-nacional-do-trabalho-escravo-qual-o-papel-do-estado-na-defesa-do-trabalhador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/no-dia-nacional-do-trabalho-escravo-qual-o-papel-do-estado-na-defesa-do-trabalhador\/","title":{"rendered":"No Dia Nacional do Trabalho Escravo: Qual o papel do Estado na defesa do trabalhador?"},"content":{"rendered":"<p><em>Por\u00a0<\/em><strong><em>Dom\u00eanica Rodrigues<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Trabalho escravo, porque Direitos?<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa \u00e9 a frase que escutamos todos os dias quando se fala do povo nordestino.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sim, somos gente que trabalha e trabalha muito, temos todos os dias a certeza que o trabalho dignifica o homem, no entanto, esse mesmo trabalho nem sempre chega do mesmo modo para todo mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E \u00e9 sobre isso que hoje, no <strong>Dia Nacional do Trabalho Escravo<\/strong> que estamos aqui!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Datada de 1888 a escravid\u00e3o deixa existir nesse Pa\u00eds, que foi o mais escravocrata da hist\u00f3ria mundial, isso significa cerca de 133 anos que essa hist\u00f3ria de trabalho sem condi\u00e7\u00f5es de salubridade no papel deixou de existir, mas, &#8216;<em>na vera&#8221;<\/em> existem muitas outras formas de manter esse \u201cmau costume\u201d como diriam as mais as pessoas velhas nesse Estado Brasileiro &#8211;\u00a0 Pernambuco &#8211; e em v\u00e1rios outros lugares deste Pa\u00eds.\u00a0<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_1287431\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1287431\" class=\"wp-image-1287431 size-full\" src=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/escra04-1024x682-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"682\" srcset=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/escra04-1024x682-1.jpg 1024w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/escra04-1024x682-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/escra04-1024x682-1-720x480.jpg 720w, https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/escra04-1024x682-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-1287431\" class=\"wp-caption-text\">MPT pede expropria\u00e7\u00e3o de fazenda flagrada com 18 escravos na Bahia em 2017.<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lembro que se falava muito no final dos anos 80 de erradica\u00e7\u00e3o do trabalho infantil, existiam politicas para isso, t\u00ednhamos o programa de erradica\u00e7\u00e3o do trabalho infantil ( PETI), a chegada dos CAIC, o PROMATA e n\u00f3s, as educadoras do campo. \u00c9 not\u00f3rio que muita coisa mudou, mas a concentra\u00e7\u00e3o de renda e o descaso com quem trabalha pesado para levar \u201ca ponta da rama\u201d para cima ainda \u00e9 algo que precisa mudar muito. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No que tange ao momento presente e diante de tantos casos de socorro e resguardo, h\u00e1 mulheres trabalhadoras dom\u00e9sticas que viviam sem condi\u00e7\u00f5es de trabalho e sobretudo de vida nas casas da elite colonial brasileira, que n\u00e3o esquece um s\u00f3 momento da senzala e n\u00e3o nos permite transitar entre um lugar e outro, como faziam as crian\u00e7as negras no tempo da escravid\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cNo campo, as crian\u00e7as pequenas transitavam facilmente entre a senzala e a casa grande e s\u00f3 depois dos sete, oito anos elas come\u00e7avam a trabalhar com uma rotina mais definida&#8230;Na maioria das vezes, por\u00e9m, a partir dos sete anos, as meninas come\u00e7avam a ajudar as escravas adultas na cozinha e os meninos participavam dos diversos servi\u00e7os dom\u00e9sticos\u201d (Fernandez e Dourado,1999, pg.48)<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ent\u00e3o, \u00e9 com base nisso que podemos come\u00e7ar pensar um pouco\u201d, como diria o locutor do telecurso segundo grau!!!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Antes disso &#8211; muito antes mesmo &#8211; algumas pessoas come\u00e7aram a acreditar que poder\u00edamos construir acordos que \u201ca ponta da rama\u201d chama de leis para trabalhadores e trabalhadoras, dando para eles e elas direitos de serem pessoas com liberdade de fato, por isso foi criado <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o Minist\u00e9rio do Trabalho, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, em 26 de novembro de 1930, essa uma das primeiras iniciativas do governo revolucion\u00e1rio\u00a0 nome dado ao governo vargas que logo no seu no dia 3 daquele ano primeiro criou essa pasta. O &#8220;minist\u00e9rio da Revolu\u00e7\u00e3o&#8221; &#8211; como tamb\u00e9m era conhecido e carinhosamente apelidado pelo jornalista e pol\u00edtico ga\u00facho <\/span><a href=\"https:\/\/cpdoc.fgv.br\/producao\/dossies\/AEraVargas1\/biografias\/lindolfo_collor\"><span style=\"font-weight: 400;\">Lindolfo Collor<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, sim parente do ex-presidente Collor, foi o cara que assumiu a dif\u00edcil tarefa de\u00a0 concretizar o projeto do novo regime de interferir sistematicamente no conflito entre capital e trabalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo com tanto tempo depois essa evolu\u00e7\u00e3o foi estagnado, dando lugar ao jeitinho brasileiro de dar pedaladas nos acordos e irmos ainda mais adiante com um projeto que n\u00e3o aceita a chegada de tantas &#8220;vantagens&#8221; para essa brava gente brasileira. 80 anos depois menos da metade do que est\u00e1 posto nesse decreto de fato se instala em nossas vidas, principalmente, quando se trata de norte e nordeste do Brasil, no entanto, o Sudeste protagonizou a maioria das dilig\u00eancias realizadas pela pol\u00edcia e cerca de 45% dos casos de abordagem e resgate de trabalhadores escravizados. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em sua maioria imigrantes ilegais e mulheres negras que atuavam no trabalho dom\u00e9stico. Foi poss\u00edvel assistir cenas de viol\u00eancia contra trabalhadoras na TV, como foi o caso da chanceler da Indon\u00e9sia com sua empregada, ou o caso da mineira trabalhava para a fam\u00edlia de um m\u00e9dico no interior de Minas Gerais, e de venezuelanas que trabalhavam na ind\u00fastria t\u00eaxtil. Isso se amplia quando chegamos principalmente em comunidades rurais, podemos afirmar que a aus\u00eancia\u00a0 de pol\u00edticas p\u00fablicas de empregabilidade para todas e todos, a aus\u00eancia de uma discuss\u00e3o mais profunda de renda b\u00e1sica universal, a crise socioecon\u00f4mica, pol\u00edtica e cultural causada pela COVID-19 agravou ainda mais a principal causa da grande inicia\u00e7\u00e3o, ainda na inf\u00e2ncia, no mercado de trabalho. A fome.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dados do observat\u00f3rio do terceiro setor mostram que, Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT), <\/span><a href=\"https:\/\/news.un.org\/pt\/story\/2019\/12\/1696261\"><span style=\"font-weight: 400;\">40 milh\u00f5es de pessoas s\u00e3o v\u00edtimas do trabalho escravo contempor\u00e2neo no mundo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Quando se trata de Brasil vamos olhar para o primeiro semestre de 2020, que mesmo diante das restri\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 pandemia, foram realizadas 45 a\u00e7\u00f5es fiscais em todo o pa\u00eds e 231 trabalhadores foram resgatados de condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0s de escraviza\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre essas e esses foram 9 ind\u00edgenas e 2 adolescentes. O Grupo Especial de Fiscaliza\u00e7\u00e3o M\u00f3vel (GEFM) foi respons\u00e1vel por 29, e pelo resgate de 115 trabalhadores\/as. As demais a\u00e7\u00f5es foram realizadas pelas unidades regionais da Inspe\u00e7\u00e3o do Trabalho, integrantes das estruturas das Superintend\u00eancias e Ger\u00eancias Regionais do Trabalho. O GEFM atua em todo pa\u00eds e este ano completou 25 anos de exist\u00eancia.<\/span><\/p>\n<h4><strong>Qual o papel do Estado no combate ao trabalho escravo?<\/strong><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, no Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, queremos relembrar que a corrup\u00e7\u00e3o e o apoio do Estado a grandes corpora\u00e7\u00f5es e fazendeiros enfraquece a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o. Estamos diante do maior descaso sobre o tema dos \u00faltimos 25 anos, em que cerca de 50.000 de trabalhadores e trabalhadoras foram resgatadas por auditores-fiscais do Trabalho. Pessoas que quando n\u00e3o s\u00e3o mortas, como o caso que aconteceu em 28 de janeiro de 2004, quando se deslocavam para uma inspe\u00e7\u00e3o em fazendas da regi\u00e3o de Una\u00ed (MG). Auditores foram mortos porque iam resgatar pessoas. O epis\u00f3dio ficou conhecido como a Chacina de Una\u00ed. Os envolvidos nos assassinatos foram condenados, mas\u00a0 at\u00e9 hoje recorrem da senten\u00e7a em liberdade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Precisamos estar atentas e dispostas a nos envolvermos de forma segura e cuidadosa nessas frentes de apoio, pouco tempo temos para recuperar todos os direitos negados a n\u00f3s, desde o primeiro momento do mandato desse Governo que aqui est\u00e1, sem tirar o m\u00e9rito de desmonte de direitos para os trabalhadores de tantos outros, mas, \u00e9 esse Governo quem agrava todas as violentas pandemias que assola a Brava Gente Brasileira! <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 ele quem declara a necessidade de, em uma \u00e9poca dessas, falar em Estado M\u00ednimo, que se apresenta para n\u00f3s como\u00a0 o pior veneno para a sociedade, porque \u00e9 papel do Estado acolher. Mas, nesse caso, o Estado est\u00e1 retirando direitos do trabalhador, direitos previdenci\u00e1rios e vem realizando,\u00a0 \u00e0s escondidas, tantas reformas. Isso apenas prova o que j\u00e1 sab\u00edamos: temos um Estado absolutamente despreparado para a epidemia <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">do sil\u00eancio e da viola\u00e7\u00e3o de direitos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Fontes consultadas: <\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.fadc.org.br\/sites\/default\/files\/2019-04\/RA_WEB_Final_2018_Baixa.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">Dourado, Ana Cristina Doubeux. Uma hist\u00f3ria da crian\u00e7a brasileira\/ Ana Cristina Doubeux Dourado, Maria Aparecida Arias Fernandez. BH,Palco, 1999. ISBN 85.85793-02-3.<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ag\u00eancia Brasil &#8211; EBC<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/observatorio3setor.org.br\/?google=5\"><span style=\"font-weight: 400;\">Observat\u00f3rio do Terceiro Setor<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Dom\u00eanica Rodrigues Trabalho escravo, porque Direitos? Essa \u00e9 a frase que escutamos todos os dias quando se fala do povo nordestino. 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