{"id":122383,"date":"2014-07-29T01:19:21","date_gmt":"2014-07-29T00:19:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pressenza.com\/?p=122383"},"modified":"2014-07-29T13:12:04","modified_gmt":"2014-07-29T12:12:04","slug":"e-preciso-coragem-para-votar-em-candidatos-que-se-oponham-ao-sistema-politico-dominante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pressenza.com\/pt-pt\/2014\/07\/e-preciso-coragem-para-votar-em-candidatos-que-se-oponham-ao-sistema-politico-dominante\/","title":{"rendered":"\u00c9 preciso coragem para votar em candidatos que se oponham ao sistema pol\u00edtico dominante (*)"},"content":{"rendered":"<p><strong>Mitos e armadilhas do processo eleitoral: Como identificar e desmascarar interesses das classes dominantes em campanhas que tentam esconder a continuidade do atual sistema pol\u00edtico-econ\u00f4mico.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Parece f\u00e1cil, mas n\u00e3o \u00e9. Durante as campanhas eleitorais os partidos e candidatos adotam discursos conscientemente elaborados para agradar e conquistar eleitores, os quais quase sempre criam expectativas e esperan\u00e7as que n\u00e3o se concretizam nunca. De modo geral, n\u00f3s, eleitores, sempre temos muita dificuldade em desmontar as armadilhas que tais discursos carregam, pois ficamos envolvidos nas teias do marketing e nas mais s\u00f3rdidas e inescrupulosas apela\u00e7\u00f5es emocionais. Desvendar o que est\u00e1 em jogo nas elei\u00e7\u00f5es tende a ser uma tarefa dif\u00edcil, mas tamb\u00e9m necess\u00e1ria para se evitar equ\u00edvoco pol\u00edtico e mera ilus\u00e3o sobre o que realmente pode ou n\u00e3o produzir alguma mudan\u00e7a ou transforma\u00e7\u00e3o na realidade brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A campanha eleitoral j\u00e1 est\u00e1 nas ruas. \u00c9 o evento mais importante da chamada democracia representativa. Teremos elei\u00e7\u00f5es gerais para a presid\u00eancia da Rep\u00fablica, todos os governos estaduais, C\u00e2mara dos Deputados, renova\u00e7\u00e3o de 1\/3 do Senado e para as assembleias legislativas. Milh\u00f5es de reais ser\u00e3o gastos em poucos meses. Partidos e candidatos montam grandes estruturas regionais e nacionais, contratam marqueteiros, pesquisadores, assessores pol\u00edticos, jornalistas e cabos eleitorais. Produzem materiais impressos, programas de TV e r\u00e1dio e inundam as redes sociais com propaganda, contrapropaganda e tudo o que possa enfraquecer e destruir os advers\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A disputa costuma ser animada porque interessa aos grupos dominantes (empres\u00e1rios, banqueiros, ruralistas, altos funcion\u00e1rios do Estado e grandes propriet\u00e1rios em geral) envolver a popula\u00e7\u00e3o no aspecto mais l\u00fadico do processo eleitoral, sarcasticamente chamado de \u201cjornada c\u00edvica\u201d ou \u201cfesta democr\u00e1tica\u201d. A participa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, nas urnas, fornece legitimidade ao sistema. No fundo, o que importa mesmo para as classes dominantes \u00e9 manter o controle do Poder P\u00fablico, dos \u00f3rg\u00e3os executivos e legislativos, de tal maneira que seus valores e seus privil\u00e9gios sejam preservados por mais quatro anos, e assim sucessivamente. Por meio de elei\u00e7\u00f5es manejadas pelo poder econ\u00f4mico (financiamento das campanhas, sustenta\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o e press\u00e3o sobre os trabalhadores assalariados), os eleitos asseguram que o Estado continuar\u00e1 sendo express\u00e3o n\u00e3o do conjunto da sociedade, mas daqueles que realmente mandam no pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste ano as principais candidaturas para presidente e para governadores congregam grupos de partidos e de apoiadores que n\u00e3o se identificam por ideologias ou programas, nem por trajet\u00f3rias de filia\u00e7\u00e3o e milit\u00e2ncia, mas t\u00e3o somente pela conveni\u00eancia das alian\u00e7as fisiol\u00f3gicas e em fun\u00e7\u00e3o de interesses regionais. Por isso mesmo, com exce\u00e7\u00e3o dos partidos da esquerda program\u00e1tica (PSOL, PCB, PSTU e PCO), todos os demais partidos est\u00e3o coligados entre si, em alguma campanha estadual. Em S\u00e3o Paulo, por exemplo, o PP de Maluf apoia o PMDB na campanha estadual e o PT na campanha nacional; em alguns estados o PP apoia o PSDB ou o PSB. No Rio, campanha estadual do PMDB com a DEM est\u00e1 dividida na campanha nacional entre candidaturas do PT e do PSDB, assim como a candidatura estadual do PT tem apoio do PSB. Enfim, querer encontrar defini\u00e7\u00e3o program\u00e1tica e ideol\u00f3gica no emaranhado das coliga\u00e7\u00f5es \u00e9 procurar pelo em ovo. Se todos est\u00e3o juntos e misturados, como fazer a distin\u00e7\u00e3o entre as diferentes propostas para a sociedade? Existe real diverg\u00eancia ou antagonismo entre elas? O programa de uma articula\u00e7\u00e3o exclui os programas das demais? A ideia da mudan\u00e7a \u00e9 simples pe\u00e7a ret\u00f3rica ou tem fundamenta\u00e7\u00e3o? Existe alguma ruptura \u00e0 vista?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Todas essas quest\u00f5es fazem parte do nosso mecanismo natural para entender e analisar o sentido maior do que deveria ser um processo eleitoral: a escolha de um projeto para a sociedade com o devido elenco de prioridades e a\u00e7\u00f5es. Quando votamos geralmente escolhemos a proposta que queremos ver aplicada, que possa ser cumprida e que proporcione todos os benef\u00edcios contidos em sua promessa. Pelo menos deveria ser assim. Ningu\u00e9m escolhe e vota no pior. Todos n\u00f3s queremos um pa\u00eds melhor, uma vida melhor, uma sociedade mais justa, igualit\u00e1ria, livre e desenvolvida. Por isso \u00e9 t\u00e3o importante que a gente consiga identificar nas v\u00e1rias candidaturas, mesmo quando n\u00e3o expressam todo o leque pol\u00edtico, qual delas \u2013 excluindo a manipula\u00e7\u00e3o marqueteira e a demagogia eleitoreira \u2013 pode significar algum passo na dire\u00e7\u00e3o do sonho coletivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O DE FUNDO<\/strong><br \/>\nSabemos muito bem que os maiores problemas da sociedade brasileira est\u00e3o diretamente relacionados com o tipo de modelo pol\u00edtico-econ\u00f4mico vigente. Importa, assim, verificar se as principais campanhas (candidaturas e articula\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-partid\u00e1rias) representam aqueles que mais sofrem com os maiores problemas, aqueles que mais precisam da a\u00e7\u00e3o do Estado, aqueles que s\u00e3o exclu\u00eddos das riquezas e espoliados do que produzem. Afinal, entre os principais candidatos, aqueles com maiores chances de assumir o governo nos pr\u00f3ximos anos, qual expressa prioritariamente os interesses dos trabalhadores e dos despossu\u00eddos? Qual deles assume compromissos claros com as transforma\u00e7\u00f5es que o pa\u00eds requer h\u00e1 muitas d\u00e9cadas, entre as quais as reformas adiadas desde o golpe de 1964? Se n\u00e3o existe tal candidatura, se os mais fortes candidatos t\u00eam mais a ver com os grupos dominantes do que com a maioria do povo, ent\u00e3o n\u00e3o representam tamb\u00e9m nenhuma mudan\u00e7a significativa, mas a continuidade do que est\u00e1 a\u00ed, mesmo quando acenam com a ret\u00f3rica da mudan\u00e7a ou de algo novo ou mais avan\u00e7ado e progressista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sabemos de longa data que a burguesia brasileira n\u00e3o tem compromisso hist\u00f3rico com projeto independente de desenvolvimento nacional, com afirma\u00e7\u00e3o de soberania e com a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade democr\u00e1tica, justa e igualit\u00e1ria. A burguesia nacional tem apostado em projetos de subordina\u00e7\u00e3o do pa\u00eds aos interesses coloniais e imperiais (Portugal, Inglaterra, Estados Unidos) e ao capital internacional \u2013 estadunidense, europeu, japon\u00eas, coreano e mais recentemente chin\u00eas. Os principais grupos brasileiros adoram a condi\u00e7\u00e3o de parceiros e s\u00f3cios secund\u00e1rios dos grupos estrangeiros que atuam no Brasil, na explora\u00e7\u00e3o das atividades extrativistas, na exporta\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias primas, produtos prim\u00e1rios e tudo o que possa gerar commodities. Para eles, o que importa \u00e9 a conta banc\u00e1ria, de prefer\u00eancia em moeda estrangeira e em banco no exterior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto da burguesia n\u00e3o visa o desenvolvimento humano, a forma\u00e7\u00e3o da cidadania, a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel cultural e a consolida\u00e7\u00e3o de direitos iguais para todos; quando muito procura subordinar parcela do povo em trabalho mal remunerado e nas ondas de consumo criadas para reproduzir a acumula\u00e7\u00e3o de capital. Por isso temos car\u00eancia de moradia, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e transportes p\u00fablicos, e abund\u00e2ncia de carros, televisores, aparelhos eletr\u00f4nicos, computadores e celulares \u2013 geralmente importados ou montados aqui para quem tem dinheiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Da\u00ed as perguntas obrigat\u00f3rias: \u00c9 poss\u00edvel que uma candidatura apoiada e comprometida com a burguesia nacional possa, ao mesmo tempo, levar adiante as demandas da maioria do povo brasileiro? D\u00e1 para fazer uma pol\u00edtica de distribui\u00e7\u00e3o da renda e da riqueza, promover direitos iguais para todos, proteger os que precisam do amparo do Estado, fazer ampla reforma agr\u00e1ria e urbana e ao mesmo tempo manter os privil\u00e9gios das elites, dos grandes grupos econ\u00f4micos e dos ricos? Por que, ent\u00e3o, em tantos anos de governos eleitos pelo povo, com candidatos oriundos do campo da esquerda, primeiro do PSDB (oito anos) e depois do PT (doze anos), a sociedade brasileira n\u00e3o conseguiu mudar a estrutura fundi\u00e1ria, n\u00e3o conseguiu acabar com a especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria nas cidades, n\u00e3o conseguiu universalizar servi\u00e7os p\u00fablicos de qualidade, n\u00e3o conseguiu democratizar o sistema de comunica\u00e7\u00e3o social, n\u00e3o conseguiu acabar com as pol\u00edcias militares, n\u00e3o conseguiu reduzir a viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos, n\u00e3o conseguiu garantir o respeito \u00e0s liberdades democr\u00e1ticas? Isso n\u00e3o deveria ser o programa m\u00ednimo de qualquer candidatura sintonizada com a vontade popular?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Veja bem, n\u00e3o estamos falando de uma sociedade socialista ou com desenvolvimento humano (IDH) compat\u00edvel com seu poderio econ\u00f4mico (PIB), mas da dificuldade hist\u00f3rica de se conquistar avan\u00e7os concretos numa sociedade dominada por uma minoria que n\u00e3o abre m\u00e3o de seus valores, de sua riqueza e de seus privil\u00e9gios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>TEORIA DO MENOS PIOR<\/strong><br \/>\nTem sido mito nas elei\u00e7\u00f5es brasileiras, antes e ap\u00f3s o longo per\u00edodo da Ditadura Militar, o racioc\u00ednio quase dogm\u00e1tico segundo qual devemos, na aus\u00eancia de candidaturas identificadas com o povo e com um programa transformador, apoiar e votar no \u201cmenos pior\u201d. H\u00e1 v\u00e1rias elei\u00e7\u00f5es que esse tipo de prega\u00e7\u00e3o pelo \u201cvoto \u00fatil\u201d ganha adeptos entre intelectuais e militantes, entre lutadores e analistas, entre pessoas com bom n\u00edvel cultural e boa forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Sempre a escolha do \u201cmenos pior\u201d est\u00e1 associada \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o podemos jamais contribuir para o pior: no caso, o que consideramos pior para o lado ao qual estamos filiados, o lado dos trabalhadores, o lado das for\u00e7as populares que se op\u00f5em ao modelo pol\u00edtico-econ\u00f4mico dominante e ao capitalismo. De acordo com essa vis\u00e3o, pior ser\u00e1 tudo aquilo que possa prejudicar a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as na luta de classes que existe na sociedade. Em resumo, tal mito estabelece que n\u00e3o votar no \u201cmenos pior\u201d ser\u00e1 abrir espa\u00e7o e fortalecer o pior para os trabalhadores, para as esquerdas e, enfim, para a sociedade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, a experi\u00eancia concreta tem demonstrado que esse tipo de demarca\u00e7\u00e3o eleitoral n\u00e3o tem, de maneira alguma, alterado a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as favoravelmente ao campo da esquerda, mas, ao contr\u00e1rio, a esquerda fica mais fragilizada a cada elei\u00e7\u00e3o em que os segmentos populares descarregam o voto na candidatura \u201cmenos pior\u201d. Isso acontece porque a elei\u00e7\u00e3o do \u201cmenos pior\u201d n\u00e3o tem impedido que ap\u00f3s a elei\u00e7\u00e3o o \u201cmenos pior\u201d permane\u00e7a ref\u00e9m das classes e grupos dominantes, mesmo porque tal sequestro come\u00e7a no pr\u00f3prio processo eleitoral, pelas concess\u00f5es de toda ordem e pelas d\u00edvidas e acordos das campanhas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tem quem argumente que j\u00e1 \u00e9 uma grande vantagem quando o \u201cmenos pior\u201d n\u00e3o ataca e n\u00e3o persegue os trabalhadores, e que a situa\u00e7\u00e3o poderia ficar muito pior com a vit\u00f3ria de for\u00e7as pol\u00edticas mais identificadas com o sistema dominante. Essa argumenta\u00e7\u00e3o tem l\u00f3gica, mas n\u00e3o tem sustenta\u00e7\u00e3o na realidade. Na pr\u00e1tica, o enfraquecimento da esquerda demonstra que votar e eleger o \u201cmenos pior\u201d (para os trabalhadores, as camadas populares e as esquerdas) tem contribu\u00eddo para fortalecer os setores conservadores e a explora\u00e7\u00e3o capitalista, j\u00e1 que o governo \u201cmenos pior\u201d gera falsas expectativas nas classes populares, acomoda a luta dos movimentos sociais e das esquerdas, al\u00e9m de continuar fiel cumpridor das exig\u00eancias e dos interesses das classes dominantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Basta verificar que a cada elei\u00e7\u00e3o o programa reformista do \u201cmenos pior\u201d fica mais rebaixado, seja porque a cobran\u00e7a da esquerda est\u00e1 mais fragilizada, seja porque as concess\u00f5es \u00e0 direita s\u00e3o sempre maiores. Tanto \u00e9 que n\u00e3o temos mais debates e confrontos de programas ou de projetos de na\u00e7\u00e3o, n\u00e3o existem amea\u00e7as de rupturas, apenas o pirot\u00e9cnico leil\u00e3o de pe\u00e7as publicit\u00e1rias e de coisas mirabolantes criadas pelo marketing das campanhas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que aconteceria se uma parcela expressiva do povo, apoiada por movimentos sociais populares e por partidos de esquerda, deixasse de votar e eleger o candidato \u201cmenos pior\u201d e, por conseguinte, passasse a exigir candidatos melhores realmente identificados com as demandas da maioria? Com certeza, o c\u00edrculo vicioso do rebaixamento pol\u00edtico e da banaliza\u00e7\u00e3o eleitoral poderia se romper. E, com certeza, toda essa gente trataria de construir instrumentos aut\u00eanticos e leais aos interesses dos trabalhadores e da maioria. N\u00e3o seria esse um caminho mais efetivo para usar o processo eleitoral com o objetivo de alterar a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as a favor do campo anticapitalista e da constru\u00e7\u00e3o de governos com programas concretos de transforma\u00e7\u00e3o da sociedade? N\u00e3o \u00e9 o caso de abandonarmos de vez o mito do \u201cmenos pior\u201d e nos livrarmos dessa armadilha montada pelas classes e grupos dominantes?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 que na atual conjuntura n\u00e3o temos for\u00e7a para mudar o sistema eleitoral, que tal tentarmos uma simples ruptura nessas elei\u00e7\u00f5es: n\u00e3o apoiar e n\u00e3o votar em candidatos vinculados aos grupos empresariais. E s\u00f3 votar, isto sim, em candidatos que se oponham ao sistema pol\u00edtico-econ\u00f4mico dominante, mesmo que estes n\u00e3o tenham \u2013 no momento \u2013 nenhuma chance de vit\u00f3ria. Esse, afinal, pode ser um grande passo para a mudan\u00e7a que tanto almejamos. S\u00f3 depende da nossa coragem.<\/p>\n<p>(*) A autoria desta mat\u00e9ria foi corrigida em 29\/07 \u00e0s 09h10. O autor desta mat\u00e9ria \u00e9 Hamilton Octavio de Souza, jornalista e professor. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mitos e armadilhas do processo eleitoral: Como identificar e desmascarar interesses das classes dominantes em campanhas que tentam esconder a continuidade do atual sistema pol\u00edtico-econ\u00f4mico. &nbsp; Parece f\u00e1cil, mas n\u00e3o \u00e9. 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