{"id":1275275,"date":"2021-01-10T03:05:58","date_gmt":"2021-01-10T03:05:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pressenza.com\/?p=1275275"},"modified":"2021-01-10T02:56:20","modified_gmt":"2021-01-10T02:56:20","slug":"algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/","title":{"rendered":"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA &#8211; PARTE I"},"content":{"rendered":"<h5><span style=\"color: #999999;\">CINEMA<\/span><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Por Clodoaldo Lino<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais diversas listas. Aproveitando o final da d\u00e9cada, decidi tamb\u00e9m entrar nessa onda. Longe da pretens\u00e3o de querer julgar filmes e cineastas, apontando \u201cmelhores\u201d e \u201cpiores\u201d, resolvi compartilhar uma lista ecl\u00e9tica de filmes que me impressionaram nessa \u00faltima d\u00e9cada e que, em minha opini\u00e3o, merecem ser vistos com a devida aten\u00e7\u00e3o. Procurei evitar colocar filmes que j\u00e1 foram exaustivamente citados, privilegiando certas \u201cjoias\u201d que, muitas vezes, passaram escondidas pelo circuito comercial (alguns desses filmes nem mesmo chegaram a entrar em circuito no Brasil). Evitei, tamb\u00e9m, inserir t\u00edtulos que j\u00e1 foram alvo de resenhas aqui no <i>Pressenza<\/i> ao longo de 2020. Vamos l\u00e1.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><b>Um Elefante Sentado Quieto<\/b> (Da xiang xi di er zuo) [2018] &#8211; Escolho abrir a lista com esse filme do jovem diretor chin\u00eas Hu Bo. Logo de cara, as quase quatro horas de dura\u00e7\u00e3o assustam, mas quando se come\u00e7a a assistir o filme, esse detalhe passa despercebido. A hist\u00f3ria se desenvolve ao longo de um \u00fanico dia na vida de quatro personagens que t\u00eam seus destinos enredados por um clima opressivo crescente. Filmado num preto e branco monocrom\u00e1tico que acentua o sentimento de ang\u00fastia que a narrativa explicita ao expor o vazio que domina a vida dos personagens, o filme leva para as telas uma das cr\u00edticas mais contundentes aos valores (ou a aus\u00eancia de) da sociedade atual. N\u00e3o \u00e9 um filme f\u00e1cil, \u00e9 assumidamente niilista, mas filmado a partir de um talento ineg\u00e1vel, tanto na condu\u00e7\u00e3o do roteiro, que apesar de entrela\u00e7ar v\u00e1rias hist\u00f3rias trabalha muito bem \u00e0 interse\u00e7\u00e3o entre elas, quanto na composi\u00e7\u00e3o dos quadros, em que primeiro e segundo planos (\u00e0s vezes terceiro e quarto!) se alternam de maneira espont\u00e2nea para a compreens\u00e3o da a\u00e7\u00e3o. Imperd\u00edvel! O que s\u00f3 salienta o lamento pelo suic\u00eddio de Hu Bo, aos 29 anos, logo ap\u00f3s a conclus\u00e3o do filme.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><b>Kaili Blues<\/b> (Lu bian ye can) [2015] &#8211; Destaco agora mais um filme de um jovem diretor chin\u00eas, Bi Gan. Tamb\u00e9m centrado em hist\u00f3rias simples de personagens comuns, o filme trabalha magistralmente o tempo. Passado, presente e futuro se interligam tendo como principal elemento a quest\u00e3o da mem\u00f3ria. A hist\u00f3ria, cuja narrativa \u00e9 el\u00edptica, segue Chen, ex-presidi\u00e1rio, poeta, que se tornou uma esp\u00e9cie de m\u00e9dico em sua cidade natal e que resolve empreender uma jornada pelo interior da China para resgatar seu sobrinho pequeno, vendido pelo seu meio-irm\u00e3o. Ao longo dessa jornada o tempo se dilata, se retrai, se funde, se dispersa num complexo e interessante fluxo que desafia a percep\u00e7\u00e3o do espectador acostumado com a narrativa linear. Mais ou menos na metade do filme Bi Gan nos proporciona um plano-sequ\u00eancia espetacular, com mais de 40 minutos de dura\u00e7\u00e3o, que merece ser visto e revisto diversas vezes. O filme seguinte de Bi Gan, <b>Longa Jornada Noite Adentro<\/b> (Diqiu zuihou de yewan), de 2018, aborda os mesmos temas (tempo, mem\u00f3ria) e tamb\u00e9m merece destaque.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><b>O Terceiro Assassinato<\/b> (Sandome no Satsujin) [2017] &#8211; Continuando no cinema asi\u00e1tico, trago a indica\u00e7\u00e3o de um filme de Hirokazu Kore-eda, cineasta japon\u00eas cujos primeiros filmes foram objeto de uma resenha aqui no <i>Pressenza<\/i>, em 26\/07\/2020. Esse filme foge das caracter\u00edsticas mais conhecidas do cinema de Kore-eda, geralmente centrado em dramas familiares. Aqui temos um drama policial que destoa da obra de Kore-eda n\u00e3o apenas no tema, mas tamb\u00e9m na est\u00e9tica. Seus trabalhos anteriores foram filmados, na grande maioria das vezes, com c\u00e2mera fixa, o que refor\u00e7ava ainda mais a compara\u00e7\u00e3o com os cinemas dos mestres japoneses Yasujiro Ozu e Mikio Naruse. No caso de <b>O Terceiro Assassinato<\/b>, Kore-eda arrisca alguns elegantes movimentos de c\u00e2mera, o que, junto com a hist\u00f3ria, desloca a compara\u00e7\u00e3o para outro mestre japon\u00eas, no caso, Akira Kurosawa e sua obra-prima <b>Rashomon<\/b>. A hist\u00f3ria envolve um advogado contratado para defender um caso perdido: Misumi, r\u00e9u confesso de um assassinato e que espera a pena de morte por ser reincidente, pois h\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas havia sido preso e condenado por um duplo homic\u00eddio. No decorrer do filme, a partir da conviv\u00eancia com o acusado e com personagens envolvidos com o crime, o advogado passa a se questionar sobre a culpa do seu cliente. A discuss\u00e3o acerca da quest\u00e3o da verdade permeia todo o filme, n\u00e3o apenas no que diz respeito \u00e0s v\u00e1rias narrativas, mas, tamb\u00e9m, no que se refere \u00e0 imagem. O filme come\u00e7a com a sequ\u00eancia de Misumi assassinando um homem e ateando fogo no corpo da v\u00edtima, o que n\u00e3o impede que a d\u00favida se estabele\u00e7a ao longo de todo o filme. Mais uma vez, a habilidade e a sensibilidade de Kore-eda s\u00e3o os principais destaques na condu\u00e7\u00e3o da trama.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><b>Bird Talk <\/b>(Mowa ptak\u00f3w) [2019] &#8211; Se algu\u00e9m assistir a <b>Bird Talk<\/b> sem conhecer o hist\u00f3rico do filme, vai ficar com a sensa\u00e7\u00e3o de ter assistido a um ambicioso pastiche dos filmes de Andrzej Zulawski. Diretor da chamada terceira gera\u00e7\u00e3o de cineastas poloneses, Zulawski sempre se destacou pela ousadia dos seus filmes, muito diferentes dos trabalhos dos seus contempor\u00e2neos. Seus temas abrangiam desde a discuss\u00e3o sobre a hist\u00f3ria da Pol\u00f4nia (sempre a partir de um vi\u00e9s radicalmente cr\u00edtico), passando pela loucura, pela sexualidade, assim como pelas dificuldades de comunica\u00e7\u00e3o e de rela\u00e7\u00e3o entre as pessoas, com as imagens recorrendo, invariavelmente, a situa\u00e7\u00f5es limite para externar suas vis\u00f5es. E tudo isso se encontra presente em <b>Bird Talk<\/b>, filme dirigido por Xawery Zu\u0142awski, filho de Andrzej, a partir do \u00faltimo roteiro escrito por seu pai e endere\u00e7ado \u00e0 ele. Por\u00e9m, mesmo partindo do mesmo ponto, o resultado n\u00e3o \u00e9 igual. <b>Bird Talk<\/b> lembra muito os filmes de Andrzej, mas alguma coisa aponta para uma diferen\u00e7a. Os excessos de Xawery tangenciam os de Andrzej mas s\u00e3o de outra ordem. No in\u00edcio eu atribu\u00eda essa diferen\u00e7a a situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da Pol\u00f4nia atual, que nas \u00faltimas d\u00e9cadas deu uma guinada do \u201csocialismo sovi\u00e9tico\u201d para a extrema-direita. No entanto, depois percebi (e passei a olhar o filme com outros olhos) que Xawery faz um filme aonde, mais do que funcionar como uma homenagem ao pai, representa um acerto de contas, uma tentativa de conhecer melhor a figura desse pai\/cineasta, seu processo de cria\u00e7\u00e3o e seus dem\u00f4nios. Para quem \u00e9 admirador do cinema de Andrzej Zulawski, como eu, essa outra percep\u00e7\u00e3o tornou o filme de Xawery obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><b>Os Dias com Ele <\/b>[2013] &#8211; Continuando na tem\u00e1tica entre pais e filhos, ganha destaque agora esse document\u00e1rio brasileiro vencedor da <i>Mostra Tiradentes<\/i>, dirigido por Maria Clara Escobar. O filme \u00e9 inteiramente realizado na primeira pessoa e investe na rela\u00e7\u00e3o da diretora com seu pai, o professor, dramaturgo, fil\u00f3sofo e poeta Carlos Henrique de Escobar. Maria Clara nunca teve uma conviv\u00eancia tradicional com o pai, uma vez que nunca chegaram a formar uma fam\u00edlia e morar juntos. No filme, ela usa o gancho de questionar o pai sobre sua atua\u00e7\u00e3o na Ditadura Militar, sua pris\u00e3o e as sess\u00f5es de tortura pelas quais passou, como forma de se aproximar e desvendar esse pai\/personagem. Mesmo sem recorrer a grandes recursos t\u00e9cnicos, uma vez que \u00e9 realizado com uma c\u00e2mera amadora, sem suportes de luz e com o som sendo captado num gravador port\u00e1til, o filme consegue alguns momentos dram\u00e1ticos muito potentes a partir dessa tens\u00e3o entre pai e filha. Contudo, o grande destaque do filme acaba sendo Escobar, um dos intelectuais mais interessantes do Brasil na segunda metade do s\u00e9culo XX. Com uma hist\u00f3ria de vida digna de um filme, aonde se destacam passagens como a inf\u00e2ncia nas ruas, a descoberta dos livros na Biblioteca P\u00fablica de S\u00e3o Paulo, a milit\u00e2ncia na esquerda (que lhe rendeu pris\u00f5es pol\u00edticas ainda menor de idade) e o fato dele ter se tornado professor do Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o da Universidade Federal Fluminense (o qual, por sinal, ajudou a fundar nos anos 1960) e da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sendo um autodidata, cujo \u00fanico diploma que possui \u00e9 o de Doutor, obtido a partir do recebimento do titulo de <i>Not\u00f3rio Saber<\/i> que lhe foi outorgado pela UFRJ e que lhe permitiu cursar o doutorado j\u00e1 nos anos 1990. Autor de diversas pe\u00e7as teatrais e de importantes livros sobre a an\u00e1lise do discurso e sobre o marxismo de Louis Althusser, reconhecido pelo pensamento sagaz e pela ret\u00f3rica cativante, Escobar rouba a cena e, em determinados momentos, desmonta os artif\u00edcios de Maria Clara, o que ao inv\u00e9s de prejudicar o filme, acaba transformando o registro efetuado por sua filha em algo ainda mais rico e curioso.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><b>Ver\u00e3o<\/b> (Leto) [2018] &#8211; Filme do diretor russo Kirill Serebrennikov (desafeto do governo russo, que na \u00e9poca do lan\u00e7amento do filme no <i>Festival de Cannes<\/i> se encontrava em pris\u00e3o domiciliar) que reproduz a \u201ccena roqueira\u201d sovi\u00e9tica no in\u00edcio dos anos 1980. Um filme leve, com um preto e branco suave e movimentos de c\u00e2mera discretos, que funciona mais pela excel\u00eancia t\u00e9cnica de certas sequ\u00eancias do que por uma tentativa de cr\u00edtica pol\u00edtica. Mesmo no que diz respeito \u00e0s tens\u00f5es e conflitos da juventude o filme \u00e9 ligeiro, investindo mais no clima e no sentimento presente nos shows (muito bem filmados) e nas conversas que caracterizam as descobertas dessa idade. Recursos gr\u00e1ficos se misturam a sequ\u00eancias on\u00edricas que despontam como um dos pontos fortes do filme, aonde os personagens interpretam, numa est\u00e9tica de videoclipe, sucessos de bandas ocidentais. Pura divers\u00e3o, mas feita por quem domina a linguagem do cinema, o que, no final das contas, faz toda a diferen\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\"><b>Rastro de Maldade<\/b> (Bone Tomahawk) [2015] &#8211; Essa dica \u00e9 pra quem gosta de <i>western<\/i> (eu, particularmente, adoro). Talvez poucos g\u00eaneros cinematogr\u00e1ficos sejam t\u00e3o caracter\u00edsticos do cinema hollywoodiano como o <i>western<\/i>. O mito (palavra perigosa nos dias de hoje) \u00e9 o fundamento do <i>western<\/i>. O mito da conquista do Oeste, que, no fundo, representa a chegada da \u201cciviliza\u00e7\u00e3o\u201d, que assegura a Lei e a Ordem frente a selvageria, a barb\u00e1rie e as injusti\u00e7as, custe o que custar. Nada mais simb\u00f3lico do que a figura do her\u00f3i no <i>western<\/i>, o homem branco ocidental, individualista, solit\u00e1rio, \u201cdur\u00e3o\u201d mas justo, o conquistador que garante o \u201cprocesso civilizat\u00f3rio\u201d, na maioria das vezes a margem da pr\u00f3pria Lei. N\u00e3o por acaso, o <i>western<\/i> \u00e9 um g\u00eanero que envelheceu terrivelmente. Apesar das constantes tentativas de se filmar <i>westerns<\/i> contempor\u00e2neos, os filmes de <i>western<\/i> atuais soam anacr\u00f4nicos, com seu atrativo se limitando a excel\u00eancia que o desenvolvimento tecnol\u00f3gico proporciona para a filmagem de cenas de a\u00e7\u00e3o nos dias de hoje. Por\u00e9m, eu como f\u00e3 de <i>western<\/i>, n\u00e3o desisto e continuo assistindo as novas produ\u00e7\u00f5es, na maioria das vezes me decepcionando. Mas <i>Rastro de Maldade<\/i>, de S. Craig Zahier, jovem diretor norte-americano, foi uma grata surpresa. A hist\u00f3ria \u00e9 cl\u00e1ssica, um bando de \u00edndios sequestra uma mulher branca e um grupo de bravos cavaleiros vai ao seu resgate. N\u00e3o \u00e9 a toa que o titulo brasileiro ficou <i>Rastro de Maldade<\/i>, para pegar carona no cl\u00e1ssico de John Ford, <i>The Searchers<\/i>, que no Brasil se chamou <i>Rastros de \u00d3dio<\/i>, e que tem um argumento muito parecido. Mas o diferencial dessa obra de Zahier \u00e9 que no ter\u00e7o final do filme ele deriva de <i>western<\/i> para filme de terror, uma transi\u00e7\u00e3o que, a primeira vista, pode soar bizarra, mas que \u00e9 habilmente realizada por Zahier. O in\u00edcio do filme tem um ritmo lento, apresentando os personagens e construindo as situa\u00e7\u00f5es sem nenhum tipo de apela\u00e7\u00e3o, nem sensacionalismo. A partir da metade do filme a viol\u00eancia vai aumentando at\u00e9 atingir propor\u00e7\u00f5es enormes, sem, contudo, destoar da narrativa ou recorrer a espetaculariza\u00e7\u00e3o, o que fez com que o filme fosse muitas vezes comparado ao cinema de Sam Peckinpah. Para os apreciadores do g\u00eanero, um \u00f3timo programa.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">No pr\u00f3ximo texto, mais algumas indica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CINEMA &nbsp; &nbsp; Por Clodoaldo Lino &nbsp; &nbsp; Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais diversas listas. Aproveitando o final da d\u00e9cada, decidi tamb\u00e9m entrar nessa onda. Longe da pretens\u00e3o de querer julgar filmes&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1820,"featured_media":1275276,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[104,11390,112,165],"tags":[75238,476],"class_list":["post-1275275","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-america-do-sul","category-conteudo-original","category-cultura-pt-pt","category-opiniao","tag-caderno-de-cultura","tag-cinema"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA - PARTE I<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"CINEMA &nbsp; &nbsp; Por Clodoaldo Lino &nbsp; &nbsp; Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA - PARTE I\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"CINEMA &nbsp; &nbsp; Por Clodoaldo Lino &nbsp; &nbsp; Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Pressenza\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-01-10T03:05:58+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"850\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Clodoaldo Lino\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@PressenzaIPA\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@PressenzaIPA\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Clodoaldo Lino\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/\"},\"author\":{\"name\":\"Clodoaldo Lino\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/ffc4f033a0f603386e8da1f3caf1d0cf\"},\"headline\":\"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA &#8211; PARTE I\",\"datePublished\":\"2021-01-10T03:05:58+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/\"},\"wordCount\":2129,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg\",\"keywords\":[\"caderno de cultura\",\"cinema\"],\"articleSection\":[\"\u00c1m\u00e9rica do Sul\",\"Conte\u00fado Original\",\"Cultura e M\u00eddia\",\"Opini\u00e3o\"],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/\",\"name\":\"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA - PARTE I\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg\",\"datePublished\":\"2021-01-10T03:05:58+00:00\",\"description\":\"CINEMA &nbsp; &nbsp; Por Clodoaldo Lino &nbsp; &nbsp; Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg\",\"width\":1280,\"height\":850},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Accueil\",\"item\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA &#8211; PARTE I\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/\",\"name\":\"Pressenza\",\"description\":\"International Press Agency\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization\",\"name\":\"Pressenza\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg\",\"width\":200,\"height\":200,\"caption\":\"Pressenza\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia\",\"https:\/\/x.com\/PressenzaIPA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/ffc4f033a0f603386e8da1f3caf1d0cf\",\"name\":\"Clodoaldo Lino\",\"description\":\"Doutor em Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura pela UFRJ, Bacharel em Psicologia tamb\u00e9m pela UFRJ e Graduado em Dire\u00e7\u00e3o Cinematogr\u00e1fica pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro.\",\"url\":\"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/author\/clodoaldo-lino\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA - PARTE I","description":"CINEMA &nbsp; &nbsp; Por Clodoaldo Lino &nbsp; &nbsp; Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA - PARTE I","og_description":"CINEMA &nbsp; &nbsp; Por Clodoaldo Lino &nbsp; &nbsp; Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais","og_url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/","og_site_name":"Pressenza","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia","article_published_time":"2021-01-10T03:05:58+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":850,"url":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Clodoaldo Lino","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@PressenzaIPA","twitter_site":"@PressenzaIPA","twitter_misc":{"Escrito por":"Clodoaldo Lino","Tempo estimado de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/"},"author":{"name":"Clodoaldo Lino","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/ffc4f033a0f603386e8da1f3caf1d0cf"},"headline":"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA &#8211; PARTE I","datePublished":"2021-01-10T03:05:58+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/"},"wordCount":2129,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg","keywords":["caderno de cultura","cinema"],"articleSection":["\u00c1m\u00e9rica do Sul","Conte\u00fado Original","Cultura e M\u00eddia","Opini\u00e3o"],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/","name":"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA - PARTE I","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg","datePublished":"2021-01-10T03:05:58+00:00","description":"CINEMA &nbsp; &nbsp; Por Clodoaldo Lino &nbsp; &nbsp; Certas \u00e9pocas s\u00e3o prop\u00edcias para balan\u00e7os, revis\u00f5es e, inevitavelmente, a elabora\u00e7\u00e3o das mais","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/audience-828584_1280.jpg","width":1280,"height":850},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2021\/01\/algumas-joias-cinematograficas-escondidas-ao-longo-da-decada-parte-i\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Accueil","item":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"ALGUMAS JOIAS CINEMATOGR\u00c1FICAS ESCONDIDAS AO LONGO DA D\u00c9CADA &#8211; PARTE I"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#website","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/","name":"Pressenza","description":"International Press Agency","publisher":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#organization","name":"Pressenza","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.pressenza.com\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/pressenza_logo_200x200.jpg","width":200,"height":200,"caption":"Pressenza"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/PressenzaItalia","https:\/\/x.com\/PressenzaIPA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/#\/schema\/person\/ffc4f033a0f603386e8da1f3caf1d0cf","name":"Clodoaldo Lino","description":"Doutor em Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura pela UFRJ, Bacharel em Psicologia tamb\u00e9m pela UFRJ e Graduado em Dire\u00e7\u00e3o Cinematogr\u00e1fica pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro.","url":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/author\/clodoaldo-lino\/"}]}},"place":"Rio de Janeiro, Brasil","original_article_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1275275","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1820"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1275275"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1275275\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1275276"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1275275"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1275275"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1275275"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}